Monthly Archives - fevereiro 2015

As 30 ideias de negócios preferidas dos brasileiros

 

 

Já ouviu alguém dizer que sonha em abrir uma padaria? Pois esta é a ideia de negócio mais buscada pelos empreendedores brasileiros, segundo um levantamento exclusivo feito pela Sebrae para EXAME.com. A organização compilou as ideias de negócios mais acessadas no seu portal e deu dicas para começar a empreender.

Entre as 30 ideias preferidas estão ainda decoração de festas infantis,lanchonetes, sorveterias e microcervejaria. O valor do investimento inicial é uma estimativa e pode variar dependendo do preço e tamanho do ponto comercial, dos equipamentos utilizados e do número de funcionários.

Veja, nas fotos, quais são as ideias de negócios preferidas dos brasileiros

 

Padaria

Comprar pão diariamente faz parte da rotina da maioria das famílias brasileiras. Interessados em investir nesse mercado podem escolher montar desde padarias tradicionais até boulangeries. Entretanto, cada tipo demanda um planejamento diferente e muita disposição por parte do empreendedor.

Estimativa de investimento inicial: R$ 109 mil

 

Decoração de festas infantis

Não existe limite para a produção de uma festa infantil se esse for o desejo dos pais. Por isso, empresas especializadas neste segmento têm faturado alto com festas com cenários personalizados, efeitos especiais e surpresas para convidados. Abrir uma empresa de decoração de festas infantis demanda que o empreendedor aprenda técnicas e tenha uma equipe para auxiliar na montagem.

Estimativa de investimento inicial: R$ 20 mil

 

Academia de ginástica

Frequentar academias de ginástica já faz parte do dia a dia de muitos brasileiros e a preocupação com a saúde e com a estética só tende a aumentar. No ano passado, o Sebrae divulgou um levantamento que mostrou que as academias brasileiras tem 2,8 milhões de alunos, geram 317 mil empregos formais e movimentam 2,4 bilhões de reais ao ano. Investir em gestão é necessário para quem deseja faturar com uma academia.

Estimativa de investimento inicial: R$ 165 mil

 

Loja de material de construção

No Brasil, o mercado de lojas de materiais de construção é bastante sólido: 81% das lojas existentes atuam há mais de 10 anos. As pequenas e médias empresas deste segmento focam na venda de produtos básicos para pequenas reformas como cal, cimento, madeira, pregos, material elétrico e iluminação. A contratação de uma equipe com conhecimento técnico é indispensável para ter sucesso.

Estimativa de investimento inicial: R$ 125 mil

 

Loja de cosméticos e perfumaria

Os brasileiros, independente da classe social, se preocupam muito com a aparência física e investem em produtos de cosméticos e perfumaria. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), o faturamento líquido do setor de 1996 a 2013 tem crescido a uma taxa média de 9,9% ao ano. Há vários cursos, congressos, feiras e seminários que podem ajudar interessados a investir neste tipo de negócio.

Estimativa de investimento inicial: R$ 82 mil

 

Microcervejaria

Hoje, não é preciso viajar para o exterior para degustar cervejas artesanais. De acordo com a Associação de Cervejeiros artesanais de Minas Gerais (Acerva Mineira), o mercado de cervejas comuns cresce cerca de 5% ao ano, enquanto as especiais crescem 45%. Apesar do mercado aquecido e consumidores dispostos a pagar, produzir cervejas demanda muito conhecimento técnico e cuidados com a matéria-prima.

Estimativa de investimento inicial: R$ 300 mil

 

Serviço de frete e transporte de pequenas cargas

Pequenas empresas que oferecem serviços de transporte de mercadorias em pequenas quantidades atendem a um nicho de consumidores que precisam levar produtos a distâncias variadas e com rapidez. De acordo com o IBGE, o transporte de carga tem crescido consistentemente nos últimos anos, tanto em volume de cargas quanto em faturamento das empresas. Para se diferenciar, empreendedores podem investir em sistemas de rastreamento e controle de segurança, por exemplo.

Estimativa de investimento inicial: R$ 215 mil

 

Lava-jato a seco

Com o aumento da preocupação com o desperdício de água, a lavagem de automóveis a seco tem conquistado consumidores e é um negócio promissor. Interessados devem investir em uma pesquisa de mercado para avaliar a demanda na região. Prestar serviços especializados como impermeabilizar estofados de carros é uma maneira de aumentar o faturamento do negócio.

Estimativa de investimento inicial: R$ 25 mil

 

Oficina mecânica

No ano passado, foram emplacados no Brasil mais de 5,3 milhões de veículos, elevando a frota nacional para mais de 40 milhões de veículos em circulação. A revisão de carros e motocicletas é essencial e demanda mão de obra especializada. Para abrir uma oficina mecânica, é possível começar oferecendo alguns serviços de manutenção e ir investindo aos poucos.

Estimativa de investimento inicial: R$ 107 mil

 

Salão de beleza

Cortes de cabelo, manicure, pedicure e maquiagem são apenas alguns exemplos de serviços que um salão de beleza pode oferecer. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o mercado de estética e beleza mantém seu crescimento anual na faixa dos 10% há alguns anos. Para definir o estilo e os serviços que o salão oferecerá, o empreendedor precisa escolher o seu público-alvo primeiro.

Estimativa de investimento inicial: R$ 79 mil

 

Loja de conveniência

Sem tempo para quase nada, os consumidores querem encontrar tudo em um só lugar a qualquer hora. De acordo com o Sebrae, o mercado de lojas de conveniência movimenta 3 bilhões de reais por ano, com 6 mil lojas espalhadas no Brasil. O ponto comercial é uma das coisas mais importantes para quem deseja investir em uma loja, considerando questões como segurança e perfil do cliente na hora de alugar.

Estimativa de investimento inicial: R$ 70 mil

 

Pet shop

O mercado de pet shop no Brasil movimenta cerca de 14 bilhões de reais ao ano. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação no Brasil (Anfalpet), o gasto médio per capita/ano com produtos e serviços para animais de estimação varia de 390 a 760 reais. Além de produtos de beleza, acessórios e remédios, os pet shops podem oferecer serviços especializados para os bichinhos, como atendimento domiciliar.

Estimativa de investimento inicial: R$ 88 mil

 

Empresa de reciclagem

De acordo com o IBGE, mais de 90% das latas de alumínio são recolhidas para reciclagem. A coleta seletiva ineficiente e a demanda por materiais ecologicamente corretos são alguns sinais do mercado para quem deseja investir em uma empresa de reciclagem. Mesmo pequenas, as empresas podem fazer parcerias com indústrias que produzem grande quantidade de material reciclável para conseguir matéria-prima.

Estimativa de investimento inicial: de R$ 120 mil a R$ 210 mil (dependendo do material)

 

Distribuidora de bebidas

Ter um espaço físico grande para estocar os produtos é o primeiro passo para quem deseja investir em uma distribuidora de bebidas. Além disso, a pesquisa de mercado é indispensável para saber o hábito dos consumidores da região que a loja irá atuar. Para faturar mais, o empreendedor pode oferecer aluguel de mesas, congeladores e caixas térmicas.

Estimativa de investimento inicial: R$ 200 mil

 

Lanchonete

As despesas com alimentação fora de casa só tendem a aumentar, pois a demanda por comodidade e refeições rápidas faz parte da rotina de várias famílias brasileiras. Segundo o Portal Alimentação fora do Lar, o segmento de lanchonetes no Brasil faturou 8,2 bilhões de reais em 2010. Ter experiência no mercado e conhecimento de gestão pode ser um diferencial para crescer no mercado.

Estimativa de investimento inicial: R$ 80 mil

 

Casa de sucos

Negócios especializados em vários tipos de sucos, preparados na hora e naturais, têm ganhado espaço no mercado. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas, os sucos, tanto naturais quanto industrializados, cresceram 10% em vendas, movimentando 2 bilhões de reais em 2013.

A preocupação com uma alimentação mais saudável faz mais gente escolher esse tipo de produto. É importante ter uma grande variedade e oferecer outros itens, também saudáveis, para aumentar o ticket médio.

Estimativa de investimento inicial: R$ 50 mil

 

Casa de bolos e tortas

Os bolos da vovó explodiram no ano passado como uma oportunidade de negócio. Para quem pensa em empreender nesta área, é preciso levar em conta a concorrência com redes de supermercados e padarias e também a sazonalidade do produto, que acaba vendendo mais em datas comemorativas, mesmo tendo público o ano todo.

Segundo o Sebrae, a criatividade é peça chave para desenvolver um negócio mais lucrativo. É preciso inovar em receitas, decorações e até mesmo no ponto de venda.

Estimativa de investimento inicial: R$ 88 mil

 

Pizzaria

O mercado de food service movimenta mais de 240 bilhões de reais ao ano no Brasil e representa 31% dos gastos dos brasileiros. Pensando em uma pizzaria á la carte, o empreendedor precisa pesquisar a fundo qual o público-alvo da região, quais variedades serão oferecidas e como é o mercado local.

Estimativa de investimento inicial: R$ 120 mil (para uma pizzaria com salão de 100 metros quadrados)

 

Laboratório de análises clínicas

O Brasil tem cerca de 15 mil laboratórios, segundo dados da Sociedade Brasileira de Análise Clínicas. Esse tipo de negócio está muito ligado ao crescimento dos planos de saúde privados e é especialmente desafiador. Investimentos constantes em tecnologia e concorrência com grandes grupos tornam este ramo mais difícil para os empreendedores.

Além de regras e equipamentos bastante específicos, estes laboratórios precisam seguir todas as normas da Anvisa, do Ministério da Saúde, das Secretarias Estaduais de Saúde, dos órgãos de classe e da Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Estimativa de investimento inicial: R$ 179 mil

 

Tapiocaria

Tipicamente brasileira, a tapioca pode ser doce ou salgada e tem ganhado mercado no Brasil inteiro como uma opção de lanche ou mesmo almoço. Para abrir um negócio deste tipo, o empreendedor precisa de uma estrutura com cerca de 40 metros quadrados. Ter o produto sempre fresco e preparado na hora faz toda a diferença na experiência do consumidor.

Estimativa de investimento inicial: R$ 45 mil

 

Creche

Segundo o Conselho Nacional de Educação, são consideradas creches as instituições para crianças com até 3 anos de idade. Assim como as escolas, as creches devem oferecer assistência física, motora e intelectual para as crianças. Todos os negócios deste tipo precisam de uma autorização de funcionamento da Secretaria de Estado de Educação, além de supervisão constante do órgão.

Estimativa de investimento inicial: R$ 214 mil

 

Serviço de manutenção de ar condicionado

Com temperaturas cada vez mais altas, o ar condicionado vai deixando de ser artigo de luxo e se torna mais acessível para muita gente. Este mercado bilionário cresce 8% ao ano, segundo dados da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava).

Além dos aparelhos para empresas e residências, o ar condicionado automotivo também é um nicho de mercado. Uma oficina costuma exigir uma área de ao menos 100 metros quadrados.

Estimativa de investimento inicial: R$ 66 mil

 

Home office

Abrir uma empresa em casa é o sonho de muitos empreendedores. Segundo o Sebrae, este tipo de negócio ainda é bastante pequeno no Brasil, mas tem forte potencial. De serviços como personal trainer a produtos alimentícios e consultorias, existem dezenas de atividades que podem ser iniciadas em casa. Antes de abrir o negócio, é preciso verificar se a sua cidade permite a atividade em residências. Separar as tarefas pessoais é importante para não deixar que elas interfiram na empresa.

Estimativa de investimento inicial: R$ 6 mil

 

Sorveteria

Os negócios de sorvete estão em alta nos últimos anos. Inovações, como as paletas recheadas, têm atraído empreendedores. Antes de entrar neste tipo de empreendimento, é preciso se planejar, principalmente em relação à sazonalidade e a localização.

Estimativa de investimento inicial: R$ 30 mil (para empresas em 40 metros quadrados)

 

Centro de estética

Os centros de estética geralmente trabalham com tratamentos para a pele, como peeling, e para o corpo, como drenagem linfática e massagens. O mercado, segundo o Sebrae, permanece em expansão: o gasto médio com serviços de beleza é de 97 reais. É importante verificar se os tipos de serviços oferecidos exigem máquinas especificas ou acompanhamento médico.

Estimativa de investimento inicial: R$ 167 mil (para empresas em 100 metros quadrados)

 

Empresa comercial importadora e exportadora

Quem pensa em abrir um negócio de importação e exportação precisa ficar atento a dois fatores principais: o relacionamento com os parceiros e os movimentos da economia. Contratar profissionais que conheçam este tipo de operação e oferecer um bom atendimento são pontos cruciais para o sucesso.

Estimativa de investimento inicial: R$ 30 mil (para empresas em 50 metros quadrados)

 

Corretora de seguros

De acordo com a Federação Nacional de Corretores de Seguros (Fenacor), existem 23 mil corretores de seguros no Brasil atuando como pessoa jurídica. Para operar neste mercado, é preciso conseguir autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Além do investimento inicial, o empreendedor precisa de ao menos 15 mil reais para operar nos primeiros meses.

Estimativa de investimento inicial: R$ 60 mil

 

Serviço de pequenas obras para construção civil

Reformas em empresas e residências e serviços de manutenção são o foco deste tipo de empresa. Este mercado que movimenta bilhões de reais depende de mão de obra especializada e capacitada.

Estimativa de investimento inicial: R$ 89 mil

 

 

Ateliê de costura

Roupas sob medida, pequenos ajustes e até confecção de vestidos de festas. O Sebrae classifica esse tipo de negócio como “uma evolução mais charmosa da costureira de bairro”. O investimento em bons equipamentos e matéria-prima de qualidade pode fazer a diferença.

Estimativa de investimento inicial: R$ 86 mil

 

 

Loja de roupas infantis

O mercado de vestuário infantil cresce, em média, 6% ao ano e responde por mais de 15% do faturamento do setor, segundo a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest). A concorrência, no entanto, é bastante forte e exige que o empreendedor pesquise bem o mercado antes de começar a atuar.

Estimativa de investimento inicial: R$ 170 mil (para empresas em 30 metros quadrados)

 

 

 

Fonte: Exame

 

4 dicas infalíveis para você planejar melhor o seu dia

 

Com planejamento, é possível concluir suas tarefas. Saiba o que fazer para nunca usar a falta de tempo como desculpa

 

Executivos como Bill Gates, Mark Zuckerberg, Warren Buffett e tantos outros têm uma coisa em comum com qualquer empreendedor: todos têm um dia com 24 horas de duração. No entanto, nenhum deles usa a falta de tempo como desculpa para não concluir suas tarefas. Tais bilionários, em um determinado momento de suas carreiras, tiveram as mesmas condições que você. A agenda cheia e a falta de pessoal para resolver os problemas de uma empresa acometem todo mundo.

No entanto, Gates, Zuckerberg e Buffett deram conta do recado e hoje têm um saldo bancário cheio de zeros. Qual será o motivo do sucesso dos três? Para Mark Hunter, colunista do site da revista Entrepreneur, os porquês são vários, mas com certeza uma boa gestão do tempo está entre eles.

O especialista afirma que, ao organizar as tarefas do dia a dia e não abrir espaço para distrações, o empreendedor ganha aumentos sensíveis na produtividade. Ou seja, vende mais, gerencia melhor sua equipe e ainda encontra espaço para ficar com a família.

Abaixo, seguem algumas dicas de Hunter para quem quer planejar melhor o dia. E, se tudo der certo, tornar-se um bilionário. Confira:

1. O amanhã começa hoje
Profissionais realmente produtivos nunca terminam o expediente sem planejar o que farão no dia seguinte. Segundo Hunter, ao usar alguns minutos para organizar a agenda das próximas 24 horas, o empreendedor acaba tomando melhores decisões. Além disso, ao deixar o planejamento para depois, é possível que você não planeje nada e acabe usando a manhã para resolver problemas que eventualmente surjam.

2. Reserve um tempo para ficar com quem é produtivo
Ao se juntar a alguém que executa suas tarefas rapidamente, é possível entender o que essas pessoas fazem para trabalhar. Preste atenção no tempo reservado por eles para as redes sociais, e-mails e conversas supérfluas, por exemplo.

3. Deixe uma tarefa fácil para o começo
Ao planejar o cronograma do dia seguinte, reserve o começo do expediente para a resolução de uma tarefa mais simples. Assim, você começa o trabalho com algo a menos para se preocupar e fica motivado para a resolução dos problemas mais difíceis.

4. Use o que aprendeu
Seja pela ajuda de um colega ou ao descobrir “truques de produtividade” enquanto trabalha, faça o possível para usar o que aprendeu. Lembre-se: ninguém se torna um profissional de alta eficiência de uma hora para outra – aperfeiçoe-se dia após dia e você verá os resultados pouco tempo depois.

 

Fonte: Revista PEGN

Mulheres elevam nível de qualificação entre empreendedores

 

Empreendedoras fazem mais curso e graduação do que os homens

 

 

As mulheres elevam a qualificação do empreendedorismo brasileiro, é que aponta o Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas, realizado pelo Sebrae em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).de donos de pequenos negócios.

Em dez anos, o número de mulheres que tem pelo menos o ensino médio foi de 39,3% para 55%, enquanto o mesmo índice para homens foi de 26,4% para 38,5%. Na média geral, o aumento dos anos de estudo de empreendedores homens e mulheres aumentou 14% na última década.

Além disso, o Anuário também revelou que as empreendedoras são as que mais procuram qualificação acadêmica: 18,6% das mulheres iniciaram pelo menos o ensino superior, ao passo que o índice de homens que fizeram o mesmo foi de 12,1%.

A pesquisa também mostra que, apesar de as lideranças femininas serem minorias, elas estão aumentando no Brasil. Só no Sudeste, 32% das empresas são comandadas por mulheres.

 

Fonte: Revista PEGN

10 empreendedores que ficaram milionários antes dos 30

 

 

Ganhar milhões de dólares é o sonho de muitos empreendedores. Alguns conseguem isso muito antes do que a maioria. É o caso de Nick D’Aloisio, que criou um app aos 17 anos, vendeu para o Yahoo! e tem patrimônio estimado em mais de 30 milhões de dólares. Veja este e outros exemplos de sucesso de jovens que conseguiram juntar milhões de dólares antes a maioria dos empresários.

 

Mark Zuckerberg

Os valores de patrimônio de Mark Zuckerberg fazem todos os outros empreendedores da lista parecerem pobres. Segundo estimativas de mercado, o Facebook teria rendido a Zuckerberg mais de 35 bilhões de dólares, tornando o jovem um dos empreendedores mais bem sucedidos da história da tecnologia e um dos homens mais ricos do mundo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Andrew Mason

Ex-CEO e um dos criadores do Groupon, Andrew Mason revolucionou um mercado e chegou à bolsa de valores em menos de três anos. O Groupon já conseguiu mais de 1 bilhão de dólares em investimento e apesar de amargar resultados ruins nos últimos tempos, Mason conseguiu engordar a conta bancária. Estima-se que ele tenha 200 milhões de dólares.

 

 

 

Nick D’Aloisio

O jovem empreendedor que começou a programar aos 12 criou um app que resume textos e notícias. O Yahoo! comprou a ferramenta por 30 milhões de dólares e Nick D’Aloisio passou a fazer parte do time da empresa antes mesmo dos 20.

 

 

Mike Krieger

O Brasil está representado por Mike Krieger, um dos fundadores do Instagram. Depois de estudar em Stanford, Krieger criou o app com Kevin Systrom e conseguiu atrair milhões de usuários. Em 2012, o aplicativo foi comprado pelo Facebook por mais de um bilhão de dólares. Estima-se que o patrimônio de Krieger seja de 100 milhões de dólares.

 

 

 

Ben Silbermann

Ben Silbermann é um dos fundadores e CEO do Pinterest, rede social de imagens que já recebeu investimentos de mais de 700 milhões de dólares, com avaliação acima de 1 bilhão de dólares. Seu patrimônio estimado é de 100 milhões de dólares.

 

Drew Houston

600 milhões de dólares é o patrimônio estimado de Drew Houston, CEO e um dos criadores do Dropbox. A empresa faz parte do clube do bilhão, com avaliação de mais de 10 bilhões de dólares. Desde a fundação, Houston já coordenou 21 aquisições.

 

Catherine Cook

Criadora do site MyYearBook.com, Catherine Cook é uma das pioneiras das redes sociais. A garota começou a empreender ainda bem nova e teria acumulado, segundo estimativas, mais de 30 milhões de dólares.

 

 

Aaron Levie

Um dos fundadores do Box, Aaron Levie criou a ferramenta de armazenamento na nuvem junto com Dylan Smith. A empresa recebeu mais de 500 milhões de dólares em investimento, chegou a valer mais de 1 bilhão de dólares, fez seis aquisições e abriu o capital neste ano. Aos 30 anos, o empreendedor tem patrimônio estimado em mais de 100 milhões de dólares.

 

 

David Karp

Ele largou a escola para trabalhar com desenvolvimento de softwares e acabou criando um negócio bilionário. O Tumblr já tinha recebido mais de 120 milhões de dólares em investimentos quando foi comprado pelo Yahoo! por 1,1 bilhão de dólares. David Karp teria acumulado um patrimônio de 40 milhões de dólares e é investidor de várias startups.

 

 

Robert Nay

Aos 14 anos, Robert Nay já era apontado como o possível novo Mark Zuckerberg. O jovem empreendedor criou um game chamado Bubble Ball, que desbancou o Angry Birds na lista de mais baixados da App Store, da Apple. Em duas semanas, Nay faturou mais de 2 milhões de dólares com o joguinho.

 

 

Fonte: Exame

 

 

5 razões pelas quais o Brasil está falhando

 

Dilma Rousseff: “ainda não está decidido se vai ter a entrevista e o pronunciamento, ou só o pronunciamento”, disse fonte

 

 

O Brasil está no meio de uma “tempestade perfeita” de fatores negativos, de acordo com um artigo no site da TIME.

O texto é assinado por Ian Bremmer, presidente e fundador do grupo de consultoria Eurasia e um dos editores da revista americana.

Ele lista as 5 razões que fazem com que as perspectivas para o país sejam “cada vez mais sombrias”, em reportagem ilustrada com a imagem da presidente Dilma Rousseff.

A primeira razão para pessimismo é o cenário econômico, com o real em queda livre e um janeiro com a maior taxa mensal de inflação desde 2003. A revista usa a previsão do FMI de crescimento de 0,3% do PIB em 2015, mas os economistas ouvidos pelo boletim Focus já preveem recessão de 0,5%. 

A segunda razão citada pela TIME é a escassez de água, que já afeta o abastecimento em grandes estados como São Paulo e também prejudica as usinas geradoras de energia elétrica – gerando um risco duplo de racionamento e apagão.

Outro ponto para atenção com o Brasil, segundo a revista, são as “altas ameaçadoras na pobreza e no transporte público”. A reversão no declínio da pobreza atinge em cheio o discurso do PT, e os aumentos das tarifas de ônibustrazem à memória os protestos de 2013.

A TIME encerra a lista com os alertas de que “a corrupção não está indo embora” e “Rousseff está pagando o pato”. O escândalo da Petrobras e os números de aprovação em baixa da presidente são citados, assim como o longo histórico do país com o pagamento de propinas e a troca de favores:

“Mais de 20 mil empregos do governo são por nomeação – comparado com 5.500 nos Estados Unidos – dando a políticos munição para recompensar aliados ou parceiros de negócios”, diz o texto.

 

Fonte: Exame

E então? Vamos retomar os fundamentos?

“Comece fazendo o necessário. Depois, o possível. De repente, estará fazendo o impossível.”

 

Existe em nosso país a máxima de que o ano só começa depois do Carnaval. Sendo assim, chegou o momento de prosseguirmos com nossas vidas, nossas empresas e nosso Brasil.

Contudo, nada como a boa Administração para nos auxiliar nessa tarefa. Em vista disso, e considerando o atual estado de coisas de nossa economia, da política e de nossa sociedade, que tal revisarmos alguns conceitos elementares, porém essenciais da Administração?‎

De antemão, cabe definirmos esse misto de engenho e arte antes de recorrermos aos seus fundamentos: a Administração é a ciência que trata do processo decisório. Com ela, aprendemos a tomar decisões com eficiência, eficácia e efetividade. ‎

Para tanto, a Administração está apoiada num processo composto por 4 grupos de atividades interrelacionados e interdependentes entre si: planejamento, organização, direção e controle. ‎

Falemos de cada uma dessas funções do processo administrativo:

1. Planejamento – é o conjunto de atividades que envolve a definição de objetivos e as ações necessárias para o alcance desses objetivos.

2. Organização – envolve a alocação e coordenação dos recursos institucionais (humanos, financeiros, materiais e tecnológicos) necessários ao cumprimento dos objetivos pretendidos.

3. Direção: é um misto de comando e coordenação de esforços, envolvendo o engajamento e a motivação dos colaboradores, a comunicação adequada dos objetivos e ações pretendidos e uma liderança inspiradora, orientadora e dedicada.

4. Controle: trata-se do estabelecimento de padrões e indicadores de desempenho, assim como a aferição desses indicadores, com vistas ‎ao acompanhamento da situação real da organização em face da situação planejada. É com base no controle que são identificados e corrigidos os desvios entre o previsto ‎e o realizado, de forma a garantir um rumo capaz de conduzir a instituição aos objetivos almejados.

Talvez alguns se perguntem o porquê de se destacar algo tão elementar para quem detém o conhecimento da ciência administrativa. E o motivo é simples: por vaidade ou pela pretensão de queimar etapas para conquistar resultados imediatos, vemos agentes e instituições públicas e privadas ignorando o processo administrativo e a sua racionalidade, levando à prática de deslizes que comprometem a performance do todo organizacional e de suas partes‎‎.

Além disso, a perda crescente de com‎petitividade de nosso país em face de outras nações desenvolvidas e emergentes, a estagnação da economia, o aumento da inflação e da taxa de desocupação de nossa população economicamente ativa vêm conduzindo o Brasil para um cenário de crise econômica e de perda de credibilidade perante empresas e investidores.

Portanto, se quisermos retificar o rumo de nosso país, devemos começar pelo caminhar antes de pensarmos em correr, o que envolve trabalho árduo, fé e dedicação, além da observância de certos fundamentos. Para tanto, são sábias e oportunas as palavras de São Francisco de Assis: “Comece fazendo o necessário. Depois, o possível. De repente, estará fazendo o impossível”.

 

 

Food trucks? Paletas?

 

 

Negócios que exigem muito planejamento, alto investimento e só têm retorno no longo prazo são considerados arriscados e perigosos para os investidores. Passado o carnaval, o Estadão PME conversou com três especialistas para indicar quais são os negócios considerados perigosos para quem pretende empreender no ano. A conclusão é a mesma: é preciso inovar e fugir do “mais do mesmo”. Confira a opinião de César Souza, presidente do Grupo Empreenda, Diego Simioni, cofundador da consultoria GoAkira e do especialista em food service e fundador da Food Consulting, Sergio Molinari.

Na área de alimentação, Molinari apontou três negócios que foram muito falados em 2014, mas que têm riscos grandes embutidos. O primeiro é o food truck. “Eles levaram a comida para a rua, são super legais, crescem, existem milhares lá fora, mas tem dois pontos de atenção”, afirma. O primeiro é que existe uma limitação na cidade de São Paulo. Em Nova York, por exemplo, existem 2 mil. Em São Paulo, Molinari acredita que dificilmente existe capacidade para absorver 300 deles. Hoje, não devem chegar a 100.

O segundo ponto é a gestão. “Ter um food truck não é tão menos complicado e menos complexo que um restaurante. Não é um negócio para uma aventura. Ao menos se você tem muita grana e está a fim de ter um. Em 2015 teremos uma proliferação grande, mas é um negócio difícil de gerir e tem limitações”, diz.

Outro negócio citado por Molinari foi o daspaletas. “Nada contra o produto, mas se você observar, todos os shoppings, galerias, principais avenidas, quase todos os locais já tiveram colocação de um quiosque de paletas. Brasileiro é um cara modista. No lugar que hoje estão as paletas, já tivemos os sorvetes italianos, o frozen iogurte. O mercado não vai desaparecer, vai estabilizar em uma patamar abaixo do primeiro ano e vai ficar na mão de quatro ou cinco redes. Em algum momento vai aparecer a próxima onda. Da mesma forma que vem, tende a perder força e aparece outra na sequência”, afirma.

Simioni também aponta o segmento de sorvetes como perigoso para 2015. Mas não só as paletas, mas o sorvete de massa também, com várias marcas internacionais investindo no Brasil. “Provavelmente é um segmento que vai passar por uma consolidação, uma seleção natural. Algumas empresas boas vão sobreviver com bom apelo de marketing, com produto e principalmente uma logística bem estruturada”, afirma.

O terceiro negócio apontado como perigoso envolve o termo gourmet. De acordo com Molinari, as classes A e B são responsáveis por dois terços dos gastos com alimentação fora do lar. Isso significa que por mais que exista um contingente enorme das classes C e D nas ruas, quem movimenta o setor são as classes A e B.

Por isso, muitos empreendedores posicionam seus negócios para essas classes, o que faz todo sentido. No entanto, trata-se de um público crítico, exigente e pouco fiel. “Onde está o risco? Grande parte dessas empresas tem tratado a gourmetização muito mais do ponto de vista de marketing e imagem do que do ponto de vista real. Em muitos casos, a segurança alimentar é mal tratada e a diferenciação do ingrediente não é verdadeira”, diz.

Segundo Molinari, a palavra gourmet está caindo em um certo abuso de aplicação, sendo um pouco banalizada. “É preciso avaliar se a melhor coisa é se posicionar como gourmet e se for fazer, faça de verdade. Porque a chance de pagar um preço alto por não cumprir a promessa é grande”, completa.

Saindo na área de alimentação, de uma maneira geral, os especialistas também fizeram seus alertas. Simioni, da GoAkira, alerta para os modelos de negócios tradicionais que dependem muito de água. Por exemplo, as empresas de lavagem de carros sofrem com a diminuição dos clientes e até a migração para o modelo de lavagem a seco. Outro alerta é para os negócios que dependem do dólar. “Quando se fala em importação, teremos tempos difíceis com real desvalorizado”, diz.

Souza, do Grupo Empreenda, também fez sua lista. Além de citar os produtos ou serviços alimentados por modismos, como as paleterias ou brigadeiro gourmet, o consultor também apontou:

-> Franquias com produtos ou serviços de luxo: os consumidores estão cada dia mais cientes do que realmente deveria custar cada produto ou serviço, sendo assim, há um aumento na percepção do que está com preço alto. Se o cliente não notar valor agregado que justifique pagar mais caro, não irá fazê-lo. Um bom exemplo de serviços “supérfluos” e que estão com baixa demanda são empresas que organizam festas caras.

-> Negócios que dependam de crédito ao consumidor: toda empresa que oferecer produtos e serviços para pagamento a longo prazo estão sujeitas a inadimplência que pode comprometer o fluxo de caixa.

-> Negócios que exijam altos investimentos (endividamento) ou estoque alto de reposição:a instabilidade econômica não é favorável às empresas que precisam de grandes financiamentos para “sair do papel”. É melhor investir em setores que estejam em alta, mas que sejam mais garantidos e possam dar um retorno financeiro a curto prazo.

-> Negócios que dependam de importação: empresas que dependem de fornecedores fora do País se tornaram muito arriscados em razão da alta do dólar, cada vez mais imprevisível. Se uma matéria-prima tem aumento de preço, há um impacto no preço final e o consumidor não irá arcar com essa diferença. A revenda de produtos importados também é arriscada, pois os consumidores já encontram soluções online para fazer a compra direta.

-> Negócios voltados ao turismo: embora os brasileiros valorizem e nunca deixem de investir em lazer, o setor de turismo é sempre impactado por crises econômicas. Viagens passam a ser mais curtas ou com custos menores. E quando o destino é internacional, a decisão de compra é mais criteriosa ainda, pois as cotações são em dólar.

Fonte: Estadão

 

Como seria colocar a vida – e não o trabalho – em primeiro lugar?

 

 

“Caminhamos na inércia da vida, atrás de uma felicidade que nunca chegará se não quebrarmos a rotina”

 

 

Finalmente, o grande dia chegou para Seu Francisco. O dia de sua aposentadoria. É agora que ele poderá fazer todas as viagens que programou, passar tempo com seus filhos, praticar esportes, cuidar do jardim, aprender a falar francês. Quer dizer, talvez cruzar a América do Sul de motocicleta seja demais para sua saúde. E seus filhos cresceram, sua coluna dói, praticar esportes já não é tão fácil e lembrar como se escreve bon jour e bonne nuit requer um esforço enorme. Depois de trinta anos trabalhando até cinquenta horas por semana, Seu Francisco está cansado. Muito cansado.

Certo, seu Francisco não existe de verdade e talvez sua história seja pessimista demais. Fique a vontade para encarar como licença poética, mas não desconsidere a mensagem por trás: é preciso ter cuidado com como você planeja – e conduz – sua vida. Trabalhar sem parar durante décadas para descansar apenas ao final da vida pode ser perigoso. Mas como livrar-se de um modelo já tão estabelecido?

De acordo com o empreendedor Timothy Ferris, invertendo a forma como lidamos com a vida. Em seu livro Trabalhe 4 horas por semana, o especialista em produtividade discute a importância de romper com a lógica do “trabalhe primeiro, pense na vida depois” para se conseguir satisfação e qualidade de vida. “Caminhamos na inércia da vida, atrás de uma felicidade que nunca chegará se não quebrarmos a rotina”, ele afirma.

Para Ferris, um dos problemas em nossa sociedade é a supervalorização da aposentadoria. Ele afirma que há algo errado quando ela é tratada como um objetivo de vida. “Está subentendido na aposentadoria que você não gosta do que está fazendo durante os anos de maior vigor físico em sua vida. Isso é um erro fundamental”, explica o autor.

As miniaposentadorias

Ferris defende que a aposentadoria é como um seguro de vida, uma previdência contra eventualidades. Confundi-la como meta é um erro, pois, para a maioria das pessoas, é impossível chegar a aposentadoria e manter o mesmo padrão de vida de quando era empregado. Aqueles que conseguem são os que viveram como “uma ambiciosa máquina de trabalhar”, e ficam entediados com o tempo livre. A solução que Ferris propõe? Miniaposentadorias.

A chave é tirar vários períodos para descanso durante a vida, em vez de deixar tudo para o final. Mas a miniaposentadoria não deve ser confundida com férias. Nada de conhecer 10 países da Europa em 20 dias, ou pegar um cruzeiro para todas as praias do nordeste brasileiro: não é assim que funciona. A miniaposentadoria não deve ser levada no modo acelerado, nem ser encarada como uma maneira de escapar da vida, mas sim aprender a reexamina-la. “São as antiférias, no sentido mais positivo”, afirma Tim Ferris. A ideia é passar tempo suficiente em algum lugar para absorver algo de sua cultura. “Em vez de buscar ver o mundo, experimentá-lo em uma velocidade que permita que ele mexa conosco”, explica o autor.

Sabe para quem a experiência deu certo? Um certo rapaz chamado Steve Jobs. Talvez você já tenha ouvido falar nele. Depois de largar a faculdade e viajar para uma jornada de sete meses na Índia, aos 19 anos, ele voltou para casa e criou uma startup que mais tarde seria a gigante Apple. Jobs rompeu com a lógica do que era o esperado e primeiro foi atrás de crescimento próprio. Sua miniaposentadoria o possibilitou explorar seu lado espiritual, que o acompanhou até o final da vida e exerceu influências em sua forma de empreender e encarar os negócios.

Nômades digitais

Imagine onde você gostaria de morar se pudesse escolher qualquer lugar do mundo? Os hobbies que teria, como gastaria o tempo livre, o que buscaria aprender. Agora saiba: por mais que seus planos pareçam ser possíveis apenas em um universo paralelo, eles podem ser concretizados na realidade em que vivemos. Basta escolher a lógica de que a vida deve ser pensada antes do trabalho. Com ela, você decide o destino e o lifestyle que deseja e só então analisa como encaixar o seu trabalho.

É o que prega o casal Jacque Barbosa e Eme Viegas, criadores do projeto Nômades Digitais. Cansados de suas rotinas corridas e insatisfeitos com o rumo de suas vidas, eles decidiram largar tudo e viver como nossos ancestrais, ficando em algum lugar apenas pelo tempo que ele “lhes fizer feliz e suprir suas necessidades”. Depois de escolher o estilo de vida, veio a preocupação com o trabalho. A solução encontrada foi criar uma empresa com diversos projetos de internet, um deles justamente para compartilhar suas experiências.

“Se você pode trabalhar de casa, usando a tecnologia, você pode trabalhar de qualquer lugar do mundo”, eles afirmam no “Manifesto dos Nômades Digitais”, uma espécie de guia para os que desejam virar cidadãos do mundo. Com acesso à internet, é possível cumprir uma jornada de trabalho de oito horas seja em uma cabana nas montanhas ou num vilarejo de uma praia remota.

Aqueles que não possuem trabalhos flexíveis, cujas funções precisam ser desempenhadas presencialmente, podem enveredar pelo empreendedorismo. “Se ainda não existe um trabalho que se encaixe com suas paixões, então cabe a você inventá-lo. Hoje qualquer pessoa pode criar o seu negócio e encontrar pessoas que se interessem por ele mundo a fora ”, sugerem Barbosa e Viegas.

Se ainda todo esse papo de mudar a lógica de como lidamos com o nosso caminho parece fantasioso demais, uma enfermeira e escritora australiana mostra que essa “fantasia” pode virar a grande frustração do futuro. Bronnie Ware prestou cuidados paleativos a pacientes terminais, a maioria deles com câncer, e reuniu os cinco maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer no livro Antes de Partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte. “Não ter trabalhando tanto”, “Ter vivido a vida que eu desejava, não aquela que os outros esperam de mim” e “ter estado mais perto dos meus amigos” encabeçam a lista de arrependimento, segundo Bronnie. Se você acha que no futuro pode sofrer com alguns desses arrependimentos, inverter prioridades pode até não ser uma ideia tão ruim assim.

Esse texto foi publicado originalmente na edição 29 da Revista Administradores

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Fonte: Administradores

 

Conheça alguns dos piores negócios da história

O mundo dos negócios está longe de responder a uma ciência exata, e são inúmeros os detalhes que podem fazer com que uma operação tenha sucesso ou seja um fracasso estrondoso. Por isso, as decisões que, depois, serão vistas como “corretas” necessitam de um conhecimento extraordinário dentro da área em questão, de ótima intuição e, ainda assim, muita sorte. Abaixo, apresentamos uma lista em que esses elementos não estiveram presentes, resultando em alguns dos piores negócios da história.

A venda do Alasca: Em 30 de março de 1867, o czar Alexandre II, da Rússia, vendeu o território do Alasca ao governo de Washington por US$ 7.200, um território que, hoje em dia, teria valor incalculável. Anos depois, os americanos descobriram ouro no Alasca e, décadas mais tarde, petróleo. Assim, um negócio que em seu primeiro momento pareceu favorável, se tornou o pior da história da Rússia.

Google? Não. Em 2001, o CEO da Yahoo achou que pagar US$ 3 bilhões era muito para um site de busca incipiente e recusou a compra do Google. O tempo mostrou seu equívoco: atualmente, o Google é o site de busca líder absoluto, e o Yahoo já não está mais entre as maiores empresas do setor.

Telefone? Não. Um comunicado interno da Western Union Telegraph Company, em 1876, diz: “Esse telefone tem muitos contras para ser considerado um meio de comunicação. O aparelho não tem nenhum valor”. Por causa disso, Alexander Graham Bell criou a Bell Telephone Company, em Boston, depois denominada American Telephone and Telegraph (AT&T), que se transformou no principal provedor de telecomunicações do mundo. A Western Union, por sua vez, se dedicou à transferência de dinheiro.

Os Beatles? Não. Em 1962, o chefe da divisão de música pop da Decca Records recusou um quarteto de jovens alegando que “a música de guitarras está desaparecendo”. Ele estava dispensando o que seria a banda mais popular e bem-sucedida da história, para escolher, no lugar, um grupo chamado The Tremeloes.

O empréstimo de joias da Merril Lynch: em 2005, Ralph Emerian, comerciante de joias de Nova York, pediu US$ 76 milhões emprestados para comprar a joalheria Fred Leighton. O banco de investimentos Merril Lynch lhe concedeu o valor, sem saber que Emerian tinha dívidas multimilionárias com a Sotheby’s e a Christie’s, e, dois anos depois, teve que declarar falência. O banco ficou com milhões de dólares em joias, mas não conseguiu recuperar o dinheiro.

 

Fonte: History

 

 

 

 

9 passos que vão ajudar você a concluir tarefas

 

 

Faltam poucas horas para o deadline do seu projeto e você começa a perceber que não vai dar tempo terminar – você deveria ter começado antes. Parece uma situação familiar? É um problema comum, que aflige aqueles que nunca conseguem começar algo importante com antecedência. Seja por preguiça, tempo mal administrado ou pouca força de vontade, muitas pessoas acabam caindo no hábito de deixar tudo para o último minuto. Se você é uma delas, as dicas abaixo podem ajudá-lo a livrar-se dessa prática tão prejudicial à carreira.

Confira:

1. Comece pelo mais difícil…

Você tem uma longa lista de coisas a fazer? Dê prioridade às mais difíceis. Depois de realizar o mais complicado, o resto será moleza.

2. … Ou pelo mais fácil

O contrário pode ser a melhor opção para algumas pessoas. Comece pelas tarefas simples e pequenas, deixando o mais complicado para o final. Enquanto você diminui a lista de coisas a fazer, sua força de vontade aumenta. Mas, cuidado para não se atrasar: estabeleça um tempo máximo para lidar com as atividades fáceis. Assim, você poderá concluir o projeto difícil.

3. Seja gentil consigo mesmo

Sentir-se culpado por não alcançar as próprias expectativas não ajuda em nada. Não se cobre demais, nem se sinta derrotado, pois isso pode acabar com sua produtividade. Seja gentil consigo mesmo e otimista em relação ao futuro: isso lhe trará melhores resultados.

4. Cultive sua força de vontade

Com esforço, sua força de vontade pode crescer a cada dia. Para exercitá-la, tente realizar algo que você sempre adia, mesmo que seja por pouco tempo. Assim, você criará um hábito e será mais eficiente.

5. Faça uma coisa de cada vez

Você tem um enorme projeto que envolve pesquisas, leituras, entrevistas e redação? Divida-o em pequenas partes, assim você não se sentirá sobrecarregado. Trabalhos muito grandes podem parecer inalcançáveis. Mas, quando segmentados em pequenas metas diferentes, tornam-se mais fáceis de serem concluídos.

6. Vá dar uma volta

Pessoas que fazem exercícios regularmente têm maior força de vontade e são mais eficientes. Com atividades físicas, mais oxigênio chega ao cérebro, o que ajuda na produtividade. Você não precisa ir à academia todos os dias ou correr uma maratona. Uma caminhada no horário de almoço já ajuda.

7. Divirta-se um pouco primeiro

Assista a um episódio de seu seriado favorito, tire um cochilo, ou faça algo divertido antes de começar a trabalhar. Mas comprometa-se a iniciar a tarefa assim que o momento de diversão acabar. É como ter direito à sobremesa antes da refeição principal, se você prometer a si mesmo que vai comer tudo depois.

8. Espere o inesperado

Esteja preparado para imprevistos. Nem sempre tudo corre como o planejado, pode ser que você tenha que deixar seu projeto de lado para se dedicar a outras coisas mais urgentes. Caso isso aconteça, faça anotações para não esquecer sua linha de raciocínio e saber onde você parou. Depois de lidar com a emergência, você saberá como voltar ao seu trabalho rapidamente.

9. Apenas comece

Não importa se o passo é pequeno. Iniciar uma atividade já pode colocá-lo no ritmo de trabalho. Se você tem um longo relatório para escrever, comprometa-se a fazer, pelo menos, a primeira linha. O importante é começar.

 

Fonte: Administradores

 

 

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