Monthly Archives - agosto 2014

7 atitudes para tomar a vida nas mãos

Primeiramente desafie-se a ir além

Responda rápido: quais obstáculos estão impedindo você de tomar sua vida nas mãos? Pode ser o medo do julgamento, a mania de deixar tudo para depois, não importa. Reuni abaixo 7 sugestões para ajudar você a se libertar e construir uma nova realidade. Que tal começar a colocar as dicas em prática?

1. Desafie-se a ir além
Muitas vezes temos na ponta da língua todos os empecilhos e dificuldades para tomarmos a vida nas mãos. Chega um momento em que você precisa tomar uma decisão, é a hora de você se desafiar e ir realmente além de qualquer barreira. Proponha uma nova atitude, enfrente seus medos, ouse. Qual atitude você pode tomar agora mesmo para ir além da sua zona de conforto? Coloque-se uma meta por semana, por exemplo. Ouse fazer diferente, experimente assumir o comando e criar resultados. Dê um passo por vez.

2. Abra definitivamente espaço na sua agenda para se cuidar
Chega de promessas de ano novo e de resoluções para a próxima segunda-feira. Comece agora mesmo a se cuidar melhor. Comece por algum ponto, mas comece. Escolha se vai começar incluindo mais frutas e verduras na alimentação, beber mais água durante todo o dia, iniciar uma rotina de exercícios físicos, marcar aquela sessão de acupuntura ou seja lá o que for. Escolha por onde vai iniciar e vá abrindo mais espaço aos poucos, sempre mantendo as conquistas já feitas.

3. Faça registro e acompanhe
Crie algum método de registro de seus sentimentos, objetivos e avanços. Pode ser um diário, um fichário, um documento em seu computador, enfim. O mais importante é que seja de fácil acesso a qualquer momento e que você acompanhe, leia, releia, monitore o que for registrando. Assim, você vai começar a perceber as repetições, as sabotagens, os avanços. É mesmo um roteiro para seu autoconhecimento e uma maneira de se organizar. E aí? Como vai fazer o seu registro?

4. Conte com apoio
Boa parte da caminhada depende só de você, claro. Porém, você pode e merece contar com apoio. Tanto no sentido de buscar estar rodeada de pessoas companheiras e amigas, bem como buscar apoio profissional (coaching, terapia, profissionais de saúde, etc.) para lhe orientar e ampliar seu crescimento. Faça uma lista breve de principais desafios que você está enfrentando e quem você poderia buscar para lhe apoiar.

5. Mude a estação interna
Preste atenção às músicas internas na sua cabeça, ou seja, os seus pensamentos. Decida trocar a estação quando notar que está dando espaço para pensamentos e crenças que não lhe fazem crescer. Busque meditar, escrever para organizar suas ideias, ler boas mensagens, se cercar de coisas positivas. Não basta dizer que “não quer pensar nisso ou naquilo”, é preciso trazer pensamentos e atividades positivas para plantar novas sementes.

6. Crie um novo hábito
Nas tradições orientais, diz-se que um novo hábito precisa de 21 dias ininterruptos de prática para que se torne um hábito natural e entre em nosso cotidiano. Qual hábito novo renovaria as suas energias para seguir com seus objetivos? Escolha e se proponha a colocá-lo em prática durante 21 dias seguidos (faltou um dia? Comece tudo de novo!). Aceite o desafio e veja os resultados.

7. Comece por um ponto e siga avançando
Tem tanta coisa fora do lugar, que você pensa que nunca vai conseguir dar conta? Se for para fazer tudo de uma vez, realmente não vai dar. Escolha e priorize por onde você vai começar. Entre todos os seus objetivos de melhora, qual você decide que será seu pontapé inicial? Alguns critérios para sua escolha, nesse momento, podem ser:
– Qual deles pode lhe trazer mais energia ao ser resolvido?
– Qual deles pode até impulsionar os demais campos da sua vida?
– Qual se envolve com áreas prioritárias em sua existência?
– Qual deles pode abrir campo para as próximas ações?

Agora é com você! Escolha tomar a sua vida nas mãos e boa jornada.

 

Fonte: Administradores

Os desafios do líder

Verdadeiros líderes são seguidos e admirados não somente pelas suas palavras, mas pelas suas atitudes

“Macacos sempre procuram galhos mais fortes”

Liderança é um assunto que está sempre em voga em rodas de amigos, reuniões de negócios ou até mesmo em uma simplória conversa fiada. É um tema um tanto quanto polêmico e que rende bons debates.

Alguns dizem que liderança é uma competência que pode ser desenvolvida ao longo do tempo. Outros afirmam ser um dom que nasce em um seleto grupo de pessoas, que poderão ter destaque dentro de uma sociedade que vive na vala comum.

Ser líder não envolve apenas atividades corriqueiras e burocráticas vividas dentro de pequenas, médias e grandes empresas. Liderar não é somente saber lidar com números, metas e desafios, mas, acima de tudo, saber influenciar pessoas.

O que leva muitos líderes à bancarrota é simplesmente a não coerência das suas atitudes perante o discurso que tanto pregam. Poderíamos nos perder na contagem de líderes que dizem lutar pela liberdade de seu povo e o que se vê é uma forma de hipocrisia desmedida. Exercem opressão e chegam a infringir os direitos humanos de um povo tão combalido por causa da realidade em que vivem.

Já tive um líder que vivia pedindo paciência para a equipe, mas era sempre exasperado em suas conversas. Mostrava-se inseguro, impaciente, ansioso. Mal podia controlar seus sentimentos, muito menos ser altruísta e entender a dor alheia.

Existem diversos profissionais que não conseguem ser líderes de suas próprias vidas. Dificilmente, conseguirão ser exemplos de líderes para outras pessoas. Acredito veementemente que liderança tem muito a ver com a forma como você gerencia seus sentimentos. É fácil socorrer aos gritos nos momentos de tensão. Difícil é manter a calma quando o mar está revolto.

Você deve tentar ao máximo gerenciar e dominar seus sentimentos. Caso contrário, se mal administrados, eles o dominarão e poderão levá-lo ao declínio. O líder é mais racional do que sentimental.

Às vezes, tomados pela raiva, somos capazes de desferir golpes de forma descomunal na alma de nossos colaboradores, que podem passar horas e até meses digerindo nossa atitude tão grotesca. Quando somos insultados, podemos nos exasperar e revelar nossas piores fraquezas. Nessas horas, embora difíceis, é que devemos manter o autocontrole e não deixar os sentimentos de revolta nos dominarem.

Se quer chamar atenção de alguém, faça em  “off”. E se quiser elogiar um liderado, faça em público. Essas pequenas atitudes ímpares farão muita diferença no relacionamento com sua equipe.

O verdadeiro líder não usa a força bruta para corrigir seus liderados a ponto de humilhá-los. Ele usa geralmente sua sapiência a fim de corrigi-los e orientá-los. Corrija sem ofender e oriente sem humilhar, é pré-requisito para ser um líder admirado.

No cinema

Se você já viu o filme “Planeta dos Macacos: O Confronto”, deve ter se atentado para as inúmeras sacadas de liderança do filme.

Sem spoiler ou qualquer tipo de comentário estraga prazer (para quem ainda não viu o filme), percebi inúmeras sacadas de liderança e administração de crises ao longo dessa mega produção. No desenrolar da história e como sugere o subtítulo, o que se vê é a constante disputa pelo poder.

Em meio a socos e pontapés, o espectador imerge inconscientemente em uma briga psicológica pela liderança do bando. Enquanto um dos macacos era dominado pela raiva ou qualquer sentimento degradante, não permitindo que visse a situação de forma diferente, o outro tinha mais consciência de suas atitudes, era complacente com o resto do bando e os encorajava a ver a vida de outra forma.

O primeiro macaco, além de tomado pela raiva, ficou cego pelo ódio. Graças a isso, infringiu o lema do grupo e azedou seu relacionamento com o restante do bando.

O segundo, por sua vez, nutriu amor durante sua vida e sempre foi mais racional que o primeiro, e muito por isso não se deixou levar pelas emoções. Conseguia manter o foco nos momentos de tensão e tomar as decisões mais prudentes em prol do crescimento do bando.

Lembre-se de que o líder é o produto aspiracional da equipe. Ela não somente compra suas ideias, mas, também, compra seu estilo, sua forma de viver e ver a vida. Por isso, afirmo que o líder é bem visto não somente pela eloquência do seu discurso, mas pela coerência de suas atitudes.

Existe uma diferença bem sutil entre aqueles que são exemplos de líderes e aqueles que jamais serão líderes. O primeiro encoraja sua equipe ao passo que o segundo aterroriza, coloca medo, gera frustração e desconforto.

Como dizem no filme, “macacos sempre procuram galhos mais fortes”. Ou seja, liderados sempre irão procurar líderes em quem possam confiar e se apoiar.

Liderar é não se deixar dominar pelos seus sentimentos ao ponto de perder o controle da racionalização de suas atitudes.

 

Fonte: Administradores

17 coisas que não te contaram sobre fazer o que ama

Mesmo os sonhos amados e os projetos mais deliciosos são capazes de fazer você tremer, suar, chorar, espernear, se cansar, questionar, se sentir meio louco e perdido

Estou passando por um momento de intensas mudanças. Uma delas é implementar de vez o meu trabalho em home office. Antes, boa parte dele já funcionava assim, quando eu escrevo e produzo conteúdos por exemplo, mas eu insistia em manter um consultório físico (que me acompanhava desde o início da minha carreira como psicóloga clínica e veio me acompanhando no trabalho como coach, até então). Um dia percebi que a maior parte dos meus clientes já eram atendidos on-line e eu estava mantendo meu consultório por puro apego. Tomada a decisão, estou num apartamento novo, com mais espaço e organizando a segunda mudança: agora, trazer as coisas do consultório para montar meu home office.

Tudo sonhado, planejado e começando a acontecer, qual foi a minha surpresa? Eu me peguei entristecida justamente agora, quando as coisas começam a tomar corpo. O tal apego ao lugar em si e a história da sua construção (um dia posso contar pra vocês a história de como fui montando meu consultório), junto com um frio na barriga e medo da mudança. Sim, mesmo amando a praticidade de trabalhar em casa, de poder ter a companhia da minha gatinha ronronando por perto, ter todos os meus materiais sempre à mão, deixar de perder tempo com deslocamento e criar dentro do meu próprio espaço, ser cada vez mais dona do meu tempo e seguir vivendo da maneira como eu gosto, ainda existem conflitos.

Passando por essa experiência, comecei a me lembrar de uma série de conflitos e angústias, que já vivi ou que já ouvi de meus clientes, mas que ninguém costuma comentar abertamente. Parece sempre romanceada a ideia de viver fazendo o que ama. Muita gente que começa nesse caminho e se depara com os primeiros desafios, passa a suspeitar de que está no caminho errado – “ué, mas não era pra ser só alegria?”

Por isso, compartilho com você algumas coisinhas que ainda podem não ter lhe contado:

1. Sim, você pode ganhar mais liberdade e fazer o seu tempo. Porém, cuidar dele é um exercício que você talvez nunca tenha percebido o quanto é desafiante. E mais, provavelmente você vai ter que dedicar muito mais horas para fazer seu trabalho acontecer. Prepare-se para as dores e delícias da liberdade.

2. Mesmo os sonhos amados e os projetos mais deliciosos são capazes de fazer você tremer, suar, chorar, espernear, se cansar, questionar, se sentir meio louco e perdido.

3. Às vezes pode ser confuso colocar valor nos seus produtos e serviços, afinal você os faria de graça com todo prazer. Mas pode ter certeza, o valor em dinheiro não costuma alcançar nem uma pequena parte do valor que um trabalho bem feito e com amor pode causar de impacto na vida das pessoas. Sim, seu trabalho tem muito valor! Aprenda a lidar com dinheiro de maneira aberta.

4. Por vezes, o seu envolvimento com o trabalho vai fazer você sofrer ao ouvir um não ou escutar uma opinião contrária, afinal é como se seu projeto nascesse de você – em alguns momentos, acabamos levando demais para o lado pessoal.

5. Por incrível que pareça, vai ter hora em que você pode sentir falta de um chefe que simplesmente lhe diga o que fazer e de alguém que deposite seu dinheirinho na conta todo dia X do mês. Aí chega a hora de colocar na balança o que você valoriza, qual é o seu propósito e sua visão de futuro.

6. Quando o compromisso é só com você, o desafio de levar adiante pode ser maior. Afinal, não tem um prazo definido ou se você nem contar que teve uma ideia nova ninguém vai criar expectativas.

7. Trabalho e lazer acabam se misturando, por isso vai ter dia em que isso vai deixar sua cabeça cheia. O trabalho do dia já acabou, mas você está lendo um livro sobre o mesmo tema, pesquisando novidades na internet, e por aí vai… É gostoso se envolver, mas descanse também.

8. Em certas situações você vai precisar ser um faz-tudo e em outras vai ter que reconhecer que é hora de terceirizar, fazer parcerias, contratar alguém. Como vai descobrir? Com discernimento e dando algumas cabeçadas.

9. Você vai ter que aprender a dizer alguns nãos para dizer sim ao que realmente importa e agrega valor ao seu trabalho. O que não quer dizer que também vai ter que dizer alguns sins para coisas chatas e burocráticas que podem aparecer no meio do caminho de um trabalho sensacional.

10. Se seu trabalho é eminentemente criativo (se você cria), é preciso fazer pausas, se envolver com outros assuntos, outras turmas, levar a cabeça pra passear. Não dá para ficar só no seu mundinho.

11. Dá vontade de estudar um pouco mais, saber um pouco mais, pesquisar um pouco mais. Mas não deixe que isso lhe impeça de dar o primeiro passo a partir de onde você está.

12. Sempre parece que alguém já teve a melhor ideia ou aproveitou a melhor sacada. Não caia no engodo de que seu trabalho só pode ser valioso se for absolutamente original. Crie, invente, mesmo que alguém esteja no mesmo caminho, dê a sua cara, o seu jeito.

13. Tem momentos com tantas ideias, tantos caminhos, tantas possibilidades, que você pode empacar. Nessas horas, busque fazer algo diferente. Medite, fique em silêncio, escreva, procure o apoio de um profissional, converse. Enfim, saia do mesmo modo de pensar que criou o problema, para assim achar a solução. Outra: priorizar começar por uma ideia, não significa que você vai descartar as demais.

14. Falando em expectativas, a procrastinação pode fazer de você um alvo fácil. Isso se você render ao perfeccionismo e ao receio do que os outros vão pensar. E mais, o fato de amar tanto o que faz, pode fazer você ter muito medo de que as coisas não saiam exatamente como pensou. Nada pior do que esse medo para empacar qualquer projeto. (Olha, as coisas podem ser muito mais maravilhosas se você se abrir a ir além do que você imaginou!)

15. Algumas pessoas insistem em achar que você não trabalha e vão fazer de tudo para lhe convencer a seguir o mesmo caminho que elas ou, simplesmente, buscar o convencional. O não convencional incomoda.

16. Quem disse que você só pode amar uma coisa? Pode ser que você crie um mix único com tudo que você ama e seus talentos. Ou pelo contrário, muito do que você ama nem vai se tornar trabalho, mas pode ser elemento importante para lhe trazer energia e alimentar sua criatividade.

17. Você vai aprender milhões de coisas no caminho, algumas que você sequer imaginou que aprenderia um dia, inúmeras nenhum professor lhe ensinaria. Vai ser complicado algumas vezes e uma superação deliciosa na maioria delas.E o mais importante:Mesmo com tantos desafios, em meio a tantas dúvidas, questionamentos e coisas a aprender, acredite, isso tudo vai lhe
mostrar que você está vivo! Ao final do dia, vai ter cansaço? Sim, mas é um cansaço de quem produziu, sentiu que fez a diferença, que deu alguns passos para colocar algo com mais sentido e significado no mundo.

Alguém já lhe disse tudo isso? Eu gostaria muito que alguém tivesse me dito.

Que tal se agora você compartilhasse o link desse texto com alguns amigos que podem estar enfrentando esses desafios, sem nem desconfiar que não estão sozinhos nessa?

 

Fonte: Administradores

10 lições sobre liderança (ou a falta dela)

Dez lições sobre liderança que você nunca vai aprender nas escolas de negócios nem nas faculdades ou universidades, pois somente a dor e o tempo serão capazes de fazê-lo entender

Liderança é conversa fiada, afirmou Peter Drucker, o grande guru da Administração, em sua última entrevista para a imprensa americana, pouco antes de partir, em 2005. Como se trata de alguém que dedicou a vida à Administração, muita gente torceu o nariz, mas não se manifestou nem contra nem a favor.

Em todas as minhas turmas de MBA com foco em liderança, testemunho a preocupação dos jovens e adultos sobre a dificuldade cada vez maior de se obter comprometimento das pessoas que ingressam no mercado de trabalho.

Na prática, essa nossa maldita cultura de dependência das benesses do governo e a preguiça natural do ser humano serve muito mais para criar pessoas descompromissadas e abusadas em alguns aspectos do que para formar cidadãos preocupados com o futuro do país e com o seu próprio futuro.

O comprometimento com os resultados e o respeito à hierarquia tornaram-se uma utopia e as pessoas mudam de emprego na mesma velocidade com que mudam de roupa em razão do imediatismo financeiro e profissional que tomou conta do mundo.

Tenho avaliado com profundidade essa questão da liderança e arrisco a dizer que nenhuma faculdade, universidade ou mesmo escola de negócio forma líderes. O que a maioria tenta é adestrar profissionais para seguirem a cartilha das empresas, as quais, lamentavelmente, pelo menos no Brasil, ainda pensam que as pessoas são apenas um número e, portanto, devem fazer aquilo que a empresa quer, não o que é necessário ser feito.

Como professor da matéria, posso dizer que a nossa tarefa consiste em formar pessoas que cometam o menor número possível de erros em cargos de liderança considerando que os mitos do líder nato, do líder treinável ou mesmo do carismático já foram derrubados há muito tempo.

É duro imaginar que, em pleno século 21, as pessoas ainda necessitem de “líderes” para comandá-las ou para ensinar o que elas mesmas não conseguem aprender em trinta anos de carreira e que ainda tenhamos de utilizar exemplos de lideranças questionáveis como as de Hitler, Putin, Clinton e a do próprio Jack Welch.

Liderança é uma forma de dominação social e de poder, seja ela carismática, racional-legal ou tradicional. Como diria Stephen Covey, estudioso do assunto, é um conceito misterioso e ilusório que nunca será dominado na face da Terra, pois as variáveis políticas, sociais e econômicas mudam constantemente e não temos o menor controle sobre elas.

Se você quer apenas conhecer as melhores práticas sobre liderança e, de quebra, ainda levar um certificado, a escola é o melhor caminho, mas se você quer entender como funciona os bastidores da liderança nua e crua, aqui vão algumas lições que, raramente, são ensinadas nas escolas.

1. Liderança é uma forma de dominação social, mas o fato é que ninguém gosta de receber ordens; a maioria das pessoas se sujeita por uma questão pura e simples de necessidade ou de sobrevivência;

2. Para a maioria dos presidentes, diretores e gerentes, o melhor profissional sempre foi e sempre será aquele que não questiona e, principalmente, aquele que não tem a menor pretensão de ocupar o lugar do chefe;

3. Chefe é aquilo que você deseja ser, mas odeia ter; Se você precisa de um chefe para se motivar, você está no lugar errado;

4. Os quatro mitos da liderança já foram quebrados por Robert Goffe e Gareth Jones, pesquisadores do assunto: 1º) Nem todos podem ser líderes, alguns nem querem; 2º) Nem todos os líderes que chegam ao topo são líderes, alguns chegam por conchavo, conluio e outros métodos nada ortodoxos; 3º) Nem todos os líderes levam a resultados, caso contrário, o serviço público seria maravilhoso; e 4º) Nem todos os líderes são grandes coaches.;

5. Existem coisas da alta administração que nunca vão chegar ao chão de fábrica e vice-versa, portanto, não há razão para conspirar nos banheiros da empresa. Alimentar expectativas em relação a isso é uma forma inquestionável de sofrimento;

6. A maioria dos profissionais que se dizem líderes tem dificuldades em reconhecer o bom trabalho dos seus liderados; portanto, se o reconhecimento não vier como o esperado, pare de reclamar e continue trabalhando;

7. Não existe liderança nata, mas algumas pessoas são favorecidas por características de comando e controle, fruto do meio onde nascem, crescem e se desenvolvem;

8. As empresas são realidades socialmente construídas muito mais nas cabeças e mentes de seus líderes do quem em métodos aprendidos nas escolas; as empresas refletem o pensamento do dono, do diretor, do chefe e assim por diante;

9. A maioria dos líderes não sabe dar nem absorver feedback, primeiro porque não foram preparados para isso, segundo porque tomam o próprio feedback como ofensa pessoal; quem não sabe avaliar, reposicionar e demitir pessoas nunca deve se meter em cargos de liderança;

10. Ao contrário do que afirmava James Hunter, autor de O Monge e o Executivo, liderança não exige perdão, nem humildade, nem altruísmo, nem nada parecido; liderança exige muita disposição para engolir sapos e lidar com gente dissimulada, uma boa dose de hipocrisia corporativa e, principalmente, desprendimento de alguns valores, caso contrário, você pode chegar até o topo, mas não conseguirá se manter nele.

Por fim, lembre-se: não existe fórmula para ser líder. A liderança é um somatório de várias competências raramente encontradas numa única pessoa. Portanto, seja você mesmo, faça o melhor que puder e pratique o senso de justiça. Ter poder não lhe dá o direito de ser cruel nem de brincar com a vida das pessoas.

Você não precisa concordar comigo para continuarmos convivendo pacificamente, apenas pense nisso!

 

Fonte: Administradores

Como usar o próprio salário para financiar um negócio empreendedor?

Centenas e milhares de profissionais ao redor do mundo ancoram no sonho empreendedor. A maioria sem capital. Para esses empreendedores — pródigos em expertise, mas sem dinheiro — financiar o negócio com o próprio salário é um bom caminho para começar

Empreender com o próprio dinheiro: é difícil, porém possível

 

Empreendedores que buscam lançar suas startups frequentemente enfrentam uma miríade de decisões difíceis, sendo que a maior delas é a questão do financiamento inicial. Se você sempre se perguntou “como eu posso financiar isto?”, ou “eu posso financiar meu negócio por conta própria, enquanto mantenho meu trabalho atual?”, a resposta é sim — você pode, absolutamente.

O indiano Vasu Akula e dois sócios lançaram a Voziq no final de 2011 com um objetivos simples em mente: ajudar as companhias que adquiriram serviços de análises avançadas e soluções em inteligência de negócios a utilizar melhor as informações às quais têm acesso.

O que faz a startup baseada em Washington D.C rara é que Vasu e seus parceiros não utilizaram investidores externos para dar vida à Voziq. Eles criaram a empresa por conta própria, enquanto trabalhavam regularmente durante o dia.

Vasu e seus cofundadores originalmente brincaram com várias ideias diferentes (como oferecer tanto consultoria quanto produtos). Entretanto, Vasu ouviu meu conselho sobre oferecer apenas serviços enquanto sustenta o negócio apenas com o salário do mês. Foi uma ótima maneira de trazer valor imediato aos clientes, aprendendo sobre suas necessidades, tudo enquanto construíam um produto com uma visão de longo prazo. Sim, o produto ficou em banho-maria, mas uma relação inestimável com o cliente já havia sido estabelecida, a entrada de clientes-chave estava garantida e, é claro, o dinheiro continuou a entrar.

A ideia por trás da Voziq começou com Vasu e dois colegas profissionais da área de TI, todos com mais de quinze anos de experiência em companhias listadas entre as 100 maiores da Fortune 500. Vasu descobriu que a maior parte das companhias utilizava alguma forma de análise de dados, mas permaneciam estagnadas nesse ponto. Pelas suas estimativas, 95% das empresas que adquiriam soluções avançadas de análise e business intelligence não estavam utilizando todo o potencial da ferramenta e dos dados coletados. A tecnologia estava sentada na estante, sem gerar nenhum valor.

Existia uma oportunidade intocada ali, e a Voziq é uma plataforma que Vasu e seus associados construíram do zero. Ela foca nas análises de mídias sociais e ajuda a revelar a mensagem por trás de um volume massivo de dados. Utilizando categorias, benchmarks e relatórios customizados, a Voziq transformou a voz do cliente, a voz dos competidores e a voz dos influenciadores da indústria em informações inteligíveis baseadas em um panorama real, para vários departamentos dentro da organização do seu cliente.

Como uma startup auto-financiada, as finanças da Voziq sempre foram apertadas, e por isso os seus fundadores decidiram manter os empregos diurnos até que atingissem razoável validação junto a clientes reais. Vasu afirma que a Voziq estava apta a atingir esse objetivo utilizando o Desk e outros contratantes de fora da América do Norte, onde eles poderiam obter um trabalho de qualidade por um custo relativamente baixo.

A situação da Voziq ilustra o cenário de uma startup com dois ou mais cofundadores. Vasu observa que nem todos os que financiam a startup precisam deixar os seus empregos; um ou dois podem continuar trabalhando enquanto os demais desenvolvem o plano de negócios e realizam prospecções. Dessa maneira, ele diz, você pode financiar sua companhia através do seu próprio salário enquanto os demais executam as ideias centrais da startup.

Ele também enfatiza a importância de estar pronto para se sacrificar logo após a primeira validação da ideia de negócio. Desde que cada cofundador da Voziq decidiram manter seus empregos regulares, assumiram um bom pedaço de trabalho no desenvolvimento de produtos e negócios, que executavam durante as noites e fins de semana. Uma vez que eles começaram a sentir alguma tração, passaram a atuar como consultores independentes em áreas relacionadas para continuar recebendo salários enquanto concentravam esforços na Voziq.

Atualmente, as prioridades da empresa são outras. Os três cofundadores contribuíram pesadamente em serviços de consultoria e alavancaram consultorias externas para continuar o desenvolvimento do produto. Vasu afirma de forma encorajadora que ele e seus associados planejam passar a se dedicar completamente à Voziq, trazendo mais clientes e receita.

Sair do chão e se tornar uma empresa rentável é o principal objetivo de qualquer negócio, e estes são marcos especialmente significativos para uma startup auto-financiada. Com esses objetivos dentro do alcance, Vasu diz que a Voziq planeja continuar seguindo a metodologia 1M/1M, focando mais nos clientes do que em investidores como uma forma de financiar e validar o trabalho. Atualmente, eles têm 250 empresas utilizando seus serviços, mudaram com sucesso para um cenário de fluxo de caixa positivo e estão prontos para levar a Voziq para o próximo nível de sucesso e lucratividade.

O que eu acho gratificante sobre a história da Voziq é que ela pode ser um template para vários outros empreendedores dos quais ouvimos falar constantemente. Centenas e milhares de profissionais ao redor do mundo ancoram no sonho empreendedor. A maioria sem capital. Para esses empreendedores — pródigos em expertise, mas sem dinheiro — financiar o negócio com o próprio salário é um bom caminho para começar.

Fonte: Administradores

 

Como montar um escritório em casa

Muitas dúvidas surgem na hora de montar um home office. Com ajuda de especialistas, damos algumas dicas para aqueles que desejam trabalhar em casa.

 

“A mesa de trabalho deve possuir espaço para deixar todos os elementos necessários, como o computador ou impressora e, idealmente, um espaço de leitura e revisão de documentos”

Não importa se você é freelancer ou empregado, em algum momento, a necessidade de ter um lugar em casa onde é possível organizar o trabalho aparece. é quando surgem dúvidas? Onde colocar o escritório? Em frente a janela ou a parede? Que tipo de iluminação usar?

Para Víctor Munõz, fisioterapeuta da consultora Ipsum, a resposta para quando se precisa criar um espaço de trabalho em casa, “depende das necessidades de espaço livre, armazenamento de papéis e estilo de trabalho de cada pessoa. O ideal é ser compatível com a forma de trabalho”.

Se você precisa gerar esse espaço, algumas recomendações a seguir servirão como guia:

1. Onde colocar o escritório?

Muñoz explica que há aqueles que costumam usar muitos papéis, enchendo a mesa de jantar ou a cama, são eles “que devem encontrar um espaço em suas casa, onde eles possam acomodar uma mesa, balcão ou bancada larga para responder ao seu estilo “. Mas há aqueles que só precisam de seu computador. Esses, “podem muito bem gerar um espaço semelhante a um escritório em casa em lugares que tendem a ser subutilizados no layout da casa, como embaixo da escada ou alguma área pequena”.

O importante, diz Miguel Rivera, consultor sênior na divisão de engenharia da empresa Page Personnel, é que “o espaço de trabalho esteja decorado de acordo com seu gosto, o que dá um efeito relaxante, além de incentivar a criatividade. Por que o ambiente de trabalho influencia diretamente a produtividade e o rendimento”.

Também existem dúvidas sobre instalar a área de trabalho em frente a parede ou a janela. Muñoz diz que “não é recomendável colocar em frente a parede, porque só favorecerá o tédio e o cansaço mental. Se essa for a única opção o uso de cores agradáveis, em tons foscos, e um design de espaço agradável a vista é absolutamente necessário”.

2. Que móveis usar?

Ao trabalhar em casa, é possível escolher que elementos farão essa tarefa mais cômoda. Contudo, é crucial não cair na informalidade e levar em consideração que se está montando um espaço de trabalho. Por isso, a mesa de trabalho deve possuir espaço para deixar todos os elementos necessários, como o computador ou impressora e, idealmente, um espaço de leitura e revisão de documentos ou o notebook, diz Muñoz. O fisioterapeuta ainda afirma que é preciso que a mesa de trabalho seja suficientemente larga para que o computador e outros elementos fiquem apoiados completamente, restando espaço para apoiar, ao menos, ⅔ dos antebraços ao digitar. Também serve uma cadeira com apoio de bracos, que pode ser uma solução quando a mesa de trabalho não possui uma gaveta para o teclado.

A cadeira, portanto, é muito relevante. Muñoz aconselha que seja maior que o usuário e que não tenha apoio de bracos, ao menos que a mesa não tenha espaço para se apoiar. o encosto deve permitir apoiar as costas por completo, idealmente com a capacidade de se inclinar levemente para mudar de posição durante a jornada de trabalho. Deve-se evitar uma cadeira muito baixa, pois pode ficar impossível apoiar corretamente as costas no encosto da cadeira e e pode comprimir a área posterior do joelho, produzindo alterações de circulação ou neurológicas para os pés. “Por isso, uma boa cadeira deve ter uma curva descendente na frente do assento, para evitar a pressão atrás joelhos”, diz Muñoz.

“Se você vai passar horas sentado, pode tirar proveito de um estilo de vida mais ativo e deve ter cuidados com as costas, trocando a cadeira por uma bola suíça por algum tempo”, acrescenta o fisioterapeuta.

3. Que tipo de iluminação utilizar?

Ainda que seja preferível a luz natural, porque permite ler sem grande esforço, nem sempre é suficiente ou adequada, por isso as lampadas podem ser uma boa alternativa. De acordo com Riviera, é ótimo complementar ambas. Muñoz adiciona: deve-se evitar um excesso de luminosidade ou zonas com alto brilho e grandes contrastes entre a tela do computador e o fundo, por isso não se deve colocar o computador com uma janela atrás ou uma parede pintada brilhante. Para a luz artificial é recomendado sempre usar luz cálida e desbotada, que não esteja localizada justamente sobre a mesa e não seja muito intensa, caso seja necessário uma maior luminosidade para um trabalho especial, é preferível o uso de lampadas retráteis.

4. Como guardar o material?

Lembre-se que a área de trabalho será o lugar onde você gastará a maior parte de seu tempo, ou pelo menos o tempo que dedicará ao seu trabalho em casa. Portanto, é muito importante, para manter a produtividade, organizar documentos e materiais que você tem em sua área de trabalho. Muñoz aconselha “organizar a mesa de trabalho de acordo com o uso dos utensílios, deixando ​​perto os itens mais usados”.

Segundo a Associação Chilena de Segurança (ACHS), é preferível classificar os itens de acordo com a freqüência de uso. Aqueles que são usados ​​com freqüência devem ficar a 30 centímetros de distância, como telefones, lápis ou o mouse; enquanto aqueles que são de uso ocasional, como documentos ou arquivos, deve ficar a 50 centímetros. Os elementos pouco utilizados devem ficar a cerca de 75 metros de distância.

É igualmente importante aproveitar as paredes, usando prateleiras ou pendurados armários.
Rivera diz que deve-se usar a criatividade, pois assim “se economiza espaço e evita o estresse do transtorno. E se existe algum objeto desconcentrante ou desmotivador é melhor guardá-lo, ou essas sensações serão repetidas durante o dia”.

Depois de ter clareza sobre onde ficará o escritório localizado, além de outros detalhes, é hora de aconselhar sobre hábitos de trabalho.

5. Em que horário começar a trabalhar?

Tenha em mente que o escritório em casa pode ser uma opção para aqueles que trabalham de freelancer, e para aqueles que apenas querem ter uma alternativa para o espaço formal escritório. Portanto, a organização de tempo é igualmente relevante.

Muñoz diz que “as horas de trabalho estão diretamente relacionadas com a disponibilidade de tempo e ritmo de cada pessoa. Existem alguns que funcionam melhor na parte da manhã, enquanto outros funcionam melhor no período da tarde. Isso depende dos processos biológicos associados ao efeito da luz solar no nosso sistema nervoso central, que regula o ciclo de sono e vigília e, por conseguinte, a concentração e atenção “. Portanto, devemos aproveitar ao máximo os períodos em que a concentração é maior e fazer pausas, mesmo curtas, quando a atenção começar a diminuir. Uma boa alternativa, diz Muñoz, é passear e beber água, chá ou café, pois isso funciona como um reset que mantém o desempenho mental.

 

Fonte: Administradores

5 dicas para o seu cartão de visita

Seja original: 5 dicas para o seu cartão de visita

Surpreenda adicionando criatividade ao seu cartão de visita. O resultado? Mais contatos, oportunidades e negócios fechados

 

Sempre que você conhece alguém, seja numa feira ou em uma fila de supermercado, há uma boa possibilidade de aumentar sua rede de contatos. Isso é muito bom por dois motivos:

  1. Seu nome (sua marca pessoal) se torna mais conhecida.
  2. Sabendo que 59,4% dos empregos são preenchidos através de indicações, sempre é bom ter portas abertas (e abri-las também!).

Como se destacar no meio de tantos cartões de visita? Fiz algumas dicas práticas para você!

Aproveite os dois lados: Na parte da frente coloque a logo de sua empresa e o slogan para causar um bom primeiro impacto. Deixe suas informações (Nome, cargo, telefone, e-mail e outros) para o verso, para que não fique muita informação em apenas um lado.

Cuide da ortografia: É muito desagradável estar na frente da pessoa, ela gostar do cartão, mas quando olha com cuidado, lê “cagro” em vez de “cargo”. Você quer garantir isso? Revise várias vezes antes de enviar para imprimir.

Apenas uma fonte: Fica mais agradável visualmente quando todo o cartão utiliza a mesma fonte. Mas isso não limita sua criatividade! Você pode colocar seu nome em negrito com uma fonte maior e deixar o cargo em tamanho um pouco menor.

Alinhe e demonstre profissionalismo: Deixe todas as informações alinhadas a esquerda ou a direita. Transmite uma sensação de profissionalismo que é bem vinda para seu marketing pessoal.

Use as cores certas: Você é uma pessoa tranquila? Prefira tonalidades verdes. Confiante e simpático? Utilize o azul. Elegante? O preto fica bem. Têm muita energia? O vermelho pode ficar interessante. Um exemplo de uso de cores? Veja quais utilizei para o meu “site currículo” ( www.dayvsoncarvalho.com.br ):

DICA EXTRA! Crie um slogan pessoal: Esse detalhe chama atenção em relação aos vários cartões que costumamos receber todos os dias. Você é um gerente de lojas? Que tal colocar “Rafael Silva – Gerente de resultados”. É uma web designer? Pode usar algo com “Sandra Dias – Desenvolvedora de sites incríveis”.

Ter cartões criativos com você irá trazer muitas oportunidades!

 

Fonte: Administradores

Lei da Micro e Pequena Empresa

O que muda com a atualização na Lei da Micro e Pequena Empresa?

Perto de ser sancionada, mudanças na Lei ainda geram dúvidas nos empreendedores

 

O projeto de lei que universaliza o acesso do setor de serviços ao Simples Nacional e inclui o setor da Psicologia no regime de tributação simplificada para micro e pequenas empresas (PLC 60/2014) foi aprovado na última quarta-feira (16) pelo Senado Federal e segue agora para sanção presidencial.

O Senado Federal aprovou no último dia 16 de Julho, o Projeto de Lei da Câmara nº 60/2014, que atualiza a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e amplia o Simples Nacional para empresas de serviços. Para entrar em vigor, o decreto aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff.

No entanto, apesar dos benefícios aos empreendedores, muitas pessoas sofrem com dúvidas sobre as mudanças e os reais ganhos após essa atualização. O Administradores.com conversou com o consultor Tributário da Moore Stephens, Gabriel Batiston, para sanar os questionamentos mais comuns.

O que, de fato, muda com a atualização na Lei da Micro e Pequena Empresa?
Entre as atualizações do PL nº 60/2014, destacamos a criação de uma nova tabela para serviços, com alíquotas que variam de 16,93% a 22,45%; a ampliação do enquadramento ao Simples, ou seja, toda empresa com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões pode ser enquadrada ao modelo, independente de sua atividade; a atribuição da função ao Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) de disciplinar o acesso do microempreendedor individual (MEI) e das pequenas e microempresas a documento fiscal eletrônico por meio do portal do Simples Nacional; e a limitação da Substituição Tributária, que será apenas para cadeias econômicas homogêneas, ou seja, apenas para os produtos que já obedeciam a esse regime antes da criação do Simples Nacional.

Quais são os tipos de empresas que mais serão beneficiadas com essa mudança?
Segundo o Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), cerca de 200 atividades serão beneficiadas com a ampliação. Entre as atividades atualmente impedidas de acessar o benefício estão: advocacia; corretagem; medicina; odontologia; psicologia; assessoria ou gestão de crédito; importação e fabricação de automóveis e motocicletas; geração, transmissão, distribuição ou comercialização de energia elétrica; cessão ou locação de mão de obra; importação de combustíveis; e transporte intermunicipal e interestadual de passageiros.

Como as empresas poderão, a partir de agora, aderir ao Simples Nacional? Qual é o procedimento?
Ao preencher os requisitos, a opção pelo Simples Nacional será por meio do Portal do Simples Nacional na internet, sendo irretratável para todo o ano-calendário, devendo ser realizada no mês de janeiro, até seu último dia útil, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do ano-calendário da opção, conforme dispõe a Resolução Comitê Gestor do Simples Nacional nº 94, de 29 de novembro de 2011.

O que você destaca de ponto positivo e de negativo com essa alteração?
O ponto positivo será a inclusão ao Regime do Simples Nacional de toda empresa com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, independente e sua atividade.

 

Fonte: Administradores

 

Watch Dragon ball super