Monthly Archives - novembro 2014

Como trabalhar menos e melhorar seu desempenho em 20%

Para aumentar sua produtividade, nem sempre trabalhar mais é a solução. Por incrível que pareça, trabalhar menos pode melhorar o seu rendimento

“Pare de trabalhar um pouco e crie espaço em sua rotina para um pouco de auto-reflexão”

 

Você é daquelas pessoas que acredita que ser produtivo é riscar mil itens da sua lista de tarefas ou de zerar a todo instante a sua caixa de e-mail?

Então aqui vai uma sugestão dada pela escritora Janet Choi, do blog iDoneThis: pare de trabalhar um pouco e crie espaço em sua rotina para um pouco de auto-reflexão.

Para a autora, a força da auto-reflexão é simples, porém poderosa. Claro, assim como qualquer outra atividade que ainda não é um hábito, parar por até cinco ou dez minutos para refletir, seja apenas pensando ou escrevendo sobre seu dia, pode parecer uma chatice, mas através desse processo de auto-reflexão que se reconhece e comemora progressos e se ganha motivação.

O mito da produtividade

Existe um senso comum que ronda o mundo empresarial: quem trabalha mais, produz mais. Porém, essa máxima está longe de ser uma verdade absoluta. Pesquisadores da Harvard Business School tentaram comprovar a crença de que a solução para problemas na produtividade é trabalhar mais e descobriram: dar mais tempo para as pessoas pensarem tem uma eficácia muito maior.

No estudo, pessoas que estavam passando por um difícil processo de seleção foram divididas em três grupos: reflexão, compartilhamento e controle. Seus dias eram todos iguais, exceto pelos minutos finais. Os membros do grupo de reflexão gastavam os 15 minutos finais de trabalho escrevendo sobre, no mínimo, duas lições importantes que aprenderam durante o dia. Aqueles do grupo de compartilhamento faziam o mesmo, precisando ainda explicar suas anotações para um colega.

No final do processo, os candidatos desses dois grupos mostraram um aumento de 20% em sua performance, comparados aos indivíduos que só trabalharam até o final do dia.

“Refletir sobre o que foi aprendido torna a experiência mais produtiva”, explicam os autores da pesquisa. E a co-autora Francesca Gino explica: trabalhar mais diminui a produtividade. “Se separarmos um tempo para refletir, olhar para o relógio pode sugerir que estamos trabalhando menos, mas depois vamos notar que nossas mentes estão se envolvendo mais e nossa perfomance está melhor”, ela afirmou ao Fast Company.

Praticar a reflexão de forma escrita, como foi feito no estudo, é a maneira mais recomendada por especialistas. Os autores do livro The Progress Principle (O Princípio do Progresso, em tradução livre), Teresa Amabile e Steven Kramer, encorajam o uso de diários de trabalho para ajudar na compreensão de como você está progredindo e possibilitar o auto-conhecimento.

Como praticar?

O espaço de trabalho não é exatamente conhecido por encorajar a auto-reflexão, apesar de seus benefícios. No entanto, praticá-la diariamente é o ideal. Em seu artigo no iDoneThis, Janet Choi propõe cinco perguntas para serem feitas ao final de cada dia de trabalho e desencadear esse processo de reflexão:

1. O que eu aprendi hoje?
2. O que eu realizei hoje?
3. O que impactou o meu progresso?
4. Como posso transformar pontos negativos em progresso amanhã?
5. O que se destacou em meu dia de trabalho e como eu me senti a respeito disso?

Dê a si mesmo algum tempo para refletir e responda a essas perguntas da forma mais específica que puder. Investindo de cinco a quinze minutos do seu tempo, você poderá combater o impulso de achar que a solução para a produtividade é fazer mais e mais.

 

 

 

Fonte: Administradores

Como fazer o planejamento financeiro 2015 da sua empresa

A preocupação com esse ponto deve ser ainda maior quando o negócio estiver em estágio inicial

Sem capital, é difícil tirar um negócio do papel. Nesse sentido, planejar com cuidado a utilização dos recursos disponíveis é essencial para garantir não só o prolongamento da vida de uma empresa, mas seu contínuo e duradouro sucesso. Como nas finanças domésticas, é preciso definir gastos, prioridades e supérfluos. Uma planilha para planejamento financeiro empresarial, em Excel ou em outros formatos, é primordial para manter o controle e a organização dos recursos que entram e saem da empresa.

A preocupação em ter esse controle deve ser ainda maior quando se tratar de um negócio em estágio inicial. Isso porque a situação de não ter tantos clientes e de ainda não ter estabelecida a empresa no mercado é delicada no que diz respeito a assegurar o capital de giro (que na verdade significa simplesmente ter saldo positivo suficiente para os gastos da empresa e para promover seu crescimento). Por isso é tão importante buscar informações sobre planejamento financeiro empresarial e como fazer esse tipo de plano de forma a adaptá-lo à realidade do negócio e do estágio em que o mesmo se encontra.

Muitos sites de empreendedorismo disponibilizam modelos gratuitos de planejamento financeiro empresarial, como por exemplo o Sebrae. A adequação de um desses ou de outros modelos para a sua empresa pode ser mais simples do que montar um plano de entradas e saídas do zero. O planejamento financeiro empresarial tem características e fundamentos específicos, que aqui resumimos em oito dicas para facilitar o trabalho de quem pretende montar um modelo personalizado ou se basear em planos previamente existentes:

1. Faça previsões para o ciclo operacional – Para garantir o capital de giro, planeje os gastos em cada etapa dos processos utilizados na empresa: fabricação/compra, estoque, venda e entrega (ou quaisquer outros particulares ao negócio em questão). Estabelecer um valor de custo para cada uma dessas etapas, com base numa análise realista, é a forma mais sensata para começar a montar um planejamento financeiro.

2. Estipule diferentes situações – Prever gastos é certamente mais fácil do que estabelecer o exato valor que entra através de vendas. Como planejar os gastos sem ter a garantia de quanto capital está disponível? É importante utilizar as previsões citadas no outro ponto para estipular três possíveis cenários: o de “sobrevivência”, no qual se gasta apenas o necessário para a vida saudável da empresa; o “normal”, que seria aquele em que sobra algum capital para investimentos internos; e o “sucesso”, que o nome já explica, é o capital suficiente para cobrir despesas, fazer investimentos e crescer em lucros, estando longe de riscos de falência. Passar de um cenário para o outro não acontece do dia para a noite, por isso, mantenha sempre o equilíbrio ao estipular as vendas; não aumente os gastos para o mês seguinte só porque vendeu bem no mês passado, mas estabeleça metas para alcançar uma taxa estável de crescimento.

3. Negocie preços e pagamentos – Uma boa forma de segurar dinheiro no caixa é pedir maiores prazos aos fornecedores ou parcelar pagamentos (sem juros!). Assim, se inclui a parcela do pagamento no planejamento sem que o peso seja muito grande.

4. Adiante recebimentos – É o mesmo princípio do ponto anterior: investir para ter dinheiro em caixa. Promoções, descontos para compras à vista e outras ações do tipo servem para facilitar a entrada de capital. Quando se trata de promoções, porém, é importante fazer os cálculos para não perder ao invés de ganhar; o objetivo é adiantar lucros para evitar ao máximo fazer empréstimos, o que nos leva ao próximo ponto.

5. Cuidado com os juros – Não calcular o ciclo operacional e não negociar com os fornecedores pode resultar na necessidade de um empréstimo para cobrir custos e refazer estoque. O problema é que as taxas de juros no caso de crédito liberado rapidamente para cobrir despesas de curto prazo podem chegar a até 10% ao mês, em casos extremos. Guardar um dinheiro de segurança, para cobrir eventuais custos como esses, deve ser um hábito desde o início do empreendimento, de forma a evitar os juros ao máximo.

6. Não confunda o caixa da empresa com o seu – Misturar as coisas dificulta a visualização dos resultados da empresa. Deve ser estabelecida previamente a quantia que cada um dos sócios receberá por mês, para que o patrimônio do empreendimento não seja prejudicado.

7. Calcule o preço ideal para o seu produto – Através da análise do custo de produção, expectativa de lucro, pró-labore dos sócios (quantia retirada por mês) e outros custos e variáveis é que se determina o valor de um produto ou serviço. O preço deve, invariavelmente, corresponder ao valor necessário para sustentar todos os gastos e promover o crescimento da empresa. Se o preço atual for problemático, voltar ao plano de negócios é uma opção para rever os processos utilizados e estudar formas de reduzir custos, promover mais entradas (promoções com pagamento à vista, por exemplo) ou aumentar preços, o que for mais viável.

8. Mantenha o controle! – Não deixe de ser rígido quanto ao controle financeiro; medir o Retorno Sobre Investimento (ROI) com regularidade é importante, bem como adotar alguma ferramenta de gestão financeira que ajude a manter o fluxo de caixa e os gastos mensais sempre atualizados.

 

 

Fonte: Administradores

Como demitir de maneira justa e correta

A demissão pode ser traumática tanto para o demitido quanto para a empresa

Existe uma tarefa no caminho de todo líder que não pode ser evitada: a demissão de um membro da equipe. Ela pode ser definida como a própria personificação do lado negativo da liderança, pois não pode ser delegada, não pode ser feita por e-mail ou telefone. É tarefa do líder, face a face com o demitido – que por vezes nem merecia ser demitido, mas, devido a reestruturações, fusões, queda nas vendas, fechamento de unidades e outros fatores, acaba sendo cortado.

Nessas situações, algumas empresas criam um programa de demissão voluntária. Torna o processo mais justo e menos penoso para todos. Entretanto, são casos raros. Normalmente você precisa demitir alguém por motivos certos e claros.

A seguir, um guia para tornar a tarefa menos traumática para todos:

1. Assegure-se de que todos conhecem as regras. Existem leis que definem os motivos pelos quais uma pessoa pode ser demitida. Será que todos as conhecem? E quanto às regras internas de sua empresa? Algumas organizações definem que os colaboradores que lidam diretamente com fornecedores e clientes são proibidos de receber qualquer presente destes, sob pena de demissão sumária. Em outras, essa proibição não existe, pois consideram que dificultaria o relacionamento entre parceiros. E quanto às informações? São confidenciais ou não? O que acontece com quem “vaza” um segredo de sua empresa? E, mais importante, todos sabem o que acontece com essas pessoas? Certifique-se de que essas regras básicas são do conhecimento de todos. Isso não vai evitar demissões, mas vai tornar sua tarefa um pouco mais fácil – afinal, todos sabiam as regras do jogo – e diminuirá um pouco as especulações sobre o motivo da demissão de fulano. Porém, tenha cuidado: você não precisa ficar lembrando essas regras ao seu pessoal o tempo todo, sob pena de prejudicar o moral da equipe. Basta colocá-las em um manual do funcionário, seja em papel ou em sua intranet.

2. Escolha o dia certo. É uma prática bem comum, mas especialistas são contra demissão na sexta-feira à tarde, por ser traumática para o demitido. A demissão na sexta é boa apenas para quem demite, pois fica com o fim de semana para esquecer a experiência. Já o demitido tem dois dias em que se sente totalmente perdido. Da mesma forma, não demita ninguém na véspera de um feriado, ou no primeiro dia após as férias de seu funcionário. Prefira fazer essa tarefa nas segundas ou terças pela manhã.

3. Separe pelo menos meia hora em sua agenda. É impossível demitir alguém em dez minutos e mostrar respeito por aquela pessoa. É preciso dar espaço para ela desabafar, falar, expor seus sentimentos. Afinal, um demissionário não corta, assim, por mágica, seus laços com fornecedores, clientes e outros membros de sua empresa. Caso ele se sinta mal tratado no desligamento, isso pode afetar seus negócios.

4. Reúna-se sozinho com o demitido. Desligamentos não são assuntos para comitês. Assuma sua responsabilidade de líder e fale sozinho com a pessoa. Isso valoriza as duas posições, principalmente a sua.

5. Dê apoio. Não custa manter acordos com empresas de recursos humanos/outplacement. Assim, você pode oferecer ao demitido um encontro com pessoas que podem ajudá-lo a retomar à carreira no mesmo dia da demissão, diminuindo o estresse e dando um rumo a quem perdeu a referência de si mesmo. Não deixe o demitido se sentir abandonado.

6. Não fique dando voltas. Não se pode dourar a pílula da demissão. É um choque de qualquer maneira, não importa a maneira como você a conduza. Seja educado e coloque a questão em termos mensuráveis. Diga, com todas as palavras, o motivo pelo qual a empresa está demitindo o funcionário. Ele tem o direito de saber a razão de sua dispensa e deve ser ouvido com atenção.

7. Documente tudo. Nossas leis trabalhistas são complexas e, dependendo do setor da economia e do nível do funcionário, demissão é sinônimo de “processo”. Por isso, mantenha sempre em dia a documentação de seu funcionário e não deixe nenhum documento de demissão “para depois”. Resolva o máximo possível de assuntos legais ali, na hora.

8. Explique para o resto da equipe. Reúna o pessoal e diga que Fulano está saindo da empresa, que suas funções serão assumidas por Sicrana e Beltrano por uma semana, até que o substituto seja escolhido. Aproveite e peça para que as pessoas indiquem conhecidos competentes para a função. Você não precisa contar o motivo da demissão, ainda mais se o demitido ainda estiver por perto e isso causar constrangimento a ele e a outros membros da equipe. Concentre-se em explicar como será o dia-a-dia a partir dali.

Ps.: Se você faz parte do RH então reflita sobre tudo isso!

 

 

Fonte: Administradores

 

 

 

Analisando perfil profissional através do Facebook

Análise do perfil do Facebook aponta o tipo de funcionário que você será

 

 

 

Pesquisadores estadunidenses analisam traços da personalidade úteis na vida profissional que são facilmente observados nas redes sociais

Os pesquisadores Katelyn Cavanaugh e Richard Landers, da Universidade Old Dominion (Estados Unidos), realizaram um estudo que considerou o perfil de usuários do Facebook como indicador do comportamento destes indivíduos no local de trabalho. A pesquisa, de acordo com o Business Insider, exaltou dois traços da personalidade bastante úteis na vida profissional que são facilmente observados nas redes sociais: a consciência e a extroversão.

O que mais indica sucesso no trabalho é a consciência, por apontar hábitos de pontualidade, organização e obediência, enquanto a extroversão demonstra quanto tempo uma pessoa gosta de passar com outras, que pode ser entendido como uma qualidade fundamental em um vendedor, mas sem tanta importância em um programador.

146 alunos da universidade, que estavam empregados durante a pesquisa, realizaram um teste de personalidade que abordava as características que eles acreditavam ter. Uma equipe examinou seus perfis de mídia social e os classificou em um conjunto de características que variavam de afabilidade para neuroticismo.

Quando comparados, o desempenho dos estudantes no ambiente de trabalho apresentou uma maior correlação com os traços de personalidade percebidos na rede social do que com os resultados do teste aplicado.

Para Landers, os testes de personalidade são mais fáceis de falsificar.“Os candidatos podem descobrir o que a empresa quer que eles sejam e responder a partir disso”, disse o pesquisador ao Business Insider. “Não se pode capturar a história de alguém em um único teste de personalidade”, informou Cavanaugh.

 

Fonte: Administradores

Como acabar com a dispersão no ambiente de trabalho

Você e sua equipe não conseguem se concentrar? Conheça cinco dicas para resolver o problema

 

Você e seus funcionários andam dispersos no trabalho? Os fatores para a queda na produtividade podem estar no próprio escritório.

Para aumentar a realização de tarefas, é preciso analisar – e, talvez, mitigar – os elementos que estão roubando a atenção de todos. De quebra, eles podem também estar prejudicando a saúde dos empregados. O site da Inc. fez um levantamento com seis grandes distrações no escritório. Veja quais delas podem estar tirando o foco do seu funcionário neste momento.

Barulho
De acordo com uma pesquisa da Universidade Cornell, dos Estados Unidos, em um escritório amplo, mesmo um ruído baixo pode resultar em altos níveis de estresse. Se a sua empresa tem um ambiente aberto, estude bem onde colocar cada funcionário e máquinas barulhentas, como copiadoras.

Temperatura
A temperatura no ambiente de trabalho afeta diretamente a produtividade. A Universidade Cornell fez um experimento em que aumentou a temperatura em escritórios de 20° C para 25° C. Os erros na empresa caíram 44%. Outro estudo indica que os ambientes também podem ser quentes demais, com quedas no desempenho quando o termômetro passa de 24° C.

Interrupções tecnológicas
Quase 60% das interrupções no trabalho vêm da internet. Blogs, mídias sociais, e-mail e, claro, todos os programas abertos na tela – tudo isso contribui para que as atividades não sejam realizadas mais rapidamente. De acordo com um levantamento feito pela empresa de pesquisa de mercado uSamp, enquanto a mídia social pode encorajar a interação entre empregados, não há como negar que ela seja uma enorme distração.

Conversas
Telefonemas, reuniões, aquele colega falante que senta ao lado: essas conversas podem ter um grande efeito na produtividade. Atender ligações, falar com outros funcionários e fazer reuniões não programadas pode somar 43% das interrupções no ambiente de trabalho.

Conforto
O design dos móveis do escritório está proximamente ligado à saúde, ao conforto e à produtividade. Cadeiras que não são ajustáveis e mesas pequenas demais podem causar dores nas costas e contribuir para lesões de esforço repetitivo. Um estudo coordenado pela consultoria Health and Work Outcomes mostrou que os indivíduos que receberam treinamento de ergonomia e sentavam em cadeiras ajustáveis tiveram uma produtividade 17,8% maior depois de um ano.

Espaço
O Wall Street Journal publicou recentemente resultados de uma série de estudos que mostraram os impactos do espaço em volta da estação de trabalho. Tetos baixos estimulam o pensamento analítico, enquanto os altos levam a pensamentos abstratos e à criatividade. Cores e luzes também podem mudar a maneira como pensamos. Paredes vermelhas podem minar a criatividade, mas encorajar tarefas que pedem detalhismo e exatidão.

 

Fonte: Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios

Cuidados ao pagar o 13º salário

O 13º é dado por mês trabalhado, ou fração do mês igual ou superior a 15 dias

Com até o dia 30 de novembro, para que as empresas do país paguem a primeira parcela do 13º salário e até o dia 20 de dezembro para o pagamento da segunda parcela, o valor que anima quem recebe pode se tornar uma grande dor de cabeça para os empresários caso esses não tenham se planejado adequadamente.

“O 13º salário é uma obrigação para todas as empresas que possuem empregados, e o seu não pagamento é considerado uma infração, podendo resultar em pesadas multas para a empresa no caso de autuada por um fiscal do Trabalho. Para se ter ideia, o valor é de 160 UFIRs (R$ 170,25) por empregado, e esse é dobrado em caso de reincidência. Lembrando que é uma multa administrativa em favor do Ministério do Trabalho e que além dessa, dependendo da Convenção Coletiva da categoria, pode existir cláusula expressa retratando a correção do valor pago em atraso ao empregado”, conta Fabiano Giusti, consultor trabalhista da Confirp Contabilidade.

O 13º é dado por mês trabalhado, ou fração do mês igual ou superior a 15 dias. Desta maneira, se o empregado trabalhou, por exemplo, de 1º de janeiro à 14 de março, terá direito a 2/12 (dois doze avos) de 13º proporcional, pelo fato da fração do mês de março não ter sido igual ou superior a 15 dias. Desta forma, o cálculo é feito mês a mês, observando sempre a fração igual ou superior a 15 dias.

“As médias dos demais rendimentos como hora extra e comissões adicionais são também somadas ao valor do salário usado como base para o cálculo do décimo terceiro. Trabalhadores que só recebem comissão devem calcular o valor baseando-se na média aritmética das comissões recebidas durante o ano ou conforme Convenção Coletiva da categoria, seguindo sempre o que for considerado mais benéfico”, acrescenta o consultor.

Como em um salário normal, também ocorrem uma série de descontos no décimo terceiro do trabalhador, porém somente na 2ª parcela, que são Imposto de Renda (IR), a contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Pensões Alimentícias, quando mensurado nos ofícios, e as famosas contribuições associativas previstas em algumas convenções coletivas.

No que tange a impostos, no intuito de fracionar o pagamento aos empresários, diferente dos descontos, o FGTS é pago nas duas parcelas, juntamente com a remuneração salarial do mês do pagamento, seus percentuais variam: 8% para empregados celetistas e domésticos quando aplicável e 2% no caso de menor aprendiz.

Ponto importante é que é que o valor deverá ser pago na rescisão de contrato em casos de demissão sem justa causa, pedido de dispensa, fim de contrato por tempo determinado (inclusive os contratos sazonais, por safra) e aposentadoria, e o valor deverá ser proporcional aos meses em serviço. Já quando ocorre a demissão com justa causa, o trabalhador perde esse benefício e caso já tenha sido paga a primeira parcela, como o mesmo perdeu o direito ao recebimento, o valor efetivamente adiantado deverá ser abatido do saldo de salário ou demais verbas rescisórias.

“Caso a data máxima de pagamento do décimo terceiro caia em um domingo ou feriado, o empregador deve antecipar o pagamento para o último dia útil anterior. O pagamento da gratificação em uma única parcela, como feito por muitos empregadores, normalmente em dezembro, é ilegal, estando o empregador sujeito a multa”, alerta Giusti.

 

 

Fonte: Administradores

Quando a relação azeda…

São críticas pra cá, acusações pra lá e ninguém parece chegar a um acordo. Descubra o que fazer para melhorar a convivência entre chefes e colegas no ambiente de trabalho

José não fala com João, que brigou com Maria, que não aceita ordens de Sofia, que espalha fofocas pela empresa inteira… A famosa Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade, poderia sair exatamente assim – às avessas e sem nenhuma poesia — se inspirada em alguns ambientes empresarias. E, acredite, não estamos exagerando. “Em certos lugares, as relações interpessoais são tão complicadas que quase todo mundo, mesmo sem saber, acaba contribuindo para piorar o quadro”, conta Rafael Chiuzi, coach executivo e professor de psicologia organizacional e do trabalho da Universidade Metodista de São Paulo. Mas, calma lá!, porque ainda é possível salvar esse relacionamento.

O primeiro passo é entender o que está acontecendo. Para isso, basta abrir os olhos e ouvidos, afinal, os sintomas da desarmonia são pra lá de evidentes. Quando uma equipe perdeu a sintonia ou dois colegas não se bicam, a comunicação, por exemplo, é logo afetada. Os diálogos são frios, secos e frequentemente levam a mal-entendidos. Para piorar, o estresse é constante, sobra mal-humor e falta paciência. “É comum as pessoas demonstrarem uma irritação generalizada, sem uma causa específica, e o que é dito, algumas vezes, mexe negativamente com o humor delas”, explica a psicóloga Clarissa de Franco, professora de pós-graduação em RH da Faculdade Anchieta, em São Paulo.

Se o problema está no chefe, um sintoma clássico é os funcionários deixarem de procurá-lo para esclarecerem dúvidas, fazerem sugestões ou trocarem ideias. E, se a fonte da desarmonia é um colega, podem ocorrer desde tensões e discussões esporádicas até, em casos extremos, divisões na equipe. “Nessas horas, é comum alguém começar a procurar outros colegas como testemunhas de que está agindo de um modo correto em relação a essa pessoa”, diz Clarissa. Esse, por sinal, é o primeiro indício de que uma guerra está a caminho. “Na verdade, o que se está buscando são aliados para uma possível ‘batalha’”, alerta a psicóloga.

O poder do diálogo

Agora, imagine trabalhar, dia após dia, num clima de tensão e desarmonia. A parceria e a cooperatividade ficam logo comprometidas e os prejuízos se amontoam: prazos não são cumpridos, erros pipocam aqui e acolá e a criatividade desaparece. “Algumas pessoas ficam tão abaladas que levam o estresse e a irritação para casa, comprometendo outras esferas de suas vidas”, conta Rafael. Um dos clientes dele passou por isso e só percebeu que deveria buscar ajuda quando a família chiou. “Ele chegava em casa tão incomodado que já não conversava com a mulher nem com o filho”, diz o especialista.

A meta dos coaches e psicólogos é desvendar o que está por trás desses problemas. Um trabalho de detetive, diga-se de passagem. “Muitas vezes, a causa é mais profunda do que imaginamos e está no próprio currículo de algumas faculdades, especialmente aquelas mais focadas na técnica e que não investem em disciplinas de ciências humanas”, diz Rafael. Essa lacuna, segundo ele, aparece lá na frente, quando o profissional assume um posto de chefia e descobre que não sabe como delegar tarefas, como tratar os funcionários, como pedir um favor… Outro fator que leva à desarmonia é a arrogância de alguns profissionais, que minimizam a importância das relações humanas e não se esforçam para cooperar com os demais. Esses dão dor de cabeça aos colegas e, às vezes, só aceitam buscar ajuda quando a empresa exige. “Muitos vão se conscientizar de que há algo errado apenas quando a insatisfação da equipe é generalizada”, afirma Rafael

A solução, qualquer que seja a causa do problema, começa pelo diálogo – muito diálogo, na verdade. Perguntar o que está errado, solicitar a cooperação de todos, abrir-se a sugestões, aceitar críticas, pedir desculpas… São infinitas as possibilidades abertas por uma franca conversa. “No entanto, é essencial estabelecer metas, muito claras e pontuais, e fazer um esforço para cumpri-las”, aconselha Rafael. E se, em algum momento, as coisas fugirem do controle, basta respirar fundo e lembrar que ninguém está livre de enfrentar desafios no ambiente de trabalho. O que importa é a disposição para tentar melhorar sempre.

 

Fonte: Administradores

 

 

Gestão de Metas:

 Como implementar a metodologia OKR?

Mônica Santos*



5 passos que irão levar sua organização a uma gestão eficiente de metas.
Nós temos um objetivo com este artigo, caro leitor: fazer com que você entenda a metodologia de OKR (Objectives and Key Results) e que isso te ajude a aplicá-la em sua organização. Faremos isso através de um texto de até 800 palavras, utilizando uma linguagem informal e direta ao ponto, trazendo exemplos para ilustrar o que queremos transmitir. Simples assim.

Acredite ou não, acabamos de definir um OKR. Incrível, não? Eles devem ser sempre assim, simples o suficiente para que você os entenda e se sinta entusiasmado a alcançá-los. Agora que temos nosso objetivo estabelecido, vamos ao que interessa. Quais são os passos para a implementação de um sistema eficaz de OKRs?

1.   Entender que OKRs são parte da cultura da empresa.

Uma cultura de OKR se estabelece quando há um interesse real de uma empresa em estabelecer um processo estruturado para o alcance das metas. Imaginamos que ao ler a palavra “cultura”, alguns pensamentos negativos do tipo “minha empresa não está preparada para isso” ou “não sei por onde começar” possam ter vindo à sua mente.

Não se preocupe se isso aconteceu, o Google também passou pela mesma situação no início. Inclusive, essa metodologia foi implementada quando o Google ainda não era o “Google”. Apenas um grupo de profissionais no primeiro ano de nascimento da empresa, mostrando que é possível sim que qualquer empreendimento possa estruturar seus OKRs, independente de seu tamanho.

2.   Entender que OKRs ajudam a classificar o que é prioridade.

OKRs nada mais são do que um conjunto de objetivos inter-relacionados que, alcançados de forma individual ou coletiva, vão contribuir para os objetivos macro de uma organização. Dessa forma, eles são vitais para que o profissional entenda o seu escopo de trabalho e saiba onde direcionar seus esforços e onde não gastar energia.

Podemos afirmar sem medo de errar que uma gestão objetiva de OKRs eleva a produtividade e reduz de forma grandiosa o tão temido stress no ambiente de trabalho. Além disso, ao produzir mais, a auto estima do funcionário aumenta, reduzindo problemas relacionados à saúde e falta de motivação. Ou seja, todos ganham.

3.   Entender que OKRs são mensuráveis e devem ser simples.

Parece óbvio, mas não é. OKRs devem ser bem objetivos e existe uma regra de ouro para criá-los: (a) todos devem, obrigatoriamente, conter números. (b) todos devem ser mutualmente acordados entre gestor e profissional. (c) cada pessoa deve possuir, no máximo, 5 objetivos macro com 4 resultados chave para cada objetivo macro. (d) ao menos 60% dos objetivos devem ser definidos bottom up, ou seja, pelo próprio profissional que trabalhará neles (falaremos disso no próximo item).

4.   Entender que OKRs seguem duas vias: Top Down e Bottom up.

Isso é muito importante e gostaríamos de enfatizar. O modelo tradicional de formação de objetivos é feito exclusivamente de cima pra baixo, muitas vezes acordados em reuniões de diretoria, sem envolvimento de todo o grupo de funcionários. Nós trabalhamos com uma proposta diferente: 40% são OKRs definidos por nossos Vice Presidentes e Diretores, que nos passam a direção, enquanto 60% são OKRs definidos por cada indivíduo na empresa, que define como será o caminho.

Para exemplificar, seria como o presidente de um clube de futebol definisse em seu OKR a meta de “ser campeão brasileiro de futebol da série A”, e o técnico desse clube, ao receber 40% desse OKR (a direção é ser campeão), define os 60% faltantes que devem ser feitos para isso acontecer: “importar táticas consagradas da Europa, contratar jogadores de peso, etc”. Como você pode ver, o presidente não deve pensar em detalhes de como o clube será campeão, mas ele deve garantir que há alguém pensando no que deve ser feito para que isso aconteça.

O mesmo raciocínio serve para qualquer organização. Além disso, se você planeja elevar o engajamento dos profissionais de sua organização, experimente envolvê-los no processo de elaboração de objetivos e se surpreenda com os resultados.

5.   Entender que OKRs são públicos para toda a empresa e promovem o engajamento de todos.

A ideia de gerenciar OKRs não públicos soa tão ineficaz quanto ler um livro no escuro. Manter a cultura de OKRs viva é uma tarefa de todos, e internamente todos os Googlers (termo utilizado a quem trabalha no Google) registram seus OKRs trimestrais em nossa intranet, tornando-os acessíveis a qualquer interessado. Ao fazer isso cria-se um sentimento de engajamento ao perceber que todos os objetivos estão relacionados tanto verticalmente quanto horizontalmente, dando-nos a percepção de que caminhamos todos no sentido certo, como um grande time.

*Mônica Santos – é Diretora de recursos humanos do Google na América Latina.

 

 

Fonte: Administradores

Emoções:

Saiba como controlar suas emoções no trabalho e na vida pessoal

O primeiro passo é ter os os pés no chão. Assim, o empreendedor controla sua ansiedade

 

Mantenha a calma: no trabalho, fique longe das pessoas emocionais

 

As emoções não se misturam bem com os negócios ou mesmo com a vida profissional. Não importa se uma pessoa está triste, feliz, estressada ou preocupada – para que não ocorram erros no momento de uma tomada de decisão ou na conclusão de um importante projeto, é preciso manter a calma e, principalmente, usar a lógica. Neil Patel, empreendedor inglês e cofundador das empresas Crazy Egg e KISSmetrics, escreveu em seu blog Quick Sprout alguns conselhos para que empresários consigam controlar as suas emoções e obter negócios com um sucesso cada vez maior. Essas dicas podem ajudá-lo a ter a calma necessária para fechar o tão sonhado contrato.

1. Tenha os pés no chão
No caso de receber uma notícia ruim ou que não atinja todas as suas expectativas, o empreendedor não pode ficar deprimido. Ele deve pensar que nos demais negócios ou empresas existirão sempre empresários com problemas maiores e mais complexos que os seus. Caso a notícia seja positiva, o empreendedor também não pode acreditar que a batalha esteja ganha. Deve pensar que o acontecido é ótimo para os seus negócios, porém que é preciso ter a consciência de que outros empresários estarão conquistando feitos maiores que os seus. Para controlar as suas emoções, empreendedores devem comemorar as vitórias, aprender com os fracassos e sempre desejar experimentar mais conquistas. Isso permitirá ao empreendedor não ficar feliz ou pessimista em excesso.

2. Evite pessoas muito emocionais
Aqueles que estão à nossa volta são responsáveis por influenciar as nossas atitudes e pensamentos. Por isso, para que projetos atinjam o desejado sucesso, é importante cercar-se de pessoas centradas, uma vez que estar rodeados de amigos com grandes dramas emocionais podem deslocar a atenção do empresário e até mesmo deixá-lo irritado ou perturbado. Isso não quer dizer que o empreendedor deva cortar os laços de amizade ou companheirismo com aqueles que estão com problemas. Ele deve apenas conseguir certo grau de distanciamento para que o problema dos outros não prejudique o desempenho dos negócios e a tomada de decisão.

3. Amigos, amigos, negócios à parte
Durante o tempo de trabalho, é importante estar com todas as energias e pensamentos voltados para o sucesso do negócio. O empreendedor deve mostrar para os seus amigos e familiares que não precisa ser incomodado com besteiras enquanto está no dia a dia da empresa. Mas é valido ressaltar que essas pessoas devem procurá-lo quando tiverem informações úteis para serem discutidas. Do contrário, as conversas informais e as brincadeiras devem ficar exclusivamente para os momentos de lazer e diversão.

4. Não cante vitória antes da hora
O anúncio de um novo contrato mexe com as emoções de qualquer empresário. Para brindar a conquista, muitos fazem “happy hour”, festinhas na empresa ou mesmo almoços com sócios. Mas, antes que o contrato esteja devidamente assinado e parte do dinheiro esteja depositado na conta da empresa, é preciso ficar atento e evitar grandes comemorações. Isso fará com que o empreendedor esteja preparado emocionalmente caso alguma coisa dê errado e os planos não aconteçam da maneira que foi prevista.

E você, empreendedor, como faz para controlar as emoções e manter o equilíbrio?

 

Fonte: Revista PEGN

Os prejuízos de um procrastinador

Estudo estima que 20% dos norte-americanos são procrastinadores crônicos, o que pode comprometer a economia de toda uma organização

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos descobriu que 20% dos norte-americanos são procrastinadores crônicos. De acordo com o The Economist, mais de 140 milhões de horas foram perdidas assistindo o vídeo viral “Gangnam Style” no YouTube. Para Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg, o procrastinador gera prejuízos imensuráveis para as empresas e para a própria pessoa que pratica, pois pode não conseguir cumprir os prazos e se sentir ineficiente e incapaz.

As pessoas procrastinam, isto é, deixam o importante para depois, algumas tarefas que acham chatas ou mais complexas. Em demandas específicas, preferem dar prioridade ao acesso às redes sociais, por exemplo, é o que explica Aldan. “É um processo natural, mas quando essa protelação se torna um hábito, pode prejudicar. Todos nós procrastinamos, mas só alguns são realmente procrastinadores crônicos”, diz ele.

Um dos fatores que desencadeiam a procrastinação contínua é a falta de motivação e inspiração de um líder. “Profissionais que adiam tarefas importantes retardando o crescimento das organizações, são mais bem aproveitados se o líder conseguir entender o motivo que fez com que ele agisse de tal forma, e auxiliá-lo na direção correta”, conta o especialista.

Os prejuízos da procrastinação crônica impactam no faturamento das organizações, tendo em vista que ações urgentes podem ser adiadas. “As empresas que não conseguem cumprir com as obrigações no prazo estipulado ficam com a imagem comprometida no mercado e perdem clientes. Embora seja mais fácil demitir o colaborador, é mais recomendado desenvolve-lo”, conclui Aldan.

 

Fonte: Administradores

 

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