Três dicas para administrar melhor as finanças da casa

O exercício de se questionar toda vez que for pagar por algo pode ajudar a perceber com que facilidade se está gastando o dinheiro

 

Em 2013, o número de famílias brasileiras endividadas cresceu 7,5%, chegando a marca de 62,5%. Tal crescimento mostra a necessidade de uma atenção extra aos gastos e ao bolso. Para isso, a educação financeira é a melhor forma de aprender a gerenciar as finanças pessoais e da família.

“Sabemos o quanto é difícil quando o filho quer um videogame novo ou a filha pede aquela boneca que só falta faxinar à casa de tão incrível. Mas a verdade é que todos esses gastos, embora importantes para os filhos ou cônjuge, podem colocar em risco a sua saúde financeira”, relata Emanuel Gonçalves da Silva, autor e consultor financeiro da SOS Dívidas.

Confira três perguntas e orientações para contribuir com a organização financeira familiar.

1) Esse gasto é realmente necessário? É preciso comprar esse presente neste exato momento? Gastar nesse produto? Tomar esses chopes?

2) Mas é um gasto único para proveito duradouro? Para cada situação de lazer ou qualquer gasto que você sinta ser necessário para a sua qualidade de vida, pergunte o seguinte: “Esse gasto vai me render 1 minuto de proveito ou um mês?”. Investir, por exemplo, em um pacote de TV a cabo que proporcione vários canais de filmes para sua família pode valer mais a pena do que ir uma única vez a um cinema caro.

3) É um hábito barato? Hábitos baratinhos (como comprar esmaltes todo fim de semana na farmácia do bairro ou ter pequenos gastos com lanches diários) podem parecer gastos inofensivos e que não irão prejudicar muitos suas finanças, certo? No entanto, o que caracteriza um hábito é que ele é repetido várias vezes. Então, busque reduzir ou largar hábitos que exijam gastos, mesmo que sejam hábitos baratinhos.

O exercício de se questionar toda vez que for pagar por algo pode ajudar a perceber com que facilidade se está gastando o dinheiro.

“Ao examinar o que é realmente necessário e o que pode ser substituído por gastos melhores ou mais duradouros, a pessoa consegue equilibrar seus gastos em relação ao seu salário, diminuindo as chances de sobrar mês no fim do dinheiro”, explica o consultor.

Ele também orienta que não existem fórmulas mágicas responsáveis por fazer as dívidas serem quitadas da noite para o dia. Isso porque, segundo ele, a educação financeira familiar auxilia as pessoas a administrar as finanças, redistribuindo seus gastos mensais para não passar necessidade financeira.

A educação financeira é como qualquer tipo de educação. Requer estudo, dedicação e prática, para só depois serem notados os resultados. Em outras palavras, Questionar ajuda a administrar as finanças.

“Dedicar-se à educação financeira familiar permite que você saiba quais despesas estão pesando mais do que deviam no seu bolso, o que pode ser cortado, o que é realmente essencial e como equilibrar tudo isso e pagar o mínimo possível no momento em que o salário bater na sua conta”, explica o consultor.

“Então, vale dedicar seu tempo livre a estudar e aprender sobre isso!”, completa Emanuel Gonçalves da Silva.

 

Fonte: http://administradores.com.br/mobile/noticias/economia-e-financas/tres-dicas-para-administrar-melhor-as-financas-da-casa/87233/

8 truques imbatíveis para se lembrar de tudo (tudo mesmo)

Fazer associações e rotular pessoas (literalmente, acredite se quiser) estão entre as dicas cientificamente testadas para aumentar poder de memorização

Post-it: truques podem diminuir dependência de anotar tudo

“A memória é o tesouro e o guardião de todas as coisas”, escreveu o filósofo e estadista romano Cícero. Embora ela fosse importante na época de “De Oratore”, hoje a arte da memória talvez seja mais relevante que nunca. As constantes distrações digitais e a realização de várias tarefas ao mesmo tempo podem ter um efeito negativo sobre a memória funcional.

Coletivamente, nossas memórias parecem estar ficando menos precisas: uma pesquisa recente descobriu que os membros da Geração Y — entre 18 e 34 anos — têm maior probabilidade que o grupo de mais de 55 de esquecer a data atual (15% contra 7%) e onde colocaram suas chaves (14% contra 8%). Eles também esquecem de levar seu almoços (9%) ou mesmo de tomar banho (6%) com maior frequência que os mais velhos.

A memória fraca pode atacar em qualquer idade, prejudicando seu trabalho e sua vida pessoal. Todos nos lembramos de usar dispositivos mnemônicos na escola, mas os truques de memória podem ser mais que meros auxiliares de estudo. Existem várias ferramentas simples e práticas para ajudar você a lembrar o nome das pessoas e parar de esquecer onde estacionou o carro ou deixou as chaves.

Experimente estes oito truques para dotar sua memória de superpoderes.

Visualize

Precisa decorar uma lista de palavras ou nomes? Você terá maior probabilidade de lembrar as palavras se elas forem associadas a imagens — especialmente se você se considera uma pessoa que aprende visualmente (65% da população, segundo estimativas). Por exemplo, se você precisar se lembrar de uma reunião às 4:30 da tarde, experimente memorizar seu quarteto favorito (os Beatles?) e um bolo de aniversário de 30 anos. Pode parecer tolice, mas você ficará agradecido quando chegar na hora certa.

Experimente um jogo cerebral

Jogos de estimulação cerebral como sudoku e palavras-cruzadas podem ser úteis. E também há oLumosity, um conjunto de exercícios para fazer no computador ou no telefone criado por uma equipe de neurocientistas, que melhora a memória de 97% dos usuários com apenas dez horas de jogo. Os estudos ainda não determinaram exatamente como esses jogos reforçam a memória, mas há bons motivos para acreditar que são eficazes: um novo estudo com pessoas de mais de 60 anos descobriu que jogar um videogame destinado a treinar o cérebro aumenta a capacidade das pessoas de realizar multitarefas.

“Acho que jogá-los ativa as sinapses em todo o cérebro, incluindo as áreas da memória”, disse Marcel Danesi, autor de “Extreme Brain Workout” [Exercício cerebral radical], à Fox News.

Use o método de Cícero

Também conhecido como o método de Locais ou “palácio da memória”, a ferramenta de Cícero para lembrar informações, explicada em “De Oratore”, usa o poder de imagens de apoio (neste caso, locais físicos) e relações espaciais memorizadas. Como os psicólogos John O’Keefe e Lynn Nadel explicam em “The Hippocampus as a Cognitive Map” [O hipocampo como mapa cognitivo]:

“Nesta técnica, a pessoa memoriza o desenho de um edifício ou a disposição das lojas em uma rua, ou qualquer entidade geográfica que seja composta de vários locais diferentes. Quando deseja se lembrar de um conjunto de itens, o sujeito literalmente ‘caminha’ por esses locais e atribui um item a cada um, formando uma imagem entre o item e qualquer característica distintiva daquele local. A recuperação de itens é obtida ‘caminhando’ pelos locais e permitindo que estes ativem os itens desejados.”

Experimente esta técnica “caminhando” mentalmente pelos cômodos da sua casa e atribuindo informação a cada um deles — e depois lembre da informação ao passar pelos aposentos.

Experimente o método de “Baker-baker” (“Padeiro-padeiro”)

Em um experimento psicológico conhecido como paradoxo de Baker-baker, os sujeitos foram divididos em dois grupos, aos quais mostraram a foto de um homem. Um grupo foi informado de que o sobrenome do homem era Baker (padeiro), enquanto ao outro grupo foi dito que o homem era um padeiro. Quando mais tarde lhes mostraram a foto e pediram para lembrar a palavra associada, os que haviam sido informados sobre a profissão do homem tinham muito maior probabilidade de lembrar a palavra. A explicação é simples: embora as duas palavras e fotos fossem exatamente a mesma, quando pensamos em um padeiro, outras imagens e uma espécie de história vêm à mente (aventais, cozinha, pão fresco).

Um colaborador do site Fast Company disse que aplicar o paradoxo — usar a história de Lance Armstrong para lembrar-se de informação complexa e detalhada sobre quimioterapia — o ajudou a terminar a faculdade de medicina. Assim, quando quiser se lembrar de detalhes, experimente criar um “gancho” que conecte a informação a uma pessoa ou uma história — a associação forte garantirá que você lembre a informação com mais clareza.

Tire um cochilo

Eis uma boa desculpa para deixar o trabalho de lado durante uma hora nesta tarde: tirar um cochilo prolongado pode reforçar o aprendizado e a memória. Pesquisadores do sono da NASAdescobriram que cochilar beneficia de modo significativo a memória funcional, e um estudo de 2008 usou exames de imagens magnéticas para determinar que a atividade cerebral nas pessoas que cochilam é maior durante todo o dia do que nas pessoas que não repousam.

Mulher dormindo

Pode-se fazer de tudo para aperfeiçoar a memória, mas quando se trata de lembrar, um cochilo é fundamental

 

Rotule as pessoas – literalmente

Franklin Roosevelt era conhecido por ter uma memória que causaria vergonha na maioria das pessoas — ele conseguia se lembrar do nome de alguém que encontrou apenas uma vez meses antes, aparentemente sem dificuldade. Seu segredo? Roosevelt conseguia memorizar os nomes de todos os membros de sua equipe (e de todo mundo que conhecia) visualizando os nomes escritos em suas testas, depois de ser apresentado a eles. Essa técnica é ainda mais eficaz quando se imagina o nome sendo escrito com uma caneta na sua cor favorita, afirma a CNN.

 

Consuma ômega 3

Os ácidos graxos ômega 3 — que podem ser encontradosem alimentos como salmão, atum, ostras, sementes de abóbora, couve-de-bruxelas, nozes e outros, ou ingeridos em forma de suplemento — estão entre os nutrientes mais benéficos para o cérebro. Um estudo feito pela Universidade de Pittsburgh em 2012 revelou que o consumo de ômega 3 intensifica a memória funcional em jovens adultos saudáveis. O consumo de alimentos com alto teor dessa gordura saudável também pode reduzir o risco de se desenvolver a doença de Alzheimer, segundo umestudo da Universidade Columbia de 2012.

Preste atenção

Talvez o melhor (e possivelmente o mais difícil) truque de memória é simplesmente prestar atenção na tarefa, conversa ou experiência atual. A distração torna nossa memória mais fraca e, consequentemente, aumenta nossa tendência a esquecer as coisas.

“Esquecer… é um sinal de como estamos ocupados”, disse à “Reader’s Digest” o diretor da Clínica de Transtornos da Memória no Centro Médico Beth Israel Deaconess, Zaldy S. Tan. “Quando não prestamos atenção direito, as memórias que formamos não são muito firmes e temos dificuldade para recuperar a informação mais tarde.”

Você tem dificuldade para acalmar seus pensamentos agitados? Torne-se mais concentrado praticando meditação, apenas dez minutos por dia. Um estudo recente da Universidade da Califórnia descobriu que a meditação melhora a capacidade da memória e reduz a divagação entre estudantes. E em 2012 pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusettsidentificaram um circuito neurológico que ajuda a formar memórias duradouras — descobriu-se que o circuito funciona de maneira mais eficaz quando o cérebro presta atenção naquilo que você está vendo.

 

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/8-truques-imbativeis-para-se-lembrar-de-tudo-tudo-mesmo?page=1

As 6 palavras mais efetivas em networking

Se você quer se dar bem ao fazer sua rede de contatos, deve ter técnicas de conversação que possibilitem estabelecer um vínculo com quem conversa – e estas seis palavras são fundamentais para isso

Quer ser bom em fazer contatos? Aprenda a amar as palavras quem, o quê, quando, onde, por que e como. Estas seis palavras, elencadas pelo site Business Insider, demonstram maturidade, independência, curiosidade natural e autenticidade. Através delas, você pode encontrar novas formas de se conectar ou avançar em sua carreira.

Com QUEM eu devo falar sobre isso? Todo mundo. É sempre possível achar uma pessoa que saiba algo que você ainda não sabe.
Sugestão: Quem são alguns dos seus clientes?

QUE eu falo? Fale sobre o que as outras pessoas querem saber. Deixe que os outros guiem a conversa.
Sugestão: Quais são os projetos em que você está trabalhando agora?

QUANDO é a hora mais apropriada? Qualquer horário. As pessoas adoram falar sobre si mesmas, então elas irão fornecer o máximo de informação possível se você demonstrar interesse em suas vidas.
Sugestão: Quando você decidiu focar nesse aspecto de sua carreira?

ONDE são os melhores lugares? Todos os locais, mas mais especificamente onde você possa melhorar a sua carreira, como em eventos de networking e conferências de trabalho.
Sugestão: Aonde você vai com mais frequência para trabalhar? Você viaja?

POR QUE isso é uma estratégia tão efetiva? A cada pergunta você leva a conversação a outro nível e constrói confiança.
Sugestão: Por que você decidiu fazer um mestrado?

COMO eu lembro de todas as questões? Ouça atentamente. Foque no momento e você irá absorver o que a pessoa diz e conseguir responder de um jeito inteligente.
Sugestão: Como você começou seu próprio negócio?

Essas palavras ajudam você a criar relacionamentos, aumentar seu conhecimento e criar novas oportunidades na carreira. No futuro, aquela pessoa estará muito mais disposta a ajudá-lo porque ela gosta de você – e tudo que você fez foi deixar que ela falasse sobre si mesma.

 

Fonte: http://administradores.com.br/mobile/noticias/carreira/as-6-palavras-mais-efetivas-em-networking/88467/

8 frases que são como um balde de água fria na sua equipe

Na hora de lidar com a equipe, algumas frases que parecem inofensivas podem deixar todo mundo desmotivado

Respondido por Flavia Lippi, especialista em business mentoring

Elas parecem inofensivas. São frases do dia a dia de quase todos os negócios, ditas por gerentes ou empreendedores. Mas, não se engane, elas podem ter o mesmo efeito de um balde de água fria na sua equipe. Veja quais frases evitar.

1. “Por que você não fez de outra forma?”
Pergunta típica do “analista” de resultados que na hora que algo não sai como o planejado aparece como se não soubesse de nada e emite uma opinião.

2. “Os senhores têm certeza que esta ação vai dar certo?” 
Perguntas que não trazem novos pensamentos e reflexão. São apenas perguntas para gerar dúvida e constrangimento em uma equipe que provavelmente se juntou para encontrar aquela solução a ser apresentada.

3. “Sua meta para este mês é de muitos milhões. Ninguém nunca conseguiu alcançar esta marca. Seja o primeiro.” 
Neste caso, as metas são sempre inatingíveis e desmotivadoras. Uma equipe que trabalha com planos a curto prazo, sem saber os objetivos a médio e longo prazo, tende a não produzir e a camuflar os resultados.

4. “Não tenho muita intimidade com tecnologia. Você pode fazer por mim?”
É típico de pessoas que não se esforçam para aprender coisas novas e sempre jogam para os mais novos. Se você não sabe algo, desenvolva esta habilidade e seja o primeiro a se informar e aprender.

5. “Só os paranoicos sobrevivem.”
Pessoas estressadas que acreditam que tudo que fazem deve ser feito no máximo do estresse, levando a equipe a uma loucura corporativa.

6. “Não acredito em planejamento a médio e longo prazo.” 
Expressão de quem não acredita em planejamento nenhum, provavelmente não está sabendo organizar o curto prazo e está jogando para a equipe a pressão da empresa.

7. “Preencher relatórios é desgastante. Gosto de fazer as coisas do meu jeito. O importante é o resultado.”
Desalinhamento com a linguagem da empresa. O profissional pensa somente nos seus números e não compartilha dados que são de posse da empresa. É comum ouvir isso de alguns profissionais da área comercial, que sabotam processos em prol de seu interesse pessoal.

8. “Para trabalhar neste time, é preciso suar a camisa.” 
Visão distorcida e antiquada de que o funcionário vai se dedicar todo o tempo por motivos que ele não conhece. Se as ações da empresa são contra seus ideais e afinidades, dificilmente ele vai entender qual camisa deve vestir e ainda suar pela empresa.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/8-frases-que-sao-como-um-balde-de-agua-fria-na-sua-equipe/

Franquias duram mais que novas empresas

Franquias duram mais que novas empresas

Uma pesquisa realizada pelo SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) aponta que enquanto 80% das micro e pequenas empresas fecham as portas nos cincos primeiros anos

Uma pesquisa realizada pelo SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) aponta que enquanto 80% das micro e pequenas empresas fecham as portas nos cincos primeiros anos. No mercado de franquias o percentual é de 15%. Ainda, no primeiro ano, a perspectiva de fechamento é de 30% para novos empreendimentos – 10 vezes mais aos fechamentos de franquia.

Um dos principais motivos dessa estatística é o fato de que a franchising oferece um sistema estruturado, fundado em experiência adquirida em anos de trabalho. Na verdade, a ideia em transformar o empreendimento em franquia está no objetivo de querer ampliar e expandir negócio. Isso quer dizer que o empreendedor só terá interesse em realmente ampliar sua empresa quando houver uma solidez estrutural e financeira.

Diante disso, quem tem a ganhar é o interessado em adquirir a franquia. Além da vantagem de possuir uma empresa com solidez no mercado e vida útil superior a um empreendimento novo, o franqueado possui uma retaguarda munida de sistemas de recursos humanos, gestão financeira e marketing.

No entanto, fechar um contrato de franquia é algo que requer sintonia entre franqueado e franqueador. Para entender isso, há duas perguntas fundamentais que o interessado em comprar a franquia deve fazer: Identifico-me com essa área de atuação? Tenho perfil de empreendedor?

Por outro lado, o franqueador não deve generalizar a busca por novos sócios. “As marcas mais consolidadas falam mais não do que sim. É preciso estudar a região que um possível franqueado quer atuar e se tem realmente capacidade financeira. Na ansiedade de querer abrir algo, a franquia pode quebrar por não ter fôlego para enfrentar uma crise.

Sem dúvida, avaliações criteriosas são fundamentais. Sem planejamento, até banco fecha”, exemplifica Denis Santini, sócio-fundador da MD Comunicação. Se essas questões estiverem em sintonia, há uma possibilidade imensa da franquia ser um sucesso.

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/artigos/negocios/franquias-duram-mais-que-novas-empresas/76946/

5 hábitos diários de empreendedores bem sucedidos

Seguindo esses cinco passos, você desenvolverá as habilidades de liderança necessárias para se tornar um empreendedor de sucesso

Praticar auto-disciplina: esta é a habilidade de trabalhar duro no agora para colher os frutos mais tarde.

Empreendedores são agentes da mudança, eles não olham para o mundo como ele é, mas pensando em como ele pode se transformar. Uma característica comum nas pessoas de perfil empreendedor é que elas constroem a diferença em vez de esperarem que as coisas sejam diferentes. Se você é desses que não espera por nada para fazer acontecer, apenas faz, considere-se um empreendedor.

Ao mesmo tempo em que pensam à frente, empreendedores são motivados pela vontade de crescer financeira e intelectualmente. Mas iniciativa não é garantia de sucesso e elementos como postura de liderança e pensamento positivo podem fazer falta na hora de empreender. De acordo com um artigo de Meiko Patton, para o Entrepreneur, ao seguir estes cinco passos você desenvolverá as habilidades de liderança necessárias para se tornar um bom empreendedor:

1. Falhar e refletir voluntariamente

Se você tentou e falhou, tente novamente. Se fracassar mais uma vez, fracasse melhor. O importante é ter tempo para refletir sobre o que não deu certo. No livro The Call of Solitude (O chamado da solidão, em tradução literal), Ester Schaler Buchholz diz: “Outros nos inspiraram, a informação nos alimenta, a prática melhora nosso desempenho, mas precisamos de momentos de silêncio para descobrir as coisas”.

2. Abraçar e enfrentar os medos

O medo possui três formas, segundo o autor Brendon Burchard, todas relacionados à dor. A primeira delas é o temor de seguir em frente devido ao receio de perder algo valioso: a dor da perda. A segunda é a dor do processo e ocorre inevitavelmente ao tentar algo novo. A última é a dor do resultado, quando o objetivo desejado não é alcançado.

Burchard insiste que para dominar seus medos as pessoas devem atacá-lo por todos os lados, como se estivesse em uma guerra, assim como faz um exército ao emboscar o inimigo.

3. Praticar auto-disciplina

Esta é a habilidade de trabalhar duro no agora para colher os frutos mais tarde. O vencedor do Oscar Jamie Foxx, por exemplo, quando criança, era obrigado pela avó a fazer aulas de piano. Naquela época, ele não fazia ideia de que abdicar de brincar com os amigos no horário das aulas refletiriam em seu eventual sucesso. Até hoje ele continua a se disciplinar tocando duas horas de piano por dia.

4. Dormir

Pouco depois de lançar seu portal de notícias, Arianna Huffington, uma das 100 mulheres mais influentes no mundo segundo a Forbes, teve um colapso resultado de exaustão e sono atrasado. Ela estava tão comprometida em expandir sua empresa que trabalhava 18 horas por dia. Quando dorme o quanto precisa, você se sente mais fortalecido e energizado, pronto para enfrentar qualquer problema que possa surgir em seu caminho.

5. Doar

Adam Grant, professor da Wharton Business School, ensina a ideia de generosidade no livro Give and Take: Why Helping Others Drives Our Success (Por que ajudar os outros leva ao nosso sucesso, em tradução literal). Durante séculos, as pessoas têm se focado em três fatores motivacionais individuais: paixão, trabalho duro e força de vontade. No entanto, atualmente, o sucesso está cada vez mais ligado à maneira como interagimos com os outros e ao quanto doamos. De acordo com os estudos de Grant, as pessoas mais bem sucedidas são aquelas que doam consistentemente.

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/noticias/carreira/5-habitos-diarios-de-empreendedores-bem-sucedidos/88449/

Aprenda a lidar com os problemas do trabalho

A possível desmotivação, crises e fofocas estão presentes no dia a dia de todos de uma grande empresa: o ponto é aprender a driblar essas questões

Quem nunca enfrentou problemas no trabalho que atire a primeira pedra. Fofocas de colegas, desmotivação, falta de estrutura, crises etc., podem ser questões comuns no cotidiano dos trabalhadores – e, para lidar com esses probleminhas e não deixar que eles o abalem, o ideal é identificá-los e saber lidar com cada um deles com paciência.

Acontecimento comum na vida de qualquer profissional é sentir o cansaço e estresse devido à quantidade de atividades que devem ser feitas – e o pequeno espaço de tempo para tanto. “É muito comum encontrar profissionais que acumulam cada vez mais funções e, quando percebem, não conseguem realizar o trabalho no tempo do expediente. Porém, apesar de estarem cansados, são poucos aqueles que deixam clara a sua situação para os supervisores – e isso pode acarretar ainda mais problemas, afinal, as atividades que deviam ser feitas estão sendo deixadas de lado e o profissional torna-se cada vez mais sobrecarregado e estressado. Ou seja: os dois lados perdem”, destaca Madalena Feliciano, diretora de projetos da Outliers Careers.

Para evitar esse problema, o ideal é conversar com o seu chefe – de forma sutil, é claro. “Saiba expor a sua situação, pois caso você não explique bem, pode soar como preguiça – e ninguém quer um funcionário preguiçoso”, comenta a especialista. Para afirmar seus argumentos, faça uma lista com as suas tarefas nos períodos antes e depois desse acúmulo, mostrando o quanto a mais está trabalhando agora. A intenção é manter a qualidade das suas funções. “Sugiro que o profissional faça uma autoanálise: você está trabalhando demais ou está apenas desmotivado?”, diz.

Outra questão que a afeta muitos profissionais é a fofoca. Sem saber o motivo, a pessoa se torna o assunto do corredor – e, com o passar dos dias, os boatos começam a incomodar e até atrapalhar o desempenho profissional. “Nesse caso, identifique quem está espalhando as fofocas. Chame a pessoa para uma conversa e deixe claro para ela que você está se sentindo incomodado com a situação. No caso de a fofoca ser mentirosa, converse com os outros colegas e esclareça os fatos”, opina Madalena, que diz que, em último caso, é possível falar para o seu chefe sobre a situação. “Essa não é a atitude ideal, mas se o seu aproveitamento diminuir, o resultado pode ser ainda pior caso ele não esteja ciente do que está acontecendo”, ressalta.

Também acontece de muitas vezes a empresa contratar você para realizar determinada tarefa – sem dispor dos materiais necessários para a realização desta. “Um exemplo comum é a companhia pedir para você fotografar um evento, mas não oferecer a máquina fotográfica. Você pode até levar a sua – se tiver – porém, deixar em suas mãos a resolução de problemas desse tipo deve ter limite”, explica Madalena. Se a firma não oferece estrutura porque não tem condições, use sua criatividade e pró atividade para tentar lidar com a crise, – mas se o problema é diminuir gastos apenas por ganância, negocie suas condições mínimas de trabalho com o gestor, “sempre lembrando que a empresa deve ser a maior beneficiada”, exalta.

Outra questão comum é quando a empresa deseja demitir o profissional, mas, ao invés de ser claro com ele, apenas o pressiona afim de que ele ‘peça as contas’. “Tenha claro para você mesmo de que você não é obrigado a tomar essa decisão. Peça demissão apenas se essa for a sua vontade e mostre que conhece bem seus direitos. Porém, se a companhia quer demiti-lo, ela que faça isso da forma que achar melhor – sem infringir as leis e direitos do trabalhador”, conclui Madalena.

 

Fonte: http://administradores.com.br/mobile/noticias/carreira/aprenda-a-lidar-com-os-problemas-do-trabalho/89425/

Você consegue ouvir um insulto sério sem explodir?

Se, em algum momento em sua carreira de líder, você se sentir insultado, seja bem-vindo à liderança

Quando um profissional decide passar da carreira técnica para a de liderança, deve ser capaz de identificar os elementos do cenário no qual irá exercer sua função.

Toda vez que ignorar esses elementos, vai se comportar como o indivíduo que tenta sair de uma sala pela janela, ignorando que está no décimo segundo andar de um prédio. Como resultado, vai gastar muita energia, muitos recursos e correr sério risco de acidentar-se.

Entretanto, o cenário no qual a liderança é exercida somente é visível com a reflexão do líder sobre algumas perguntas-chave. E a primeira delas é: “Você consegue lidar com um insulto sério sem explodir?”

Se, em algum momento em sua carreira de líder, você se sentir insultado, seja bem-vindo à liderança! Líderes são insultados! É só você observar quem são as pessoas mais insultadas do planeta: juiz de futebol, gerentes, donos de empresas e, é claro, presidentes.

Por que isso acontece?

Ao liderar, você poderá, eventualmente, provocar emoções indesejáveis nas outras pessoas, como: ansiedade, frustração e raiva.

Se isso ocorrer, o indivíduo, ou grupo de indivíduos, poderá querer expressar essa emoção de muitas formas, até mesmo com um insulto. Portanto, o primeiro elemento do cenário no qual a liderança é exercida é: a emoção das outras pessoas.

Sua capacidade de lidar com esse contexto depende de como você lida com sua própria emoção. Ela é o segundo elemento desse cenário.

Ser capaz de lidar com esses dois fatores requer preparo e experiência. Por essa razão que não é muito aconselhável a ascensão de pessoas imaturas a cargos de liderança. Elas irão se perder em meio a essas questões.

Por outro lado, pessoas experientes e preparadas podem oferecer grandes exemplos:

Conta-se que, certa vez, ao visitar a UNE no Rio de Janeiro, o presidente Juscelino Kubitschek foi vaiado por estudantes descontentes com o aumento da passagem de bonde, entre outras questões. Do instante em que chegou ao momento em que ingressou no auditório, as vaias foram intensas.

Ocupou seu lugar no palco, esperou pacientemente pelo cessar das vaias, olhando, de tempos em tempos para o relógio. Quando elas finalmente terminaram, ele iniciou seu discurso dizendo: “Bendito o país em que seus estudantes podem vaiar o seu presidente durante quatro minutos, com a certeza de que nada lhes acontecerá.”

Seguiram-se aplausos calorosos.

Claro que ser capaz de encarar uma plateia hostil requer muita integridade, pois, de outro modo, você não terá a consciência tranquila o bastante para organizar as ideias e as palavras.

Muitos desejam ser líderes somente pelo poder e dinheiro que o cargo proporciona. Mas, se você quiser fazer diferença no mundo, seja líder para cumprir um propósito maior. Um propósito de construção, que permita a coexistência e o crescimento de todos. Ao defender sua causa, prepare-se para os percalços e as agruras que todos aqueles que lideram têm de aguentar.

E mantenha-se firme em sua jornada!

Vamos em frente!

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/artigos/carreira/voce-consegue-ouvir-um-insulto-serio-sem-explodir/78251/

5 Dicas da Ciência para você tomar boas decisões

Quantas vezes você ficou em dúvida sobre o que fazer, tomou uma decisão, mas pouco depois acabou se arrependendo? Bem, talvez a ciência possa te ajudar. Dá só uma olhada nessas cinco dicas científicas para tomar decisões melhores.

DISTANCIE-SE DO PROBLEMA
Pense na situação como se ela estivesse acontecendo com um amigo ou um parente. E não com você. Isso vai te ajudar a pensar de forma mais racional. Foi o que pesquisadores da Universidade de Waterloo, no Canadá, concluíram ao pedir a voluntários para refletir sobre traiçãono namoro. A ideia era analisar o cenário caso isso acontecesse com eles ou com outro amigo. Em seguida, tiveram de responder a algumas perguntas – todas elas foram pensadas de acordo com critérios depensamento coerente e racional: do tipo, reconhecer o limite do outro, considerar asperspectivas do parceiro, motivos que poderiam levar à traição, etc. E quando pensavam nos amigos, eles costumavam tomar decisões mais inteligentes, baseadas na razão e não apenas na emoção. Como fazer isso na prática? Segundo a pesquisa,  basta conversar consigo mesmo como se o problema não fosse seu.

PENSE EM OUTRO IDIOMA
Em inglês, espanhol, tanto faz, desde que não seja seu idiomanativo. Segundo pesquisa amercicana, quando pensamos sobre algo usando uma língua estrangeira, o lado racional se sobrepõe ao emocional. É como se a língua gringa removesse a conexão emocional que talvez você pudesse ter ao pensar em português.

TRABALHE SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Se você é do tipo que entende e lida bem com as emoções (as suas e as alheias), é mais provável que não deixe motivos irracionais que nada tem a ver com a situação influenciarem nas tomadas de decisões. É o que garante uma  pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Toronto. E isso envolve todos os tipos de emoções: de empolgação à ansiedade e estresse. “Pessoas emocionalmente inteligentes não excluem todas as emoções na hora de tomar decisões. Eles retiram só as emoções que não têm a ver com a decisão”, explica Stéphane Côté, autora da pesquisa.

APAGUE A LUZ
Ok, essa dica é bem estranha, mas vamos lá. Pesquisadores canadenses levaram voluntários para comer ou ler em ambientes diferentes. E quem esteve em salas mais iluminadas tendia a achar o molho mais apimentado, os personagens fictícios mais agressivos e as pessoas mais atraentes. É que ambientes iluminados parecem amplificar o lado emocional das pessoas – e, claro, influenciar nas impressões e decisões.

DÊ UM TEMPO
Esqueça o problema, nem que seja só por alguns poucos segundos. É o que garantem os pesquisadores americanos. Segundo eles, na hora de tomar uma decisão, o cérebro reúne um monte de informações. Só que não consegue distinguir rapidamente o que é relevante ou não. Então, se houver algo contraditório, é possível que você não perceba e escolha o caminho errado. Mas quando você dá um tempo extra para que o cérebro consiga reunir outras informações e analisá-las melhor, os riscos diminuem. E nem precisa esperar tanto tempo assim: “adiar a decisão por, no mínimo, 50 milissegundos permite ao cérebro focar atenção nas informações mais relevantes e bloquear as distrações”, explica Jack Grinband, um dos autores do estudo.

 

Crédito da foto: flickr.com/liquene

 

 

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/5-dicas-da-ciencia-para-voce-tomar-boas-decisoes/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super

8 atitudes que podem transformar crises em verdadeiras catástrofes

Até ser otimista ao extremo tem seu lado ruim. Saiba o que fazer para gerenciar uma situação delicada da melhor forma

Existem inúmeras formas de transformar um simples problema em algo muito maior. Infelizmente, muitos empreendedores consideram alguns desses hábitos qualidades desejáveis. O site da “Fast Company” elencou oito comportamentos que resultam em mais dor de cabeça.

1. Ser otimista demais
Muitas publicações sobre empreendedorismo enfatizam a atitude positiva. Essa postura, porém pode ser perigosa principalmente quando a tarefa é mais complicada do que parece ser. Ter uma visão balanceada da realidade, com um toque de otimismo, é fundamental para manter os pés no chão.

2. Negar que o problema existe
Alguns empreendedores acreditam que se eles não mencionarem o problema, ninguém o descobrirá. A verdade é que seus funcionários provavelmente estão tão ligados quanto seus chefes. Negar que a situação está complicada só aumenta o medo e a decepção das pessoas.

3. Oscilar entre tentativas e erros
Ter um negócio também significa experimentar, e há, de fato, espaço para isso. Mas não durante crises.  Em situações delicadas, o empreendedor perde o direito de errar, já que um passo em falso pode levar o negócio à falência.

4. Abandonar o bom senso
Em um momento de crise, o bom senso é fundamental. Em vez de ceder a um impulso e tomar uma decisão rápida, o melhor a fazer é respirar fundo e se prudente. Mais vale apostar em análises cuidadosas e decisões viáveis. Outra boa dica é procurar a ajuda de consultores de confiança.

5. Resolver tudo sozinho
A sociedade atual se baseia no individualismo – o próprio mundo do empreendedorismo prega que devemos nos destacar da multidão, pensar diferente e sermos inovadores. Mas um líder de perfil centralizador sofre mais ao gerenciar uma crise. Você é responsável por pessoas demais para tentar segurar sozinho todas as pontas. Isso pode ser atenuado com a ajuda da equipe. Reconheça os esforços de seus funcionários e aceite suas opiniões.

6. Usar apenas a lógica
Não ceder a impulsos e à intuição é importante, mas não deixe o lado emocional de lado. É mostrando garra e paixão que o empreendedor engaja seus colaboradores e os leva a solucionar um problema. Sem o lado emocional, fica mais difícil contar com a equipe.

7. Botar a culpa nos outros

Culpar alguém enfraquece a imagem de um empreendedor, além de deixar nítido que o líder não sabe controlar a situação.

O medo de ser culpado inibe funcionários, que acabam escondendo problemas sérios. Quando tudo está complicado, o melhor não é punir e, sim, arregaçar as mangas e fazer algo.

8. Pegar pesado
Em épocas de crise, há uma tendência natural de demandar mais de profissionais, mas isso deve ser feito com cautela e respeito. Redução de salários, horas extras compulsórias e cortes de benefícios não devem ser sugeridos nem impostos.

 

 

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/05/8-atitudes-que-podem-transformar-crises-em-verdadeiras-catastrofes.html

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