Monthly Archives - setembro 2014

5 fatores poderosos para fazer diferença na liderança

5 fatores poderosos para fazer diferença na liderança

De nada adianta ter uma equipe extraordinária se sua empresa não tem líderes que saibam reter talentos

 

Algumas empresas focam na produtividade e desenvolvimento de determinadas áreas, principalmente da linha de frente, operacional, atendimento ao cliente, vendas… mas o problema pode estar em apenas uma pessoa, o líder da equipe. Será que seus líderes estão prontos? Neste caso, só o domínio técnico não vai funcionar, seu líder tem que saber trabalhar com pessoas, com suas atitudes ele deve influenciar e melhorar o clima organizacional, despertando em seus liderados a vontade de crescer junto com ele.

Abaixo, veja 5 itens para avaliar se seu líder está preparado e se você já ocupa este cargo, avalie-se:

1. O líder compartilha tudo o que sabe com sua equipe. Reter conhecimento não é atitude de líder, delegar é preciso;

2. O líder está sempre gerenciando a equipe para formar outros líderes. Se você está num cargo de liderança e não desenvolveu ninguém é um indício de que precisa rever sua visão. Com certeza deve ter alguém em sua equipe que pode ser desenvolvido;

3. O verdadeiro líder não é autoritário, ele tem o respeito da equipe, porque tudo o que prega e faz tem consistência com seu papel na empresa; se você tem um líder ou se é um que passa o dia “mandando” em sua equipe, não vai sair do lugar. Neste caso, você precisa se reciclar, pois está desperdiçando sua energia e de sua equipe;

4. O líder não executa por seus subordinados nenhuma função, no máximo ele age como exemplo para ensinar na prática. Ele é o guia, mostra por onde e como fazer. Se você está fazendo as atividades que seus subordinados deveriam estar fazendo, não está preparado para ser líder, está apenas adquirindo o status;

5. Dificuldades para resolver questões em algumas áreas sua empresa pode ter, mas o líder não pode incentivar sua equipe a focar nestas falhas em conversas paralelas, ou até mesmo com “caras e bocas”. Lembre-se que você também se comunica com seu corpo. Se você, hierarquicamente, está numa posição mais alta e não acredita na empresa, porque seus subordinados acreditariam? Se assim for, isto é o fim, você não está preparado para este cargo.

Reveja seus conceitos de liderança. Numa empresa todos precisam ser avaliados. A melhoria contínua é empenho de todos.

Mude, antes que seus clientes mudem para seus concorrentes.

E não esqueça: a sua equipe é a sua cara.

 

Fonte: Administradores

3 erros a evitar ao cortar custos

3 erros a evitar ao cortar custos

Toda empresa enfrenta momentos em que é preciso apertar o cinto

Muitas vezes é preciso apertar os gastos

Toda empresa enfrenta momentos em que é preciso apertar o cinto e reduzir os custos. Se este é o seu caso no momento, atenção. A estrategista de negócios Carol Roth, apontou para a revista “Entrepreneur” quais são os três erros mais comuns que devem ser evitados a todo custo em momentos como esse.

1. Cortar nos serviços ao consumidor
Em empresas pequenas, reduzir custos em áreas que afetam diretamente o cliente é um erro. Se você tem uma loja ou um restaurante e demite um funcionário, a qualidade de seu serviço vai cair. O impacto na satisfação dos clientes será direto.

2. Diminuir sua verba de marketing
Outra tentação dos empreendedores que precisam cortar custos é limar o valor reservado anteriormente ao marketing. Você pode até pensar que isso não afeta diretamente seu negócio, mas essa ideia está totalmente errada. Cortar sua verba de marketing significa reduzir seus futuros clientes e, consequentemente, o crescimento do seu negócio. Se o momento econômico for ruim e seus concorrentes também estiverem enfrentando reduções de custos, manter sua verba de marketing poderá ser útil para atrair mais clientes.

3. Acabar com ações voltadas aos funcionários
Você faz todo mês ou toda semana um café da manhã ou uma festinha com os colaboradores para comemorar os aniversariantes, por exemplo? Imagina que esse é um dinheiro que pode ser cortado sem causar problemas? Errado. Pequenas coisas fazem com que seus funcionários se sintam mais valorizados e ajudam a levantar o moral no ambiente de trabalho. Colaboradores felizes trabalham melhor.

 

Fonte: Revista PEGN

20,30 ou 40: Desafios e vantagens para o Empreendedor por faixa etária.

20, 30 ou 40: quais as vantagens e desafios para empreender em cada faixa etária?

A ausência de regras e cartilhas é o que torna o empreendedorismo cada vez mais desafiador; saiba as características positivas e negativas de cada momento

As dúvidas sobre o melhor momento da vida para empreender atingem muitos brasileiros. Enquanto alguns optam por utilizar a energia e as ideias criadas nas salas de aula das universidades para montar a própria empresa, outros preferem a estabilidade financeira conquistada após anos de trabalho.

A ausência de regras e cartilhas é o que torna o empreendedorismo cada vez mais desafiador e possibilita o crescimento pessoal e profissional de todos que decidem entrar nesse promissor mercado.

Elencamos abaixo as características positivas e negativas de cada momento:

Dos 20 aos 30: quando decidem montar a própria empresa, os jovens, de forma geral, possuem energia de sobra e planos bem elaborados. Há diversos exemplos de startups criadas por empreendedores de 20 a 30 anos que são conhecidas em todo o mundo. Outra vantagem é que, caso a empreitada não tenha o retorno planejado, o tempo para o profissional se recolocar no mercado é maior. Por outro lado, a falta de visão e experiência, além do excesso de confiança e empolgação, em alguns casos, acentua os riscos;

Dos 30 aos 40: a experiência de alguns anos de trabalho como colaborador permite ter uma visão melhor sobre o que pode ter sucesso e quais os caminhos para a empresa dar certo. Além disso, uma eventual reserva financeira permite arriscar e entrar em mercados que já possui vivência e conhecimento. Enquanto isso, a opção por constituir família nessa etapa da vida (filhos, casamento, viagens, entre outros fatores) pode, caso o planejamento não esteja bem definido, prejudicar o foco do empreendedor;

Após os 40 anos: conhecer com detalhes o mercado que irá investir auxilia – e muito – o empreendedor. A maturidade dá ainda mais confiança na hora de realizar aportes. Continuar na área que atua por anos, agora como proprietário, também acentua as vantagens. No entanto, planejar de forma leviana o negócio pode representar um grande risco, caso o profissional não esteja estabilizado financeiramente. Outro grande desafio é voltar ao mercado de trabalho, se a tentativa não tiver êxito.

 

Fonte: Administradores

A construção do feedback

Este artigo mostra como devemos construir um processo de feedback produtivo. Saindo da receita trivial, refletimos sobre o porquê de não obtermos o resultado que esta ferramenta oferece e nos mostra quatro passos para chegar à excelência do feedback

 

 

Feedback, palavra inglesa que, como outras, já faz parte do nosso dicionário corporativo. Termo relativamente jovem, curto, mas que tem um grande poder no desenvolvimento das pessoas e no resultado das Empresas.

Não vamos refletir aqui sobre aqueles cuidados tão propagados que temos que ter para dar o feedback: preparar-se, basear-se em fatos e dados, fazê-lo em local adequado, não criticar em público, não levar para o lado pessoal, etc.

Quero propor uma reflexão mais profunda, a de como fazer para construirmos este momento tão importante e como aproveitar ao máximo o feedback. Como devemos fazer para construir este momento (construir demanda tempo) e não fazê-lo apenas de maneira pontual, uma vez por ano, como obrigação de um processo imposto pelo RH. Vamos então a quatro passos necessários para sacramentar este processo em nosso cotidiano.

Primeiro, acostume-se a receber feedback. Não gostamos de dar feedback porque não gostamos de recebê-lo. Ora, como fazer para os outros aquilo que não gostamos que façam com a gente? Temos medo de receber o retorno de nosso trabalho, não vemos este momento como uma oportunidade, nos fechamos, levamos para o lado pessoal e não aproveitamos este processo para melhorarmos. Se assim pensamos sobre o feedback que recebemos, por que então fazer isto com nossos colaboradores? Então, o primeiro passo é mudar o nosso ponto de vista sobre o feedback que recebemos, vê-lo como uma oportunidade de crescimento, de melhoria, só assim poderemos, então, dar o primeiro passo para a construção dofeedback com os nossos colaboradores.

Segundo, OUÇA. A natureza do Líder é ser ativo, é definir, direcionar, orientar, falar, falar, falar, mas para a construção do feedback é necessário que ouçamos nossos colaboradores, nos colocando iguais a eles, ou seja, como alguém que precisa de feedback para melhorar. Devemos ser humildes a este ponto, mostre (e admita para si mesmo) que você tem falhas e que precisa melhorar, peça feedback aos seus subordinados sobre suas ações, seus atos, seu comportamento. Não pense que isto irá diminuí-lo ou tirar sua autoridade, pelo contrário, você está dando um grande passo para a construção de um relacionamento saudável e de crescimento para todos.

Terceiro, ELOGIE. Temos o hábito de só chamar a atenção dos colaboradores, de só mostrar aquilo que fazem de errado, mas é preciso reconhecer as coisas boas, mesmo aquelas mais simples e elogiá-los. Um ´tapinha nas costas´ por um trabalho feito, um email de agradecimento, a partilha de um prêmio recebido com a equipe. Temos que elogiar sempre nossos colaboradores. Se os elogiamos, estabelecemos um equilíbrio, somos justos e abrimos portas para chamar-lhes a atenção e para uma correção mais dura quando necessário.

Quarto, PRATIQUE. Não deixe para usar o feedback somente nos processos formais de avaliação, use-o todos os dias, pois devemos melhorar sempre. Não perca a oportunidade de desenvolver sua equipe e de melhorar os resultados, devemos praticar o ´feedback fresco´, assim que ocorre a oportunidade, mas, dentro do contexto que aqui descrevemos, seguindo esses quatro passos:

Ø  MUDE a forma de encarar o feedback que recebe.

 

Ø  OUÇA seu colaborador e lhe peça feedback sobre você sempre.

 

Ø  ELOGIE sua equipe todos os dias. Isto lhe dá abertura para feedbacks ´mais duros´.

 

Ø  PRATIQUE. Não perca a oportunidade de desenvolver sua equipe todos os dias.

 

De resto, siga a cartilha: preparar-se, basear-se em fatos e dados, fazê-lo em local adequado, não criticar em público, não levar para o lado pessoal, etc.

Então vamos lá. Que tal começar hoje a praticar o feedback?

 

Fonte: Administradores

Fui demitido.

Fui demitido.Vale a pena reclamar com o chefe de Rh?

 

Quem já foi demitido em circunstâncias traumáticas sabe que a vontade de ir ao departamento de RH e “rodar a baiana” pode aparecer neste momento. A pergunta que fica é se vale mesmo a pena tomar este tipo de atitude. Veja o que Rafael Souto, presidente da consultoria Produtive, fala sobre isso.

 

Assista o vídeo aqui.

O Amor pode fazer você se dar bem no trabalho

O Amor pode fazer você se dar bem no trabalho

 

Amor e carreira podem até parecer coisas distintas, mas não é bem assim. Seu sucesso no trabalho depende da personalidade da pessoa com quem você se relaciona.

É o que mostra um estudo de psicólogos da Universidade Washington em St. Louis, nos Estados Unidos. Durante cinco anos, eles acompanharam a vida de 2,5 mil casais, com idade entre 19 e 89 anos. Todos os participantes foram entrevistados ainda no início da pesquisa para que os psicólogos conhecessem a personalidade de cada um. A ideia era ver quão aberto, extrovertido, neurótico, empático, e atencioso eles eram.

Para saber se esse pessoal se saía bem no trabalho, os pesquisadores perguntaram como eles se sentiam em relação ao emprego (satisfeito, empolgado, decepcionado, etc), quais eram as chances de receber uma promoção e se haviam conseguido um aumento salarial. A pesquisa era repetida a cada ano.

E sabe quem eram os trabalhadores mais bem-sucedidos? Aqueles casados com alguém atencioso ecuidadoso. E funcionava tanto para homem quanto para mulheres.

Não é assim tão difícil entender os motivos. Segundo a pesquisa, pessoas casadas com umparceiro atencioso conseguem relaxar mais. Afinal, eles sabem que podem sempre contar com alguém para dividir os afazeres domésticos, como pagar contas, fazer compras, limpar a casa, etc. E assim chegam bem menos estressados no trabalho. Isso sem contar o aprendizado: eles acabam copiando os bons hábitos de seus cônjuges – e se tornam funcionários mais confiáveis.

É, seu relacionamento se enfia em todas as áreas da sua vida. Por isso é bom escolher direitinho.

 

Fonte: Super Interessante

Como proteger sua marca

Como proteger sua marca, ideia ou produto inovador

O empreendedor inovador tem que estar atento ao cuidado com as suas invenções, sejam elas ideias, produtos ou serviços, ou mesmo a sua marca própria

 

Se você é daqueles cheios de boas ideias, precisa ter cuidado com suas invenções

Você é um daqueles empreendedores inspirados, cheios de boas ideias? Inventou um produto incrível, com potencial para facilitar não apenas a sua vida, mas também a vida de diversas outras pessoas? Isso é ótimo, mas… e se alguém roubar a sua ideia e sair à sua frente? O empreendedor inovador tem que estar atento ao cuidado com as suas invenções, sejam elas ideias, produtos ou serviços, ou mesmo a sua marca própria.

Mas você sabe como pode proteger o seu negócio? Já pensou em registrar uma patente, mas nunca soube como? Então veja abaixo as nossas dicas e blinde o seu negócio contra cópias!

Protegendo a sua ideia ou o seu produto

A maneira de proteger a sua criação é patenteando-a. É importante que que você faça isso antes de contar sobre ela para outras pessoas ou antes que você a venda ou comece a comercializá-la. Para isso, ela precisa ser algo realmente novo e que possa ser industrializado.

Para ter a certeza de que o seu produto é algo novo, você deve pesquisar no Banco de Patentes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial. O seu produto é mesmo novo? Parabéns! Agora chegou a hora de efetivar o seu registro! Para isso você vai precisar solicitar ao INPI o registro de patente. O INPI define patente como: “título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade”, e para que ela seja solicitada você precisará providenciar alguns documentos, como um relatório descritivo do produto, formulários de requerimento de patente, entre outros (veja a lista completa aqui). A lista pode variar de acordo com o produto.

Depois de entregar a documentação e fazer o pagamento das taxas que forem necessárias, você receberá um número de protocolo e a sua solicitação passará por uma análise. Em até 60 dias você terá uma resposta para saber se o seu pedido foi aceito. As demais obrigações serão informadas de acordo com o produto patenteado.

Protegendo a sua marca

Uma marca também pode ser registrada para ser protegida, porém o registro é um pouco diferente do produto. No geral, registrar uma marca sai mais barato do que patentear um produto.

Ao registrar uma marca você tem a garantia de que só você poderá usá-la em todo o território nacional em seu ramo de atividade. Por exemplo, se você criar um nome para um site de vendas de cursos virtuais e registrá-lo, ninguém mais vai poder usar esse mesmo nome para venda de cursos virtuais nem fazer uso de nomes muito semelhantes que possam induzir os clientes a erro. O registro de marca pode ser feito com facilidade pela internet, também através do INPI.

 

Fonte: Administradores

Eficiência operacional não é estratégia

Eficiência operacional não é estratégia

Muito se tem falado sobre empreendedorismo no Brasil, nas transformações do nosso mercado e no futuro das empresas. Mas, a maioria dos empresários ainda concentra suas atenções em aspectos puramente técnicos ou operacionais. Entenda como esse comportamento nos leva a cometer erros estratégicos que comprometem a sustentabilidade de nossas empresas.

Muito se tem falado sobre empreendedorismo no Brasil, nas transformações do nosso mercado e no futuro das empresas. Mas, a maioria dos empresários ainda concentra suas atenções em aspectos puramente técnicos ou operacionais. Esse comportamento os leva a cometer erros estratégicos que comprometem a sustentabilidade das empresas. Custos altos, problemas com o fisco, multas, clientes complicados, colaboradores pouco preparados e nada motivados. Enfim, às vezes dá até vontade de desistir. A chave para solucionar essas questões está em uma criação de uma boa estratégia para a empresa.

A “estorinha” a seguir exemplifica o que está ocorrendo com muitos empreendedores brasileiros.

Certa vez um empreendedor planejou e criou uma belíssima cantina italiana. O ambiente era bem aconchegante, especialmente preparado para receber os fãs da gastronomia típica da Itália. Ingredientes selecionados, cardápio impecável, chef experiente e uma variada carta de vinhos compunham o cenário. Os preços, mesmo um pouco acima da média dos restaurantes da vizinhança, não eram fator impeditivo para o sucesso do negócio.

A casa funcionava à noite e era muito bem frequentada. Famílias comemorando alguma data especial, casais em busca do aconchego e profissionais em jantares de negócios quase sempre deixavam o local lotado. Ainda assim, graças ao preparo dos garçons o atendimento era excelente.

O tempo passou e o dono da cantina resolveu crescer, aproveitando a onda de “vacas gordas” do momento econômico. Sem pensar muito, decidiu também abrir para o almoço. A expectativa seria dobrar o faturamento.

De fato, a receita aumentou muito nos primeiros meses. Mas, aos poucos, o público do almoço, que era bem diferente daquele do jantar, foi apresentando sugestões aos funcionários da casa, que prontamente convocavam a presença do patrão para ouvir o cliente.

Preocupado com a satisfação dos frequentadores, o empreendedor apressou-se em implantar as sugestões recebidas. Primeiro, passou a oferecer serviço de buffet por quilo, justamente para atender mais rapidamente aqueles que tinham o horário do almoço mais apertado. Depois, passou a servir outras opções gastronômicas, como churrasco, arroz e feijão e até mesmo sushi e sashimi.

A música ambiente foi eliminada. A carta de vinhos, acrescida de marcas mais baratas e de qualidade duvidosa. Caipirinha e outros drinks mais populares foram incluídos no cardápio.

A atenção e a acuidade dos garçons e dos demais funcionários já não eram mais as mesmas. O importante era a velocidade, mesmo que isso prejudicasse a qualidade da comida, da bebida e do atendimento.

O público noturno também já havia mudado drasticamente. O mesmo perfil de clientes do almoço invadiu a noite em busca de uma comida barata e cerveja gelada, antes de ir para casa.

Espremido pela concorrência que oferecia “mais ou menos” a mesma coisa, os preços caíram junto com o lucro. “Não sei como esses restaurantezinhos da vizinhança conseguem trabalhar com preços tão baratos!”, reclamava o empreendedor.

O chef foi substituído por cozinheiros menos experientes, entretanto mais versáteis e menos onerosos ao negócio, e que estavam dispostos a fazer de tudo um pouco sem reclamar da qualidade dos ingredientes.

Ainda assim, os custos aumentavam, assim como a rotatividade dos colaboradores – cozinheiros e garçons não ficavam mais de seis meses no emprego. Treinamentos detalhados foram substituídos pela técnica “veja como ele faz e aprenda”.

Até problemas com as autoridades sanitárias começaram a surgir. O gerente, um senhor experiente, fluente em casos da bella Itália, há muito havia deixado o cargo. Seu substituto, com 40 e poucos anos, já estava a ponto de ter um enfarto. Contratar, orientar, “treinar”, apaziguar desavenças entre os colaboradores e ainda cuidar da logística de compras, tomavam todo o seu tempo. Assim, os cuidados com a higiene foram delegados ao João, o cozinheiro-chefe… ou ao Manoel?

O restaurante fechou. Com a primeira marola econômica as pessoas passaram a procurar opções mais baratas e o fluxo de caixa não aguentou. Aliás, os controles gerenciais também não estavam exatos e atualizados como antes. Por isso, o empreendedor ficou sabendo pelo gerente do banco, que havia quebrado e levado junto boa parte de seu patrimônio pessoal.

Para evitar o mesmo fim da cantina italiana as mais de 9 milhões de empresas precisam de realizar um bom planejamento estratégico. O primeiro passo é definir formalmente a missão e visão da organização. Esses pontos são a base para o estabelecimento de estratégias.

Uma declaração de missão bem definida deve explicar, pelo menos o seguinte: razão de ser do negócio, público-alvo, região de atuação, como a empresa gera valor para clientes e acionistas e como ela se diferencia das demais. A visão, por sua vez, define como a empresa espera se ver no longo prazo.

O professor Michael Porter, em seu artigo “What is Strategy”, publicado na Harvard Business Review, explica que eficiência operacional não é estratégia, mas ambas são importantes para as empresas. Enquanto a primeira significa fazer melhor aquilo que os concorrentes também fazem, a segunda leva à realização de coisas que os concorrentes não fazem.

Certamente que a eficiência operacional é importante. Mas, para manter a sustentabilidade do negócio, o empreendedor deve pensar muito além das questões meramente operacionais e, antes de pôr as “mãos à obra” precisa colocar a mente.

 

Fonte: Administradores

Qualidades de pessoas capazes de mudanças transformadoras

3 qualidades de pessoas capazes de mudanças transformadoras

Grandes transformações não são fáceis: requerem não só mudar opiniões, mas também emoções

 

Na história da humanidade, sempre sobrevive quem se adapta, quem sabe mudar. Para grandes transformações, são necessárias pessoas transformadoras, que consigam encarar o pessimismo, o medo e o cansaço. Qual é a fórmula mágica que move uma pessoa capaz de tudo isso?

Em um recente artigo para a Inc., a escritora Ekaterina Walter relata o que aprendeu com Malcolm Gladwell, após assistir a uma palestra sua. De acordo com ele, as pessoas capazes de promover grandes transformações dividem três características em comum:

1 – Coragem

“Coragem de explorar o inexplorado. Coragem de desafiar os pessimistas. Coragem de persistir quando tudo parece estar contra você”, escreve Ekaterina. Pessoas corajosas são pessoas abertas e criativas, capazes de considerar todo tipo de solução inovadora, são pessoas independentes e que têm um certo gosto por quebrar padrões considerados normais. Elas também são conscientes de seus próprios pensamentos, dispostas a seguir suas ideias quando sabem que estão corretas.

A combinação de todos esses fatores faz uma pessoa corajosa. “Algumas pessoas são criativas, mas não conscientes, não têm a habilidade de executar uma ideia. Algumas são ótimas na execução, mas falta a mente-aberta. Também não importa ter diversas ideias e disciplina para executá-las, se não possui a resiliência necessária para ignorar todos os que apontam defeitos”, conclui ela.

2 – Capacidade de repensar o problema

Mudança requer repensar cada passo dado e isso inclui contratações. “Pessoas que se atêm a soluções conservadores não são aquelas que irão ajudar a continuar a transformação. Você precisa de pessoas com uma nova visão e mentalidade”, propõe a escritora. Repense o problema. Talvez, no fim, possa ser usado até como solução.

3 – Senso de urgência

As pessoas inovadoras não só têm coragem para enfrentar as pessoas e sabem repensar os problemas. Elas possuem também um senso apurado de urgência, de fazer as coisas, de fazer nesse exato momento. Mas Ekaterina alerta: senso de urgência não pode ser confundido com fazer tudo às pressas.

Mudanças são difíceis para a maioria pela dificuldade de abrir mão de um legado já construído, não importa quão ultrapassado esteja. A personalidade está conectada à forma antiga de pensar, e ser diferente se torna uma ameaça ao ego. Mas relevância vem com transformação, mesmo que signifique começar tudo do zero.

 

Fonte: Administradores

Se não der pra ser insubstituível, seja inigualável

Se não der pra ser insubstituível, seja inigualável

Para sobressair é fundamental investir na vocação, do contrário estará fadado a ser peça de reposição

“Ninguém é insubstituível” é a máxima que todos conhecem e ouvem, principalmente no ambiente organizacional. No entanto, “ninguém” é um pronome indefinidamente forte e delimitador. Como não há verdade absoluta, a possibilidade de desbancar essa afirmativa está ao alcance do profissional de talento. Mas o que é preciso para se tornar insubstituível em uma empresa ou organização?

As pessoas são dotadas de aptidões inatas. Cada indivíduo tem maior facilidade e desenvoltura para determinada área. Então, o primeiro passo é identificar essa vocação latente para, em seguida, investir nela. Alguns exemplos tornam essa teoria clara como água. É o caso de jogadores de futebol como Neymar. Ainda criança lhe foi identificado o talento para o esporte, talento que foi lapidado desde então tornando-o um dos melhores do mundo na sua área de atuação.

O mercado profissional é um ambiente aparentemente hostil. Há muita concorrência.

Para sobressair é fundamental investir na vocação, do contrário estará fadado a ser peça de reposição. Quando surge uma vaga, chovem candidatos, o que dá a sensação de que a qualquer momento outra pessoa pode te substituir, que o seu empregador pensa “se você não quer trabalhar, tem uma fila esperando o seu cargo”. Isso pode até ser verdade, mas não é bem assim.

O objetivo de uma empresa é produzir. Independente do produto, todas precisam render. Contratar um novo funcionário é um processo que requer tempo e dinheiro, investimento. Esse tramite retarda a produção. O mais interessante é manter o profissional que já está ambientado com a rotina da empresa. A fidelidade mútua é extremamente proveitosa e lucrativa para as duas partes.

Saber desses detalhes é ter “a faca e o queijo na mão”. O provérbio inglês “a rolling stone gathers no moss” (pedra que muito rola não cria limo) sabiamente ensina: é preciso estar sempre em busca do aperfeiçoamento, não ficar parado, renovar-se. Ser indispensável requer ambição, conhecimento, desenvoltura e diferencial. A tarefa que você executa certamente pode ser realizada por outra pessoa. Contudo, a identidade – a sua “impressão digital” – está na sua forma de executar.

A particularidade é o ingrediente chave. O profissional competente sabe utilizar seus talentos, aprimorá-los e não cansa de aprender. Ele se torna indispensável para a empresa por fazer parte do DNA dessa organização. Sua ambição gera criatividade para inovar, dia a dia, o ambiente de trabalho.

“Ninguém é insubstituível” pode até ser uma frase verdadeira, sempre haverá alguém para desempenhar o papel que o outro desempenhava. Mas cada profissional tem a sua identidade e essa marca, particular e intransferível, que se torna imprescindível para uma empresa. O talento trabalhado e com a sua forma não o tornará insubstituível, mas o tornará inigualável.

 

Fonte: Administradores

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