Monthly Archives - julho 2014

3 lições do Império Romano para sua carreira

Roma já foi o centro do mundo e tinha planos de dominar todo o planeta. Sua história, é verdade, tem passagens obscuras marcadas pela violência e a intolerância, além de fracassos estratégicos que acabaram, inclusive, levando a seu declínio. Mas a história do maior império da história também tem suas contribuições positivas e algumas delas podem ser encaradas como lições para sua carreira. Confira no vídeo.

 

 

Fonte: Administradores

O prazer de estar perdendo algo

O prazer de estar perdendo algo

A grama do vizinho é sempre mais verde? Aprender a reverter isso é fundamental

“Eu escolhi ser aquela que tenta mostrar que tudo o que você precisa para ser feliz provavelmente está mais perto do que você imagina”

 Eu sempre sofri de FOMO (Fear of Missing Out), ou de medo de estar perdendo algo. Mas isso nunca foi consciente. Para falar a verdade, eu achava totalmente normal querer estar em todos os lugares e participar de tudo que eu pudesse. Para mim, isso era aproveitar a vida.

Quando comecei esta viagem eu percebi que, na verdade, isso era um problema. Embora eu estivesse constantemente conhecendo lugares e fazendo coisas novas, o fato de não participar da vida das pessoas que eu gosto me fazia mal de certa forma.

Não se pode negar que poder acompanhar tudo o que está acontecendo na vida de todo mundo pelas redes sociais é maravilhoso! Mas, ao mesmo tempo, também te mostra quantas coisas legais estão acontecendo sem você e isso causa muita ansiedade.

Provavelmente, a mesma ansiedade que algumas pessoas sentiam quando me viam na praia em plena segunda-feira enquanto elas estavam trabalhando. Normal. A grama do vizinho é sempre mais verde.

O auge do meu FOMO aconteceu na Copa do Mundo. Quando planejei essa viagem eu, propositadamente, desconsiderei a possibilidade de estar no Brasil durante o Mundial. Seria muito caro, caótico e, por não concordar com a maneira com que o evento foi organizado, eu não iria comprar ingressos para os jogos de forma alguma, então não teria diferença assistir pela TV do Brasil ou de qualquer outro lugar, certo? Errado.

No dia do primeiro jogo, quando ouvi o hino cantado à capela e vi minhas redes sociais recheadas de camisetas do Brasil, churrascos e amigos reunidos eu achei que fosse ter um colapso. Chorava de arrependimento e não demorou mais do que 10 minutos após o fim do segundo tempo para que eu comprasse uma passagem para São Paulo.

Sim, eu estaria no Brasil para a última semana da Copa! Iria rever todos os meus amigos, minha família e assistir aos últimos jogos em casa. Imagina se o Brasil chegasse à final? Eu não queria perder isso por nada!

Além de participar da alegria da Copa e de matar a saudade de todo mundo, eu também poderia comer minhas comidas favoritas, ir a todos os lugares que eu sempre gostei e passear pela minha cidade depois de quase 1 ano longe. GENTE, era muita alegria!

Cheguei no Brasil na manhã da semi-final e nem preciso contar nada sobre isso, né? #7X1feelings

Marquei logo encontros com diferentes grupos de amigos. Fui a todos os lugares que eu amava antes de mudar, mas fui notando que eles não eram mais tão populares ou badalados como antes. Alguns até me decepcionaram um pouco. Quando comentei sobre isso com as pessoas, ouvi comentários como: “Eu nunca mais fui nessa balada, só fui porque você queria ir”, “Por que você está indo nesse japonês? Esse outro (que eu não sabia nem que existia) é muito melhor”, “Vamos marcar nosso happy hour nesse lugar (do qual eu nunca tinha ouvido falar)?”.

A cada comentário eu pensava no quanto as coisas mudaram em um ano. Eu não sabia mais quais eram os lugares bacanas da minha própria cidade. Justo eu que sempre sabia tudo, que sempre estava em todos os lugares e era cheia de dicas para dar. Será que tudo mudou tão rápido ou era eu que tinha mudado? Perceber isso fez eu me sentir…

Extremamente bem!

Eu finalmente descobri o que é sentir JOMO – Joy of Missing Out – ou o prazer de estar perdendo algo.

Segundo o site Huffington Post, JOMO é uma reação contra o FOMO. O termo é uma rebelião contra dizer sim a tudo o que você acha que deveria estar fazendo e se deixar ter mais espaço e tempo para refletir sobre o que você realmente quer fazer e experimentar por vontade própria e não porque é o que você supostamente deveria estar fazendo para agradar a todo mundo ou ser percebido como “cool”.

Além disso, o JOMO também é uma forma de desintoxicação das redes sociais. A intenção é a de nos conscientizar mais sobre o que estamos vivendo aqui e agora e sobre o porquê estamos fazendo isso, e menos sobre o que nós ou nossos amigos estão postando no Instagram ou no Facebook.

Embora eu não seja do tipo que defenda a teoria de que as redes sociais nos fazem infelizes, eu concordo que de certa forma elas nos fazem ficar mais ansiosos.

Também acho que hoje em dia as pessoas estão preocupadas em parecer (ou aparecer) muito mais do que ser e não existe melhor lugar do que o Facebook para fazer a sua vida parecer bem mais legal do que realmente é. Este vídeo também mostra um pouco dessa relação com as redes sociais.

Na minha opinião, tanto o FOMO quando o JOMO estão muito ligados às prioridades que temos na vida.

Há 2 anos a minha prioridade era fazer tudo o que eu tinha vontade, mas isso não incluía pedir demissão e viajar o mundo porque era algo que eu julgava ser “impossível”. Sendo assim, fazer o que eu tinha vontade significava ir à todas as baladas, restaurantes, comprar roupas e viajar sempre tivesse um feriado prolongado e nas férias. Por essa ser a minha prioridade, todas as vezes em que eu declinava um convite para algo eu sentia FOMO. A necessidade de participar de tudo acabou virando um hábito difícil de mudar mesmo vivendo um estilo de vida completamente diferente.

No começo, se eu estava trabalhando eu sentia FOMO por não estar aproveitando a nova cidade onde estava morando. Se estava passeando, sentia FOMO porque não estava trabalhando para ser a blogueira mais famosa do Brasil (risos) e isso gera uma ansiedade tóxica e difícil de controlar.

Com o tempo, sem perceber, eu comecei a praticar o JOMO. Passei a me preocupar mais com o que eu estava sentindo do que com o que as pessoas esperavam de mim. Os amigos me perguntavam por que eu não postava mais fotos da minha viagem e eu notei que, muitas vezes, eu esquecia de tirar as fotos. Estava tão imersa no que estava acontecendo que, quando me dava conta, o momento já tinha passado e, embora eu não tenha postado no Instagram, ele estaria sempre na minha memória.

Talvez por isso eu não tenha milhares de seguidores no Instagram ou tenha decidido não colocar anúncios no meu blog até hoje. Não gostaria de ser mais uma incentivando e criando nas pessoas necessidades que elas não precisam ter para serem felizes, como ter a bolsa da moda, o corpo mais sarado ou defendendo o discurso de que é preciso demitir seu chefe, largar tudo e viajar pelo mundo.

Eu escolhi ser aquela que tenta mostrar que tudo o que você precisa para ser feliz provavelmente está mais perto do que você imagina, basta se desligar um pouco do mundo e olhar mais para dentro de você.

 

Fonte: Administradores

9 comportamentos da vida adulta que são influenciados pela infância

Sua personalidade e caráter hoje em dia são reflexos dos tempos de criança. Pelo menos é o que defende vários estudos

Inúmeras pesquisas já provaram que o comportamento adotado na vida adulta é, em grande parte, decorrente das experiências pelas quais passamos na infância. Obesidade e subserviência são alguns problemas que têm raízes no passado e podem ser atribuídos às atitudes de nossos pais.

Para ajudar você a fazer conexões entre o passado e o presente e se entender melhor – e quem sabe até tentar melhorar as características que lhe incomodam -, o Business Insider reuniu 14 fatores que podem ter sofrido influência de acontecimentos passados. Veja quais deles selecionamos:

Codependência

Se quando criança seus pais não deixavam você tomar decisões, você pode ter se tornado um adulto dependente física ou emocionalmente de uma outra pessoa. De acordo com a conselheira mental Laura JJ Dessauer, aquelas crianças que não puderam escolher como se vestir ou com quem brincar se tornaram adultos codependentes, o que significa que você nunca tem controle em seus relacionamentos, sendo facilmente manipulado.

Intimidade

Como foi a relação com seu pai? Se na infância você era ligado a seu pai, como adulto, sabe lidar com intimidade. “A pesquisa encontrou uma conexão definitiva entre a qualidade da relação pai-filho e as relações interpessoais mais tarde na vida”, disse o pesquisador-chefe Dr. Nurit Nahmani. O que quer dizer que se quando criança você teve uma conexão emocional com seu pai, você é capaz de ingressar em um relacionamento íntimo saudável com um eventual parceiro amoroso.

Teimosia

Se você teve pais muito controladores, você pode ter se tornado um adulto teimoso. Teimosia é um mecanismo de defesa que as crianças adotam para escapar da vontade de seus superprotetores. Quando crescerem, elas provavelmente carregarão esse comportamento para a fase adulta.

Problemas de comunicação

Você via muitos programas de televisão quando criança? Se sim, você pode ter prejudicado suas habilidades de comunicação. Pesquisadores descobriram que a TV diminui a comunicação entre pais e filhos. Depois de observar crianças mães e seus rebentos, eles concluíram que mesmo quando havia diálogos, os comentários dos pais eram alheios à fala de seus filhos, resultando em uma “troca improdutiva que poderia dificultar oportunidade de aprendizagem para as crianças”.

Agressividade

Aqueles que assistiram a muita violência na televisão estão propensos a se tornarem adultos agressivos. De acordo com um estudo que durou 15 anos, as crianças modelam seus comportamentos nas cenas violentas, nas quais gestos agressivos são recompensados.

Mau comportamento

Se você apanhou muito quando criança, pode ter se tornado um adulto dissimulado. No livro “Drive”, Daniel Pink explica que a tentativa de moldar o comportamento de uma criança através de recompensas ou punições não vai atingir o objetivo desejado. Em vez disso, se corrigirem ao receber palmadas ou retaliações do gênero, as crianças vão se empenhar cada vez mais para não serem pegas da próxima vez. A conclusão é que se seus pais bateram muito em você na infância, provavelmente você vai se deter a um mau comportamento, contudo, vai aprender como agir assim sem ser pego.

Hábitos alimentares

Traumas na infância podem ocasionar a obesidade na fase adulta. Vários estudos indicam uma correlação entre transtornos alimentares e o abuso sexual e outras experiências traumáticas na infância. Um estudo de 2007 apontou que o abuso sexual na infância aumenta o risco de obesidade em 27% em comparação com mulheres que nunca foram abusados ​​sexualmente. Quanto aos homens, um estudo de 2009 mostrou que sofrer abuso sexual na infância aumenta o risco de obesidade em 66% em comparação com os homens que nunca foram abusados sexualmente.

Desempenho fraco

Se você sofreu bullying quando criança, provavelmente se tornou um adulto pouco prático. Um estudo britânico que acompanhou 7.771 pessoas dos 7 aos 50 anos descobriu que as vítimas de bullying na infância tinham baixa escolaridade, maior ansiedade, salários mais baixos e maior índice de depressão.

Depressão

Maus tratos na infância aumentam a predisposição à depressão. Um estudo do King’s College de London realizado em 26 mil pessoas constatou que aqueles que enfrentaram diferentes formas de maus tratos têm 2,27 vezes mais chances de ter casos recorrentes de depressão.

Os maus-tratos, de acordo com relatório do The Guardian são:
• Rejeição por parte da mãe
• Disciplina severa por um dos pais
• Comportamento inconstante por parte do cuidador primário durante toda a infância
• Maus tratos físicos ou sexuais

Fonte: Administradores

Pensamentos geram comportamentos

Pensamentos geram sentimentos e estes geram os comportamentos, ações e promovem suas reações, saber monitorar e até mesmo controlar os pensamentos podem promover uma mudança radical nos resultados, confira os 3 principais passos para controlar seus pensamentos

Entender que são os pensamentos que comandam nossas ações é essencial para aumentar a consciência sobre quais são os pensamentos que dominam a nossa mente, bons pensamentos, ou, pensamentos positivos, promovem bons comportamentos e ações, porém, os maus pensamentos, ou, pensamentos negativos, geram maus comportamentos.

Os pensamentos, em sua maioria, são involuntários, ou ainda, promovidos pelo ambiente que é fator determinante para bons e maus pensamentos. Você já reparou no ambiente que vivem as pessoas, o lugar, a sensação que ele provoca?

Pesquisas com as pessoas mais bem sucedidas comprovam que praticamente todas as pessoas que se destacam em suas carreiras já fracassaram, e muitas delas, por insistir em relacionamentos que enfraquecem os pensamentos positivos, e só conseguiram se destacar e ter sucesso quando saíram de onde estavam e fora em busca de seus objetivos. E onde estão esses objetivos, senão no ambiente apropriado, ou seja, em um ambiente poderoso e vitorioso?

Para destacar de forma objetiva os principais passos para mudar os pensamentos e alinhar os sentimentos e comportamentos em busca de melhores resultados, destaco os 3 principais passos, confira:

1. Mude o ambiente

Quando falo em mudar o ambiente, me refiro à evitar pessoas negativas, lugares deprimentes ou desanimadores, e isso é muito particular à cada um de nós, porém mais importante que mudar o ambiente externo é mudar o ambiente interno, pois antes de mais nada, você vive dentro de você, e se não começar mudando os seus pensamentos, dificilmente mudar o ambiente externo vai resolver.

Algumas dicas para mudar os pensamentos negativos e repetitivos: Se você gosta de uma música, ou se você já teve em sua vida um momento em que foi muito feliz, algum momento de alegria incondicional, ou ainda, se você tem em sua vida alguma pessoa que você ama ou é muito grato, concentre-se nesse pensamento, seja da música, do momento ou qualquer fato que te traga alegria, então, todas as vezes que você se deparar com pensamentos negativos, concentre-se na imagem ou som que traz alegria, e não deixe o pensamento negativo continuar por nem mais um segundo.

Agora com essa estratégia você começa a se blindar contra os pensamentos negativos, então vamos ao passo 2.

2. Passe adiante boas atitudes

Quantas vezes você já se deparou com pessoas mal humoradas, estejam elas trabalhando ou não, quantas vezes você já passou por um pedágio, ou roleta do ônibus, e o cobrador estava mal humorado, reclamando baixinho, e quantas vezes isso “pegou” em você ou em alguém que passou em sua frente?

Passar adiante boas atitudes ajuda a quebrar o ciclo do ódio que está sendo distribuído pelas pessoas de forma inconsciente. Essa atitude causa um efeito borboleta positivo, onde pessoas que são bem tratadas tendem a tratar melhor outras pessoas e desta forma criar uma harmonia por onde passam, para conseguir fazer isso é necessário que você …

3. Forme um novo hábito

Hábitos são comportamentos que foram desenvolvidos através de constante repetição, e para mudar um hábito somente é possível com a substituição por outro, e aí está um desafio, pois pesquisas comprovam que para adquirir um novo hábito são necessários 21 dias de prática constante, ininterrupta, por isso torna-se um desafio.

A questão é, você quer mudar seus pensamentos? Quer mudar seus sentimentos e por consequência seus comportamentos? Se a resposta é sim, então há uma necessidade de criar um novo hábito referente aos pensamentos, e isso se conquista com 21 dias seguidos de prática, com uma estratégia poderosa.

5 dicas para criar um novo hábito

1. Faça uma estratégia de como vai fazer para mudar o mau hábito.

2. Coloque lembretes de forma que possa consultar e ser lembrados por eles.

3. Afaste da sua mente a vontade de parar de criar o novo hábito, porque esse pensamento certamente virá.

4. Relacione-se com pessoas positivas, bem sucedidas, ou pelo menos com boas intenções de ser bem sucedido.

5. Pense na recompensa que receberá com esse novo hábito criado, e faça uma imagem na sua mente de como sua vida será após a conquista desse novo hábito.

Lembrete importante:

Lembre-se que o comando da sua vida está em suas mãos, ou melhor, em seus pensamentos, crie bons pensamentos e seja bem sucedido, seguir a regra de ouro pode ajudar: “Trate os outros como você gostaria de ser tratado”.

 

Fonte: Administradores

Três palavras que garantem o fracasso

Há 3 palavras que são verdadeiramente capazes de alterar o andamento das coisas, elas promovem o fracasso quando pronunciadas em sequência.

 

No conto de Ali Babá e os 40 ladrões a frase “abre-te sésamo” teria a mágica propriedade de um controle remoto. Pronunciá-la era o suficiente para que a entrada da caverna dos tesouros roubados fosse aberta, deixando o protagonista da história rico. Sésamo em português de Portugal é o nosso gergelim (aquele que vem em cima do pão). Sua planta se abre de forma lenta, soltando as sementes aos poucos, tal qual se espera de um depósito tão valioso. Era o inacreditável poder da analogia.

Diferente da fantasia de Ali Babá, há 3 palavras que são verdadeiramente capazes de alterar o andamento das coisas, mas ao invés de atrair riquezas, elas garantem o fracasso quando pronunciadas em sequência. Vamos ver como funciona a mecânica por trás da expressão “eu vou tentar”.

A falta de compromisso e confiança

Qualquer acordo que envolva a frase “eu vou tentar” já começa dando errado. Para aquele que diz, é uma declaração da sua provável incapacidade e, por isso, não conseguir é um resultado bastante aceitável. Quem escuta, por outro lado, endossa a postura e passa a esperar por uma falha. Nesse casso, o sucesso é lucro. Se as duas partes veem o fracasso como sendo a opção mais provável, não há por que fazer um esforço a mais no sentido de conseguir.

O medo de fracassar

Não há nada de errado em fracassar. De fato, toda grande conquista precisou de uma série de fracassos até que encontrasse um modelo de funcionamento ideal, ou visto de outra forma, talvez o fracasso seja a grande matéria prima do sucesso. O problema está em tentar ao invés de estabelecer uma meta de conseguir. Somente através de um esforço genuíno é possível obter resultados confiáveis sobre o que pode ou não dar certo. O que não acontece quando, motivado pelo medo de falhar, se inicia a empreitada usando a expressão “eu vou tentar”.

A exclusão das alternativas

A flexibilidade é outro grande componente do sucesso. Significa adaptar as estratégias e ações às circunstâncias, em prol de um objetivo final amplo, buscando alternativas mais inteligentes diante de cada novo pequeno fracasso. Isso exige comprometimento com a meta de conseguir. Aqueles que simplesmente tentam, deixam o assunto de lado no primeiro revés. Afinal, o fracasso sempre foi a opção mais provável para eles.

 

Fonte: Administradores

A verdade sobre seus pontos fortes

A verdade sobre seus pontos fortes

Entenda por que fazer algo de maneira excelente nem sempre pode ser considerado um ponto forte

Durante muito tempo acreditei que ponto forte era algo que se sabia fazer bem feito, ao passo que ponto fraco era algo que precisava ser desenvolvido.

Estudando um pouco mais sobre o tema, percebi que tudo o que imaginava se tratava de um grande equívoco, pois o que sempre acreditei ser um ponto forte era na verdade uma habilidade bem desenvolvida.

Sendo assim, podemos pensar de maneira mais simplificada o que é visto como ponto fraco, ponto forte e habilidade. Dentre as várias definições para ponto fraco, a que mais me identifico é aquela que denomina ser qualquer atividade que te faça se sentir mais fraco, entediado e desmotivado, mesmo que seu desempenho seja excelente, pois é algo que esgota energias e causa tédio ou faz com que você se desvie de seu objetivo principal, aquele idealizado por você ao longo dos anos. Ponto fraco é aquela atividade que só em pensar causa desânimo, angústia ou tristeza. Vemos muito isso a nossa volta. Um emprego enfadonho pode sim ser o ponto fraco de alguém – algo que enfraquece, mesmo que seja realizado de maneira excelente e inquestionável.

Já o ponto forte é algo que como o próprio nome diz, faz sentir mais fortalecido, é aquilo que desperta a vontade em fazer, que motiva e que não precisa de esforço para manter a concentração, porque é prazeroso, realiza e faz bem. Algo que quando é concluído, gera uma sensação imensa de bem estar.

Muitas pessoas confundem ponto forte com habilidades bem desenvolvidas e é aí que mora o perigo, pois podem acabar por anos a fio fazendo o que no fundo não suportam simplesmente porque consideram que aquilo é o ponto forte delas, não percebendo que levaram anos treinando tal habilidade para serem exímios executores daquilo que fazem de maneira quase que automática.

Deve ser por isso que vemos tantas pessoas infelizes no trabalho, na carreira e na vida de forma geral, porque passam grande parte do tempo focando nas habilidades e não nos pontos fortes. Fazendo isso, geram insatisfação, potencializando ainda mais os pontos fracos. Parece algo contraditório, mas é totalmente válido e real. Basta olhar a sua volta ou pior – e espero que este não seja o seu caso – basta olhar para si mesmo.

É preciso entender que habilidade desperdiçada com algo que você não gosta de realizar acaba se transformando em ponto fraco, trazendo uma sensação de angústia, frustração e até mesmo desespero, como se você estivesse sempre no lugar errado, andando em círculos sem caminhar para a direção que sonhou um dia.

É quase assustador pensar que se pode passar uma vida profissional distante de seus pontos fortes, apenas alimentando suas fraquezas – mas é isto que torna um profissional medíocre, a falta de reflexão acerca daquilo que realiza.

Talvez por acomodação ou falta de coragem as pessoas acabam vivendo de maneira medíocre, em um emprego que não agrega, não desenvolve e não realiza e por fim desperdiçam toda sua energia em algo que não faz bem. Sabemos que estamos desenvolvendo um ponto forte, quando ao final do dia, temos aquela sensação de missão cumprida, de ser valioso e principalmente de sentir que está no lugar certo, fazendo o que é certo, sem procurar atender expectativas alheias ou aquilo que os outros acham que você faz bem. Ninguém sabe melhor de suas potencialidades do que você mesmo.

E lembre-se, ponto forte não é aquilo que você faz bem, isto é habilidade. Ponto forte é aquilo que te fortalece e te faz sentir realizado, o resto é apenas uma tentativa frustrada de agradar aos outros e enganar a si mesmo.

 

Fonte: Administradores

10 hábitos que vão ajudar você a evoluir mental e fisicamente

Com a agitação do dia a dia, às vezes, acabamos nos esquecendo de nós mesmos

Você está tentando verdadeiramente melhorar a si mesmo? A vida pode ficar tão movimentada e agitada que acabamos nos esquecendo de crescer mental, física, emocional e espiritualmente. Em termos simples, nós nos esquecemos de fazer sempre o melhor a nós mesmos.

O site Lifehack listou 10 hábitos simples que podem ajudar você na arte do auto-aperfeiçoamento, de modo que seja possível fazer de cada dia um trampolim para o “você” que você sempre imaginou.

1. Desenvolva aquela habilidade que você sempre quis
Existe algo que você sempre quis aprender? Mexa-se! Não há melhor momento do que agora, especialmente se é uma nova habilidade que você sempre quis. Vale a pena se é algo que irá melhorar a sua mente de uma maneira que você sempre sonhou.

2. Aprenda com seus amigos
Faça um acordo com um amigo para ensinar um ao outro seus respectivos talentos. É uma forma mais divertida, eficaz e econômica de aprender e enriquecer sua mente.

3. Substitua alimentos não saudáveis por frutas e vegetais
Pense desta forma: o alimento que você come ou é a cura ou o veneno para o seu corpo. Coma frutas e vegetais regularmente e você certamente vai se sentir melhor.

4. Hidrate-se
Pode ser difícil lembrar-se de beber bastante água, especialmente quando a opção de refrigerante ou suco está presente. No entanto, é extremamente importante manter-se hidratado. Leve consigo sempre uma garrafa de água. Você vai notar melhorias em sua pele, níveis de energia e no físico em geral.

5. Encoraje os outros
É bom fazer alguém feliz, especialmente se for alguém de quem você gosta. Além disso, a felicidade é contagiosa.

6. Sorria
Sorrir traz inúmeros benefícios à saúde e pode liberar endorfinas, que podem torná-lo mais feliz. Mesmo se você forçar um sorriso, por um período de tempo, você vai começar a sentir-se melhor.

7. Cerque-se de pessoas que fazem você se sentir bem 
Comece a perceber como você se sente depois de interagir com as pessoas que estão por perto. Não vai dar pra se sentir verdadeiramente feliz se você se cercar de pessoas negativas. Tente passar seu tempo com as pessoas que o incentivam e inspiram. Você merece isso.

8. Estabeleça metas para si mesmo 
Comece seu dia pensando em uma coisa boa que você pode fazer, se é algo que vai fazer você mais feliz ou fazer alguém feliz. Defina metas para seu crescimento espiritual.

9. Pratique a gratidão todos os dias 
Haverá sempre coisas na vida que queremos, mas não podemos ter. É importante se concentrar em seus objetivos de vida, mas não há nenhum ponto em negativo. Lembre-se: há sempre alguém que é mais feliz com menos do que aquilo que você tem.

10. Mantenha tudo em perspectiva 
A vida tem seus inconvenientes, seus problemas e suas tristezas, que podem parecerem avassaladores no momento. Lembre-se que esses problemas não vão ser tão relevantes para você em um ano, muito menos, no final de sua vida. Você só tem uma vida. Faça valer a pena.

 

Fonte: Administradores

6 dicas para ativar sua criatividade

A criatividade é elemento essencial para a vida, não só para quem trabalha diretamente com o exercício criativo, mas também para gerar novas ideias, colocar nossos planos em ação, lidar melhor com os desafios. É ou não é?

Uma das qualidades mais desejadas na atualidade, a criatividade acabou ganhando ares de mistério como se fosse um dom para poucos gênios, mas é simples, muito simples. Ela é a capacidade de criar, de trazer algo novo ao mundo: novas formas, soluções, inspirações, cores, novos caminhos e jeitos de ver. Pode estar presente em grandes trabalhos ou num modo diferente que você organiza as coisas, numa grande descoberta ou nas pequenas mudanças que conseguimos inventar. A criatividade é elemento essencial para a vida, não só para quem trabalha diretamente com o exercício criativo, mas também para gerar novas ideias, colocar nossos planos em ação, lidar melhor com os desafios. É ou não é?

Então, aqui vão algumas dicas para alimentar a sua criatividade no dia-a-dia:

1. Saia do lugar comum

O que a criatividade mais ama? Realizar o incomum! Para criar algo novo, é preciso sair da zona de conforto. Permita-se conhecer novos lugares, novas pessoas, outros olhares. Beba em outras fontes: visite blogs que tratem de assuntos diferentes do que você costuma ler, participe de eventos culturais, tente outras formas de fazer as mesmas coisas. Experimente!2. Relaxe a mente

2. Relaxe a mente

Tem horas em que ficar martelando na mesma ideia nos rouba mesmo a inspiração para criar. Faça pausas e seu cérebro agradecerá! Tome um chá, folheie uma revista, converse. Deixe a mente respirar um pouco, depois você vai retornar com muito mais energia.

3. O bom e velho caderninho

Tenha um caderninho sempre à mão e registre o que quer que passe pela sua cabeça. Trechos de poemas, uma música, o título de um livro, um lembrete. Mais adiante, esse caderno pode ser um tesouro de referências para você consultar quando der um branco.

4. Não copie, inspire-se

Não tem coisa mais frustrante para a criatividade do que você sair copiando o que já foi feito por aí. Tudo bem, num mundo com tanta variedade e tanta informação é difícil “inventar a roda” todos os dias, porém… Copiar, além de desrespeitar a obra alheia, abafa o seu processo criativo. Inspirar-se? Sim. Para construir algo novo a partir disso. Topa o desafio?

5. Crie por meios diversos

Coloque a criatividade para trabalhar em mais campos de sua vida e em atividades diferentes daquilo que já é rotineiro para você. Escreva, dance, pinte, cozinhe, cante, enfim. Envolva sua vida num clima de exercício criativo, assim você não vai enferrujar!

6. Olhar de criança

Sabe aquela curiosidade das crianças? Observe desconhecidos, pergunte mais, imagine como seria se você fizesse de outro jeito. Com esse olhar é que a gente abre espaço para o novo entrar.

Comece a exercitar agora mesmo e mantenha a luz da criatividade acesa! Não deixe para depois, comece hoje. Prontidão é um dos principais combustíveis para a energia criativa.

E você, que dicas tem para dar? O que alimenta e ativa a sua criatividade? Conta pra mim! Quero ver você nos comentários aqui embaixo.

 

Fonte: Administradores

Tendências Revolucionárias dos próximos 10 anos

As 10 tendências sociais e psicológicas que vão revolucionar o mundo dos negócios nos próximos anos

A era das organizações que gerenciam hierarquias ao invés dos verdadeiros níveis de habilidades dos funcionários está chegando ao fim

É estimado que aproximadamente 70% de todas as decisões de compras são tomadas de acordos com as chamadas ‘normas sociais’, ou ‘as decisões das outras pessoas’. Isso significa que a maioria das escolhas que os consumidores fazem estão pouco relacionadas com o que eles realmente querem ou precisam, e essa influência cultural tem um papel chave nas maneiras de pensar dos indivíduos.

Com a chegada da era das mídias sociais, o mundo se tornou uma enorme e única mente coletiva que é guiada, como toda comunidade, por leis invisíveis. Abaixo está a lista das 10 maiores tendências que estão afetando essa mente coletiva.

1. Vendendo histórias

Você já notou as mudanças consideráveis nas propagandas, principalmente nos anúncios online? Dove te encoraja a se aceitar e a Always está tentando fazer as pessoas mudarem a maneira como elas pensam a respeito das mulheres. Os maiores jogadores do mercado estão vendendo ideias, ou histórias, com as quais as pessoas podem se identificar. A cegueira de anúncios (seu cérebro de alguma maneira ignora anúncios pagos nos websites) está limpando o caminho para o marketing de conteúdo que educa os consumidores provendo a eles informação de valor genuíno. Conte uma história dessas para seu consumidor e faça com que ele ou ela se torne um fã e defenda sua marca, e o aumento em suas vendas vai se tornar um efeito colateral desse processo.

2. Os 4 P’s

O resultado de uma pesquisa realizada pela Mercer’s, uma das mais prestigiadas empresas de consultoria do mundo, entre um grupo de 30 mil funcionários em 17 países, revela que os maiores assassinos da motivação são a falta de respeito, a falha em perceber problemas reais e atuais, tanto quanto a “falsa democracia” (perguntar a alguém o que eles pensam sendo que a decisão já foi tomada). Hoje, os maiores vencedores são os negócios que pensam em termos dos 4 P’s: planeta, pessoas, propósito e lucro (do inglês – profit). Hoje dinheiro não importa tanto quanto costumava, porque as pessoas precisam sentir que elas são parte de algo maior que elas mesmas.

3. São as mulheres que tomam as decisões

Mulheres são responsáveis pela maioria das decisões de compras feitas por toda parte do mundo (em algumas indústrias esse número chega a 90%). Algumas empresas de relações públicas se especializaram em formular suas mensagens especificamente para refletir as necessidades femininas e seus modos de pensar. As maiores marcas do mundo já têm investido por um longo tempo nas mulheres. Harley Davidson é a líder no mercado de vendas de motocicletas para mulheres. Mais da metade de todos os clientes de hotéis são mulheres, por isso a tendência no Oeste Europeu em direção à criação de lugares ‘femininamente’ amigáveis. Em Viena, na Áustria, planejamento de gênero tem levado a mudanças de infraestrutura para facilitar para as mulheres viverem na cidade.

4. Habilidades suaves são preferidas (ex: comunicação, liderança, inteligência emocional)

Para empregados americanos, inteligência emocional (QE) é três vezes mais importante que lógica (QI). Em situações onde dois médicos estão aplicando para um trabalho no mesmo hospital se um deles é melhor em termos de relacionamento com pessoas, então mesmo que ele ou ela não tenha certo conhecimento ou expertise, ele ou ela tem mais chance de conseguir o emprego do que o colega com maior educação formal, mas piores habilidades de comunicação. Novos empregos baseados nessas habilidades suaves têm surgido, como coaches, vendedores de elite, palestrantes motivacionais e grandes líderes. Apesar de sua grande popularidade, eles ainda não são bem avaliados no nível acadêmico. Hoje em dia, empregados que não tem habilidades suaves estão sujeitos a perder na corrida do sucesso.

5. Você é um produto

Mais e mais pessoas entram em contato com você antes de te conhecer. Se eles vão te ligar ou te convidar para uma reunião no mundo real depende da qualidade da relação construída entre vocês no mundo virtual. Seja através de um website, um blog formador de opinião ou um artigo de imprensa. Hoje, todo mundo é um produto e o campo que lida com isso é chamado de marketing pessoal (personal branding). É o marketing pessoal que é o maior responsável na Polônia por abrir o caminho para alfaiates ou estilistas que fazem roupas customizadas, para fotógrafos (todas as pessoas, não apenas celebridades, precisam dos serviços deles) ou para agências de relações públicas trabalhando até para pequenos negócios. Se o mercado tem confiança na sua marca, o mercado vai te perdoar por seus erros e, através dessa perspectiva positiva, vai olhar para o que você tem a oferecer.

6. O efeito de “des-escalar”

Nunca antes os indivíduos tiveram tanto poder para influenciar como hoje. Bloggers autodidatas decidem a respeito do sucesso ou fracasso de grandes marcas, um vídeo caseiro se torna viral assistido por milhões de pessoas e um crítico (hater) teimoso tem o poder de dar muita dor de cabeça para uma pessoa bem conhecida e querida. Enquanto há 20 anos atrás as pessoas eram encorajadas a investir em tamanho e crescer cada vez mais, hoje o efeito de “des-escalar” surgiu, significando que os menores podem fazer as mesmas coisas que os maiores, mas os menores tem mais mobilidade e são mais rápidos.

7. A mente global

Hoje, não é suficiente ser brasileiro para ser capaz de ser bem sucedido no mercado. Times internacionais são cada vez mais a regra, não a exceção. As melhores práticas ao redor do mundo são descritas na internet todos os dias e estão disponíveis para qualquer um. Se você quer ser bem sucedido globalmente, você precisa se enxergar mais como um cidadão do mundo, não um cidadão do seu país. Com a abordagem americana de marketing, o jeito Alemão de gerenciar e o empenho polonês, o sucesso vem mais rápido.

8. Comunicação consciente

De acordo com algumas pesquisas, habilidade de comunicação é responsável por 85% do resultado. Os líderes hoje são pessoas que tem a habilidade de comunicar suas ideias precisamente, de ouvir aos outros sem interromper ou se opor à suas opiniões, e são aqueles que preferem coaching do que imperiosidade, que escolhem não manipular os outros e não fofocar. Eles sabem perguntar corretamente e como construir plataformas de comunicação comum. Eles não se referem ao passado e eles formulam seus objetivos de uma maneira positiva, mensurável e motivadora.

9. Agilidade ao invés de estrutura

A decisão vai passar primeiro pelo departamento de pesquisa de mercado, para depois ser analisada e aprovada pela direção, certo? Esse era o caso no passado, mas dada a velocidade de mudança do mundo contemporâneo, não existe tempo para gastar seis meses para tomar uma decisão. Times precisam estar prontos para tomar decisões rapidamente e flexibilidade é considerada uma prioridade nas pesquisas das habilidades do futuro. O slogan do futuro é: Esteja preparado para o que você pode se preparar, mas esteja pronto para tudo. Eficiência e velocidade (agilidade) ultrapassaram tamanho e estrutura.

10. “Nós” é maior que “Eu”

A era das organizações que gerenciam hierarquias ao invés dos verdadeiros níveis de habilidades dos funcionários está chegando ao fim. Numa organização dessas, um gerente razoável, por medo, nunca contrataria um gerente excelente, e o que é pior, sabotaria o desenvolvimento do seu próprio time por medo de perder seu cargo. O futuro pertence às organizações que fizerem seus times felizes (pesquisas mostram que empregados felizes fazem mais dinheiro para seus empregadores) e a chefes que se desenvolvem junto com seus funcionários, nunca limitando seu potencial. “Nós” deve ser maior que “Eu”.

 

Fonte: Administradores

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