Movimento Empreenda estará em Florianópolis em 15 de abril

 

No próximo dia 15 de abril, o Movimento Empreenda estará pela primeira vez em Florianópolis. Irá receber Rafael Bottós, cofundador da Welle Laser, e João Bosco, cofundador da Chaordic, que vão compartilhar com a plateia suas trajetórias nos negócios.

O Movimento Empreenda será recebido no auditório do Sebrae-SC (SC-401, km 1 – Parque Tecnológico Alfa), parceiro local para a ocasião, a partir das 18h30. Os convidados terão a oportunidade de reforçar seu networking em um coquetel de boas-vindas e as palestras começarão às 19h30. O evento é gratuito e para participar basta fazer a inscrição pelo link http://www.eventick.com.br/movimentoempreendasc.

Rafael Bottós, ao lado do irmão gêmeo, Gabriel, fundou a Welle Laser em 2008, quando voltou ao Brasil depois de uma temporada de estudos na Alemanha. Com uma trajetória que se apoia em alta capacidade de inovação, conhecimento de mercado e apetite por crescimento acelerado, a Welle Laser vende máquinas de marcação e gravação a laser para a indústria. O processo, além de otimizar a produtividade, permite rastrear peças industriais. Em 2014, a Welle Laser faturou mais de R$ 10 milhões e já começou a exportar para vários países. Neste ano, pretende instalar unidades operacionais no México, nos EUA e na Alemanha.

Em 2009, João Bosco e o amigo João Bernartt fundaram a Chaordic, uma empresa especializada em personalização para e-commerce. A ideia é recomendar às pessoas alguns produtos de que elas podem gostar, aumentando a taxa de conversão das lojas virtuais. O negócio cresceu e entre os clientes já estão 15 dos 20 maiores e-commerces do país. Para dar conta disso, a empresa tem mais de 100 funcionários entre os escritórios de Florianópolis e São Paulo.

Ao final das palestras, os convidados vão conversar sobre empreendedorismo num debate mediado por Sandra Boccia, diretora de redação da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Fonte: Revista PEGN

Como se preparar para demitir um funcionário

Como se preparar para demitir um funcionário

Um desligamento afeta a vida do empregado, da equipe de trabalho e possivelmente a reputação do chefe

 

Dizer a um empregado que ele será demitido, despedido, desligado ou mandado embora costuma ser desagradável para a maioria dos chefes, não importa e palavra que ele use – menos talvez para Donald Trump, que mandava embora sem piedade os candidatos do reality show O Aprendiz. Uma decisão como essa afeta a vida do empregado, sua equipe de trabalho e possivelmente a reputação de quem o demite.

Em um artigo publicado no site da Harvard Business Review, o consultor Ron Ashkenas listou algumas dicas para os gestores lidarem melhor com o momento de demitir. Segundo ele, muitas pessoas acabam adotando uma atitude inadequada por conta da tensão e acabam transformando uma conversa difícil em algo ainda pior.

Primeiro, afirma Ashkenas, é preciso ter certeza de que a demissão é o último passo de um processo cauteloso e transparente que começou muito antes. Se o motivo da saída é desempenho fraco, o desligamento deve ocorrer após diversas discussões sobre aquela performance. Se for por conta de reestruturação da empresa ou corte de funcionários, a saída deverá ser antecipada por anúncios oficiais. Tudo isso para que a demissão não seja uma completa surpresa. Em grandes empresas, a área de RH geralmente tem diretrizes estabelecidas para que esse processo aconteça.

Em segundo lugar, é importante estar munido de informações no momento de dar a notícia. O futuro ex-funcionário pode perguntar coisas como quando será seu último dia de trabalho, se não há outra oportunidade na empresa e como ficarão seus benefícios. Se dados como esses não estiverem na ponta da língua, o ideal é levantá-los antes da reunião.

Outra dica é estar preparado para ouvir sem reagir. Perder um emprego pode ser traumático, e o funcionário atingido talvez queira compartilhar as mágoas e angústias com aquele que lhe deu a má notícia. O ideal é ouvir com respeito e mostrar à pessoa que ela terá de se concentrar em seguir em frente. Oferecer-se para conversar depois, quando os ânimos tiverem se acalmado, é uma saída.

A última medida depois da demissão é falar com a equipe sobre a decisão, suas motivações e implicações. De acordo com Ashkenas, os funcionários podem entender a decisão ou ficar com a sensação de não compreender exatamente o que aconteceu. Mas, em ambos os casos, aconselha o consultor, o gestor precisa ser sensível às suas emoções e ajudá-los a retomar o foco no trabalho.

7 “mancadas” que você deve evitar em um almoço de negócios

Ao convidar um parceiro ou cliente, você não pode se comportar como se estivesse em um encontro casual

No mundo corporativo, o almoço nem sempre é um momento de descanso. Na verdade, a refeição pode ser o palco de momentos significativos para o seu negócio.

Não que o almoço em si seja crucial – apesar de uma boa alimentação ser essencial para os empreendedores – mas os encontros com parceiros e clientes podem definir o futuro de uma empresa.

Por isso, almoços de negócios não podem ser encarados como um encontro casual. Só que, ao entrar no restaurante, você não estará em uma reunião. Ou seja, uma certa informalidade cai bem. O site da revista “Inc.” fez um artigo sobre quais são os deslizes mais cometidos à mesa. Saiba quais são e evite-os:

 

1. Não “quebrar o gelo”
Você se senta à mesa com seu acompanhante para falar de negócios. Mas você não pode ir direto ao ponto, pois tal postura pode parecer rude. Pergunte sobre a família, VIAGENS E novidades na vida do seu interlocutor. Outra vantagem de “quebrar o gelo” é que você deixa a pessoa mais à vontade para os assuntos que vêm a seguir.

2. “Atacar” o prato
O almoço foi feito para que comamos, claro. Só que você foi ao restaurante a trabalho e – infelizmente, para muitos – é preciso dividir a atenção entre a comida e seu convidado. Não deixe a comida distraí-lo do principal objetivo do encontro, que é firmar parcerias importantes para seu empreendimento.

3. Não fazer contato visual
Este é um dos efeitos colaterais sentidos por quem vai com muita fome ao prato. Ao dar atenção total à comida, você deixa de olhar nos olhos do seu acompanhante. De acordo com o artigo, o contato visual é importante no esforço de conquistar a confiança de alguém.

4. Ser polêmico
Vale repetir: ao “quebrar o gelo”, aposte em assuntos mais amenos. Não vá falar de política e de temas mais espinhosos. Apesar de o encontro ser profissional, alguma discordância pessoal pode impedir, por exemplo, que um acordo seja fechado entre as partes.

5. Ser íntimo demais
Entenda que “ser simpático” é diferente de “tentar ser amigo”. Há assuntos, de cunho pessoal, que não devem ser trazidos à tona. Da mesma forma, assuntos corporativos, mas estratégicos demais, ficam de fora. Você está no almoço para fazer negócios, não para ser inconveniente.

6. “Puxar o saco” de uma pessoa só
Dica importante para almoços com mais de duas pessoas. O artigo afirma que uma tática importante para conquistar a confiança de alguém é por meio de elogios. Porém, não o faça – ou não direcione os afagos para um único participante – quando a mesa estiver cheia. Isso pode gerar ciúme entre os outros envolvidos no encontro.

7. Cruzar os braços
Sua linguagem corporal é tão (ou mais) importante que as palavras que você diz. Ao cruzar os braços, você passa a impressão de que está fechado para novas ideias. Por isso, mantenha as mãos abertas e os braços longe de seu tronco, para mostrar que você está a fim de ouvir o que seu convidado tem a dizer.

Fonte: Revista PEGN

Teto do Supersimples pode subir em 400%

 

Proposta que deverá ser enviada pelo governo federal prevê a elevação do limite de faturamento em 100% para micro e pequenas empresas e para o Microempreendedor Individual (MEI)

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), colocou na pauta de votação do plenário o projeto de lei complementar 448/2014, que aumenta em 400% e 100% o teto de receita anual para pagamento de tributos pelo Supersimples.

De acordo com a assessoria da Câmara, o projeto pode ser votado imediatamente porque houve, na semana passada, a aprovação de requerimento que colocou a matéria em urgência.

Dessa forma, ainda segundo a assessoria, a matéria não precisa passar por comissão especial, que já foi criada pelo próprio Cunha, atendendo apelos do ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, e do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf.

O líder do PSD na Casa, Rogério Rosso (DF), havia pedido a Cunha para relatar a proposta na comissão especial. Ele poderá ser designado pelo presidente para relatar a matéria em plenário.

O DCI apurou que a matéria deverá ser votada na próxima semana, sem a formação da comissão especial.

100% para MEI

Segundo o projeto, elaborado pela Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, há variação de aumento conforme o segmento e o porte dos negócios. O texto prevê aumento de 100% no teto da receita anual da figura jurídica do Microempreendedor Individual (MEI).

Assim, o limite de faturamento para registro como MEI passa dos atuais R$ 60 mil para R$ 120 mil, com o aumento da contribuição mensal de até R$ 45,00 para até R$ 85,00, na faixa excedente ao limite atual.

Pelas regras em vigor, o limite de faturamento do Supersimples para que as empresas sejam consideradas como micro e pequenas é de até R$ 3,6 milhões e passaria para R$ 14,4 milhões, para indústrias; e dobraria para R$ 7,2 milhões, no caso de comércio e serviços.

A proposta deveria ser colocada em votação ontem por força da aprovação de regime de urgência para a tramitação da matéria. Mas o líder do DEM, Mendonça Filho (PE), anunciou que iria obstruir a pauta para votar antes outras matérias consideradas por ele mais importantes.

Mendonça se referia à proposta do governo que cria o Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação da Educação Superior (Insaes), conforme o projeto de lei enviado pelo Executivo ao Congresso.

“Somos favoráveis à proposta de aumento do Supersimples e vamos votar a favor da matéria”, antecipou o líder dos democratas.

Proposta do governo

Apesar de ter sido elaborado com base em estudos do governo, o projeto 448 é mais ousado do que a proposta que deverá ser enviada pelo governo Dilma ainda nesta semana ao Congresso.

De acordo com o ministro Afif, a proposta aponta aumento de 100% do Supersimples para todos os segmentos empresariais e para o MEI, embora de forma progressiva na faixa de faturamento entre R$ 60 mil e R$ 120 mil.

Afif também antecipou ao DCI que a proposta do governo federal excluirá do Supersimples, o ICMS, principal tributo dos estados, na faixa superior a R$ 3,6 milhões.

O ministro justificou que a estratégia de exclusão do ICMS beneficiará as empresas e atrairá o apoio dos governos estaduais para a proposta.

“As próprias empresas que crescem saem do Supersimples porque não têm crédito de ICMS”, disse o ministro, referindo-se ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. A proposta inicial de aumento do teto do Supersimples defendida pelo ministro era de aumento de até 400% para a indústria.

“Estamos estudando outra solução para as médias indústrias”, afirmou.

Projeto limita acesso à menor carga tributária para profissões

O Projeto de Lei Complementar 448/2014, que aumenta o teto do Supersimples, limita o acesso à menor carga tributária assegurada pelo registro como Microempreendedor Individual (MEI).

Não podem ser MEI as empresas que prestam “serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou não, bem como o que preste serviços de instrutor, de corretor, de despachante ou de qualquer tipo de intermediação de negócios ou de consultoria, exceto serviços de contabilidade”.

Isso exclui grande parte de empresas onde profissionais são considerados autônomos.

30 franquias para investir a partir de R$ 5 mil

 

Muita gente começa o ano repensando a carreira e com vontade de investir no empreendedorismo. Para quem não quer correr grandes riscos, as franquias aparecem como opções mais confortáveis do que o negócio próprio independente.

Conheça microfranquias que custam a partir de 5 mil reais. Boa parte delas pode ser aberta em casa, sem ponto comercial. Os especialistas recomendam ter ao menos o dobro do valor do investimento, para capital de giro e emergências.

Gigatron: R$ 5 mil

A Gigatron é especializada em softwares e serviços para empresas. O investimento inicial é de 5 mil, com retorno previsto entre três e 18 meses.

Web4br: R$ 8 mil

A rede de franquias é especializada em marketing digital e foi fundada em 2007. O investimento inicial para abrir uma franquia da marca é de 8 mil reais.

Pão Natureza: R$ 9,5 mil

A franquia oferece serviços de publicidade em embalagens de pão. O franqueado deve investir a partir de 9,5 mil reais para começar a operar o negócio.

Studying: R$ 9,5 mil

A rede, que faz parte do grupo ID Holding, oferece programas de intercâmbio com acompanhamento de guias especializados. A unidade pode ser montada em casa e exige investimento inicial de 9,5 mil reais.

Igui Trata Bem: R$ 9,9 mil

A rede, do mesmo dono da marca Igui, oferece serviços de limpeza para piscinas. O investimento inicial é de 9,9 mil reais.

Auto Spa Express: R$ 9,9 mil

A empresa presta serviços de lavagem de carros em domicílio. Geralmente, o próprio franqueado assume todas as atividades do negócio. O investimento é de 9,9 mil reais.

Jan-Pro: R$ 10 mil

A rede norte-americana de serviços de limpeza chegou ao Brasil em 2011. O investimento inicial para abrir uma unidade é de 10 mil reais.

BCU Brasil: R$ 10 mil

No Brasil desde 2009, o BCU é um dos maiores bancos de cordão umbilical da América. A empresa coleta e armazena o sangue de células-tronco do cordão. O investimento inicial das microfranquias, em cidades com até 350 mil habitantes, é de 10 mil reais.

Flyworld: R$ 11,5 mil

Criada em 1987, a rede de agências de turismo virou franquia em 2013. O investimento inicial é de 11,5 mil reais, incluindo capital de giro.

Acquazero: R$ 17 mil

A rede AcquaZero foi fundada em 2009 e é especializada em serviços de lavagem ecológica. O modelo de negócio Franquia Partnership, em que a loja é instalada em um centro automotivo, tem investimento inicial de 17 mil reais.

Divulgapão: R$ 18 mil

Fundada em 2010, a Divulgapão é especializada na comercialização de publicidade em sacos de pão. Para ter uma franquia da marca, o investimento inicial é de 18 mil reais.

Mr. Kids: R$ 19 mil

Fundada em 2009, a Mr. Kids é uma franquia especializada em máquinas de venda de doces e brinquedos. O investimento inicial para ser franqueado da marca é de 19 mil reais.

San Martin Seguros: R$ 19,9 mil

A franquia da corretora de seguros San Martin exige investimento inicial de 19,9 mil reais, com retorno em 10 meses.

Atual Sistemas: R$ 20 mil

A Atual Sistemas opera no mercado de software comercial e gestão administrativa desde 2000. Conhecimentos em ERP são indispensáveis no negócio. O investimento inicial é de 20 mil reais.

Zets: R$ 20 mil

A Zets é uma franquia de e-commerce e atua no segmento de comunicação, informática e eletrônicos. O investimento inicial para virar franqueado da marca é de 20 mil reais.

Dona Resolve Limpeza e Facilidades: R$ 24,9 mil

A franquia de limpeza e serviços domésticos tem investimento inicial de começa em 24,9 mil reais. A marca faz parte do grupo Resolve Franchising.

BagNews: R$ 25 mil

Fundada em 2009, a Bagnews começou a expansão por meio de franquias em 2012 e é especializada em publicidade em embalagens, como sacos de pão e caixas de pizza. O investimento inicial é de 25 mil reais.

Criar: R$ 25 mil

Criado há 23 anos, o Criar é uma rede de franquias especializada no ensino de Língua Portuguesa para estudantes. O investimento inicial é de 25 mil reais.

Mix Potato: R$ 25 mil

A Mix Potato é especialista em batatas recheadas e foi fundada em 2005. A microfranquia da marca tem investimento inicial de 25 mil reais e pode ser montada em casa mesmo.

Clube Caramelo: R$ 30 mil

A franquia é especializada em venda de doces e guloseimas e administrada pelo mesmo grupo que cuida das marcas Via Verde e Toca do Biscoito. O investimento de um quiosque é de 30 mil reais.

Espetinhos Mimi: R$ 30 mil

A franquia de carrinho de espetos de churrasco é focada em microempreendedores. Criada em 1967, tem hoje 79 unidades de diversos formatos. O investimento mais baixo é de 30 mil reais, com taxa de franquia e capital de giro.

Guia-se: R$ 30 mil

Especializada em serviços de marketing digital, como otimização de sites e lojas virtuais, a franquia custa a partir de 30 mil reais. A franquia pode ser aberta em casa, sem necessidade de um ponto comercial.

Container Segurança: R$ 34 mil

A rede foi fundada em 2009 e é especializada na locação de contêineres, banheiros e módulos habitáveis. O investimento inicial do negócio é de 34 mil reais.

PBF: R$ 35 mil

A rede de escolas de inglês tem um formato de franquia com investimento inicial de 35 mil reais. O retorno é previsto para 12 meses.

Doutor Lubrifica: R$ 37 mil

Especializada em serviços de troca de óleo automotivo, a franquia tem investimento inicial de 37 mil reais e pode faturar até 71 mil reais por mês.

Escovar: R$ 45 mil

A rede de cabeleireiros foi criada no ano passado e tem apenas uma unidade própria. O investimento inicial é de 45 mil reais, contando taxa de franquia, custo de instalação e equipamentos.

Purific: R$ 49 mil

Especializada em filtros de água, a Purific tem investimento inicial de 49 mil reais, com retorno em até 36 meses.

House Shine: R$ 52 mil

Fundada em 2008, em Portugal, a House Shine está no Brasil desde 2012. Para ser franqueado da marca, o investimento inicial é de 52 mil reais.

Ensina Mais: R$ 55 mil

A rede faz parte do grupo Prepara e é uma franquia de escolas de reforço escolar. O franqueado deve dispor de um investimento inicial de 55 mil reais, incluindo taxa de franquia e capital de giro.

House Maid: R$ 60 mil

A franquia portuguesa é especializada em serviços de limpeza doméstica e foi criada em 2000. O investimento inicial é de 60 mil reais.

 

 

Fonte: Exame

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dúvidas frequentes sobre ADMINISTRAÇÃO

Salário, faculdade, funções – fique por dentro das novidades

 

 

QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS FUNÇÕES DE UM ADMINISTRADOR?

Planejar (fixar objetivos)

Negociar

Organizar e alocar recursos

Tomar decisões

Controlar (mensurar e avaliar)

Liderar

Solucionar problemas

Analisar

 

QUAIS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO DO ADMINISTRADOR?

São vários os campos de atuações de administrador, veja abaixo.

– Administração Financeira – Administração de Material – Administração Mercadológica/Marketing – Administração de Produção – Administração e Seleção de Pessoal/Recursos Humanos/Relações Industriais – Orçamento – Organização e Métodos e Programas de Trabalho – Campos Conexos

Dentro do campo de Administração financeira, encontramos as seguintes possibilidades de atuações:

Análise Financeira

Assessoria Financeira

Assistência Técnica Financeira

Consultoria Técnica Financeira

Orientação Financeira

Diagnóstico Financeiro

Pareceres de Viabilidade Financeira

Projeções Financeiras

Projetos Financeiros

Sistemas Financeiros

Administração de Bens e Valores

Administração de Capitais

Controladoria

Controle de Custos

Levantamento de Aplicação de Recursos

Arbitragens

Controle de Bens Patrimoniais

Participação em outras Sociedades – (Holding)

Planejamento de Recursos

Plano de Cobrança

Projetos de Estudo e Preparo para Financiamento

 

Essa informação é do site Conselho Federal de Administração (CFA), para saber mais sobre os outros campos visite o site do CFA

 

QUAL A MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO?

Obviamente isso irá depender da faculdade, porém veja abaixo a matriz do curso de Administração da Furb.

1º Semestre

Universidade, Ciência e Pesquisa

Matemática Básica

Teoria Geral da Administração

Psicologia Organizacional

Comunicação Empresarial Escrita e Oral

Educação Física – Prática Desportiva

 

2º Semestre

Direito Empresarial

Funções Administrativas

Contabilidade Aplicada à Administração

Matemática Aplicada à Administração I

Educação Física – Prática Desportiva

 

3º Semestre

Matemática Aplicada à Administração II

Contabilidade Tributária

Administração e Empreendedorismo

Estatística

Técnicas de Pesquisa em Administração

 

4º Semestre

Matemática Financeira

Análise de Processos Empresariais

Microeconomia

Administração de Recursos Humanos I

Custos Aplicado à Administração

 

5º Semestre

Administração de Materiais

Administração Financeira

Administração de Recursos Humanos II

Pesquisa Operacional

Macroeconomia

 

6º Semestre

Marketing I

Administração Financeira e Orçamentária

Gestão da Informação

Logística

Mercado de Capitais

Contabilidade Gerencial

 

7º Semestre

Formação de Preços de Vendas

Marketing II

Administração de Produção e Operações

Planejamento Estratégico

Análise de Investimentos

 

8º Semestre

Administração da Produção e Operações II

Economia de Empresas: Business Game

Desafios Sociais Contemporâneos

Formação de Novos Empreendimentos

Administração de Vendas

 

Optativas:

Linguagem científica

Dilemas Éticos e Cidadania

Comunicação e Sociedade

Responsabilidade Social e Ambiental

Economia Internacional

Administração de Empresas e Serviços

Libras

 

Caso tenha em mente a universidade em que deseja cursar, verifique a matriz curricular diretamente no site dela.

QUAL O SALÁRIO INICIAL DE UM PROFISSIONAL RECÉM-FORMADO EM ADMINISTRAÇÃO?

De acordo com a tabela do Piso salarial 2015 na categoria do Comércio, por exemplo, o salário médio de um Assistente Administrativo fica em torno de R$2458,50.

Para conferir a tabela completa, inclusive de outras áreas como Construção Civil, Serviços e Indústria,  acesse o link AQUI.

 

QUAL O SALÁRIO DE UM PROFISSIONAL COM EXPERIÊNCIA?

Um profissional em nível de supervisão, por exemplo, segundo a mesma tabela, tem o salário médio de R$ 4.891,60 na área administrativa, e R$7.882,60 na área de Recursos Humanos.

Já em grandes organizações, um profissional que alcance o topo da hierarquia profissional, no cargo de Diretor Financeiro, por exemplo, chega a ganhar até R$23.884,90, e um Diretor ou Gerente Administrativo R$ 16.613,90.

 

Obs.: Os valores acima foram consultados segundo a tabela de Piso Salarial 2015, que pode ser acessada neste link.

 

 

Escrito por: Victoria Rech

 

Fique por dentro dos serviços financeiros

Eles vão muito além do crédito e trazem segurança e agilidade ao dia a dia do seu negócio

 

 

Quando um empreendedor planeja um investimento na empresa ou quando tem um revés e precisa de empréstimo para pagar salários e outras despesas, imediatamente pensa em procurar uma instituição financeira. Mas os bancos estão aí não apenas para isso.

Eles prestam serviços que proporcionam benefícios para empresas de todos os portes. As condições, no entanto, variam conforme o perfil do cliente, por isso é importante comparar as ofertas encontradas e ver qual se adapta melhor ao ramo de atividade e às necessidades do momento.

O serviço mais básico é a conta corrente empresarial, indispensável para manter a separação entre as finanças pessoais e as do negócio. Aberta essa conta, o empresário passa a dispor de funcionalidades mais específicas. Conheça as principais:

Conta corrente empresarial
É a porta de entrada do relacionamento com uma instituição bancária. O empresário pode movimentar a conta por meio de cheques, cartões e internet.

Custódia de cheques
Guardar cheques pré-datados tem seus riscos: eles podem ser roubados, extraviados ou até mesmo queimados em um incêndio. Melhor, então, deixá-los sob a responsabilidade do banco, que se encarrega de compensá-los na data programada.

Pagamento eletrônico de salários
É mais seguro para o empresário e para o funcionário, pois nenhum deles precisa carregar grandes somas de dinheiro e ficar sujeito a roubos.

Cartão empresarial
Funciona como um cartão de pessoa física, nas formas de débito e crédito, permitindo compras parceladas sem juros.  Os limites, claro, precisam ser negociados com o banco. Ao concentrar seus gastos no cartão, o empresário controla suas despesas, além de melhorar o fluxo de caixa – pode fazer a data de pagamento coincidir com a de entrada de receitas.

Recebimento com cartões
Os cartões de débito e crédito já respondem por  28% do consumo total dos brasileiros, segundo estimativa da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). Dados dessa associação também mostram que o uso de cartões é crescente e aumentou 17,8% em 2013 (sobre 2012).

O chamado dinheiro de plástico propicia comodidade e segurança aos consumidores, elevando as vendas. Para o empresário, ainda há outras vantagens: redução da inadimplência, possibilidade de antecipação de créditos futuros de vendas com cartões de crédito e possibilidade de oferecer os recebíveis como garantia para solicitar capital de giro.

Crédito
Consulte o post Para cada situação, uma linha de crédito, publicado em 7/2/2015

 

Fonte: Revista PEGN

 

4 dicas para saber sua ideia de negócio é boa

Aquele projeto que você pensava ser genial pode ser algo horrível. Saiba o que fazer para validar seu projeto

 

Às vezes, temos ideias quando menos esperamos. Isso pode acontecer até no chuveiro, aliás. Um desses insights pode ser uma ótima ideia de negócios – pode ser que aquela “sacada” que você tanto esperava pode ter aparecido, um negócio que pode mudar a vida de milhões de pessoas. Ou sua ideia pode ser uma porcaria.

Mas como saber se sua inspiração é boa ou apenas uma cilada? Na verdade, não é muito difícil. O empreendedor e investidor Adam Callinan listou algumas dicas para quem precisa validar uma ideia de negócio. Confira:

1. Busque algo realmente útil
A primeira dica até parece óbvia, mas nem sempre é levada em conta pelos aspirantes a empreendedor. Às vezes, uma ideia pode parecer inusitada e interessante a princípio, mas pode ser inútil. Ao pensar em algo, pergunte a si mesmo se sua ideia resolverá um problema de uma grande qualidade de pessoas. Se a resposta for positiva, siga para o próximo passo. Se não, fuja da cilada e pense em outra coisa.

2. Inove. Ou faça melhor
Você pode ter uma ideia que, em sua cabeça, parece genial, e descobrir que alguém pensou a mesma coisa que você. Isso, por si só, não é um problema. Pesquise se seus concorrentes em potencial tiraram a ideia do papel e se eles estão tendo sucesso. Se você quiser prosseguir, certifique-se de fazê-lo aprimorando processos e oferecendo diferenciais. Caso não seja possível, é melhor pensar em outra coisa.

3. Esqueça dos “achismos”
Ok, você, seus amigos e sua família acreditam que sua ideia é sensacional. No entanto, o resto do planeta pode achar a sua ideia horrível. Primeiro, lembre-se de que sua mãe compraria qualquer coisa que você fizesse, mas as outras pessoas não amam você. Para saber se as pessoas comprariam seu esboço de produto ou ideia, não há outro jeito: vá para a rua. Converse. Ao ouvir uma resposta negativa, pergunte quais os motivos que levaram à desaprovação da ideia.

4. Faça as contas

Essa é especial para os empreendedores que descobriram que sua ideia é, de fato, uma boa. Vale lembrar que você superou um dos primeiros passos rumo ao sucesso profissional. Agora, você deve definir quanto custa para tirar a sua ideia do papel, o valor de venda do seu produto ou serviço, a rentabilidade e os valores que você gastaria com empregados.

Gerenciar um negócio é muito difícil. Antes de dar o pontapé inicial, calcule o custo-benefício do seu negócio. Por exemplo, segundo Callinan, se uma empresa garante a um empreendedor uma renda semelhante à de um emprego mediano – mas com o dobro do esforço – talvez seja melhor pensar em algo diferente. É claro, no entanto, que se uma empresa rende pouco dinheiro mas tem muito potencial, o melhor caminho pode ser insistir na empreitada.

 

Fonte: Revista PEGN

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