Empreendedorismo nas Universidades: vontade é grande, mas sonho é pequeno

Pesquisa Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras indica que quase 6 em cada 10 universitários pensam em empreender, mas poucos pensam em inovar e ter muitos funcionários

Romero, assim como a maioria dos universitários, também queria empreender já na época da faculdade: “Desde o primeiro dia (da faculdade), eu comecei a encontrar pessoas que dividiam essa paixão comigo”. Ele então começou um negócio junto com seus colegas de turma, Rodrigo e Ronaldo. Depois de quatro tentativas malsucedidas, o trio começou a colher resultados de uma nova empreitada, que tinha foco no mercado de e-commerce, ainda pequeno no ano de 1998. Depois de 5 anos de muito suor e desafios, a empresa, que tinha começado com apenas três pessoas, já contava com cerca de 120 funcionários. O Buscapé, empresa fundada por Romero Rodrigues e seus dois colegas de faculdade, hoje conta com 1,7 mil funcionários em todos os seus sites e é o líder global em comparação de preços.

Apesar da maioria dos universitários brasileiros ter a vontade de empreender como a de Romero, poucos deles estão pensando em ter empresas que cresçam rápido em poucos anos, como o Buscapé. Entre os 58% dos universitários entrevistados que indicaram pensar em empreender no futuro, apenas 11% esperam que suas empresas tenham mais de 25 funcionários cinco anos após a abertura. Mesmo entre outros 11% dos pesquisados, que já são empreendedores, o sonho de ter um negócio que cresça rápido também está longe de ser uma unanimidade: apenas 17,4% esperam alcançar esse resultado.

Esses e outros números fazem parte da pesquisa Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras, feita pela Endeavor e pelo Sebrae. Os resultados do estudo foram divididos em quatro relatórios, que podem ser acessados gratuitamente aqui. Em sua terceira edição, mais de 5 mil alunos e mais de 600 professores de todo o Brasil participaram da pesquisa, que contém resultados quantitativos e qualitativos.

A pesquisa também aponta que alunos que consideram suas ideias de negócio mais inovadoras têm expectativa de criar empresas maiores, se comparados com a média da pesquisa. Entre os empreendedores que não consideram suas empresas inovadoras, 21,4% acreditam que sua empresa terá mais de 10 funcionários em 5 anos, número que atinge 47,6% entre aqueles que acreditam que inovam.

 

MUITO SONHO E POUCA PREPARAÇÃO

O fato da maioria dos universitários não sonhar com grandes negócios não é o único resultado que deixa a desejar. A maioria dos alunos pesquisados também não se prepara para empreender. Apenas 14,1% dos pesquisados indicam que gastam tempo aprendendo a iniciar um novo negócio. Mesmo entre os alunos que “pensam muito em empreender”, apenas 22,6% disseram ter a mesma dedicação para começar a empreender.

Essa falta de prática para empreender também pode ter impacto nos resultados sobre a confiança dos alunos para realizarem atividades típicas de um empreendedor, como contratar, gerir as finanças ou definir uma estratégia para um novo produto. Entre os alunos que apontam baixa dedicação para empreender, apenas 20% se sentem muito confiantes para abrir um negócio. Entre os que dizem se dedicar, esse número dobra: cerca de 40% se sentem muito confiantes. “Se tivermos mais universidades e professores que estimulem seus alunos a inovar, a se preparar e a sonhar grande, com certeza o Brasil poderá ter no futuro muito mais grandes histórias como a do Romero”, afirma Pamella Gonçalves, Gerente de Pesquisa da Endeavor.

 

Fonte: Endeavor

Os segredos da Welle Laser para crescer 1800% em três anos

Rafael Bottós, cofundador da Welle Laser, deu conselhos a empreendedores em palestra

 

“Faça com vontade. Você é a pessoa que mais precisa acreditar em você mesmo.” Esta afirmação do empreendedor Rafael Bottós, cofundador da Welle Laser é um bom resumo do pensamento positivo que ele pratica. Bottós foi um dos palestrantes do evento do Movimento Empreenda em Florianópolis, realizado na noite desta quarta-feira (15/4), no auditório do Sebrae-SC. A Welle Laser foi fundada em 2008 e vende máquinas de marcação e gravação a laser para a indústria. O processo, além de otimizar a produtividade, permite rastrear peças industriais. Entre os clientes estão empresas dos setores de autopeças, linha branca, eletroeletrônicos, metais sanitários e materiais médicos, entre outros.

Para este ano, a meta da Welle Laser é faturar R$ 15,6 milhões. Para isso, a empresa já começou a exportar para vários países. Neste ano, pretende instalar unidades operacionais no México, na Colômbia, nos EUA, na Alemanha e na Suíça. Para os próximos anos, o empreendedor, que divide a liderança do negócio com seu irmão gêmeo Gabriel, espera alcançar receitas de R$ 200 milhões em 2020 e R$ 1 bilhão em 2024. Para ele, pensar grande nunca foi um problema.

Durante o curso de engenharia na Universidade Federal de Santa Catarina, os gêmeos começaram a se questionar sobre por que o Brasil é tão pouco eficiente em processos industriais. Viram, por exemplo, que enquanto a Coreia do Sul e outros países altamente tecnológicos conseguiam aumentar a produtividade, o Brasil continuava estacionado no mesmo patamar. Os dois acabaram decidindo fazer um estágio no Instituto Fraenhofer, na Alemanha. Durante o período no exterior, estudaram diversas formas de aplicação do laser. “Ir para a Alemanha foi como entrar em uma máquina do tempo. Vimos como eram feitas lá e voltamos para cá, onde tudo estava muito atrasado. Dá aquele clique na sua cabeça e você decide fazer no país”, afirma.

A Welle Laser acabou surgindo do esforço dos irmãos para demonstrar o uso do laser em uma feira no Brasil, momento em que conseguiram a participação gratuita no evento, além do apoio da universidade. O esforço não foi em vão: na feira eles conquistaram o primeiro cliente. “Oferecemos a ele entregar o produto pela metade do preço no dobro do tempo”, diz Rafael. De lá para cá, a Welle Laser acelerou. Passou por um período de incubação no Celta, incubadora localizada no Parque Tecnológico Alfa e um dos berços do empreendedorismo catarinense. Recém-graduada da incubadora, a Welle Laser tem agora uma sede própria, com mais espaço para a produção das máquinas. Nos últimos anos, a empresa cresceu mais de 1800%.

Durante sua palestra inspiradora, Rafael deu alguns conselhos aos empreendedores:
– Seu melhor amigo não é o seu sócio. Seu sócio precisa entregar muito trabalho bem feito, credibilidade e/ou muito dinheiro. Se ele não tiver isso, ofereça outras coisas, mas não uma sociedade;

– Ao falar com o investidor, não venda o que você já tem. Venda o seu sonho. Dinheiro é solução, não problema. O investidor vai comprar seu sonho e o que você poderá entregar em cinco anos;

– Uma das coisas que a gente mais aprendeu foi a lidar com gente. Você precisa sair do operacional e ir para a gestão. Precisa delegar, formar seu time dos sonhos;

– Faça um produto simples que funcione bem. Deixe o frufru para depois;

– Comemore as conquistas com a equipe. Não deixe passar;

– Leve pessoas positivas e motivadas para a sua empresa. Você precisa de pessoas que acreditem no seu sonho;

– No começo, eu pensava tão longe que se houvesse uma pedra ou uma brita no meu caminho, eu passaria por cima. Se você sonhar pequeno, a pedra vai ser um problema;

– Olhe-se no espelho. Você precisa se conhecer. Ninguém fala que você tem mau hálito ou que o desodorante venceu. Descubra seus pontos fracos.

 

Fonte:Revista PEGN

5 tendências digitais que sua empresa não pode ignorar

 

Estar na internet é regra básica para quem tem um negócio. A partir do momento que sua empresa faz parte da rede, é preciso estar sempre se atualizando para não perder o ritmo. A tecnologia avança rapidamente e as pequenas empresas não podem ficar de fora.

A empresa de análise ComScore fez um estudo no mercado americano, o 2015 U.S. Digital Future in Focus, mostrando quais são as principais tendências digitais para 2015. Veja os principais pontos abaixo:

1. Seja multiplataforma

Nos últimos quatro anos, o uso de smartphones cresceu 394% e o de tablets, 1721%.  Apesar da ampla adesão destes dispositivos, o estudo mostrou que os usuários continuam usando desktop, ou seja, não está acontecendo uma substituição de um tipo de aparelho por outro. A dica é: seja multiplataforma. Sua empresa precisa funcionar em todos os tipos de dispositivos para não perder os clientes.

2. Fique de olho nas redes

O Facebook continua sendo a rede social mais relevante do mundo, atingindo 81% da população digital e com cerca de 230 bilhões de minutos de engajamento dos usuários. Instagram, Twitter, Linkedin e Google+ continuam sendo redes importantes no mercado também. Destaque para o crescimento do Pinterest e do Tumblr.

Se o seu público-alvo é mais jovem, entre 18 e 34 anos, Snapchat, Vine, Tumblr e Instagram devem ser prioridades. Trace uma estratégia e esteja pronto para conversar com os clientes nas redes.

3. Pense mobile

O Google anunciou recentemente que, a partir deste mês, os sites que não forem amigáveis para as telas de smartphones serão penalizados nas buscas. As pequenas empresas precisam estar prontas para serem encontradas no celular. O estudo mostrou que, atualmente, os sistemas iOS e Android dominam o mercado com 95% dos aparelhos. Priorize estas plataformas se estiver estudando criar um app, por exemplo.

4. Vídeo importa

Sete em cada oito americanos assistem vídeos online. Metade faz isso todos os dias. O total de visualizações em vídeos continua crescendo todos os meses. O estudo indica que cada usuário vê até dez vídeos por dia. O YouTube continua sendo o destino mais relevante para vídeos. Se a sua empresa pensa em começar a investir, é preciso produzir conteúdo relevante e profissional.

5. Venda online

Segundo o estudo, as vendas online nos Estados Unidos cresceram 14% no ano passado. Os celulares já representam um meio importante de engajamento, mas poucos consumidores compram através dos smartphones. Músicas, filmes e livros foram os itens mais vendidos pela internet no ano passado, de acordo com o levantamento. A internet pode ser um canal importante de receita para o seu negócio.

 

Fonte: Revista PEGN

O que acontece quando 150 países se reúnem para discutir o futuro do empreendedorismo

 

 

O que pode resultar de um encontro que reúne a Casa Branca, o Governo de Buenos Aires, o fundador do maior projeto de hardware aberto do mundo e o autor do manual da startup? Esses são só alguns exemplos dos representantes de mais de 150 países que participaram do Congresso Global do Empreendedorismo (GEC), entre os dias 16 e 19 de março, em Milão. Estivemos lá e trouxemos muitos aprendizados na bagagem de volta ao Brasil. Os 5 maiores listamos abaixo para você.

“Quem tem que se apaixonar pelo seu negócio são seus clientes, não você” – Bob Dorf, autor do Manual da Startup

Muitos palestrantes falaram que, ao invés de fazer planos e participar de dezenas de eventos de startups, os empreendedores deveriam “sujar a sola do sapato na rua”. Foi o que falou Jeff Hoffman, fundador da Priceline, uma das maiores empresas de turismo online do mundo. A lógica é a mesma de Bob Dorf: você não precisa ficar fazendo curva de demanda e estimando o preço do produto da sua startup; quem vai te dizer isso é o seu cliente, e por isso você deve colocar seu negócio na rua o quanto antes e estar aberto para receber os feedbacks de quem vai pagar pelas suas soluções.

“Inovar é acabar com o seu negócio (como ele é hoje) antes que os outros façam isso por você” – Massimo Banzi, fundador do Arduino Project

Anos atrás, a Kodak foi a primeira empresa no mundo a inventar a máquina digital. Mas como seu principal negócio era vender filmes de fotos (lembra que isso existia?), preferiram deixar o produto inovador na gaveta. O que aconteceu? Em 2012, depois de mais de 100 anos de atividade, a Kodak pediu falência nos Estados Unidos. É disso que Massimo está falando: sobre a urgência de inovar e, especialmente, não deixar suas inovações na gaveta. De quebra, ele dá uma sugestão para os empreendedores: “estamos passando da era da ‘produção em massa’ para a era da ‘inovação em massa’”. O argumento central da frase é que hoje, e cada vez mais, qualquer um em casa, no trabalho etc., vai poder criar um novo produto, e as empresas tem que aproveitar essa tendência e procurar criar projetos baseados em inovação aberta (open innovation).

Leia mais: O que é essa tal de Inovação Aberta?

“In God we trust, all others please bring data” (“Acreditamos em Deus, todos os outros por favor tragam dados”) – Usman Ahmed, eBay

Bases de dados, mailings, big data. Nada disso é novo, mas o valor da informação sobre clientes, fornecedores, mercados etc., agora é maior do que nunca. Isso porque a internet mudou tudo: não importa onde você está no mundo, a internet agora é o mundo. O empreendedor hoje pode ter seu negócio em qualquer lugar e vender pro mundo inteiro, um fenômeno cada vez maior e que está criando as chamadas “empresas micro-internacionais” (microinternational companies) – mas isso acontece especialmente se ele tem ingredientes importantes: bases de dados, mailings, big data.

“Algumas das maiores empresas do mundo nasceram em períodos de crise. São nessas horas que empreendedores podem criar grandes soluções para grandes problemas” – Andreas Stefanidis, da Associação de Jovens Empreendedores Gregos

O Brasil está passando por um momento difícil, mas na Grécia a crise já dura mais de 5 anos e o desemprego entre os jovens gira em torno de 50%. Justamente da terra dos filósofos pode vir inspiração para os brasileiros e nossos governos: “para sair da crise, a Grécia precisa de 10.000 novas empresas de alto crescimento, que vão gerar mais de 1 milhão de empregos”. A análise (confira neste link) mostra que, ao invés de incentivar o nascimento de empresas, o governo grego deve focar em setores com alto potencial de crescimento (10% do total) e dobrar a probabilidade de sucesso dos empreendedores em geral. Essa estratégia pode apagar o tempo perdido com a crise em até 7 anos (e duraria 20, se nada fosse feito).

“O segredo dos empreendedores de Buenos Aires é que não há segredo entre os empreendedores de Buenos Aires” – Mariano Mayer, Diretor do Programa de Empreendedorismo do Governo de Buenos Aires

Um dos principais objetivos do evento foi falar sobre como governos podem ajudar empreendedores. Buenos Aires foi escolhida a Cidade do Empreendedorismo de 2015, e a mensagem de Mariano Mayer, do governo da capital argentina, mostra o espírito que levou o título à cidade: hoje, empreendedores tem escritórios públicos para instalarem suas empresas e se conectarem com outros empreendedores, que, por sua vez dão treinamentos para aqueles que estão chegando. Mayer também participou de um encontro de “ministros de empreendedorismo”, organizado pelo governo dos Estados Unidos. Maria Contreras-Sweet, Secretária de Pequenos Negócios da Casa Branca e líder do encontro, deu uma sugestão para seus pares: “o Governo tem o desafio de oferecer um sistema que promova e dê suporte ao crescimento das empresas, atrapalhando o menos possível”. Mais do que isso, apresentou o programa do governo norte-americano #startthespark, que pretende impulsionar o empreendedorismo em diversos países, especialmente entre jovens e mulheres, reforçando a ideia de Contreras-Sweet de que “toda startup é um experimento com a oportunidade de mudar o mundo”.

Fonte: Endeavor

Empreendedorismo atrai três em cada dez brasileiros

 

A taxa total de empreendedorismo no Brasil atingiu, em 2014, o seu maior índice de todos os tempos.  De acordo com a nova pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), três em cada dez brasileiros adultos entre 18 e 64 anos possuem uma empresa ou estão envolvidos com a criação de um negócio próprio.

Em dez anos, essa taxa de empreendedorismo saltou de 23%, em 2004, para 34,5%. Metade da taxa corresponde aos empreendedores novos – com menos de três anos e meio de atividade – e a outra metade, aos donos de negócios já estabelecidos há mais tempo.

“Quando comparado com os países que compõem o Brics, o Brasil é a nação com a maior taxa de empreendedorismo, ficando quase oito pontos percentuais à frente da China, com uma taxa de 26,7%”, ressalta o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.  A Índia tem uma taxa de empreendedorismo de 10,2%, a África do Sul de 9,6% e a Rússia de 8,6%. O número de brasileiros que já têm uma empresa, ou que estão envolvidas na criação de uma, é superior, também, a países como Estados Unidos (20%), Reino Unido (17%), Japão (10,5%), Itália (8,6%) e França (8,1%).

De acordo com o presidente do Sebrae, essa alta taxa de empreendedorismo demonstra que além de mais empreendedores permanecerem no mundo dos negócios, mais pessoas veem no empreendedorismo uma oportunidade de vida e vêm trabalhando para conquistar o sonho de serem seus próprios chefes.  “Esse valor recorde pode ser atribuído, também, ao incremento do número de formalizações que temos presenciado nos últimos anos e às melhorias no ambiente legal, como por exemplo, a criação e ampliação do Supersimples”, afirma Barretto.

Nessa última edição da pesquisa GEM, ter o seu próprio negócio continua sendo o terceiro maior sonho do brasileiro, mas pela primeira vez o número de pessoas que almejam se tornar o seu próprio chefe é praticamente o dobro das que desejam fazer carreira numa empresa. Enquanto 31% dos brasileiros querem montar um negócio, 16% querem crescer dentro de uma empresa. Os primeiros sonhos dos brasileiros são comprar a casa própria (42%) e viajar pelo Brasil (32%).

A pesquisa ainda revela que a cada 100 brasileiros que começam um negócio próprio no Brasil, 71 são motivados por uma oportunidade de negócios e não pela necessidade. O presidente do Sebrae explica que esse índice vem se mantendo estável nos últimos anos, mas que ele implica diretamente na qualidade do empreendedorismo brasileiro. “O empresário atual abre uma empresa porque vê uma oportunidade e investe naquela ideia. Ter uma empresa porque não se tem uma ocupação não é mais o principal fator”.

A GEM

A pesquisa GEM é parte do projeto Global Entrepreneurship Monitor, iniciado em 1999 com uma parceria entre a London Business School e o Babson College, abrangendo no primeiro ano 10 países. Desde então, quase 100 países se associaram ao projeto, que constitui o maior estudo em andamento sobre o empreendedorismo no mundo. Em 2014, foram incluídos 70 países, cobrindo 75% da população global e 90% do PIB mundial. Foram entrevistados 10.000 indivíduos de 18 a 64 anos, residentes nas cinco regiões do país.

– A Pesquisa consiste em um levantamento domiciliar conduzido junto auma amostra representativa de indivíduos da população de 18 a 64 anos do país. Os dados obtidos fornecem as informações quantitativas sobre a parcela da população envolvida com o empreendedor.  Foram ouvidas 10 mil pessoas, 2 mil por região.

– Na metodologia da pesquisa GEM, os empreendedores são classificados como iniciais (nascentes e novos) e estabelecidos.

– Os empreendedores nascentes estão envolvidos na estruturação de um negócio do qual são proprietários, mas que ainda não pagou salários, pró-labores ou qualquer outra forma de remuneração aos proprietários por mais de três meses.

– Já os empreendedores novos administram e são proprietários de um novo negócio que pagou salários, gerou pró-labores ou qualquer outra forma de remuneração aos proprietários por mais de três e menos de 42 meses.

– Os empreendedores nascentes e novos são considerados empreendedores iniciais ou em estágio inicial.

– Os empreendedores estabelecidos administram e são proprietários de um negócio tido como consolidado, que pagou salários, gerou pró-labores ou qualquer outra forma de remuneração aos proprietários por mais de 42 meses (3,5 anos).

 

Fonte: Revista PEGN

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