Três erros estruturais que podem acabar com a produtividade da sua reunião

 

Melhorar as reuniões da sua empresa não é impossível. O primeiro passo é fazer com que a questão faça parte da estratégia de toda a empresa, inclusive da diretoria

 

Que as reuniões causam problemas gigantes nas empresas de qualquer porte, todo mundo já sabe, porém esse é um problema passível de solução. Não vou dizer que é simples ou fácil, mas é algo realmente factível.

Há muitos anos desenvolvemos na TriadPS programas para redução ou melhora das reuniões. Tivemos sucesso em boa parte dos casos, com redução de milhares de reais em reuniões. O que torna o assunto ainda mais delicado de falar, pois quem gostaria de divulgar que na sua gestão havia um desperdício de alguns milhões com reuniões inúteis? O que vejo e acho muito interessante é que os líderes estão começando a querer lutar essa batalha.

Nesse tempo todo, trabalhando com esses processos, aprender com os projetos onde falhamos é o mais importante, pois ali está a sabedoria de acertar na próxima. Diante disso, selecionei três pontos que prejudicam o processo de melhoria das reuniões nas empresas.

1 – Reunião improdutiva é a forma mais simples de mascarar a ineficiência. Com certeza você conhece uma série de profissionais, líderes e parceiros que disfarçam sua incapacidade com inúmeras reuniões. Se não são capazes de tomar a decisão ou se tem medo de decidir sozinhos, porque não agendar mais encontros para conversar sobre? Esse é o tipo de caso em que um processo de reuniões eficiente pode ser perigoso para quem está se mascarando. O boicote a esse tipo de situação é natural, mesmo que na surdina, as coisas não vão acontecer.

Não adianta apenas treinamento, campanha ou discurso para redução das reuniões se os líderes e as equipes não se envolverem. Se não aceitarem que o problema não é apenas a reunião, mas também a forma como as decisões são tomadas. É preciso que o processo comece e continue de forma crescente, olhando em vários aspectos ou todos os velhos hábitos voltam a se instalar rapidamente.

2 – Condutores (ou consultores) ruins destruindo a possibilidade de melhorar. Estive em um cliente para conduzir a reunião de conselho deles. Antes mesmo de começar, senti um certo descrédito dos participantes, mas não sabia exatamente o porquê. Depois de fecharmos a reunião, que estava programada para durar 4h bem antes, um diretor me contou a história. Anteriormente, eles haviam contratado um “consultor de reuniões”. Ele foi tão mal que nem conseguiu terminar a reunião, foi expulso no meio.

Leva tempo para formar um condutor profissional de reuniões, nesse caso o tempo é que faz a experiência e não a leitura de livros ou cursos apenas. Se a pessoa não tiver pelo menos 400 horas de condução no histórico, com técnicas adequadas, não vai conseguir lidar com os problemas da dinâmica de uma reunião mais complexa. Isso faz com que todo o processo caia em descrédito, o que é péssimo. Tem gente boa no mercado, séria, porém para cada bom profissional existe o quádruplo de ruins. Selecione bem.

3 – Tecnologia mal aplicada – Muitas empresas investem na compra de tecnologias caríssimas de teleconferência, vídeo presença etc. Tecnologia funciona, porém deve ser bem aplicada. A questão é realmente saber quando, como e onde usar. Além disso, é preciso treinar as pessoas corretamente e medir o retorno desse investimento. Não basta ligar uma câmera no Skype do seu computador e sair fazendo a reunião. Esse é um processo que envolve diversos conceitos.

Melhorar as reuniões da sua empresa não é impossível. O primeiro passo é fazer com que a questão faça parte da estratégia de toda a empresa, inclusive da diretoria. Tudo começa com o querer melhorar, depois, com as técnicas e a tecnologia certa, o processo começa a fluir.

 

Fonte: Administradores

6 sinais de que a sua empresa sofre das dores do crescimento

 

Reclamações de clientes e problemas na divisão de tarefas podem demonstrar que você está nessa etapa

 

Você sonha em ser dono do seu negócio. Tem uma ótima ideia, junta todas as suas economias, consegue dinheiro emprestado com parentes e amigos, contrata os primeiros funcionários e finalmente abre a sua empresa. O começo não é nada fácil, mas, devido aos seus esforços extraordinários, as coisas começam a se encaixar e os clientes aparecem. Você está feliz, começa a ver os resultados, a empresa cresce, são necessários mais funcionários e todos trabalham muito.

De repente, você percebe que administrar a empresa começa a ficar mais difícil. As exigências do negócio às vezes parecem estar acima da sua capacidade. Por mais que você se esforce, os resultados não são os mesmos. O crescimento da empresa desacelerou, e a empolgação se transformou em frustração.

Esse sentimento lhe parece familiar? Você já viu esse filme? Se esse é o seu caso, a sua empresa pode estar passando pelas dores de crescimento. Esse é um sintoma que não pode ser ignorado e exige cuidados imediatos para que o seu negócio volte a ser saudável.

Aqui vão algumas dicas para o diagnóstico:

1. Clientes reclamando constantemente
Isso acontece quando as expectativas dos clientes não são atendidas. O motivo pode ser:
– Funcionários sobrecarregados.
– Funcionários que não entendem quais são as expectativas dos clientes pois nunca lhes foram explicadas.
– Funcionários que não possuem as habilidades ou os recursos necessários para o desempenho do trabalho.

2. Confusão na divisão das responsabilidades
Quando a empresa tem poucos funcionários, é muito mais fácil saber quem faz o quê.  Com o crescimento vem a necessidade de mais funcionários e aumenta a complexidade da comunicação.  A falta de definição clara das responsabilidades pode criar sérios problemas:
– Funcionários que trabalham nas mesmas coisas, gerando desentendimento e ineficiências.
– Tarefas importantes que não são completadas porque um pensa que o outro está fazendo o que é necessário.
– Funcionários que perdem tempo com atividades que não são importantes.

3. Luta pelo poder
A empresa pode optar por ter uma estrutura organizacional com hierarquia bem definida ou por uma estrutura em que determinadas responsabilidades são compartilhadas. O importante é que a autoridade e as responsabilidades sejam claramente definidas. Quando isso não acontece, os funcionários querem resolver os problemas por conta própria, o que pode acabar em desastre.

4. Erros constantes
Sim, erros acontecem, mas eles devem ser a exceção, e não a regra.
Quando ocorrem, é necessário descobrir a causa deles para resolver o problema de vez. No caso de empresas em crescimento, os motivos são, normalmente, processos indefinidos, funcionários mal treinados ou ainda a falta de pessoal.

5. Contratação de funcionários errados
Quando a empresa está crescendo rapidamente, você precisa de ajuda imediata. Sob essas condições, é muito comum que o processo de recrutamento e seleção não seja o ideal, e você acaba contratando os candidatos errados. Achar funcionários com as habilidades necessárias e que se encaixem na cultura da empresa é um dos maiores desafios para qualquer negócio – principalmente aqueles em crescimento. Essa é uma tarefa que toma muito tempo e, na pressa, fica muito mais difícil.

6. Burnout
Ver a empresa crescendo é muito empolgante, porém os funcionários já não parecem tão animados e você também não se sente tão entusiasmado. É difícil manter um alto nível de energia por um período prolongado e, sob pressão, as pessoas acabam tendo um desempenho abaixo da expectativa. Isso é um problema crítico. Os funcionários precisam de recursos, estrutura e atenção.

Se a sua empresa apresenta vários desses sintomas, você já tem o seu diagnóstico – ela está sofrendo as dores do crescimento. Agora, é só procurar o tratamento adequado. Dependendo do grau de “dor”, o ideal seria buscar ajuda profissional, com consultores especializados antes que a dor venha a ser crônica. Nesse caso, a automedicação não é aconselhável. E, como no caso de doença, o tratamento logo no início torna a cura viável. O importante é ter consciência do problema e procurar o remédio para que sua empresa volte a crescer de forma saudável. Ah, e sinta-se privilegiado pois, afinal, não é qualquer um que consegue fazer uma empresa crescer.

 

Fonte: Revista PEGN

5 perguntas para fazer antes de comprar um negócio

 

O objetivo é saber se o empreendedor está preparado para assumir novas responsabilidades

 

 

Uma alternativa para quem quer ser empreendedor, mas não deseja formatar a própria empresa, é comprar um negócio já existente.

Antes de investir nessa decisão, é preciso ter cuidados. Uma equipe de consultores, advogados e contabilistas poderá ajudá-lo a determinar o valor do negócio e o quanto você deve pagar por ele. Mas existem perguntas que devem ser feitas a si mesmo e respondidas com sinceridade antes de comprar o negócio dos seus sonhos. O objetivo dessa atividade é fazer com que o futuro empreendedor perceba se está preparado para assumir novas responsabilidades. Com base nisso, a revista Inc preparou uma série de perguntas que o ajudarão a descobrir se você está pronto para as exigências de um novo empreendimento.

1. Comprar um negócio é a melhor decisão neste momento?

A pergunta pode parecer simples e até ultrapassada, mas a decisão de abrir um negócio e a definição de quando iniciar esse projeto são etapas importantes e fundamentais na vida de um candidato a empreendedor. Ao fazer esse questionamento, é interessante analisar o que fez você, futuro empreendedor, ter vontade de inaugurar uma empresa própria. Se os motivos elencados forem porque você está entediado e quer arranjar um passatempo ou simplesmente porque quer tentar algo diferente, talvez não seja o momento ideal para abrir um negócio.  Por outro lado, se a oportunidade é vista como um real investimento, no qual será preciso dedicação e aporte financeiro, o próximo passo é colocar o plano em ação e inaugurar o negócio.

2. A sua família irá apoiar a decisão?

Possuir um negócio irá afetar o relacionamento familiar, uma vez que a empresa exigirá atenção em tempo integral do gestor da empresa. Para que essa nova fase dê certo, é importante ter o apoio da família. Caso contrário, é válido pensar se esse é o melhor momento para se iniciar a carreira no empreendedorismo.

3. Quem tomará conta do negócio quando os donos estiverem de férias?

Aqueles que optarem por comprar um negócio devem perguntar aos antigos responsáveis pela empresa quando foi a última vez que eles saíram de férias, quantos dias duraram essas férias e quais foram os problemas que aconteceram no período de sua ausência. Isso mostrará ao candidato como é o dia a dia da empresa e como ele pode se preparar para que os mesmos deslizes não aconteçam durante o seu período de descanso.

4. Quanto será o retorno sobre o investimento?

A pergunta pode parecer óbvia, mas antes de inaugurar ou comprar um negócio é importante saber se o retorno financeiro do projeto está de acordo com os valores que o investidor espera receber. Para evitar problemas, é interessante fazer simulações como, por exemplo, o que aconteceria com o fluxo de caixa do negócio caso as vendas ficassem abaixo das expectativas e analisar como você, empreendedor, conseguiria lidar com essa situação e com o retorno financeiro que receberia.

5. Por que o atual proprietário quer sair do negócio?

O atual dono da empresa conhece o seu negócio melhor do que você. Por isso, é importante que você descubra os motivos que o levaram a querer se desfazer da empresa. É provável que, em uma primeira tentativa, ele dê as clássicas razões como “aposentadoria”, “saúde” ou “outras oportunidades”. Mas é importante encontrar o verdadeiro motivo. Para isso, é valido construir um relacionamento, no qual o vendedor do negócio possa confiar em você.

 

Fonte: Revista PEGN

 

7 lições para você aplicar na sua empresa

Warren Buffett, americano, que é o segundo homem mais rico do mundo, tem uma fortuna de US$ 73,4 bilhões e décadas de experiência nos negócios

 

 

Warren Buffett é um dos empreendedores mais respeitados do mundo. O americano de 84 anos tem um patrimônio de US$ 74,3 bilhões é o segundo homem mais rico de todo o planeta, segundo a Bloomberg. Só Bill Gates (com US$ 85,4 bilhões) tem mais dinheiro que ele. Sua empresa, a Berkshire Hathaway, é uma holding com investimentos em setores como vestuário, energia e infraestrutura.

De qualquer maneira, apesar da idade avançada, Buffett continua esbanjando vitalidade e faturando bem. Em 2013, por exemplo, o empreendedor ganhou US$ 13,5 bilhões. Uma comparação interessante: para um brasileiro que depende do atual salário mínimo (R$ 724, ou US$ 273) acumular tudo isso, seriam necessários 50 milhões de anos – aliás, você pode fazer essa conta, com seus ganhos, na ferramenta You Vs. Warren Buffett.

Não precisa nem dizer que o americano pode ser uma grande inspiração para os empreendedores. O site da revista “Inc.” listou o que, segundo Buffett, é importante para quem precisa comandar um negócio.

1. Minimize riscos
Para Buffett, tomar grandes riscos é um mau negócio. Por outro lado, é impossível lograr êxito sem ser ousado. O americano afirma que a postura mais apropriada para um empreendedor é ir aprendendo o que é necessário para dar passos maiores e tomar riscos necessários. O crescimento de um apostador mais comedido é mais lento, naturalmente, mas menos suscetível a quebras irreversíveis.

2. Mantenha sua reputação
Uma das frases mais famosas de Buffett é que “são necessários 20 anos para construir uma reputação e cinco minutos para destruí-la.” Na era digital, em que uma singela postagem no Facebook pode comprometer a vida de qualquer pessoa, tal pensamento faz ainda mais sentido.

3. Não tenha medo de gente boa
Alguém que trabalha como funcionário pode ficar preocupado ao descobrir que um colega recém-contratado é um bom profissional. Da mesma forma, donos do próprio negócio veem sua liderança em risco ao ver alguém pró-ativo querendo fazer parte da empresa. Buffett diz que todo esse receio é infundado e egoísta. Em sua opinião, devemos nos rodear de gente mais inteligente que nós – a presença dessas pessoas influencia positivamente os outros.

4. Esqueça o retrovisor
O americano diz que “o retrovisor sempre é mais claro que o vidro da frente do carro”, em uma analogia à paranoia dos empreendedores com a concorrência. Pode ser difícil ignorar seus competidores, mas se lembre que é andando para a frente, desenvolvendo seus produtos e se aprimorando, que você chegará ao sucesso.

5. Todo mundo erra
Na década de 1990, Buffett pagou US$ 400 milhões por uma companhia chamada Dexter Shoe. Tempos depois, o negócio quebrou. Apesar disso, o empreendedor diz que a situação também teve seu lado bom: ele aprendeu o que o levou à falha, o que fez com que equívocos parecidos não acontecessem mais.

6. Saiba desistir
Não seja teimoso. Por mais que você acredite que seu negócio ainda vai decolar, a realidade pode mostrar exatamente o oposto. Pode ser melhor desistir com um pouco de dinheiro no bolso do que afundar com seu negócio. Lembre-se que serão menores as chances de você errar de novo.

7. Seja humilde
Muitos empreendedores pensam que devem aproveitar tudo o que o dinheiro ganho lhes oferece. Entretanto, Buffett acredita que tanto consumismo causa tristeza e não felicidade. Por isso, ele vive na mesma casa há 56 anos e não tem carros de luxo espalhados por aí. Para fechar, a intenção de Buffett é de que 99% de sua fortuna seja doado para os pobres. Isso não quer dizer que você deve fazer o mesmo, mas o desapego do americano vai ao encontro de um dos principais valores do empreendedorismo: deve-se abrir um negócio não só pelo dinheiro, mas para mudar o mundo à sua volta.

 

Fonte: Revista PEGN

 

 

A seleção é uma via de mão-dupla

 

É de suma importância que os profissionais se apropriem do seu poder de escolha quando estiverem participando de processos seletivos

 

Abaixo a passividade. Já foi o tempo em que estávamos sujeitos ao sabor dos ventos. Temos o direito (e o dever) de escolher o que é melhor para nós – como pessoas, cidadãos e profissionais.

Sempre acreditei que o trabalho é um instrumento de realização pessoal. Com ele e por meio dele podemos atingir nossos objetivos enquanto nos tornamos pessoas melhores – mais completas e conscientes de nós mesmos. Todos nós temos qualidades, mas também vários pontos a desenvolver. E é justamente o trabalho que nos permite produzir para contribuir com o meio em que vivemos. Ele também nos permite entrar em contato com o nosso eu para aprendermos a fazer diferente, fazer de novo e fazer melhor.

Por isso, é de suma importância que os profissionais se apropriem do seu poder de escolha quando estiverem participando de processos seletivos. Por quê? Porque não são as empresas – somente – que devem escolher os talentos que desejam para seu quadro de colaboradores. Os candidatos podem (e devem) decidir se querem fazer parte ou não daquele time.

É, eu sei. Essa ideia é relativamente nova e pode – para muitos – parecer utópica, mas de verdade não é. Tanto que cada vez mais as empresas enfrentam dificuldades para preencherem suas vagas. Enquanto estamos em pleno emprego, temos, ao mesmo tempo, altos índices de demissão. Os dados do Caged (geração de empregos formais) e do IBGE (tempo entre a saída de um emprego e a entrada em um novo posto de trabalho) comprovam isso.

Bom, dividi um pouco da minha percepção e alguns dados com um único objetivo – reforçar a ideia de que vocês podem e devem ESCOLHER antes de serem escolhidos. Quando estiverem em processos seletivos, não deixem de fazer perguntas. Aproveitem as entrevistas para também “entrevistar” a empresa. Informação é poder. E esse poder lhe possibilitará fazer escolhas com mais clareza sobre o que a companhia oferece em termos de desafios, metas e possibilidades futuras. Se a proposta – em um sentido mais amplo – estiver alinhada com o que você busca para a sua vida e para a sua carreira naquele momento, ótimo. Se não, continue procurando. Dizer não para oportunidades desalinhadas significa evitar frustrações com um trabalho que não te realiza. O foco deve estar em você e no seu desenvolvimento. Assim, os resultados tanto para você quanto para seu potencial/futuro empregador – virão a galope.

Como abordar e o que perguntar

Durante a entrevista, depois de o selecionador falar sobre a empresa e sua dinâmica, pergunte sobre a cultura, visão e missão da companhia. Depois de ele explicar a posição em aberto, pergunte de maneira leve e amigável sobre: (1) o que é esperado em termos de resultados, (2) em quanto tempo e (3) como tais resultados serão medidos. Se possível, pergunte também quais os mobilizadores de promoções na empresa. Essas respostas lhe darão um bom parâmetro sobre a objetividade das avaliações, o ambiente de trabalho, etc. Se não houver “espaço” durante a conversa, deixe para o final. Os selecionadores sempre perguntam a seus entrevistados se ficou alguma dúvida antes de concluir. Essa é a hora. Aproveite o gancho para colocar suas questões na mesa. Você não vai se arrepender.

 

Fonte: Administradores

 

Como encarar uma mudança de carreira – ou emprego – em 2015?

 

Deixar um cargo certo para investir em um novo negócio é atitude cada vez mais comum. Como passar por esse processo

 

Ano novo, vida nova. O ditado é antigo, mas pode ser absolutamente atual para muita gente. Essa é a hora do décimo terceiro salário, das férias e, a princípio do descanso, mas muitas pessoas aproveitam o tempo livre e o dinheiro a mais para investirem em seus novos negócios e mudarem de vez a sua carreira.

Ainda existe certo tabu na hora de deixar um emprego certo para apostar em uma nova carreira, e muito disso acontece porque as pessoas, mesmo sem querer, acabam por criar um vínculo com a profissão que exercem, com o cargo ocupado e com o salário que recebem. Além disso, também há a pressão externa da família e amigos, que condenam o fato de deixar de lado uma carreira já consolidada para apostar em algo novo, ainda mais quando se trata de pessoas mais experientes. Mas apesar de todos esses obstáculos, é cada vez mais comum observar pessoas que deixam de lado a vida “certa” para seguirem o caminho que desejam, mesmo que isso exija maior esforço e traga menos retorno financeiro, pelo menos no início.

Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, deixar um trabalho certo e estável para abrir seu próprio negócio pode parecer assustador, e, para dar esse grande salto é preciso estar preparado, ter um bom planejamento e saber com quem contar. “Não existe receita para que o resultado seja 100% positivo, mas existem sim algumas atitudes que podem ser tomadas para fazer com que o período de transição traga consigo aprendizado e sucesso – mesmo que seja em um prazo maior”, explica.

Antes de qualquer atitude, o profissional precisa saber se tem uma boa ideia para colocar em prática, e, para isso, é preciso estudar a área de atuação, estudar os concorrentes, ter bons conselheiros, um capital inicial disponível para investir na empresa, ter a certeza de que esse novo emprego lhe trará mais satisfação que o antigo, acreditar que o negócio não quebrará em, no mínimo, três anos, uma boa rede de contatos e autoconhecimento, para saber se ele é disciplinado o suficiente para manter um negócio próprio.

“Além disso tudo, o profissional que deseja empreender precisa estar ciente de que muitas vezes o novo trabalho ocupa mais tempo do que o antigo, principalmente no início, e, por isso, deve ser algo prazeroso. Prepare-se para virar noites trabalhando e pensando sobre como resolver possíveis problemas”, exalta Madalena.

A profissional diz que o novo empreendedor deve ser capaz de descrever em poucas palavras o que seu serviço/produto é capaz de trazer como benefício para os clientes. “É a partir desse momento que se torna concreto o que você está fazendo, deixando claro que você sabe o que tem a oferecer ao mercado e como fará isso”, explica.

E especialista comenta que esse não é um objetivo fácil de ser atingido, mas que não existe idade máxima para ser realizado (diferentemente do que muitos pensam) e que, quando bem pensado, estudado e desenvolvido com atenção vale a pena o esforço. “Fazendo essa transição com dedicação e vontade, tudo acontece de forma mais natural, mesmo quando se trata da primeira experiência como empreendedor. É preciso passar por vários obstáculos que surgem no caminho, mas, no final não há nada como ter um negócio para chamar de seu – e ter orgulho disso”, conclui.

 

Fonte: Administradores

Saiba o que muda com as novas regras

 

Publicadas no dia 30 de dezembro, mudanças devem representar economia de R$ 18 bilhões ao ano a partir de 2015

 

 

O governo federal publicou na noite da terça-feira, 30 de dezembro de 2014, em edição extraordinária do Diário Oficial da União, as medidas provisórias (MPs) 664 e 665, que alteram as regras da concessão de benefícios previdenciários e trabalhistas, entre eles a concessão do seguro-desemprego.

Anunciadas na segunda-feira pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, as medidas alteram regras do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e da Previdência Social, aumentando o rigor para a concessão do abono salarial, do seguro-desemprego, do seguro-defeso dos pescadores artesanais, a pensão por morte e o auxílio-doença. Segundo o governo, as mudanças vão acarretar uma economia de R$ 18 bilhões ao ano a partir de 2015.

Técnicos dos ministérios da Fazenda, da Previdência Social, do Trabalho e Emprego e do Planejamento detalharam, nesta terça-feira, as alterações. Entre as principais estão as que determinam novas regras para a concessão do abono salarial e do seguro-desemprego, que começam a valer em 60 dias.

 

Confira o que mudará com as medidas provisórias:

— Seguro-desemprego

Atualmente, o trabalhador pode solicitar o seguro-desemprego após trabalhar seis meses. Com as novas regras, ele terá que comprovar vínculo com o empregador por pelo menos 18 meses na primeira vez em que requerer o benefício. Na segunda solicitação, o período de carência será 12 meses. A partir do terceiro pedido, a carência voltará a ser seis meses.

De acordo com o diretor de Programas da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, Manoel Pires, também haverá alteração no pagamento das parcelas. Pela regra atual, o trabalhador recebe três parcelas se tiver trabalhado entre seis e 11 meses. Para receber quatro, ele tem que ter trabalhado entre 12 e 23 meses e para receber cinco parcelas tem que ter trabalhado pelo menos 24 meses.

— Agora na primeira solicitação ele vai receber quatro parcelas se tiver trabalhado entre 18 e 23 meses e vai receber cinco parcelas se tiver trabalhado a partir de 24 meses. Na segunda solicitação, o trabalhador vai fazer jus a quatro parcelas se ele tiver trabalhado entre 12 e 23 meses e cinco parcelas a partir de 24 meses. Na terceira, nada muda, vale a regra anterior — explicou Pires.

 

O governo também vai aumentar a carência do tempo de carteira assinada do trabalhador que tem direito a receber o abono salarial. Antes, quem trabalhava somente um mês e recebia até dois salários mínimos tinha acesso ao benefício. Agora, o tempo será de, no mínimo, seis meses ininterruptos. Outra mudança será o pagamento proporcional ao tempo trabalhado, do mesmo modo que ocorre atualmente com o décimo terceiro salário, já que, pela regra atual, o benefício era pago igualmente para os trabalhadores, independentemente do tempo trabalhado.

As regras introduzidas agora terão impacto maior a partir de 2016. Para o trabalhador que adquiriu o direito por ter trabalhado em 2014, vale a regra atual.

— As regras novas para o abono terão impacto financeiro, em sua maioria, em 2016, em função desses trabalhadores terem adquirido o direito em 2015 — disse Pires.

 

— Seguro-desemprego do pescador artesanal

Também serão alteradas as regras para a concessão do seguro-desemprego do pescador artesanal, conhecido como seguro-defeso. Agora o governo vai impedir o acúmulo de benefícios assistenciais e previdenciários com o seguro. O benefício de um salário mínimo é pago aos pescadores que exercem a atividade de forma exclusiva durante o período em que a pesca é proibida, visando à reprodução dos peixes.

Segundo a medida, para receber o benefício haverá uma carência de três anos a partir da obtenção do registro de pescador. Hoje a carência é um ano. O beneficiário também terá que ter contribuído pelo período mínimo de um ano para a Previdência Social.

Além disso, a concessão do benefício não será extensível às atividades de apoio à pesca e nem aos familiares do pescador profissional que não satisfaçam os requisitos e as condições estabelecidos na MP. O pescador profissional artesanal também não fará jus a mais de um benefício de seguro-desemprego no mesmo ano decorrente de defesos relativos a espécies distintas. As medidas começam a valer em 90 dias.

 

— Pensão por morte

Além das medidas trabalhistas, as MPs também alteram as regras para a concessão de pensão por morte, com o estabelecimento de uma regra de carência mínimo de dois anos de casamento ou união estável para que o conjuge receba a pensão. A exceção é para os casos em que o óbito do trabalhador ocorrer em função de acidente de trabalho, depois do casamento ou para o caso de cônjuge incapaz.

A nova regra de cálculo do benefício também estipula a redução do atual patamar de 100% do salário de benefício para 50% mais 10% por dependente. Não terá direito à pensão o condenado pela prática de crime doloso que tenha resultado na morte do segurado. As novas regras começam a valer em 60 dias.

 

— Auxílio-doença

O auxílio-doença também sofrerá alteração. O teto do benefício será a média das últimas 12 contribuições e o prazo de afastamento a ser pago pelo empregador será estendido de 15 para 30 dias, antes que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passe a arcar com o auxílio-doença.

— Perícias médicas

Também haverá mudanças nas perícias médicas. A MP estabelece a possibilidade do governo fazer parcerias com empresas para que elas façam a avaliação médica dos empregados para a concessão do benefício, que deverá ser homologada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As regras para as parcerias ainda serão publicadas em decreto.

 

Fonte: Clic RBS

8 erros fatais para quem quer ficar rico

 

Pessoas com dinheiro acompanham de perto as suas finanças para garantir que nada vai dar errado

 

Não são poucos aqueles que querem ficar ricos, porém, a tarefa de ganhar dinheiro é mais difícil do que parece. Por isso, muitos acabam cometendo alguns erros no meio do caminho.

Em entrevista para a revista Entrepreneur, o empreendedor Grant Cardone explica que, apesar do que a maioria pensa, as pessoas com dinheiro acompanham de perto as suas finanças para garantir que nada vai dar errado.

Veja abaixo alguns erros que são, praticamente, fatais para quem está querendo engordar a conta bancária:

1- Buscar conforto e não liberdade
O conforto é elemento mais perigoso do mundo das finanças e, em geral, é o que a classe média busca, afirma Cardone. No entanto, o foco do empreendedor deve estar na liberdade; ou seja, não se deve pensar em ficar rico para se aposentar e sim para poder fazer o que quiser.

2- Diversificar os negócios
Não são poucos os que defendem a diversificação como uma alternativa para os empreendedores. Afinal, se o negócio em uma área de atuação quebrar, a falência poderia ser atenuada pelos negócios em outros setores. No entanto, essa linha de raciocínio está errada por uma razão: quem diversifica não se especializa. Quem quer ficar rico deve aprender tudo o que puder sobre um tipo de negócio e prosperar nele.

3- Depender de apenas uma fonte de renda
O foco em apenas uma área de atuação não obriga um empreendedor a ter só uma fonte de renda. O empresário recomenda que uma parte dos lucros seja investida em fluxos confiáveis, como fundos de investimentos ou imóveis. “Isso não é uma diversificação, e sim uma fortificação de riqueza.”

4- Comparar-se a outros
Evite se comparar com outras pessoas, pois cada um tem problemas e habilidades diferentes. As finanças de outra pessoa, independente se são melhores ou piores que a sua, não vão pagar suas contas, não vão financiar sua aposentadoria e não irão lhe fornecer paz de espírito.

5- Investir em tendências
Evite investir nas “melhores e mais recentes” tecnologias que podem acabar sendo substituídas por novos desenvolvimentos tecnológicos rapidamente. Grandes empreendedores investem em negócios pouco glamourosos; caso de Warren Buffett, que possui ferrovias, seguros e alimentos.

6- Confiar em pessoas sem fundamentos
Cardone conta que o seu maior erro financeiro foi confiar ingenuamente em um grupo de pessoas só porque ele gostava deles e o faziam se sentir bem, sem levar em conta que elas não tinham informações suficientes para abrir um negócio. “Ignore seus sentimentos quando se trata de pessoas e sempre procure evidências sólidas.”

7- Confiar somente na poupança
É impossível criar riqueza real apenas por poupar dinheiro. De acordo com o especialista, essa modalidade de investimento rende pouco e nos motiva a “criar emergências” para gastar o que está no banco, sendo que essas “emergências” não são tão urgentes assim e são uma razão que encontramos para gastar.
Cardone diz que, para garantir riqueza, ele move seu dinheiro para investimentos que não podem ser resgatados facilmente.

8- Tentar impressionar
Existem alguns endinheirados tentam impressionar os outros com a forma como gastam dinheiro com carros esportivos, roupas de marca e experiências de luxo que poucos podem ter acesso. “Os ricos não estão tentando impressionar ninguém, eles estão em busca de liberdade”.

 

Fonte: InfoMoney

Os 6 erros jurídicos mais cometidos pelas startups

 

Segundo advogado, tais aspectos são essenciais, mas ignorados por empreendedores. Saiba o que fazer para não prejudicar seu negócio

 

 

Para abrir uma empresa, é preciso muito mais do que ter uma ideia e executá-la. Há uma série de fatores que devem ser levados em conta pelo gestor de um negócio. Um dos mais importantes – e algo muitas vezes ignorado pelos empreendedores – diz respeito aos aspectos jurídicos de uma organização.

Segundo Lucas Judice, advogado e fundador da aceleradora MidStage Ventures, é bem verdade que existem algumas empresas que, apesar da má vontade em ter contratos detalhados e em contratar advogados de qualidade, dentre outras preocupações pertinentes, foram bem-sucedidas. Mas ele afirma que elas são exceção, até porque nem sempre se comenta sobre as várias companhias que definharam justamente por causa de problemas dessa natureza.

Para ajudar empreendedores a não perder grandes oportunidades de negócios em razão de erros jurídicos, Judice listou os principais equívocos do tipo cometidos por quem tem empresas de tecnologia:

1. Não pensar na parte jurídica
O advogado afirma que, no Brasil, o advogado não é considerado um consultor, mas um “apagador de incêndios”. Ou seja, o profissional só é chamado depois que um problema acontece. Judice recomenda que, ao contrário do que acontece por aqui, o ideal é que o advogado atue como um mentor. Sua presença pode evitar perdas significativas em negociações de contrato ou de investimentos e fazer com que o empreendedor conheça a legislação própria do negócio em que atua.

2. Contratar um amigo ou familiar como advogado
O termo “advogado de confiança”, bastante ouvido por quem precisa de um especialista em direito, não indica que um amigo ou familiar deve ser contratado. Confiança, neste caso, não significa ter alguém a quem confiar um segredo, mas um profissional com conhecimento jurídico para proteger o seu negócio. Judice diz que, para o sucesso de um negócio, mais vale um profissional competente do que alguém próximo, mas que não domine muito bem o que é necessário para ser um bom advogado.

3. Não discutir cláusulas entre os fundadores
Antes de tudo, vale dizer que chamar amigos para um projeto não é uma boa na maioria dos casos – pois apenas a afinidade é levada em conta, não a habilidade de alguém em exercer alguma função. No entanto, acaba acontecendo de amigos se juntarem para abrir uma empresa. Quando isso acontece, muitas vezes um cofundador prefere não discutir aspectos delicados, mas importantes, da companhia, a fim de “não chatear” os outros. Para Judice, é importante se lembrar de que “o combinado não sai caro” e que é melhor ter conversas mais complicadas do que falir.

4. Achar que qualquer contrato social é suficiente
Outro grande erro, segundo o empreendedor da MidStage. Modelos predefinidos não contemplam tópicos essenciais no cotidiano de uma startup, como direito de aquisição de cotas, perda de direitos societários, direitos e deveres dos sócios, regras de admissão de novos parceiros, distribuição de dividendos e cláusulas de confidencialidade, entre muitos outros. Lembra-se da primeira dica, aquela que dizia que é bom ter um advogado por perto? Mais um motivo para você ter algum especialista jurídico a seu lado.

5. Não pensar na propriedade intelectual
Judice afirma que já ouviu diversas vezes que “ter problemas com propriedade intelectual é um bom problema”, pois isso indicaria que seu produto está incomodando concorrentes e tendo público e dinheiro. No entanto, tal argumento é falho. É essencial que os empreendedores criem um negócio para durar e que seja imune a ações jurídicas.

Há algumas maneiras de proteger a propriedade intelectual de um negócio. É possível, por exemplo, solicitar a proteção da sua marca junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Registros em cartórios civis também são úteis, pois podem atestar a data de documentos importantes na elaboração de um projeto.  Além disso, há os acordos de confidencialidade, conhecidos como NDA. Com eles, pelo menos na teoria, impede-se que informações estratégicas se tornem públicas. Judice afirma que solicitar a assinatura de um NDA pode ser desagradável, mas é uma boa garantia para os empreendedores.

6. Não discutir e implementar direitos de aquisição de cotas
Os direitos de aquisição de cotas (também conhecidos pelo termo vesting) são relacionados ao tempo e a metas específicas de uma empresa. Pela legislação brasileira, um sócio pode adquirir cotas de acordo com o tempo e esforço que dedica à evolução de uma empresa.

Por exemplo, o cofundador pode ter 5% em vesting divididos em cinco anos – o que significa que, a cada ano, ele poderá ter uma cota adicional de 1% da empresa. No entanto, os ganhos só existem se metas forem batidas. Do contrário, não. Segundo Judice, a prática incentiva a produtividade dos membros de um time e deve ser levada em conta.

 

Fonte: Revista PEGN

6 dicas para pensar melhor em 2015

 

Use este ano que chega para pensar de forma inovadora

 

 

Na hora de usar nossos cérebros, a maioria das pessoas é preguiçosa e geralmente pensa “no piloto automático”. Essa falta de reflexões inovadoras, segundo o professor Ed Hess, faz parte de nosso DNA. “Apesar de o nosso cérebro representar apenas 2,5% do nosso peso corporal, ele gasta cerca de 20% da nossa energia”, diz o autor do livro “Learn or Die: Using Science to Build a Leading-Edge Learning Organization”, ainda sem tradução para o português, em matéria do site “Inc.”.

O site da revista americana reuniu dicas de como pensar melhor baseadas nos ensinamentos de Hess. Confiram:

 

1. Questione suas convicções
Pensadores preguiçosos automaticamente procuram informações que validam suas convicções e filtram aquelas que as contradizem. Isso gasta muito menos energia mental do que repensar a validade dessas convicções. A partir do momento em que você questiona o que você acha que é verdade, você cria musculatura mental para notar erros em seus pensamentos.

2. Pare de julgar tanto
Julgar rapidamente ideias, pessoas e situações muito rapidamente é outra coisa muito comum de quem tem preguiça de pensar. Esses julgamentos automáticos prejudicam o desenvolvimento de ideias e criam mágoas. Antes de fazer qualquer afirmação, tome tempo, arranje mais informações que possam te dizer realmente o que pensar.

3. Desafie suas regras
Regras são uma ótima forma de impedir o pensamento inovador, afinal, porque desafiá-las se você as criou porque achava que são as melhores formas de alcançar determinados resultados? Esqueça-as para poder encontrar caminhos diferentes de pensar e resolver problemas, você pode descobrir jeitos mais eficientes e com melhores resultados.

4. Fique calmo antes de tomar decisões
Ficar nervoso em situações importantes pode fazer com que você tome péssimas decisões: enfrentar o momento agressivamente ou simplesmente fugir e se esconder. Ao se acalmar, você faz com que seu intelecto fique no controle da situação e os resultados são consistentemente mais positivos.

5. Pare de usar apenas seu ponto de vista
Ver as coisas apenas pela sua perspectiva é com certeza uma forma de ser preguiçoso intelectualmente. Fazer um exercício de empatia e imaginação para pensar como outras pessoas demanda mais energia, mas pode trazer os resultados que você precisa e, claro, agradar um número maior de pessoas.

6. Escute com mais atenção
As pessoas falam muito mais devagar do que o seu cérebro consegue processar, portanto, ele sempre vai querer se apressar para interpretar o que alguém está te contando. Você precisa se treinar para diminuir essa velocidade e compreender e interpretar melhor o que seu interlocutor está falando. Assim você conseguirá absorver um maior número de informações e assim tomar melhores decisões.

 

Fonte: Revista PEGN

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