Checklist: 7 dicas para ser bem visto pelos bancos

Checklist: 7 dicas para ser bem visto pelos bancos

Os bancos não querem me emprestar dinheiro. O que está faltando?

 

 

Para melhor conceituar a pergunta, vamos admitir que estamos falando de empreendedores que estão iniciando seus negócios do zero ou que necessitam recorrer aos bancos para um novo recurso para ampliação, investimento em máquinas ou equipamentos, ou até mesmo uma pequena aquisição para impulsionar seu crescimento no mundo dos negócios.

Ser bem visto por bancos para construir seu crédito não tem muitos segredos, mas sim disciplina e organização, pois já se foi o tempo de ser amigo do gerente para conseguir algum tipo de capital de giro, como no tempo de nossos pais.

Listo abaixo alguns itens que, combinados, poderão permitir atingir os objetivos:

1) Plano de Negócios consistente: apresentar um bom Plano de Negócios, com racionais sustentáveis de rentabilidade ajuda muito, pois será um bom instrumento para comprovar que o negócio foi amplamente estudado, simulado e que, estando alinhado a estratégia da empresa, será uma grande ferramenta de auxílio à gestão do negócio. Pesquisas de mercado e opinião de consultores também contribuem para determinar as premissas deste Plano.

2) Idoneidade dos Sócios e Caráter: em crédito, o conceito de “caráter pessoal” é muito forte, pois determina como se comportam as pessoas nos momentos de crise, onde a conduta e a postura moral são fundamentais. Nenhum negócio bom deu certo com pessoas ruins. Do ponto de vista da idoneidade, atualmente os bancos recorrem a diversos serviços de proteção ao crédito, como Serasa e outros, que são ferramentas bastante eficientes na verificação do histórico de CPFs e CNPJs. Manter seu histórico de crédito positivo vai ser determinante neste processo. Infelizmente nosso país ainda não avançou na implantação dos cadastros positivos de crédito, que funcionam muito bem nas economias modernas, e por isso pagamos o preço de uma economia emergente que valoriza o cadastro negativo.

3) Governança: independentemente do tamanho do negócio, critérios mínimos de governança são bem vistos e, se bem demonstrados, auxiliam na construção do conceito e intenções da empresa.

4) Integridade Fiscal: o mundo mudou! Já se foi o tempo de estruturas paralelas. Isto impedirá sua empresa de crescer, além de ser mal visto pelos bancos, pois é difícil mensurar pelo empirismo dos números. Seu negócio só é viável se suportar carga fiscal de frente.

5) Contabilidade e Auditoria: não é o tamanho do negócio que faz uma empresa ser mais ou menos transparente. Entendo que, mais exigente que o banco, o próprio sócio deve buscar uma contabilidade em tempo real, que reflita a verdadeira situação da empresa, pois ele que corre o maior risco por ser o investidor principal. Tendo isto em ordem, uma oportunidade de fusão ou aquisição será muito facilitada, bem como o entendimento da performance da empresa pelos analistas de crédito. Bancos gostam de informação como: balanços, balancetes recentes, fluxo de caixa, relação de ativos e passivos, quadro de obras, relação de frota, passivo bancário aberto por banco, modalidade, prazo, etc. Quando possível investir em uma auditoria externa, será de grande valia.

6) Estratégia da Empresa: ter um Planejamento Estratégico consistente e bem definido, que possa ser apresentada com alguma formalidade, abordando uma visão de curto, médio e longo prazo, também auxiliará na construção deste crédito.

7) Volume e Estrutura de Funding e Garantias: por último e não menos importante, é necessário ter pré-definido que volume está se buscando para “fundear” o negócio, com preço, prazo e modalidade. As garantias ou colaterais também são determinantes para a avaliação pelo banco. Muitas vezes, nem tanto pelo valor financeiro, mas sim por demonstrar o quanto o sócio/investidor que está solicitando crédito acredita que aquele é um negócio viável. Afinal, ele está empenhando seu patrimônio pessoal, construído com suor ao longo da vida.

As dicas acima, embora simples, deixarão a empresa preparada não somente para a relação com bancos, mas para as demais estruturas de funding que se desenvolveram ao longo dos últimos anos nos países desenvolvidos e que crescem numa rápida velocidade no Brasil, como os private equity, investidores anjo, venture capital, e até mesmo família e amigos.

Boa sorte!

 

Fonte: Endeavor

Um líder de sucesso precisa ter visão

“Perseverança nada mais é que a capacidade de uma pessoa voltar ao seu estado normal após sofrer grande pressão”

Para conquistar sucesso na liderança é preciso desenvolver, entre outras habilidades, visão. Esse é o ponto de partida que irá guiar o líder e sua equipe pela rota correta até a chegada ao resultado pretendido. Uma visão dentro do mundo corporativo é divida em três partes:

Propósito Significativo (o que fazemos): definir porque a empresa existe, área, ambição, processo ou função. É necessário identificar onde o seu propósito se encaixa dentro de um todo, para assim agregar valor ao sistema já existente.

Imagem clara de futuro (aonde queremos chegar): define o que é sucesso, o que você construirá e o legado que isso deixará aos demais (ou para a sociedade) num médio prazo. É a capacidade de mudar algo hoje, que fará a diferença num futuro próspero e breve.

Valores claros da instituição (como faremos para chegar até lá): é a forma de fazer, as características ou atitudes que reconhecemos quando entregamos valor a alguém, a uma organização ou a um cliente.

Existem dois pontos a serem preservados por líderes, que são essenciais para a conquista dos objetivos estabelecidos a partir da visão: perseverança e senso de urgência.

A perseverança nada mais é que a capacidade de uma pessoa voltar ao seu estado normal após sofrer grande pressão. Ela demonstra a paixão de uma pessoa por determinada meta de longo prazo, ou seja, pela realização de um sonho, de uma visão.

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Se o time compartilhar da mesma visão do líder e vê-lo seguindo forte, perseverando a cada obstáculo, com certeza ficará mais engajado, se dispondo cada vez mais a seguir ao lado do líder na busca do objetivo.

Dentro da visão, o senso de urgência representa um elemento de engajamento. Quando temos algo que nos tira de zona de conforto, automaticamente agimos mais rápido ou tomamos atitudes sobre o problema. Manter o time engajado, lembrando dos prazos e das dificuldades ao longo do processo de liderança, é um dos fatores que aceleram a entrega do resultado.

A partir de quando tivermos todos esses pontos alinhados, teremos a construção de uma visão e também as condições necessárias para realizar os objetivos e sonhos propostos. Caso o passo a passo não seja respeitado, o processo de liderança pode desgastar a energia e eficiência do time e nunca atingir o ponto de chegada. Por isso, desenvolva a sua visão e construa um legado de liderança que jamais será esquecido.

 

Fonte: Administradores

12 Perguntas que você deve fazer para todo candidato a vendedor durante uma entrevista de emprego.

“Devemos julgar as pessoas mais pelas suas perguntas, do que pelas suas respostas.” Voltaire.

 

 

Antes de mais nada uma única entrevista não vai resolver nada. Se possível realize diferentes entrevistas em diferentes dias com diferentes pessoas. 

Diferentes líderes da sua empresa e futuros colegas de trabalho devem entrevistar os candidatos.

 

MUITO IMPORTANTE: Leve a entrevista MUITO A SÉRIO. Prepare-se DE VERDADE para entrevistar os caras.

 

O que eu vejo por aí são líderes completamente despreparados para liderar uma entrevista com candidatos a emprego.

Os tais líderes não preparam nem uma lista de perguntas, não lêem o curriculo do candidato, não se preparam para começar ou terminar a entrevista.

Não cometa esse erro! Não queime o seu filme perante os candidatos, prepare-se de verdade!

 

Aqui vai uma série de perguntas que você deve fazer aos candidatos a vaga de vendedor na sua empresa.

1. O que você sabe sobre a nossa empresa? O que você sabe sobre a minha pessoa? 

Os melhores vendedores são aqueles que fazem lição de casa e vão para as reuniões super bem preparados sobre o cliente e suas necessidades. Antes mesmo de pedir para o cidadão falar sobre ele, ou você começar a falar sobre as necessidades da vaga, faça o candidato falar sobre a sua empresa e sobre você.

Aquele que falar mais, deve avançar para a próxima pergunta. Aquele que se entubar com meia dúzia de palavras está fora.

2. Quais são os seus hobbies fora do trabalho?

O cara que não vai no cinema, não usa iPad, iPhone, não lê nada, não frequenta teatros, shows, não gosta de música, não tem perfil em redes sociais, não viaja, não namora, não faz esportes entre outras coisas não serve.

Os hobbies que temos fora do trabalho formam o caráter que somos. Cheque duas ou três vezes sobre os hobbies do cara. Faça o bicho falar sobre os hobbies pessoais que possui através de histórias reais da vida dele.

Não caia na conversa do cara que fala “que gosta de ler”, mas não se lembra qual foi último livro que leu.

Quando o cidadão mencionar algum livro, faça o cara falar uns 50 segundos sobre o que aprendeu com o livro que leu.

3. Fala para mim sobre como funcionava o processo de vendas da sua empresa?

Vários malandros vão para a entrevista dizendo que venderam 1 milhão de reais para o cliente X, Y e Z, mas na prática todos nós sabemos que ninguém faz nada sozinho. O ponto aqui é descobrir qual habilidade de vendas o candidato domina (prospecção, qualificação, apresentação, fechamento etc), e também entender o quanto profissional o candidato é.

Vendas é método e processo. Uma coisa leva a outra. O candidato que não acredita nisso, geralmente acredita que vendas é preço.

Ninguém precisa de vendedor de preços, certo?

4. Qual foi a última vez que você foi competitivo?

Vendas é sobre “dobrar de tamanho a cada três meses”, “triplicar o número de pessoas que nos conhecem, “aumentar em 35% a taxa de fechamento”, “multiplicar por quatro o número de propostas enviadas”, “dividir por três os esforços com outros colegas de trabalho”; o candidato que não for competitivo para CARAMBA não serve para trabalhar em vendas.

Vendedor que se contenta em ganhar 4 mil por mês tá fora.

5. Como você mede o seu sucesso?

Quais são as métricas de performance que você usa para medir o seu sucesso? Como você sabe que é um melhor vendedor do que era 12 meses atrás? O cara que não mede o próprio sucesso nunca será bem sucedido de verdade. E o pior de tudo é que o cara muitas vezes nem sabe o que tem que medir para chegar em algum lugar.

Fora com essas pangarés!

6. Qual foi o argumento de vendas mais matador que você já usou na vida para vender alguma coisa?

Vendas é sobre XAVECO. É isso mesmo, XAVECO = ARGUMENTO DE VENDAS.

A grande maioria dos vendedores panacas que tem por ai não se importam com essa coisa do “argumento de vendas”. Eles acham que tudo é preço, e meio que não se interessam em se preparar para conversar com o cliente.

Se, durante a entrevista, o vendedor não se lembrar de nenhum xaveco matador, é porque ele não se prepara para nada, e portanto, não serve.

Vendedor despreparado é vendedor preguiçoso, vendedor preguiçoso acredita que vendas é preço.

7. Fale de uma situação onde o cliente não era muito de falar. Como você fez o cliente se abrir para você?

Todo mundo sabe que vendedor tem que saber ouvir. Ok, legal, mas como você faz os clientes falarem o que você quer saber? Quais perguntas você faz para motivar o cliente a se abrir?

Vendedor sem repertório de perguntas não passa de um zé mané focado em preços. Corta os caras.

8. Como você define “vendas”?

Essa pergunta “básica” é muito importante para aprendermos como o candidato funciona mentalmente. É preciso nascer vendedor? Vendas é arte? Vendas é empatia? Vendas é relacionamento? Vendas  é persistência? O que é vendas? Questione o vendedor sobre os conceitos que ele vomitar.

9. Como você responde a concorrência? Fala aí sobre uma situação onde você foi surpreendido pela concorrência? O que você fez?

Como você bem sabe não é possível ter controle sobre todas as variáveis que influenciam as vendas, ainda mais a variável “concorrência”. Faça o candidato se lembrar de alguma situação crítica onde ele teve que ser criativo para se diferenciar da concorrência.

Se o bicho não se lembrar de nenhuma situação, é porque ele nunca brigou por nada. Não queremos vendedores passivos, zen, papai-mamãe na empresa. Vendas precisa de guerreiros. Candidato-diplomata não serve.

10. Quantas tentativas você faz para falar com um cliente? Quando você pára de perseguir um cliente?

Essa pergunta tem o objetivo de saber se o candidato é persistente, se o candidato é inteligente, se o candidato é criativo, enfim, aprender sobre as estratégias e iniciativas que o vendedor usa para conseguir um negócio teoricamente mais difícil do que os outros.

11. Qual foi o produto mais legal que você comprou nos últimos tempos? Vende o bicho para mim agora. 

Faça o candidato vender alguma coisa para você durante a entrevista. Observe a abordagem, o argumento de vendas, as perguntas que ele faz, confere se o vendedor tem método de vendas, se ele sabe como criar argumentos rápidos, se ele tem entusiasmo pelas coisas (vendedor sem tesão não serve).

12. O que nós deveriamos falar nessa entrevista mas ainda não falamos?

Essa pergunta é importante para sacar se o bicho pensa. Depois de uma série de sabatinas e saias justas, os medíocres estão afim de cair fora o mais rápido possível, os melhores estão loucos pela oportunidade de colocar o entrevistador na parede.

Vendedor que não sabe fazer perguntas inteligentes não serve.

É isso ai, paulada nos candidatos.

Para trabalhar na TROPA DE ELITE das empresas, a área de vendas, precisamos de um sem números de CAPITÃES NASCIMENTO.

As perguntas acima e um jeito meio “ríspido” de lidar com o candidato durante a entrevista tem o objetivo de separar aqueles que merecem fazer parte da TROPA DE ELITE do mundo dos negócios daqueles que devem trabalhar como telemarketeiro mequefrete vendedor de plano de telefonia celular para o resto das suas vidas.

Não gostou do que eu falei? Pede para sair!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

 

Fonte: BizRevolution

GESTÃO FINANCEIRA GANHA IMPORTÂNCIA À MEDIDA QUE INFLAÇÃO AUMENTA

Nesse contexto, a QuickBooks ZeroPaper surge como ferramenta que descomplica o gerenciamento de finanças pessoais e empresariais

 

 

No mês de maio, a inflação oficial chegou a 0,74%, segundo informou o IBGE na última semana. Esse valor representa o novo recorde do mês, que desde 2008 não passava de 0,79%. Para lidar com esses valores de inflação, no contexto empresarial, é necessário ter controle sobre a gestão financeira do negócio, fazendo o possível para economizar onde se pode e otimizar os recursos disponíveis.

Diante dessa realidade, é preciso não só ter controle das finanças, mas administrá-las para aproveitar ao máximo o que se tem. O problema é que pequenas e médias empresas muitas vezes se perdem em tabelas de Excel ou softwares complicados de gestão, especialmente quando não possuem um setor específico para o gerenciamento financeiro.

Nesse contexto, a QuickBooks ZeroPaper aparece, então, como boa solução para a organização de finanças pessoais de empresários ou de pequenas e médias empresas. Ferramenta simples e inicialmente gratuita, o sistema oferta ambiente completo, com interface descomplicada e recursos fáceis de usar. Além disso, e o que destacamos aqui, é que o sistema oferece insights preciosos para o empreendedor, pois analisa todos os dados financeiros inseridos e a partir disso busca soluções e sugestões para o aumento dos ganhos e economia em gastos.

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As vantagens da ferramenta vão desde organização do fluxo de caixa, a emissão digital de recibos, além de alertas por SMS quanto a prazos, vencimentos de contas e recebimento de créditos. Assim, através do sistema, o empreendedor pode manter total controle sobre pagamentos e vencimentos, emitir recibos e obter relatórios financeiros periodicamente gerados pela ferramenta.

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O sistema supre bem as necessidades de profissionais autônomos, MEIs e microempresas, podendo ser facilmente acessado pelo computador ou smartphone, através de aplicativos disponíveis para iOS e Android. O QuickBooks ZeroPaper garante total segurança de dados, enviando notificações em tempo real por e-mail sobre quaisquer movimentações financeiras da empresa. O empreendedor pode acompanhar tudo simultaneamente.

Existem também os planos pagos, para empresas maiores e que precisam de mais funções para o gerenciamento mais eficaz de suas finanças.

 

Fonte: Administradores

CONFIRA 5 DICAS PARA MELHORAR A GESTÃO FINANCEIRA DE SUA EMPRESA

O gerenciamento eficaz do fluxo de caixa é indispensável para conduzir seu negócio de forma tranquila e alcançar o sucesso

 

O objetivo de qualquer empresa é ter lucro e crescer. E isso somente é possível com uma gestão financeira eficiente. A lista abaixo traz dicas essenciais para o pequeno e médio empresário não perderem o controle do caixa e, consequentemente, atingirem o sucesso.

 

1-Tenha controle do dinheiro que entra e sai da empresa

Para não se perder nas contas, é indispensável ter total controle de tudo que entra no caixa, classificar quais são as saídas de dinheiro e saber exatamente onde a empresa está gastando.

As entradas e as saídas previstas e efetivas devem ser registradas separada e detalhadamente. Especifique as diferentes formas de recebimento, como dinheiro, duplicatas e cartão, e as datas que elas serão feitas.

As saídas também devem ser discriminadas, sendo importante manter registro de gastos fixos (impostos, salários, contas de consumo, despesas bancárias etc) e variáveis (contratação de freelancer, viagem de negócios de última hora, multas etc).

2- Adote uma ferramenta de finanças

Com a evolução e o fácil acesso à tecnologia, não tem sentido nos dias de hoje fazer o controle de caixa de sua empresa manualmente. As soluções online como o QuickBooks ZeroPaper estão aí para facilitar a vida do pequeno empresário.

O gerenciador QuickBooks ZeroPaper oferece recursos como gestão do fluxo de caixa, emissão de boletos e alertas via SMS de recebimentos e pagamentos. Seus usuários também podem gerenciar suas finanças de qualquer lugar com os aplicativos do sistema para iPhone e Android. Elaborada a partir de conceitos derivados de planilhas, a plataforma é simples e fácil de usar.

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3- Não misture finanças pessoais e empresariais

Usar o caixa da empresa a toda hora para pagar os gastos pessoais é uma atitude comum a muitos empresários que acabam de abrir seu próprio negócio. Misturar as finanças pessoais e empresariais, entretanto, é um erro grave que pode levar até mesmo a empresa à falência, pois faz com que se perca o controle do caixa.

Para manter o planejamento e a saúde financeira, o mais indicado é que você – mesmo sendo dono do negócio – determine um valor fixo mensal para retirar para si como um salário.

4- Cuidado com os maus pagadores

Não há negócio que sobreviva sem receber. Por isso, é fundamental analisar se os clientes são bons ou maus pagadores para definir se vale a pena continuar prestando serviço para eles. Você pode reduzir o risco de inadimplência fazendo um cadastro com uma boa avaliação se seus compradores atrasam ou deixam de fazer os pagamentos.

Se precisar cobrar, estabeleça procedimentos como: data para começar a fazer a cobrança; responsável e meio (telefone, email); regras para cálculo e multa de juros. Lembre-se que a abordagem deve ser firme, direta e objetiva, porém sempre educada. No caso de um cliente solicitar um prazo maior para o pagamento, a decisão de autorizar ou não é sua, levando em consideração o histórico dele.

5 – Planeje e analise mensalmente a situação da empresa

Um bom planejamento pode evitar sustos. Estude bem o mercado e fique atento a tudo que possa afetar a empresa financeiramente, mas não tenha medo de mudar caso seja necessário repensar a estratégia.

No fim de cada mês, analise a situação. Qual será o resultado do próximo mês? Qual será o faturamento no final do ano? Que gastos terei? Além de ajudar a controlar os custos, essas respostas irão ajudá-lo a planejar o negócio como um todo. As comparações entre os desempenhos de cada mês são importantes para estabelecer o que está dando certo e onde é preciso mudar.

 

Fonte: Revista PEGN

Webcast discute como sustentabilidade pode garantir longevidade das empresas

Webcast discute como sustentabilidade pode garantir longevidade das empresas

A palestra “Os Desafios das Empresas Diante da Crise Planetária” será transmitida on-line pela FNQ

Na próxima sexta-feira (29), às 10h, a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) transmite ao vivo, pelo seu portal, a palestra “Os Desafios das Empresas Diante da Crise Planetária”, com a participação do ex-deputado federal e ex-secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Fabio Feldmann. O objetivo é discutir como as organizações devem protagonizar um papel ativo e precisam repensar o atual modelo de negócios e atuação para enfrentar os novos desafios climáticos.

Durante o webcast, Fabio Feldmann abordará por que ser uma empresa sustentável é um grande diferencial para enfrentar os novos desafios. A palestra debaterá quais são os impactos do aquecimento global sobre a economia, a necessidade de se pensar em uma nova arquitetura para enfrentar essas questões, além de mostrar como deve ser o novo protagonismo das empresas neste contexto.

Consultor, administrador de empresas e advogado, Fabio Feldmann foi eleito deputado federal por três mandatos consecutivos (1986 – 1998), atuou como Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo entre 1995 e 1998 e foi autor de parte da legislação ambiental brasileira. Ele participa de inúmeras organizações da sociedade civil, tanto nacionais quanto internacionais, desde o começo de sua vida profissional. Atualmente, dirige seu próprio escritório de consultoria, que trabalha fundamentalmente com questões relacionadas à sustentabilidade e ao desenvolvimento sustentável.

 

Fonte: Administradores

O mapa completo para sair do inferno das dívidas

Atualmente, as pequenas e médias empresas correspondem a 91% do total de inadimplentes, segundo a Serasa Experian

 

O número de empresas inadimplentes bateu recorde em julho deste ano, segundo levantamento da Serasa Experian. O estudo aponta que 3,57 milhões de empresas têm dívidas em atraso e, por isso, tiveram o nome incluído na lista de inadimplentes. Esse número é maior do que o verificado em julho de 2013, quando foram registrados 3,28 milhões. O segmento de pequenas e médias empresas é o mais afetado, respondendo por 91% do total das inadimplentes.

Resolver as pendências financeiras requer planejamento e determinação. As práticas apresentadas a seguir não servem apenas para quem está com acorda no pescoço. Usadas regularmente, podem garantir a saúde financeira do negócio.

1. Separe os canais
Misturar as contas do negócio com as pessoais é um dos erros mais comuns dos pequenos e médios empreendedores. Há quem pague fornecedores com seus próprios cheques, ou use o dinheiro da empresa para saldar a escola do filho. A confusão entre os números impede que o empreendedor saiba se o seu negócio é ou não rentável. Além disso, quem mistura contas corre o risco de pagar mais por empréstimos, já que os bancos costumam cobrar juros mais altos para pessoas físicas do que para clientes corporativos.

2. Cuide dos controles gerenciais
Elabore planilhas que ajudem a organizar os números do negócio: contas a pagar, contas a receber, comissões sobre vendas, controle de estoque, fluxo de caixa. Controlar o capital de giro é fundamental. É preciso saber tudo o que entra e o que sai, para poder prever como serão os custos e gastos nos próximos meses — e de quanto você pode dispor para pagar as obrigações devidas.

3. Contabilize os débitos
Liste todas as dívidas da empresa, separando-as por categoria: bancária, trabalhista, tributária, fornecedores, prestadores de serviços etc. As pendências bancárias também devem ser agrupadas por formato — cartão de crédito corporativo, cheque especial, empréstimo para capital de giro etc. Essa primeira organização permite analisar se determinado tipo de gasto pode ser substituído por outro mais barato. Por fim, priorize as despesas de acordo com a sua importância: o não pagamento do financiamento de um equipamento, por exemplo, pode levar a empresa a paralisar suas atividades. Em seguida, é preciso somar os valores a serem pagos mensalmente, considerando juros, taxas e multas. Compare esse valor com a previsão do fluxo de caixa, para saber se terá condições de pagar o total, ou somente uma parte deste.Nesse cálculo, não se esqueça de levar em conta os gastos habituais do negócio. Faça simulações com diversas possibilidades de pagamento. De posse do valor que melhor se adequará a seu fluxo de caixa, agende reuniões com os credores e prepare-se para as negociações.

4. Procure os fornecedores
O processo deve priorizar os itens com impacto mais imediato na operação do negócio — dívidas com concessionárias de energia elétrica ou telefonia, por exemplo. Seja claro com os credores, apresentando a situação atual e mostrando qual é o seu plano para equilibrar as contas. Dessa maneira, poderá conquistar a confiança da outra parte, que tem interesse em ver os débitos saldados. “Pelos relatos que ouço dos empreendedores, oito entre dez fornecedores aceitam renegociar para manter o cliente”, diz João Carlos Natal, consultor do Sebrae-SP. Não se esqueça de fazer uma pesquisa no mercado, verificando os valores praticados por fornecedores concorrentes.Com esses dados na mão, fica mais fácil conseguir uma redução nos preços.

5. Converse com os bancos
Aqui também vale a regra da transparência: exponha o cenário e a presente um planejamento viável para resolver o problema. Considerando as necessidades do negócio, diga de maneira clara quanto pode pagar e em quanto tempo. A partir daí, tente negociar parcelas menores e taxas mais baixas. “É fundamental levar dados confiáveis para a mesa de negociação. Os bancos consideram a falta de informações um dos principais entraves para o financiamento de pequenas e médias”, diz Dariane Castanheira, professora e consultora do ProCed-FIA (Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento daFundação Instituto de Administração). Dependendo da sua situação, pode valer a pena concentrar todas as dívidas em uma única instituição.

6. Busque uma conciliação
Uma alternativa para quem procura uma solução capaz de atender as duas partes é buscar um mecanismo de conciliação como o Pace (Posto Avançado de Conciliação Extraprocessual). Resultado de uma parceria entre o Sebrae e a CACB (Confederação das Associações Comerciais do Brasil), os Paces instalados em seis estados brasileiros atuam para estabelecer acordos entre credores e devedores, gratuitamente e sem a obrigatoriedade de advogados. Embora  tenham sido pensados originalmente para empresas menores, eles podem ser acionados por negócios de qualquer porte.As audiências Contam com a presença de um conciliador capacita do pelo Tribunal de Justiça de São Paulo — os acordos têm força de sentença judicial.

7. Elimine o desperdício
Controlar custos deve ser uma preocupação constante em qualquer empresa. No caso daquelas com dívidas, é uma questão de vida ou morte. Em um primeiro momento, foque nos desperdícios, como equipamentos utilizados indevidamente ou pacotes de serviços com preços desatualizados. Depois parta para reduções nos gastos com materiais, eletricidade e contas telefônicas. Por fim, avalie a possibilidade de fazer demissões — sempre levando em conta que a medida pode provocar queda de produtividade. Uma alternativa para diminuir as despesas é abrir mão da sede própria e se instalarem um imóvel alugado. Com isso, além da entrada de capital, serão reduzidos os custos com manutenção e tributos. Se o aluguel ainda for uma opção cara, pode-se pensar em escritórios virtuais ou espaços de coworking.

8. Associe-se aos concorrentes
Considere parcerias, seja para a terceirização de etapas produtivas ou processos operacionais, seja para logística e distribuição. Também é possível fazer compras conjuntas de insumos, matérias-primas e serviços, e dessa maneira ganhar poder de barganha na hora de negociar preços e prazos. Outras associações podem ocorrer nas áreas de treinamento, pesquisa e ações de marketing.

9. Aumente a receita
É um bom momento para reavaliar o plano de negócio se discutir maneiras de incrementar o faturamento. Pode ser o caso de diversificar a produção, lançando artigos, ou então buscar novos mercados para os seus produtos e serviços. Em determinados casos, pode ser interessante vender um bem próprio (carro, apartamento na praia) para investir na empresa. Se houver necessidade de recursos adicionais, uma opção são as linhas de crédito que operam com recursos públicos, como o Proger e o Cartão BNDES.

10. Limpe seu nome
Após solucionar as pendências com os credores, solicite a documentação referente a esse acerto das contas. Caso tenham ocorrido protestos de títulos ou devolução de cheques por insuficiência de recursos, será necessário requerer que cartórios e bancos excluam de seus cadastros informações referentes aos débitos já solucionados. Muitas vezes, essas informações são colocadas também em bancos de dados referentes a crédito, como o da Serasa Experian. Cabe aos cartórios, bancos e instituições credoras solicitar a sua exclusão depois da confirmação do pagamento da dívida. A retirada do nome da lista leva cerca de cinco dias.

 

Fonte: Revista PEGN

4 motivos que fazem as ideias simples serem as melhores

Você não precisa criar algo revolucionário para ter sucesso. Na verdade, especialista defende que você faça o contrário

É muito comum ver aspirantes a empreendedores em busca de ideias revolucionárias. Há dois pontos que devem ser levados em conta por quem está começando. O primeiro é que, provavelmente, a ideia não é tão disruptiva assim. E o segundo é que buscar algo complexo demais pode ser ruim. A opinião é do empreendedor e mentor Stephen Key.

Em artigo do site da revista “Inc.”, Key afirma que as ideias simples sempre são as melhores, especialmente para quem está começando. Para ele, é melhor aperfeiçoar um produto ou serviço já existente do que ir atrás de algo inteiramente novo. Veja abaixo os motivos dele:

1. O mercado já existe
Um empreendedor pode ter uma ideia que, ao que lhe parece, é incrível. Mas pode se decepcionar ao perceber que ninguém concorda com ele. Ao empreender em mares já conhecidos, você já sabe que haverá demanda pelo seu produto ou serviço.

2. Você não precisa “evangelizar” ninguém
Em outros casos, há demanda para um algo mais complexo. Só que ele é tão visionário que os próprios consumidores não entendem muito bem por que comprar o que você vende. Talvez você até tenha que ensiná-los a usar seu produto. Para isso, é preciso gastar com funcionários e anúncios.

3. O custo final é menor
Veja, por exemplo, o que acontece com lançamentos tecnológicos. Eles normalmente saem de fábrica com preços bem altos. Ao criar um produto com base e outro já existente, você poderá estabelecer um preço final mais honesto.

4. A produção é mais fácil
Quem projeta um produto material, não um aplicativo digital, vai precisar contratar uma indústria para a fabricação do dispositivo. Ao criar algo novo, o empreendedor terá que pagar pelo desenvolvimento de todos os equipamentos que farão a produção em massa do aparelho em questão. Quando você só aperfeiçoa o que já existe, as fábricas estarão bem mais preparadas para atendê-lo.

 

Fonte:Revista PEGN

Diagrama de Ishikawa: espinha de peixe ajudando sua startup

 O diagrama de Ishikawa identifica possíveis causas para os problemas ou efeitos, em seu processo de produção

 

 

 

Conhecido popularmente como espinha de peixe, o diagrama de causa e efeito surgiu na década de 40 desenvolvida por Kaoru Ishikawa, como uma ferramenta com objetivo de identificar problemas no processo de produção de um produto. Já muitas décadas depois, a espinha de peixe ainda é uma das ferramentas mais utilizadas por empresas no mundo todo! Seu uso não se limita, entretanto, apenas às linhas de produção industrial e pode te ajudar a entender sua startup de acordo com a análise dos processos utilizados para alcançar os objetivos desejados.

O diagrama de Ishikawa identifica possíveis causas para os problemas ou efeitos, em seu processo de produção. Você pode usar a espinha de peixe na sua startup para entender os fatores que determinam os resultados que você deseja obter, e para, analisar as causas de problemas a serem evitados.

A espinha de peixe tem sua divisão baseada em causas primárias, que podem ser elas, os 6 M’s, ou 4 P’s, entre outras. Onde podemos identificar as causas dos problemas analisando o todo. São esses dois tipos de causas primárias:

6 M’s:

  • Método: da forma de execução do trabalho, de processos incorretos ou aplicados indevidamente.
  • Material: toda causa proveniente do material usado, na matéria-prima.
  • Máquina: causa que envolva a máquina, como ajustes incorretos ou defeitos mecânicos e elétricos.
  • Meio Ambiente: além dos fatores climáticos, agrega também situações políticas e de mercado que podem causar problemas.
  • Medição: avaliações feitas de forma incorreta e levantamento de dados impreciso.
  • Mão de obra: toda causa que envolva a ação de um colaborador.

4 P’s:

Os 4p’s são as causas primárias mais indicadas para efeitos de gestão, sendo: Políticas, procedimentos, pessoal e planta. A partir dessas causas primárias definimos as subcausas do efeito.

Aplicando a espinha de peixe em sua startup

Para montar seu diagrama primeiramente você deve definir o problema a ser analisado, ou o resultado esperado. Trace uma linha horizontal e escreva o resultado esperado no fim desta linha. Analise todo o processo necessário até o resultado final; analise como, e, por quem o processo ou cada etapa dele é desenvolvido.

Para identificar as causas precisa-se, de um bom brainstorming, levantando as possíveis razões a serem discutidas e analisadas. Organize as informações obtidas nas reuniões de brainstorming, se possível documente-as, para uma futura analise de evolução. Com as informações das possíveis causas definidas, defina as causas primárias.

Mantenha a hierarquia das causas, eliminando informações que não sejam relevantes à análise das causas.

Agora você já pode visualizar os fatores mais importantes que influenciam no resultado desejado por sua startup.

Pontos positivos para sua startup

Com as reuniões de brainstorming, todos sentirão que são importantes no processo de solução do problema, todos os envolvidos podem ter uma visão diferente do processo e poderão propor soluções que sejam mais eficazes e inovadoras. Essas discussões das causas ajudam a melhorar a comunicação na startup e nos grupos de trabalho. Entendendo as causas dos efeitos você poderá visualizar as melhores ações a serem tomadas.

 

Fonte: Administradores

Como conseguir funcionários motivados

Para obter bons resultados junto a seus funcionários, o líder precisa saber entreter e inspirar

 

 

 

Dirigir uma equipe é saber traçar caminhos e determinar tarefas para conseguir alcançar objetivos. Um dos maiores desafios encontrados pelo líder nesse processo está relacionado ao nível de motivação dos funcionários, já que são eles que levam uma empresa a alcançar melhores resultados ou não.

As tendências do mercado atual sugerem que liderar com autoridade já não é a melhor escolha. A nova geração de funcionários está propensa a confiar mais em pessoas que sejam “como elas” e demonstrem equivalência de responsabilidade do que em gerentes que ressaltem a subordinação e hierarquia do trabalho.

Essas mudanças de comportamento indicam que os chefes devem repensar a forma que se comunicam com suas equipes. O desafio é transformar o sentimento dos funcionários de “tenho que fazer determinada tarefa” em “eu quero fazer determinada tarefa”. Ao invés de apenas informar e orientar, é preciso que o líder inspire seus funcionários e mostre que está junto a eles na grande missão.

Exaltando o trabalho em equipe, é possível elevar a produção a um novo nível de desenvolvimento, onde os funcionários agem por motivação (e não por obrigação) e têm um motivo pessoal que os levam a querer alcançar bons resultados. Lidar com sentimentos humanos não é algo tão simples assim. Por isso os pesquisadores Kelly e Ben Decker desenvolveram o “Roteiro do Comunicador” para simplificar essa técnica. Confira abaixo o esquema publicado pelos autores em um artigo veiculado no site da Harvard Business Review:

 

Tradução do modelo elaborado pelos pesquisadores e publicado pela HBR.

Como mostra a imagem acima, o eixo vertical mede a conexão emocional. Esse valor varia de acordo com o nível de carisma, confiabilidade e empatia existente entre o funcionário e o líder. Essa ligação pode ser fortalecida através da construção de uma relação além do nível profissional. É preciso que ambos se reconheçam como humanos, movidos por sentimentos, que cometem erros e aprendem com eles.

No eixo horizontal, temos o conteúdo: o auto-centrado e o centrado na audiência. O ego do profissional muitas vezes precisa ser “massageado”, como é dito popularmente. Valorizar conhecimentos e habilidades próprias não necessariamente é algo egoísta ou de supervalorização, mas sim de autoreconhecimento. Isso levará o profissional a confiar mais em sua capacidade e querer dar mais de si pela empresa.

Substituindo o informar e conduzir pelo entreter e inspirar, o líder conseguirá modificar a perspectiva que seus funcionários têm acerca do trabalho. O engajamento, auto-confiança e empatia influenciam o crescimento conjunto, obtenção de ações mais rápidas, resultados reais e aumentam o nível de confiabilidade. Seguindo esses passos, é mais fácil ouvir de seu funcionário um “conte comigo” e, assim, alcançar com mérito seus objetivos.

 

Fonte: Administradores

 

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