Webcast discute como sustentabilidade pode garantir longevidade das empresas

Webcast discute como sustentabilidade pode garantir longevidade das empresas

A palestra “Os Desafios das Empresas Diante da Crise Planetária” será transmitida on-line pela FNQ

Na próxima sexta-feira (29), às 10h, a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) transmite ao vivo, pelo seu portal, a palestra “Os Desafios das Empresas Diante da Crise Planetária”, com a participação do ex-deputado federal e ex-secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Fabio Feldmann. O objetivo é discutir como as organizações devem protagonizar um papel ativo e precisam repensar o atual modelo de negócios e atuação para enfrentar os novos desafios climáticos.

Durante o webcast, Fabio Feldmann abordará por que ser uma empresa sustentável é um grande diferencial para enfrentar os novos desafios. A palestra debaterá quais são os impactos do aquecimento global sobre a economia, a necessidade de se pensar em uma nova arquitetura para enfrentar essas questões, além de mostrar como deve ser o novo protagonismo das empresas neste contexto.

Consultor, administrador de empresas e advogado, Fabio Feldmann foi eleito deputado federal por três mandatos consecutivos (1986 – 1998), atuou como Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo entre 1995 e 1998 e foi autor de parte da legislação ambiental brasileira. Ele participa de inúmeras organizações da sociedade civil, tanto nacionais quanto internacionais, desde o começo de sua vida profissional. Atualmente, dirige seu próprio escritório de consultoria, que trabalha fundamentalmente com questões relacionadas à sustentabilidade e ao desenvolvimento sustentável.

 

Fonte: Administradores

O mapa completo para sair do inferno das dívidas

Atualmente, as pequenas e médias empresas correspondem a 91% do total de inadimplentes, segundo a Serasa Experian

 

O número de empresas inadimplentes bateu recorde em julho deste ano, segundo levantamento da Serasa Experian. O estudo aponta que 3,57 milhões de empresas têm dívidas em atraso e, por isso, tiveram o nome incluído na lista de inadimplentes. Esse número é maior do que o verificado em julho de 2013, quando foram registrados 3,28 milhões. O segmento de pequenas e médias empresas é o mais afetado, respondendo por 91% do total das inadimplentes.

Resolver as pendências financeiras requer planejamento e determinação. As práticas apresentadas a seguir não servem apenas para quem está com acorda no pescoço. Usadas regularmente, podem garantir a saúde financeira do negócio.

1. Separe os canais
Misturar as contas do negócio com as pessoais é um dos erros mais comuns dos pequenos e médios empreendedores. Há quem pague fornecedores com seus próprios cheques, ou use o dinheiro da empresa para saldar a escola do filho. A confusão entre os números impede que o empreendedor saiba se o seu negócio é ou não rentável. Além disso, quem mistura contas corre o risco de pagar mais por empréstimos, já que os bancos costumam cobrar juros mais altos para pessoas físicas do que para clientes corporativos.

2. Cuide dos controles gerenciais
Elabore planilhas que ajudem a organizar os números do negócio: contas a pagar, contas a receber, comissões sobre vendas, controle de estoque, fluxo de caixa. Controlar o capital de giro é fundamental. É preciso saber tudo o que entra e o que sai, para poder prever como serão os custos e gastos nos próximos meses — e de quanto você pode dispor para pagar as obrigações devidas.

3. Contabilize os débitos
Liste todas as dívidas da empresa, separando-as por categoria: bancária, trabalhista, tributária, fornecedores, prestadores de serviços etc. As pendências bancárias também devem ser agrupadas por formato — cartão de crédito corporativo, cheque especial, empréstimo para capital de giro etc. Essa primeira organização permite analisar se determinado tipo de gasto pode ser substituído por outro mais barato. Por fim, priorize as despesas de acordo com a sua importância: o não pagamento do financiamento de um equipamento, por exemplo, pode levar a empresa a paralisar suas atividades. Em seguida, é preciso somar os valores a serem pagos mensalmente, considerando juros, taxas e multas. Compare esse valor com a previsão do fluxo de caixa, para saber se terá condições de pagar o total, ou somente uma parte deste.Nesse cálculo, não se esqueça de levar em conta os gastos habituais do negócio. Faça simulações com diversas possibilidades de pagamento. De posse do valor que melhor se adequará a seu fluxo de caixa, agende reuniões com os credores e prepare-se para as negociações.

4. Procure os fornecedores
O processo deve priorizar os itens com impacto mais imediato na operação do negócio — dívidas com concessionárias de energia elétrica ou telefonia, por exemplo. Seja claro com os credores, apresentando a situação atual e mostrando qual é o seu plano para equilibrar as contas. Dessa maneira, poderá conquistar a confiança da outra parte, que tem interesse em ver os débitos saldados. “Pelos relatos que ouço dos empreendedores, oito entre dez fornecedores aceitam renegociar para manter o cliente”, diz João Carlos Natal, consultor do Sebrae-SP. Não se esqueça de fazer uma pesquisa no mercado, verificando os valores praticados por fornecedores concorrentes.Com esses dados na mão, fica mais fácil conseguir uma redução nos preços.

5. Converse com os bancos
Aqui também vale a regra da transparência: exponha o cenário e a presente um planejamento viável para resolver o problema. Considerando as necessidades do negócio, diga de maneira clara quanto pode pagar e em quanto tempo. A partir daí, tente negociar parcelas menores e taxas mais baixas. “É fundamental levar dados confiáveis para a mesa de negociação. Os bancos consideram a falta de informações um dos principais entraves para o financiamento de pequenas e médias”, diz Dariane Castanheira, professora e consultora do ProCed-FIA (Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento daFundação Instituto de Administração). Dependendo da sua situação, pode valer a pena concentrar todas as dívidas em uma única instituição.

6. Busque uma conciliação
Uma alternativa para quem procura uma solução capaz de atender as duas partes é buscar um mecanismo de conciliação como o Pace (Posto Avançado de Conciliação Extraprocessual). Resultado de uma parceria entre o Sebrae e a CACB (Confederação das Associações Comerciais do Brasil), os Paces instalados em seis estados brasileiros atuam para estabelecer acordos entre credores e devedores, gratuitamente e sem a obrigatoriedade de advogados. Embora  tenham sido pensados originalmente para empresas menores, eles podem ser acionados por negócios de qualquer porte.As audiências Contam com a presença de um conciliador capacita do pelo Tribunal de Justiça de São Paulo — os acordos têm força de sentença judicial.

7. Elimine o desperdício
Controlar custos deve ser uma preocupação constante em qualquer empresa. No caso daquelas com dívidas, é uma questão de vida ou morte. Em um primeiro momento, foque nos desperdícios, como equipamentos utilizados indevidamente ou pacotes de serviços com preços desatualizados. Depois parta para reduções nos gastos com materiais, eletricidade e contas telefônicas. Por fim, avalie a possibilidade de fazer demissões — sempre levando em conta que a medida pode provocar queda de produtividade. Uma alternativa para diminuir as despesas é abrir mão da sede própria e se instalarem um imóvel alugado. Com isso, além da entrada de capital, serão reduzidos os custos com manutenção e tributos. Se o aluguel ainda for uma opção cara, pode-se pensar em escritórios virtuais ou espaços de coworking.

8. Associe-se aos concorrentes
Considere parcerias, seja para a terceirização de etapas produtivas ou processos operacionais, seja para logística e distribuição. Também é possível fazer compras conjuntas de insumos, matérias-primas e serviços, e dessa maneira ganhar poder de barganha na hora de negociar preços e prazos. Outras associações podem ocorrer nas áreas de treinamento, pesquisa e ações de marketing.

9. Aumente a receita
É um bom momento para reavaliar o plano de negócio se discutir maneiras de incrementar o faturamento. Pode ser o caso de diversificar a produção, lançando artigos, ou então buscar novos mercados para os seus produtos e serviços. Em determinados casos, pode ser interessante vender um bem próprio (carro, apartamento na praia) para investir na empresa. Se houver necessidade de recursos adicionais, uma opção são as linhas de crédito que operam com recursos públicos, como o Proger e o Cartão BNDES.

10. Limpe seu nome
Após solucionar as pendências com os credores, solicite a documentação referente a esse acerto das contas. Caso tenham ocorrido protestos de títulos ou devolução de cheques por insuficiência de recursos, será necessário requerer que cartórios e bancos excluam de seus cadastros informações referentes aos débitos já solucionados. Muitas vezes, essas informações são colocadas também em bancos de dados referentes a crédito, como o da Serasa Experian. Cabe aos cartórios, bancos e instituições credoras solicitar a sua exclusão depois da confirmação do pagamento da dívida. A retirada do nome da lista leva cerca de cinco dias.

 

Fonte: Revista PEGN

4 motivos que fazem as ideias simples serem as melhores

Você não precisa criar algo revolucionário para ter sucesso. Na verdade, especialista defende que você faça o contrário

É muito comum ver aspirantes a empreendedores em busca de ideias revolucionárias. Há dois pontos que devem ser levados em conta por quem está começando. O primeiro é que, provavelmente, a ideia não é tão disruptiva assim. E o segundo é que buscar algo complexo demais pode ser ruim. A opinião é do empreendedor e mentor Stephen Key.

Em artigo do site da revista “Inc.”, Key afirma que as ideias simples sempre são as melhores, especialmente para quem está começando. Para ele, é melhor aperfeiçoar um produto ou serviço já existente do que ir atrás de algo inteiramente novo. Veja abaixo os motivos dele:

1. O mercado já existe
Um empreendedor pode ter uma ideia que, ao que lhe parece, é incrível. Mas pode se decepcionar ao perceber que ninguém concorda com ele. Ao empreender em mares já conhecidos, você já sabe que haverá demanda pelo seu produto ou serviço.

2. Você não precisa “evangelizar” ninguém
Em outros casos, há demanda para um algo mais complexo. Só que ele é tão visionário que os próprios consumidores não entendem muito bem por que comprar o que você vende. Talvez você até tenha que ensiná-los a usar seu produto. Para isso, é preciso gastar com funcionários e anúncios.

3. O custo final é menor
Veja, por exemplo, o que acontece com lançamentos tecnológicos. Eles normalmente saem de fábrica com preços bem altos. Ao criar um produto com base e outro já existente, você poderá estabelecer um preço final mais honesto.

4. A produção é mais fácil
Quem projeta um produto material, não um aplicativo digital, vai precisar contratar uma indústria para a fabricação do dispositivo. Ao criar algo novo, o empreendedor terá que pagar pelo desenvolvimento de todos os equipamentos que farão a produção em massa do aparelho em questão. Quando você só aperfeiçoa o que já existe, as fábricas estarão bem mais preparadas para atendê-lo.

 

Fonte:Revista PEGN

Diagrama de Ishikawa: espinha de peixe ajudando sua startup

 O diagrama de Ishikawa identifica possíveis causas para os problemas ou efeitos, em seu processo de produção

 

 

 

Conhecido popularmente como espinha de peixe, o diagrama de causa e efeito surgiu na década de 40 desenvolvida por Kaoru Ishikawa, como uma ferramenta com objetivo de identificar problemas no processo de produção de um produto. Já muitas décadas depois, a espinha de peixe ainda é uma das ferramentas mais utilizadas por empresas no mundo todo! Seu uso não se limita, entretanto, apenas às linhas de produção industrial e pode te ajudar a entender sua startup de acordo com a análise dos processos utilizados para alcançar os objetivos desejados.

O diagrama de Ishikawa identifica possíveis causas para os problemas ou efeitos, em seu processo de produção. Você pode usar a espinha de peixe na sua startup para entender os fatores que determinam os resultados que você deseja obter, e para, analisar as causas de problemas a serem evitados.

A espinha de peixe tem sua divisão baseada em causas primárias, que podem ser elas, os 6 M’s, ou 4 P’s, entre outras. Onde podemos identificar as causas dos problemas analisando o todo. São esses dois tipos de causas primárias:

6 M’s:

  • Método: da forma de execução do trabalho, de processos incorretos ou aplicados indevidamente.
  • Material: toda causa proveniente do material usado, na matéria-prima.
  • Máquina: causa que envolva a máquina, como ajustes incorretos ou defeitos mecânicos e elétricos.
  • Meio Ambiente: além dos fatores climáticos, agrega também situações políticas e de mercado que podem causar problemas.
  • Medição: avaliações feitas de forma incorreta e levantamento de dados impreciso.
  • Mão de obra: toda causa que envolva a ação de um colaborador.

4 P’s:

Os 4p’s são as causas primárias mais indicadas para efeitos de gestão, sendo: Políticas, procedimentos, pessoal e planta. A partir dessas causas primárias definimos as subcausas do efeito.

Aplicando a espinha de peixe em sua startup

Para montar seu diagrama primeiramente você deve definir o problema a ser analisado, ou o resultado esperado. Trace uma linha horizontal e escreva o resultado esperado no fim desta linha. Analise todo o processo necessário até o resultado final; analise como, e, por quem o processo ou cada etapa dele é desenvolvido.

Para identificar as causas precisa-se, de um bom brainstorming, levantando as possíveis razões a serem discutidas e analisadas. Organize as informações obtidas nas reuniões de brainstorming, se possível documente-as, para uma futura analise de evolução. Com as informações das possíveis causas definidas, defina as causas primárias.

Mantenha a hierarquia das causas, eliminando informações que não sejam relevantes à análise das causas.

Agora você já pode visualizar os fatores mais importantes que influenciam no resultado desejado por sua startup.

Pontos positivos para sua startup

Com as reuniões de brainstorming, todos sentirão que são importantes no processo de solução do problema, todos os envolvidos podem ter uma visão diferente do processo e poderão propor soluções que sejam mais eficazes e inovadoras. Essas discussões das causas ajudam a melhorar a comunicação na startup e nos grupos de trabalho. Entendendo as causas dos efeitos você poderá visualizar as melhores ações a serem tomadas.

 

Fonte: Administradores

Como conseguir funcionários motivados

Para obter bons resultados junto a seus funcionários, o líder precisa saber entreter e inspirar

 

 

 

Dirigir uma equipe é saber traçar caminhos e determinar tarefas para conseguir alcançar objetivos. Um dos maiores desafios encontrados pelo líder nesse processo está relacionado ao nível de motivação dos funcionários, já que são eles que levam uma empresa a alcançar melhores resultados ou não.

As tendências do mercado atual sugerem que liderar com autoridade já não é a melhor escolha. A nova geração de funcionários está propensa a confiar mais em pessoas que sejam “como elas” e demonstrem equivalência de responsabilidade do que em gerentes que ressaltem a subordinação e hierarquia do trabalho.

Essas mudanças de comportamento indicam que os chefes devem repensar a forma que se comunicam com suas equipes. O desafio é transformar o sentimento dos funcionários de “tenho que fazer determinada tarefa” em “eu quero fazer determinada tarefa”. Ao invés de apenas informar e orientar, é preciso que o líder inspire seus funcionários e mostre que está junto a eles na grande missão.

Exaltando o trabalho em equipe, é possível elevar a produção a um novo nível de desenvolvimento, onde os funcionários agem por motivação (e não por obrigação) e têm um motivo pessoal que os levam a querer alcançar bons resultados. Lidar com sentimentos humanos não é algo tão simples assim. Por isso os pesquisadores Kelly e Ben Decker desenvolveram o “Roteiro do Comunicador” para simplificar essa técnica. Confira abaixo o esquema publicado pelos autores em um artigo veiculado no site da Harvard Business Review:

 

Tradução do modelo elaborado pelos pesquisadores e publicado pela HBR.

Como mostra a imagem acima, o eixo vertical mede a conexão emocional. Esse valor varia de acordo com o nível de carisma, confiabilidade e empatia existente entre o funcionário e o líder. Essa ligação pode ser fortalecida através da construção de uma relação além do nível profissional. É preciso que ambos se reconheçam como humanos, movidos por sentimentos, que cometem erros e aprendem com eles.

No eixo horizontal, temos o conteúdo: o auto-centrado e o centrado na audiência. O ego do profissional muitas vezes precisa ser “massageado”, como é dito popularmente. Valorizar conhecimentos e habilidades próprias não necessariamente é algo egoísta ou de supervalorização, mas sim de autoreconhecimento. Isso levará o profissional a confiar mais em sua capacidade e querer dar mais de si pela empresa.

Substituindo o informar e conduzir pelo entreter e inspirar, o líder conseguirá modificar a perspectiva que seus funcionários têm acerca do trabalho. O engajamento, auto-confiança e empatia influenciam o crescimento conjunto, obtenção de ações mais rápidas, resultados reais e aumentam o nível de confiabilidade. Seguindo esses passos, é mais fácil ouvir de seu funcionário um “conte comigo” e, assim, alcançar com mérito seus objetivos.

 

Fonte: Administradores

 

4 dicas de negociação para empreendedores

Controle o nervosismo e prepare-se para não se dar mal em uma negociação

 

 

Clientes, fornecedores, funcionários, parceiros. Os empreendedores passam boa parte do dia negociando e ter habilidade é fundamental. Seja uma pequena conversa com a equipe ou a negociação de preço com um comprador, as pequenas empresas costumam subestimar a importância de se preparar antes de negociar.

Os especialistas Mário Rodrigues, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas), e Eduardo Ferraz dão dicas para não perder uma negociação.

1. Prepare-se

Nas pequenas empresas, o empreendedor cumpre papel de vendedor, comprador e atendimento ao cliente. Por isso, ele deve estar por dentro de tudo que acontece para se preparar para negociações. “Antes de entrar em uma mesa de negociação, é importante ter muito claro onde você está e aonde quer chegar. Descubra as intenções e alternativas do outro lado”, diz Rodrigues.

O grande erro ao não estar pronto para negociar é deixar a emoção falar mais alto. “Quando não está preparado, o empreendedor acaba agindo contaminado pelas emoções e sem objetivos claros. Desse modo, deixa de ganhar, perde pequenas e grandes oportunidades, ou pior, concorda com situações prejudiciais com receio de desagradar o interlocutor”, afirma Ferraz.

2. Controle o nervosismo

A emoção na mesa de negociação pode ser um mau negócio. Por isso, controle o nervosismo na hora de lidar com o interlocutor e não tenha medo do conflito. “É necessário saber conter esse sentimento e não permitir que a conversa seja prejudicada. Uma dica é ficar atento aos gestos para não denunciar o nervosismo”, diz Rodrigues.

Outra dica é usar seus trunfos a seu favor. “É preciso saber usar os pontos fortes sem demonstrar arrogância e atenuar os pontos fracos para se posicionar melhor em qualquer negociação”, afirma Ferraz. Demonstre experiência e credibilidade e acompanhe os padrões da pessoa para negociar melhor.

3. Pense em alternativas e não aceite tudo

Tenha alternativas em mente e pense em vários cenários antes de começar a negociar. “É fundamental preparar alternativas caso uma negociação não dê certo ou quando houver má vontade da outra parte”, diz Ferraz.

Controlar a ansiedade e seguir etapas durante a negociação também são caminhos que ajudam a desempenhar um papel melhor. Se você ceder em tudo, pode sair prejudicado. “Ceder sempre para fechar um negócio nem sempre é a melhor opção”, afirma Rodrigues.

4. Aprenda a lidar com conflitos e a perder

Se você tem medo do conflito, terá problemas ao negociar. Muitos desistem de negociar porque se assustam com o atrito. “Quase toda negociação complexa é repleta de dificuldades. Você precisará se preparar para lidar com todo tipo de pessoas, inclusive com aquelas que quase todo mundo odeia negociar”, diz Ferraz.

Nem sempre todos saem ganhando de uma negociação. Mas é importante procurar sempre um acordo vantajoso para as duas partes. “Negociar bem não significa ganhar sempre. Perder faz parte do jogo”, afirma.

 

Fonte: Revista PEGN

7 dicas para fazer uma boa reunião com os clientes importantes

 

Saiba por que disciplina, organização e estudo são a base de relacionamentos comerciais de longa data

 

Para quem tem uma rotina cheia de reuniões, torná-las produtivas é mais do que uma meta. É a chave que vai garantir relações comerciais saudáveis. Otimizar os encontros com os clientes é fundamental para o empreendedor melhorar o fluxo da informação, entender as expectativas e alinhar as táticas.

Para conquistar esse espaço de confiança não basta ter boa lábia. Tudo é questão de disciplina, organização e estudo.

1. Descubra antes com quem você vai se reunir
As redes sociais são boas ferramentas para conhecer as pessoas que estarão na reunião. No LinkedIn, por exemplo, é possível acompanhar parte da trajetória profissional e acadêmica delas, bem como descobrir afinidades e contatos em comum. É importante, no entanto, usar essas informações com cautela. Cuidado para não dar a entender que você vasculhou a vida do cliente.

2. Reserve uns minutinhos para jogar conversa fora
Apesar de as vendas business to business serem racionais, a empatia e a confiança estabelecidas entre as partes são essenciais. O processo inicial de interação, em que se fala sobre esporte, família ou um hobby, é uma forma muito latina de se travar um relacionamento mais pessoal para, então, dar início à negociação empresarial.

3. Exercite a disciplina 
Desenhe uma agenda da reunião e estabeleça sua duração de acordo com a disponibilidade do cliente. No caso de um encontro de rotina, a pauta deve se basear nos próximos passos listados no evento anterior. Se possível, envie o roteiro antecipadamente para os demais participantes fazerem ajustes.

No inicio da reunião, apresente a agenda. A partir de então, jamais perca de vista a objetividade e a precisão para que o cliente sinta que você está comprometido com o tempo e o resultado dos negócios.

4. Documente todas as informações
Para garantir uma gestão eficaz no relacionamento com o cliente, use um sistema de CRM (do inglês customer relationship management) para registrar o conteúdo das reuniões. Inclua resumo, principais pontos discutidos, concordâncias, discordâncias e próximos passos.

5. Apresente o status dos projetos
Softwares de gerenciamento de projetos são bem-vindos quando existem diversas interações paralelas com o mesmo cliente. Nesse caso, um mapa de cada projeto permite que se visualize o andamento das atividades, com o que foi prometido, o que já foi entregue e o que ainda está em desenvolvimento.

6. Dose reuniões online e presenciais
Intercale encontros presenciais e online para melhorar a eficiência dos negócios. Dose cada modelo a partir da periodicidade das visitas ao cliente. Se, em um mês, o empreendedor faz três reuniões com o parceiro, uma pode ser a distância. Se os encontros ocorrem a cada dois meses, devem sempre ser presenciais para renovar a empatia e a confiança.

7. Escolha um mediador para gerenciar conflitos
Se os participantes já sabem que a reunião é para gerenciar um conflito, nomeie um mediador de comum acordo. Essa pessoa, que deve ser imparcial, ajudará a resolver o entrave. Se o impasse é conceitual ou estratégico, livros como “O Jeito Mckinsey de Ser”, de Ethan M. Rasiel, e “Gerenciamento pelas Diretrizes”, são boas opções.

 

Fonte: Revista PEGN

6 razões para acreditar que sua empresa pode ter sucesso na crise

E nessa crise, você quer ser piloto ou passageiro?

O cenário atual no Brasil é de crise. Crise econômica já que o PIB não cresce, a inflação sobe e o Real se desvaloriza. Crise política pois ministros foram presos, dezenas de políticos acusados e gestores de empresas públicas devolveram centenas de milhões de dólares que assumiram terem desviado. Crise institucional, afinal brasileiros de diferentes orientações políticas e classes estão indo as ruas para protestar. E você como empresário, executivo e empreendedor deve fazer o quê?

Ficar reverberando a crise não adianta nada. Confesso que ela gera uma sensação de identidade, à medida que você conversa com sua equipe, clientes e amigos e todos sentem a mesma coisa.

Mas de prático, para sua carreira e sua empresa, há outra alternativa mais eficiente: entender o que as crises representam e como você não pode deixar essa passar sem se beneficiar da mesma. Não é à toa que, no ideograma chinês, crise envolve perigo e oportunidade conjuntamente representados. Ou, como diria um filósofo do cotidiano, “enquanto uns choram, outros vendem lenço”.

Essa não é a primeira nem a última crise pelo qual passaremos. A crise dos anos 80, da Russia e da Ásia nos anos 90, o boom das pontocom em 2000 ou o crash das hipotecas subprime de 2008 deixaram alguns aprendizados que você não pode descartar.

1. Crises não impactam a todos da mesma forma: Há setores mais e menos ameaçados com o cenário atual de crise. Em cada setor, aqueles que estão com suas competências consolidadas, com seu core business robusto, podem não apenas se defender, como devem buscar inovar em tempos de crise.

2. Crises causam alterações nas posições de liderança: Se você é um desafiante, vai logo saber que desbancar uma grande empresa da liderança requer inovações. As crises trazem transformações nas prioridades dos consumidores, no uso de tecnologias e nas forças das empresas líderes o que ocasiona alterações entre os líderes.

3. Crises evidenciam ineficiências escondidas: Os períodos de bonança são momentos naturais de busca de novas oportunidades e de maior leniência com aquilo que já poderia ter sido corrigido. Crises tornam evidentes as suas deficiências e a de seus concorrentes.

4. Crises favorecem decisões impopulares: Tive a oportunidade de participar de um evento com Jack Welch no qual ele destacou que “somos gestores para tomar as decisões necessárias e não para receber aplausos”. Vivemos um ambiente no qual todos querem ser bem vistos o que nem sempre gera as melhores decisões. Crises são momentos propícios para que as decisões sejam tomadas independente de sua popularidade.

5. Crises abrem espaço para aquisições não convencionais: Em ciclos de crescimento, todos são compradores, o que dificulta fusões e aquisições. Os momentos de crise são oportunidades para desenhar articulações inovadoras com players antes desconsiderados. Verdade que, se não estiver consolidado, poderá ser você o alvo potencial!

6. Crises são o momento de semear seu futuro: Seu desempenho pós crise depende de como você entrou no período de crise e daquilo que fez durante. Semear oportunidades de inovação futura em momentos de crise fará com que você reforce suas perspectivas e saia da crise ainda mais forte.

Não deixe se contaminar pelas manchetes de jornal. Analise pontualmente sua situação. Identifique suas forças e debilidades. Perceba as oportunidades e plante suas grandes apostas. Como disse o filósofo americano Ralph Waldo Emerson, “tempos ruins têm um valor científico. Essas são situações que um bom aprendiz não irá deixar passar”.

Não deixe passar essa oportunidade. Saiba qual o impacto potencial no seu negócio. Veja se não é o momento de atacar o líder ou fazer boas aquisições. Não tenha medo das decisões impopulares. Cuide das suas ineficiências e plante o futuro. Nunca se sabe quando uma nova crise virá para oportunizar bons movimentos estratégicos. Até a próxima inovação!

 

Fonte: Revista PEGN

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