Monthly Archives - outubro 2014

Empresas a Venda

Empresas a Venda:

1. Frigorífico em Vacaria/RS.

 

2. Empresa de produção de Laticínio em São Bonifácio/SC.

 

 

3. Empresa de Fábricação de Iates de Luxo.

 

4. Empresa de Telefonia (Tipo Tim) para atuação do Brasil.

 

5. Empresa fabricante de Molduras em Tubarão/SC.

 

 

6. Empresa de Confecção e Estamparia em Palhoça/SC.

 

 

Para maiores informações, entrar em contato no telefone (47) 3234-3988 ou (47) 8845-8915 com André.

 

 

 

 

Histórias inspiradoras de empreendedorismo em 2014

Eles sonharam grande, pensaram o não pensado e abriram novas fronteiras para o empreendedorismo no Brasil

 

 

No Day1 2014, 8 grandes histórias inspiradoras foram contadas e agora você pode ver cada uma nesta lista de vídeos. O Empreendedor de sucesso faz porque tem paixão. Porque acredita que está resolvendo um problema, que sua empresa vai crescer e gerar mais empregos.

É a filosofia de muitos. Mas cada um faz do seu jeito. Mistura paixão e razão na sua medida e sabe quando usar mais de um e menos de outro. Inspire-se com essas palestras motivacionais, verdadeiras histórias de vida que misturam ousadia e pragmatismo, os mesmos ingredientes que transformam sonhos grandes em negócios de alto impacto. Seus sonhos podem mudar o mundo!

Eloi D’Avila – “Dificuldades indicam caminhos”. É difícil acreditar que a FlyTour, uma agência de turismo bilionária, foi criada por um homem que não frequentou a escola,  já passou fome, dormiu na rua e dependeu da ajuda de desconhecidos para sobreviver. Se todo esse o sacrifício se pagou, é porque seu sonho de empreender não era um sonho qualquer, era um sonho grande.

 

Pedro Chiamulera – “O esforço é individual, mas a vitória é coletiva”. Atleta até seus 33 anos, sempre treinou pesado e encarou as derrotas com otimismo. Em sua jornada, ele deve todo seu sucesso às pessoas, sua grande paixão. Pedro nunca parou de superar barreiras dentro ou fora da pista de corrida.

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Gilberto Mautner e Cláudio Gora – “Os valores não são palavras bonitas num quadro, são aquilo que fazemos todos os dias”. Eles são primos, mas viveram como irmãos. Com histórias de caminhos que se cruzam, erros e acertos, desafios, formação de um time forte e muita dedicação, criaram a maior empresa de hospedagem de internet do Brasil.

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Edgard Corona – “A química entre as pessoas é a fórmula do empreendedorismo de sucesso”. Após um acidente de ski, resolveu reviver seu hobby e transformá-lo em negócio. Edgard encontrou muitos obstáculos na sua trajetória empreendedora, mas achou o sentido de empreender e fez da BioRitmo o maior rede de academias do país.

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Janete Vaz e Sandra Costa – “Tire seus sonhos da gaveta!”. As duas amigas do interior, estudantes de bioquímica, nunca imaginaram que criariam um laboratório que se tornaria uma das melhores empresas para se trabalhar no país. Isso tudo só foi possível por que elas tiveram coragem de seguir seus sonhos e acreditar na intuição feminina.

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André e Luiz Rezende – “Primeiro na cabeça, depois na Prática”. “Não tínhamos plano B: era para dar certo ou dar certo”. André sempre soube que teria seu próprio negócio. Sua paixão por leitura desenvolveu nele uma capacidade que foi determinante para que pudesse se tornar um grande empreendedor: a vontade de aprender.

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Hernan Kazah – “O fim é não ter fim”. Seu day1 foi quando passou a acreditar que também poderia ser como seus ídolos: gênios, criativos, mas pessoas como ele. A partir daí Hernan começou a sua trajetória empreendedora: enfrentando o desafio de um país em crise, desenvolveu em sua garagem o que futuramente viria a ser o Mercado Livre.

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Washington Olivetto – “Ainda estou só começando”. Com 13 anos descobriu que a área onde poderia escrever e vender era a publicidade. Desde então decolou na sua carreira e acabou fundando a própria agência – W/Brasil – que hoje faz parte de uma das maiores agências do mundo, a WMcCann.

 

 

Fonte: Revista PEGN

3 verdades sobre abrir uma empresa

Empreendedor americano mostra a realidade de começar um negócio

 

 

Muitos empreendedores entram no mundo dos negócios achando que tudo será maravilhoso e tranquilo. O que poucos sabem é que a experiência pode ser um pouco mais difícil. O empreendedor Logan Chierotti, cofundador da empresa de gestão de reputação na web InternetReputation.com, usou o espaço do site da revista Inc. para listar o que ele acha que são três verdades que poucas pessoas contam sobre o empreendedorismo.

 

1. Resolver problemas é o seu novo trabalho
Saiba que você irá enfrentar problemas o tempo todo: de todos os tipos e tamanhos, que exigirão energia, tempo e muita sanidade. Se você resolver abrir um negócio negando esse fato, afirma Chierotti, haverá grandes chances de você desistir logo no começo. E, se você não for capaz de superar cada um deles, sua empresa fracassará, não importa quão genial seja sua ideia ou preparada seja sua equipe. O bom dessa verdade é que você aprenderá – ou pelo menos deverá aprender – com o tempo e a cada dificuldade superada, tornando os próximos desafios menos complicados.

2. Você sempre é o último a ser pago
Segundo Chierotti, ele demorou um pouco mais para entender essa verdade. Seus funcionários, fornecedores, locatários, empreiteiros e qualquer empresa que forneça algum tipo de serviço serão prioridades na hora de distribuir os lucros. Afinal, sem eles, seu negócio não existiria. Por isso Chierotti recomenda que você guarde algum dinheiro para poder se sustentar e pagar despesas pessoais enquanto seu negócio ganha tração.

3. Nada de folgas ou férias
No começo, você terá que trabalhar muito mais do que quando tinha um emprego tradicional. Para Chierotti, empreender é ser responsável por uma máquina que não para. Você precisará abrir mão de férias, folgas e vida pessoal, pelo menos até a sua empresa crescer o suficiente para você poder contratar mais pessoas e dividir funções. Chierotti dá como exemplo sua própria carreira: atualmente são necessários sete funcionários para fazer o que ele antes desempenhava sozinho no começo do seu negócio.

 

 

Fonte: Revista PEGN

 

14 hábitos que te deixam mais rico

Dinheiro dentro de caixa: antes de investir é necessário tomar as decisões corretas

 

 

 

Dinheiro não cai do céu. O caminho para a riqueza, seja para obter um padrão de vida que inclua mansões e iates ou apenas para viver de forma confortável, exige muitos esforços e, principalmente, disciplina.

Hábitos simples podem fazer a diferença na hora de construir um patrimônio para a vida inteira. Veja alguns deles a seguir.

1) Compre o que precisa e não o que quer

Gastar uma parcela representativa da renda com lazer com o intuito de recompensar a si mesmo por mais um dia difícil de trabalho pode prejudicar o futuro de quem compra o que deseja, e não o que precisa.

Gastos diários com refeições fora de casa, festas, roupas, etc. podem ser nocivos para as finanças ao ocupar, no orçamento doméstico, o lugar de investimentos e economias que tenham efeitos duradouros.

“Quem vê gastos pequenos e frequentes como conquistas que o incentivam a continuar a trabalhar está conquistando pouco”, diz o consultor financeiro Mauro Calil. “As justificativas emocionais devem ser trocadas por decisões racionais”.

2) Gaste menos do que ganha

Mesmo alguns milionários, que têm maior flexibilidade no orçamento, em alguns casos levam uma vida mais simples do que a sua renda permite. Dessa forma, é possível continuar a enriquecer, pois a folga no orçamento pode ser destinada aos investimentos e reservas financeiras.

Isso não significa que o padrão de vida não se deve ser elevado conforme a renda aumenta, apenas mostra que é necessário ter equilíbrio.

Em caso de aumento do salário, por exemplo, Mauro Calil recomenda destinar metade do dinheiro que será recebido com o incremento na renda para consumo e despesas do mês e a outra metade para investimentos e a formação de uma reserva financeira.

Assim, é possível economizar e elevar o padrão de vida ao mesmo tempo, diz o consultor financeiro. “Essa estratégia pode ser aplicada sempre que a renda do investidor aumentar”.

3) Calcule se você pode pagar pelo que compra

Ao parcelar compras o consumidor deve ter consciência de que as parcelas mensais devem ser pagas rigorosamente em dia para evitar o pagamento de juros.

Para assegurar que a aquisição não coloque em risco a saúde do orçamento no futuro, é necessário monitorar os pagamentos e não comprometer mais do que 20% da renda líquida do mês com o crédito.

“É recomendável evitar financiamentos e preferir pagar as compras à vista”, diz o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Samy Dana.

4) Tenha paciência

Nas palavras do megainvestidor americano George Soros, enriquecer é um processo enfadonho. Geralmente, grandes fortunas não são construídas da noite para o dia. Quanto maior o planejamento e o prazo para investir, maiores e mais sólidos tendem a ser os ganhos.

“Quando o objetivo é enriquecer, todo mundo quer ser a lebre ou a cigarra retratatadas em fábulas infantis, que trabalham pouco e desfrutam dos benefícios. Mas é preferível ser a formiga ou a tartaruga, que se esforçam e demoram mais para atingir suas metas”, diz Mauro Calil.

Segundo o consultor financeiro, investimentos fáceis e rápidos costumam ser caracterizados por picos de ganhos, que podem ser seguidos por um período longo de dívidas, resultantes de eventuais prejuízos. Já os investimentos menos arriscados, que não possuem promessas de retornos absurdas, podem não gerar um rendimento tão alto, ou imediato, mas são mais garantidos.

5) Busque se livrar das dívidas

Os altos juros cobrados no Brasil podem destruir o patrimônio de quem ficainadimplenteAs taxas podem dobrar o valor das dívidas em um ano, caso o consumidor utilize o cheque especial, por exemplo. Portanto, eliminar as dívidas devem ser sempre uma prioridade.

Samy Dana recomenda que o consumidor evite cair na cilada de acreditar que, se as parcelas cabem no bolso, o financiamento é barato.

“O crédito só deve ser usado em caso de emergência ou necessidade, como no caso da compra de um veículo que será utilizado como ferramenta de trabalho”, diz o professor da FGV.

6) Use o tempo a seu favor

No caminho para enriquecer, o tempo oferece vantagens.

Caso o investidor opte por aplicações de renda fixa, os rendimentos serão maiores e as alíquotas de imposto de renda menores ao deixar o dinheiro render por mais tempo.

O prazo de investimento longo também é um aliado das aplicações de renda variável, como as ações.

“Um período mais longo torna possível investir em uma empresa que está passando por uma crise mas que tem potencial para crescer, cujas ações estão baratas, mas podem oferecer maiores ganhos no futuro”, diz Samy Dana.

7) Entenda que dinheiro não compra felicidade

Enriquecer sem objetivos não é garantia de uma vida com realizações. Para que os investimentos e as economias façam sentido, é necessário ter objetivos financeiros no curto, médio e longo prazo.

Dessa maneira, é possível direcionar esforços e evitar gastos desnecessários, impulsionados por frustrações que podem comprometer o orçamento no futuro.

8) Tenha consciência de que imprevistos acontecem

Como é impossível prever o futuro, é necessário se prevenir para que as finanças não saiam do controle caso ocorram imprevistos, como uma situação de desemprego, ou uma doença na família.

Samy Dana recomenda formar uma reserva financeira, com aplicações de médio e longo prazo, com o intuito de pagar gastos inesperados. Nessa reserva, também chamada de colchão financeiro, é recomendável ter uma quantia que equivalha à soma da renda de pelo menos seis meses de trabalho.

As aplicações devem permitir que o dinheiro possa ser facilmente resgatado e sem a cobrança de penalidades altas. O ideal é diversificar o valor da reserva de emergência entre aplicações extremamente líquidas, como a poupança, e outros investimentos de renda fixa menos líquidos, mas que não sejam arriscados, como CDBs, fundos de renda fixa e títulos públicos.

9) Não se iluda com pessoas que enriqueceram da noite para o dia

É comum associar a riqueza a ganhos fáceis, diz Mauro Calil. “Todo mundo sabe quando o atleta é campeão, mas ninguém vê que ele treinou 12 horas por dia para atingir este objetivo”.

O consultor financeiro recomenda não transformar casos raros, como de empresários que tiveram ideias brilhantes e enriqueceram de forma rápida, como regra. “A melhor maneira de construir um patrimônio financeiro sólido é trabalhar”, afirma Calil.

10) Não tenha medo de pensar grande 

A ambição pode ajudar a enriquecer ao manter o investidor mais motivado e envolvido, na visão de Mauro Calil.

Para o consultor financeiro, grandes metas mantêm a vontade de perseguir objetivos financeiros. Quem pensa grande não deve temer frustrações. “O investidor pode não conseguir chegar até a sua meta, mas no mínimo vai chegar mais longe”, diz.

11) Aprenda a administrar o dinheiro

É importante aprender a gerenciar o próprio patrimônio, para que as decisões não sejam sempre terceirizadas. Ao entender como administrar o patrimônio, é possível filtrar conselhos ruins e manter bons hábitos financeiros diariamente, sem depender de outra pessoa.

Fazer as aplicações corretas e utilizar as ferramentas adequadas é apenas uma pequena parte do processo, diz Mauro Calil. “O mais importante é saber controlar emoções para evitar gastos desnecessários”.

12) Faça o que gosta

Se sentir realizado no trabalho pode ser importante na construção de um patrimônio financeiro. O envolvimento incentiva o crescimento na carreira.

Gostar do que faz também afasta frustrações, que podem levar a gastos indevidos, diz Mauro Calil. “Trabalhar no que interessa exige menos esforços do que trabalhar apenas para pagar as contas no final do mês”.

13) Vá atrás do dinheiro

Aplicar o dinheiro no banco no primeiro produto que aparece pode até gerar uma falsa sensação de dever cumprido, mas não é suficiente para fazer com que o patrimônio cresça.

É necessário monitorar de forma ativa os investimentos e comparar, periodicamente, os rendimentos oferecidos por diversas instituições financeiras.

A pesquisa pode incluir, além de grandes bancos, bancos médios e bancos de investimentos, onde aplicações de até 250 mil reais também são protegidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no caso de falência da instituição financeira.

14) Invista em si mesmo

Especialistas recomendam investir em aplicações financeiras, mas, principalmente, em si mesmo. “Quem tem maior nível de educação costuma ganhar maiores salários, o que é essencial para sustentar o patrimônio no futuro”, diz Mauro Calil.

Em outras palavras, pode valer mais a pena investir em um curso no exterior, que pode revolucionar a carreira, do que investir os recursos em uma aplicação financeira.

Ainda que uma aplicação possa trazer retornos mais palpáveis inicialmente, seu potencial é muito mais limitado do que um investimento feito na carreira, cujos retornos podem não ter limites.

 

Fonte: Exame

 

Plano de Negócios: como fazer.

Plano de negócios para investidor nenhum botar defeito

Mostre que a sua empresa está operante, que você colocou a mão na massa e possui resultados concretos.

Se você tem uma tecnologia que pode ser patenteada, uma rede de contatos grande, um contrato de exclusividade ou qualquer outra barreira de entrada a concorrentes, você ganhou a atenção

Construir um plano de negócios leva tempo, consome muito esforço e deve demonstrar todo o potencial de uma empresa para investidores. Falando em investidores, eles são bombardeados com toneladas de Bussines plans todos os meses, e para você ter uma chance de chamar sua atenção e conseguir uma reunião é preciso observar com cuidado algumas regras durante a elaboração do documento.

Depois de uma infinidade de reuniões com investidores anjo, aceleradoras e VC’s, pude observar 6 características dos planos de negócio vencedores, que tem uma chance real de transformar-se em financiamento para a empresa e compensar o tempo gasto em sua confecção.

1) Seja sucinto

Não importa quão revolucionária seja sua tecnologia, nenhum investidor irá ler 30 páginas para entender mais sobre sua empresa. O objetivo do Business Plan é dar uma panorama geral do negócio a uma pessoa que não faz parte do dia a dia do mesmo.

E quando se trata de investidores, seu objetivo deve ser chamar sua atenção em um curto espaço de tempo, fazer com que ele queira saber mais a respeito de você e conseguir uma primeira ou segunda reunião.

Atenha-se a 20 slides. Esse deve ser o tamanho do documento enviado a um investidor, e ele deve abordar os seguintes tópicos:

– Capa
– Missão da Companhia
– Problema a ser resolvido
– Solução proposta
– Modelo de negócios
– Dados de mercado
– Concorrência e vantagem competitiva
– Time
– Resultados alcançados
– Proposta
– Contatos

É possível abordar todos esses tópicos em 20 slides? Com certeza! Saiba como lendo esse post sobre como fazer um plano de negócios vencedor.

2) Problema a ser resolvido

É muito provável que a primeira pergunta que você vai ouvir numa reunião, e que muitos empreendedores não se preparam para responde-la bem, é a seguinte: “qual o problema que você vai resolver?”. Antes mesmo do investidor querer saber quem você julga que serão seus primeiros clientes ele quer ter a certeza de que existe um problema que as pessoas estão querendo resolver, e dispostas a pagar para ve-lo solucionado.

Existem algumas perguntas que podem ajudar:
– Quantas pessoas já relataram esse tipo de problema?
– Qual é a saída que existe hoje no mercado?
– Quanto as pessoas estariam dispostas a pagar para resolve-lo?

Formule a frase que define seu problema com poucas palavras, de forma simples, e de preferência com dados que sustentem seus argumentos.

3) Solução proposta e diferencial competitivo

Agora que o problema foi muito bem pensado e formulado, é hora de ter a certeza de que a sua solução tem, pelo menos, as seguintes características:

– Resolve o problema (ou uma parte muito bem definida dele);
– É factível;
– É dominada tecnologicamente;

Lembre-se que para o problema “locomover-se mais rapidamente” o homem criou N soluções: cavalo, bicicleta, carro, avião, etc. Todas elas resolvem o problema de uma forma diferente e foram dominadas em momentos distintos.

E tão importante quanto a solução é o diferencial competitivo. Se você tem uma tecnologia que pode ser patenteada, uma rede de contatos grande, um contrato de exclusividade ou qualquer outra barreira de entrada a concorrentes, você ganhou a atenção. Mostre aos investidores seu “oceano azul”.

Ao final, formule em poucas palavras, qual a solução encontrada para o problema que o cliente tem e qual seu diferencial competitivo frente a concorrentes.

4) Mercado atraente + equipe competente (combinação perfeita)

Algo visto com bons olhos por um investidor é uma empresa tentando alcançar um mercado gigantesco, combinado com uma equipe que tenha capacidade de superar esse desafio. Não basta apenas um desses ingredientes, os dois são fundamentais para conquistar o tão desejado aporte.

Uma ótima equipe em um mercado pequeno torna o investimento não atraente no longo prazo. Um grande mercado sendo perseguido por uma equipe mediana aumenta os riscos operacionais do empreendimento. Mostre no Business Plan que você possui a combinação mercado atraente junto com uma equipe competente.

5) Ganhar escala e crescer rapidamente!

Utilizando a definição de uma Startup de Paul Graham, fundador da aceleradora Y Combinator:

“Uma startup é uma companhia desenhada para crescer com rapidez. Ter sido recentemente fundada não faz de uma empresa uma startup. Nem é necessário para uma startup trabalhar com tecnologia, ou buscar investimento de risco, ou vislumbrar alguma forma de “exit”. O único ingrediente essencial é crescimento rápido. Todo o resto que associamos a startups resulta disso.”

Se você deseja realmente chamar atenção de investidores, mostre que enxerga um caminho para escalar o negócio e crescer na velocidade da luz.

6) Mostre resultados concretos

Seguindo todas as recomendações acima, seu plano de negócios provavelmente já chamou a atenção de quem o leu, e agora falta apenas colocar a cereja no bolo: mostrar que a empresa está operante, que você colocou a mão da massa e possui resultados concretos para mostrar de uma vez por todas que a ideia tem potencial.

Uma pergunta que ouço muito: posso conseguir investimento apenas com uma ideia no papel? NÃO. A não ser que você já tenho tido um grande caso de sucesso com outra empresa que realizou um “exit” e trouxe retorno a investidores, esqueça. Antes de buscar investimento você deve mostrar que existem pessoas / empresas dispostas a pagar pelo que você tem a oferecer.

Fonte: Administradores

Entendendo a psicologia do atraso

Entenda a psicologia do atraso – e veja dicas científicas para se tornar uma pessoa mais pontual

 

Segundo pesquisas, a cada cinco pessoas, uma sofre com problemas de atraso. Pensando nisso, cientistas e empreendedores realizaram estudos a fim de compreender as causas e os efeitos dos atrasos. Os estudos mostraram que ser pontual pode trazer uma série de benefícios financeiros e emocionais.

Em 2012, um trabalho expôs que mais da metade da população britânica se atrasa para compromissos do trabalho ao menos cinco vezes por mês. Para os responsáveis pela pesquisa, essa é a principal justificativa aos problemas de transporte.

Contudo, essas pesquisas foram capazes de identificar fatores psico e fisiológicos que explicam esse “problema”:

Seu corpo quer se atrasar

Na realidade, pessoas que têm o costume de “viver em cima da hora” estão correndo atrás de adrenalina. Da mesma forma que existem os alucinados por montanhas russas, também existe quem adore chegar cinco minutinhos atrasado.

Pés no chão?

Os atrasados costumam fazer planos impraticáveis acreditando piamente que conseguirão realizá-los. Em um estudo realizado por Diana DeLonzor, quando escrevia a obra Never Be Late Again: 7 Cures for the Punctually Challenged, descobriu-se que a percepção de tempo é completamente diferente para pessoas pontuais e para os atrasados.

Fácil distração

Em 2008, um trabalho da World Health Organization mostrou que pessoas que sofrem de Desvio de Déficit de Atenção e Hiperatividade conseguem perder, em média, a produtividade durante 143 dias em um ano. Para psicólogos, assim como os atrasados, eles são considerados “insensíveis ao tempo”.

Insegurança pura

Alguns indivíduos simplesmente gostam de fazer as pessoas esperarem por ele. Traz confiança, poder e na maioria das vezes são homens; conta a pesquisa de DeLonzo.

E quais são reais consequências?

Ser um pouquinho atrasado, não pagar aquela conta no dia correto e esquecer-se de entregar o relatório podem até parecer coisas inofensivas; mas os efeitos em longo prazo são piores do que se imagina.

Atraso = Prejuízo

Se você ganha cerca de 50 mil reais por ano e costuma se atrasar dez minutos por dia; seu prejuízo para a empresa é de 400 reais. Pesquisadores acreditam que esse problema custa mais de três bilhões de dólares por ano, nos Estados Unidos. Então cuidado para não dar essa ~margem ao seu chefe…

Falta de pontualidade faz mal à saúde

De acordo com o autor Alex Lickerman, muitas pessoas sofrem de ansiedade e excesso de apreensão por não saber se conseguirão chegar no horário para os seus compromissos. E por mais que adrenalina possa gerar uma boa sensação, seus efeitos nas pessoas que vivem nesse estado podem ser muito nocivos: problemas no coração, diabetes, insônia e imunidade baixa são alguns deles.

Há como melhorar?

Sim, quaisquer que sejam as razões para os seus atrasos, existem possibilidades para melhorar esse problema “crônico”:

Aprenda a usar seu tempo

Uma boa maneira de começar é colocar no papel quanto tempo você leva para realizar seus compromissos – e seja realista. Existem sites como o RescueTime que nos ajudam a mapear e definir objetivos para aproveitarmos melhor o nosso tempo.

Mantenha listas

Papel e caneta para anotar tudo que você vai fazer durante o dia. Marque tudo que precisa fazer ao longo de curtos períodos, e vá riscando tudo que já tiver conquistado. Isso trará sensações de plenitude muito agradáveis.

Deixa a vida te levar (vida leva eu)

Agende pagamentos, coloque o alarme mais cedo, use calendários e crie uma estrutura para a sua vida. Segundo DeLonzor, passamos 45% da nossa vida em rotina; então é melhor aproveitar seu tempo para fazer as coisas do que para ficar planejando.

Para finalizar, descanse

Permitir-se um tempo extra de sono e ser mais generoso com a sua agenda de vez em quando pode ajudar a diminuir a ansiedade. Isso pode colocar um rumo menos atrasado para a sua vida.

Fonte: Revista Galileu

O que um líder de verdade sempre precisa fazer

Como posso incentivar um trabalho de equipe verdadeira quando uma parte desproporcional dos benefícios vem só para mim? Confira o texto “Uma carta ao Conselho há muito esperada”, de Henry Mintzberg

 

 

 

 

 

Caros Membros do Conselho,

Escrevo aos senhores com uma proposta que pode lhes parecer radical. Na verdade, é uma proposta conservadora, na medida em que minha principal função como CEO desta corporação é garantir sua conservação como empreendimento saudável.

Solicito-lhes a redução de meu salário pela metade e a reformulação de minha bonificação nos termos que exponho a seguir. De agora em diante, desejo receber aumento salarial (bem como redução) na mesma proporção que nossos empregados operacionais.

Tenho falado insistentemente em trabalho em equipe durante meu exercício nesta função, que estamos todos juntos nisso, todo o nosso pessoal. E, no entanto, diferencio-me deles em virtude de minha compensação. Como posso incentivar um trabalho de equipe verdadeira quando uma parte desproporcional dos benefícios vem para mim? (Ultimamente, quanto mais pessoas têm tomado conhecimento de minha remuneração, mais tenho recebido correspondências carregadas de ódio. Isso é certamente desconcertante, mas o mais preocupante é que não tenho nenhuma resposta razoável a dar).

Hoje parece haver uma crença de que o CEO é quem faz tudo numa organização. Certamente lidero, mas unicamente respeitando a contribuição dos demais. Meu trabalho consiste em desencadear o potencial que existe em cada pessoa. O que torna verdadeiro aquele velho adágio sobre liderança – de que as pessoas dirão “nós mesmos fizemos”. Os verdadeiros líderes sabem disso. CEOs que têm de consertar tudo sozinhos quase sempre são sucedidos por organizações que entram em colapso. Teremos sido bem-sucedidos se nossa organização for tão rentável após minha passagem quanto é agora.

E isso me leva ao segundo ponto. Frequentemente, em nossas reuniões, discutimos sobre a saúde desta empresa a longo prazo. Por que, então, estou sendo recompensado por ganhos de curto prazo com generosas opções de compra de ações? E por que sempre aqueles números apertados? Sabemos todos que tenho mil maneiras de cortar os gastos à custa de nosso futuro. Se os senhores quiserem recompensar-me com base naqueles números, então poupem – até cinco anos depois de minha aposentadoria. Aí vocês verão!

Toda vez que começamos esse negócio de valor para o acionista, nossa cultura vai para o inferno. Nossos empregados da linha de frente me dizem que isso atrapalha seu atendimento aos clientes. Eles são obrigados a vê-los como cifrões, não como pessoas reais. E muitos desses funcionários já se importam com nada – “nós não contamos”, dizem, então por que devemos nos preocupar? Todos pagaremos caro por esses ganhos de curto prazo, asseguro-lhes. De fato, pergunto-me se essa onda de produtividade que estamos experimentando nos Estados Unidos não é nada mais do que os ganhos obtidos do corte dos custos de curto prazo – à custa da verdadeira produtividade. Afinal, não são necessários gênios para encerrar e cortar coisas. Difícil é construí-las; será que estamos fazendo isso de forma suficiente?

Sempre me orgulhei de correr riscos. Essa é uma das razões pelas quais os senhores me coloraram neste cargo. Examinemos, então, meu esquema de compensação. Faturo alto quando as ações sobem, mas não perco nada quando caem. Não preciso devolver sequer um centavo do que ganhei no ano anterior se uma reviravolta derrubar o preço das ações neste ano. Que grande jogador! Querem saber a verdade? Estou cansado de ser hipócrita.

E por que apenas eu? Por que não somos todos compensados de forma equivalente? Proponho que minhas bonificações, proporcionais a meu salário, não sejam superiores às das demais pessoas desta empresa. Não raro nos autoproclamamos uma “rede” sofisticada de “trabalhadores do conhecimento”, marchando rumo ao terceiro milênio. Não está na hora de alinhar nossas práticas à nossa retórica?

Agora me dou conta da linha que temos seguido o tempo inteiro: só estou sendo compensado para não ficar atrás de outros na minha posição. Ora, basta de cumplicidade com um comportamento que todos sabemos ser ultrajante. Francamente, não me importo se o salário de fulano é maior que o meu. Meu salário não deve ser uma espécie de troféu externo. É, acima de tudo, um sinal interno que serve para dizer a nosso pessoal o que realmente pensamos sobre este lugar. Paremos de fingir que os CEOs formam um tipo de clube de elite. É de liderança que estamos falando aqui, não de status.

Para ser perfeitamente honesto, estou tão ocupado conduzindo esta empresa que mal tenho tempo para gastar todo o dinheiro que recebo, que dirá com uma conspicuidade que demonstre seu valor. Minha família e eu estaremos bem amparados, garanto aos senhores, mesmo com o nível salarial que proponho. Permitam-me concentrar os esforços em tentar administrar este lugar como deve ser administrado. Confio em que os senhores terão compreendido esta carta como um investimento em nosso futuro. Porque, se não há futuro para nossa empresa nestes termos, também não há para nossa sociedade.

Atenciosamente, Chief Executive Officer

Texto extraído do livro “Management: não é o que você pensa” e publicado na revista Administradores.

Seus objetivos são muito pequenos

Se a sua meta de superação consistir em andar até uma loja para comprar leite, você alcançará tudo o que você quer na vida antes da hora do almoço

 

 

De alguma forma, nós precisamos ultrapassar o normal, mesmo quando o normal é bom e legal

 

 

Primeiro: Eu quero que você pense sobre uma coisa.
Talvez você seja como eu: vive sem esforços, indo bem na vida, sem precisar de nada material. Você tem uma vida boa. O que mais se pode querer? Ah, é: tudo. Em algum momento você precisa perguntar a si mesmo: Eu estou me esforçando? Eu realmente estou me desafiando?

Claro, a vida não é um jogo. Mas imaginá-la dessa forma pode ajudar. Todos os dias você precisa superar obstáculos, derrotar o chefe e chegar ao próximo nível. Ao longo do caminho existem armadilhas a serem evitadas e oportunidades para ficar mais forte.

Deve ser divertido mas não deve ser muito fácil. A cada etapa nós devemos experimentar o sentimento de realização. “Essa foi por pouco! Mas olha o que fizemos”. A vida não é uma série de treinos. É a realidade, com poucas oportunidades para começar de novo ou diminuir o nível de dificuldade. E você não quer perder o jogo, quer?

Segundo: Vamos falar sobre objetivos.
Você pode preferir viver inteiramente no momento. Bem, aproveite esse sentimento enquanto puder. Cedo ou tarde, você vai perceber que há mais do que isso.
Quando se trata de objetivos, em algum momento você pode ter preferido algo pequeno. Era legal. Era o que pode ser chamado de um bom começo.

Não me entenda errado: quando você está começando, as pequenas coisas importam. Correr um quilômetro é uma grande coisa se você nunca fez isso antes. Porém mais tarde, quando já é rotina amarrar o cadarço e sair pela vizinhança para correr seis quilômetros e o tempo todo você pensa sobre outras coisas e não há desafio… é aí que você precisa fazer uma mudança. É hora de se inscrever em uma maratona – antes de você estar pronto. É hora de dizer “Sabe, eu penso sobre isso há algum tempo. Talvez eu deva parar de pensar e começar a fazer alguma coisa. “.

Ou talvez você já esteja fazendo, mas sua visão tem sido pequena. Maior nem sempre é melhor, mas às vezes é. Então melhore! Você sabe o que fazer.

E por último…
Sua confiança vinda da superação de desafios anteriores deu origem a duas novas estruturas de pensamento:
1. Não foi tão difícil, foi?
2. O que fazer agora?

Porque não é um objetivo se for algo que você irá fazer de qualquer maneira. Se a sua meta de superação consistir em andar até uma loja para comprar leite, você alcançará tudo o que você quer na vida antes da hora do almoço, mas ainda se sentirá vazio.

Não é com o medo de perder oportunidades que você precisa se preocupar. É com o medo de não ter coragem de correr riscos quando você souber que a hora certa chegou. Você não quer terminar pensando “Hm, eu me pergunto se eu deveria ter tentado aquilo”. Você quer olhar pra trás e pensar, “Isso aí!”

Pode ser difícil, eu sei. Quando você tem uma boa vida ou um bom trabalho, é fácil aceitar as coisas como são. Mas de alguma forma nós precisamos ultrapassar o normal, mesmo quando o normal é bom e legal. Se você não gosta de objetivos, sem problemas. Se você não entende, está tudo bem. Mas essa vai para as pessoas que precisam escutar. Se você for uma delas, seus objetivos estão muito pequenos. Aumente as apostas!

 

Fonte: Administradores

Financiando um negócio empreendedor com seu salário

Como usar o próprio salário para financiar um negócio empreendedor?

Centenas e milhares de profissionais ao redor do mundo ancoram no sonho empreendedor. A maioria sem capital. Para esses empreendedores — pródigos em expertise, mas sem dinheiro — financiar o negócio com o próprio salário é um bom caminho para começar,

 

Empreender com o próprio dinheiro: é difícil, porém possível

 

Empreendedores que buscam lançar suas startups frequentemente enfrentam uma miríade de decisões difíceis, sendo que a maior delas é a questão do financiamento inicial. Se você sempre se perguntou “como eu posso financiar isto?”, ou “eu posso financiar meu negócio por conta própria, enquanto mantenho meu trabalho atual?”, a resposta é sim — você pode, absolutamente.

O indiano Vasu Akula e dois sócios lançaram a Voziq no final de 2011 com um objetivos simples em mente: ajudar as companhias que adquiriram serviços de análises avançadas e soluções em inteligência de negócios a utilizar melhor as informações às quais têm acesso.

O que faz a startup baseada em Washington D.C rara é que Vasu e seus parceiros não utilizaram investidores externos para dar vida à Voziq. Eles criaram a empresa por conta própria, enquanto trabalhavam regularmente durante o dia.

Vasu e seus cofundadores originalmente brincaram com várias ideias diferentes (como oferecer tanto consultoria quanto produtos). Entretanto, Vasu ouviu meu conselho sobre oferecer apenas serviços enquanto sustenta o negócio apenas com o salário do mês. Foi uma ótima maneira de trazer valor imediato aos clientes, aprendendo sobre suas necessidades, tudo enquanto construíam um produto com uma visão de longo prazo. Sim, o produto ficou em banho-maria, mas uma relação inestimável com o cliente já havia sido estabelecida, a entrada de clientes-chave estava garantida e, é claro, o dinheiro continuou a entrar.

A ideia por trás da Voziq começou com Vasu e dois colegas profissionais da área de TI, todos com mais de quinze anos de experiência em companhias listadas entre as 100 maiores da Fortune 500. Vasu descobriu que a maior parte das companhias utilizava alguma forma de análise de dados, mas permaneciam estagnadas nesse ponto. Pelas suas estimativas, 95% das empresas que adquiriam soluções avançadas de análise e business intelligence não estavam utilizando todo o potencial da ferramenta e dos dados coletados. A tecnologia estava sentada na estante, sem gerar nenhum valor.

Existia uma oportunidade intocada ali, e a Voziq é uma plataforma que Vasu e seus associados construíram do zero. Ela foca nas análises de mídias sociais e ajuda a revelar a mensagem por trás de um volume massivo de dados. Utilizando categorias, benchmarks e relatórios customizados, a Voziq transformou a voz do cliente, a voz dos competidores e a voz dos influenciadores da indústria em informações inteligíveis baseadas em um panorama real, para vários departamentos dentro da organização do seu cliente.

Como uma startup auto-financiada, as finanças da Voziq sempre foram apertadas, e por isso os seus fundadores decidiram manter os empregos diurnos até que atingissem razoável validação junto a clientes reais. Vasu afirma que a Voziq estava apta a atingir esse objetivo utilizando o Desk e outros contratantes de fora da América do Norte, onde eles poderiam obter um trabalho de qualidade por um custo relativamente baixo.

A situação da Voziq ilustra o cenário de uma startup com dois ou mais cofundadores. Vasu observa que nem todos os que financiam a startup precisam deixar os seus empregos; um ou dois podem continuar trabalhando enquanto os demais desenvolvem o plano de negócios e realizam prospecções. Dessa maneira, ele diz, você pode financiar sua companhia através do seu próprio salário enquanto os demais executam as ideias centrais da startup.

Ele também enfatiza a importância de estar pronto para se sacrificar logo após a primeira validação da ideia de negócio. Desde que cada cofundador da Voziq decidiram manter seus empregos regulares, assumiram um bom pedaço de trabalho no desenvolvimento de produtos e negócios, que executavam durante as noites e fins de semana. Uma vez que eles começaram a sentir alguma tração, passaram a atuar como consultores independentes em áreas relacionadas para continuar recebendo salários enquanto concentravam esforços na Voziq.

Atualmente, as prioridades da empresa são outras. Os três cofundadores contribuíram pesadamente em serviços de consultoria e alavancaram consultorias externas para continuar o desenvolvimento do produto. Vasu afirma de forma encorajadora que ele e seus associados planejam passar a se dedicar completamente à Voziq, trazendo mais clientes e receita.

Sair do chão e se tornar uma empresa rentável é o principal objetivo de qualquer negócio, e estes são marcos especialmente significativos para uma startup auto-financiada. Com esses objetivos dentro do alcance, Vasu diz que a Voziq planeja continuar seguindo a metodologia 1M/1M, focando mais nos clientes do que em investidores como uma forma de financiar e validar o trabalho. Atualmente, eles têm 250 empresas utilizando seus serviços, mudaram com sucesso para um cenário de fluxo de caixa positivo e estão prontos para levar a Voziq para o próximo nível de sucesso e lucratividade.

O que eu acho gratificante sobre a história da Voziq é que ela pode ser um template para vários outros empreendedores dos quais ouvimos falar constantemente. Centenas e milhares de profissionais ao redor do mundo ancoram no sonho empreendedor. A maioria sem capital. Para esses empreendedores — pródigos em expertise, mas sem dinheiro — financiar o negócio com o próprio salário é um bom caminho para começar.

 

 

Fonte: Administradores

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