Monthly Archives - maio 2014

O cérebro e a liderança

O que podemos fazer para cuidar do nosso cérebro e aproveitar melhor suas funções?

“Como as pessoas são diferentes e possuem cérebros diferentes podemos concluir que existem alguns estilos de aprendizagem ‘diferentes'”

Nosso cérebro pesa aproximadamente 1,5 kg e processa, em média, 50 mil impulsos simultaneamente. Ele é dividido em hemisfério direito e esquerdo e tem aproximadamente um bilhão de células na forma de um quatrilhão de conexões.

Em 1860, um neurologista francês chamado Paul Broca descobriu que o lado esquerdo do cérebro controlava o desenvolvimento da fala. Dez anos mais tarde, o neurologista alemão Carl Wernicke começou a desvendar o processo da comunicação, concluindo que o lado esquerdo é responsável pelo desenvolvimento da linguagem e que ela nos diferencia dos animais. Nos anos 50, outro neurologista chamado Roger Sperry, ganhador do premio Nobel de Medicina, ao estudar pessoas portadoras de epilepsia removeu o corpo caloso e definiu que o lado direito do cérebro não é inferior ao esquerdo, e sim diferente. Mesmo depois de tantas descobertas a respeito do cérebro, ele ainda é um mistério a ser desvendado.

O que podemos fazer para cuidar do nosso cérebro? Muita coisa! No campo espiritual, podemos ler, meditar e orar. No campo sócio emocional, podemos aprender a dizer não, sorrir com mais frequência e dedicar algum tempo a nós mesmos. No campo mental, podemos fazer palavras cruzadas, aprender a tocar um instrumento e aprender um novo idioma. E, finalmente, no campo físico, podemos parar de fumar, fazer exercícios frequentemente e comer tendo em mente que no prato deve haver as cores do arco-íris. Com relação à cognição, devemos ter duas preocupações básicas: como está nossa capacidade de aprender, reter e ensinar e como está a capacidade dos nossos colaboradores de aprender e colocar em prática o que lhes foi delegado.

Como as pessoas são diferentes e possuem cérebros diferentes podemos concluir que existem alguns estilos de aprendizagem “diferentes”. Os estilos de aprendizagem dos nossos colaboradores não são necessariamente iguais. Os sinestésicos são aqueles que precisam estar em movimento, manuseando e participando ativamente; os auditivos precisam ouvir uma variedade de sons e tons (atividades com música são muito bem-vindas); os didáticos precisam de algum tempo para processar e analisar o conteúdo, e finalmente, os visuais são aqueles que se concentram quando os materiais têm cor, movimento e auxiliam na complementação do que se quer ensinar. Não poderíamos esperar nada diferente, afinal, diz um ditado, “cada cabeça uma sentença”. A verdade nesse ditado é que não somos iguais; portanto, se a liderança não entender que para lidar com pessoas diferentes é necessário usar recursos diferentes, seu legado e resultados correrão riscos.

Segundo pesquisadores, há uma grande diferença entre as gerações. Em julho de 2011, a Folha de São Paulo definiu três gerações e suas diferenças. Os baby boomers, nascidos depois do fim da II Segunda Guerra Mundial, com idades, hoje, entre 50 e 68 anos, têm as seguintes características: criam vínculos com a empresa, trabalham arduamente, valorizam a hierarquia, encaram o chefe com respeito e não são questionadores. Na relação com o trabalho, esforçam-se para serem valorizados, consideram êxito atuar em uma grande empresa e o emprego é visto como um meio de construir a vida.

As pessoas da geração X, com idades entre 37 e 49 anos, buscam equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, questionam a hierarquia, adaptam-se bem e dividem o sucesso com o grupo. Na relação com o trabalho, desejam que a empresa valorize suas contribuições individuais, buscam propor modelos que melhorem a qualidade de vida profissional e arriscam-se pouco. As pessoas da geração Y, com idade até 36 anos, buscam equilíbrio entre o trabalho e a família, mudam muito de emprego, buscam ascensão rápida, não gostam de hierarquia e arriscam-se mais. Na relação com o trabalho são informais com os chefes e muito criativos. Querem ser reconhecidos pela sua contribuição individual e seu objetivo é ter liberdade no processo de produção.

Usando como exemplo somente essas gerações (existem outras definições), podemos identificar uma série de cuidados que um líder deve ter para conseguir o melhor de cada uma delas. Mesmo dentro delas há outra gama de diferenças no processamento de informação. Anthony Gregorc descreve quatro tipos de funcionamento da mente relacionados à percepção da informação, que pode ser concreta ou abstrata, e o processamento pode ter o formato sequencial ou aleatório. Portanto, para lidar com toda essa diversidade, nosso trabalho como líderes é árduo e nossa preparação precisa ser profunda.
Pensando na necessidade da nossa preparação como líderes, temos que cuidar do nosso cérebro e nos preparar para auxiliar nossos colaboradores a cuidar dos seus. Segue abaixo duas dicas para iniciar o processo:

Primeiro: analise seus resultados. Verifique o que tem feito de bom e em quê poderia melhorar. Provavelmente você está colhendo o que plantou em algum momento do passado. Segundo: comunique-se. Tenha uma conversa sincera e objetiva.

Eis alguns passos para melhorar sua comunicação:
– Estabeleça um foco
– Verifique o momento atual
– Descubra possibilidades
– Crie um plano de ação
– Avalie e remova eventuais barreiras
– Defina uma meta ou um objetivo a ser conquistado
– Recapitule o que foi conversado e crie comprometimento por parte dos envolvidos.

Se isso tudo lhe parece muito complicado, observe o que está em jogo.
Desenvolver habilidades e aumentar nosso nível de conhecimento pode ser trabalhoso e custar caro. No entanto, tenha a certeza de que a falta de habilidades e a ignorância podem custar muito mais.

Qual é seu processo de aprendizado? Como você lida com a informação? E seus liderados? Qual foi a ultima vez que você teve uma conversa sincera com seus colaboradores? Qual foi a última vez que procurou ouvir atentamente? Quais os benefícios que uma conversa sincera e com foco podem trazer? Boa reflexão!

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/noticias/carreira/o-cerebro-e-a-lideranca/88354/

Aprendendo a reagir às críticas de forma construtiva

Com uma boa postura e vontade de aprender, é possível retirar muitas coisas boas das críticas

“Receber comentários negativos nunca é agradável, porém, procure manter a calma e ser tolerante com as pessoas que fizeram a observação”

Você pode trabalhar em qualquer lugar ou cargo do mundo, mas não importa, sempre existirão críticas e/ou farão julgamentos a seu respeito. Sejam críticas mais leves ou rígidas, vindas de um superior ou de um colega, elas existirão – e o ideal é manter uma postura receptiva para lidar com essa situação da melhor forma possível.

Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, comenta que existem algumas atitudes que podem ser tomadas para que as críticas sejam aceitas e, ao mesmo tempo, não “machuquem” a pessoa que as recebeu.

“A primeira coisa que eu sempre falo quando o assunto é críticas é: não seja reativo. Não responda com argumentos defensivos ou ofensivos de imediato, sem refletir o que foi lhe dito”, comenta a especialista, que diz que refletir sobre alguns comentários a nosso respeito, por mais duros que eles sejam, ajuda a melhorar nossas relações interpessoais assim como o próprio autoconhecimento.

Receber comentários negativos nunca é agradável, porém, procure manter a calma e ser tolerante com as pessoas que fizeram a observação. Isso demonstra controle emocional, profissionalismo, e que você está de fato refletindo sobre o que foi criticado. “E, na hora de responder, seja sempre cordial e tenha argumentos coerentes, vale muito mais a pena do que responder de forma impulsiva”, exalta.

Se a crítica for construtiva não use justificativas: admita sua responsabilidade. Seja sincero, peça desculpas e comprometa-se a não repetir a atitude criticada. “Críticas construtivas são uma ótima forma de crescimento pessoal e profissional, ainda que possam ser dolorosas no início. Agradeça a preocupação ou consideração da pessoa que lhe criticou, mostre que você se importa com o que ele disse. Frases como ‘obrigado por me alertar sobre esse detalhe’, ‘sua opinião é sempre bem-vinda’, ou ‘não deixe de avisar-me se notar algum comportamento semelhante a esse’ podem ajudar muito”, comenta.

As críticas já foram feitas, então, aproveite-se delas para melhorar seu desempenho profissional. “Caso os julgamentos sejam verdadeiros, aproveite o momento para rever suas posições, trabalho, comentários, ou seja lá o que foi criticado – e faça as mudanças necessárias”, diz Madalena, que complementa: “uma crítica pode ser uma oportunidade de melhorar e aperfeiçoar-se profissional e pessoalmente”.

Também é muito importante não levar as críticas para o lado pessoal, entender de forma objetiva as mensagens – ou seja, o que deve ser feito para mudar, – não pedir opiniões se não estiver preparado para ouvir coisas que não deseja, e entenda que as críticas são sim muito importantes, mas que não podem lhe abalar.

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/noticias/carreira/aprendendo-a-reagir-as-criticas-de-forma-construtiva/88372/

 

 

Para vender, é preciso julgar

O topo da cadeia alimentar do ranking de vendas era dominado por caras que tinham uma habilidade única

Por mais que sejamos capazes de “ler” o cliente, isso não passará de um mero julgamento

Vou discordar do famoso filósofo Blaise Pascal, que afirma estarmos sendo iludidos constantemente pela nossa imaginação, inclusive julgando as pessoas por seu modo de vestir. Desculpa, Pascal. Para vender, é preciso julgar.

Se você trabalha na área de vendas, também deve ter escutado uma velha estória repetida em treinamentos. A mais famosa começa assim: determinado senhor humilde e mal vestido entrou em determinada loja e não foi bem atendido. Horas depois ele volta e vai à desforra, compra um carro zerinho em dinheiro vivo e ainda paga em moedas e o vendedor passa horas contando para aprender uma lição.

Amigos, aqui não é o “Sítio do Pica-Pau Amarelo”. Isso é lenda. Sabemos que adoramos contar estórias inusitadas, por isso lendas como essas são passadas de geração em geração – e aos poucos são incorporadas a qualquer tipo de treinamento de vendas, sob o véu de que precisamos ser humildes e não devemos julgar ninguém.

Quando eu comecei minha carreira como vendedor, aprendi a observar o comportamento dos vendedores que dominavam o topo da cadeia alimentar do ranking de vendas. Os caras realmente eram bons. Uma das características que mais eu enxergava neles era justamente a capacidade de julgar clientes.

É claro que tudo isso era um processo mental automático. Eles sabiam quem atender e quanto tempo deveriam gastar em cada cliente que visitavam. Com alguns clientes médios e até pequenos, eles passavam muito tempo. Já outros grandes eles atendiam de forma rápida e sem muito interesse. Isso me confundia muito.

Não demorou muito e eu entendi: eles não julgavam apenas o tamanho do cliente, mas julgavam também quem realmente poderia comprar a eles. Seus olhos eram filtros ultrassensíveis, que terminavam purificando suas comissões. Não adianta ter um cliente grande na rota se o sujeito não vai comprar. ”Pula fora garoto, a fila anda!”, dizia um deles.

Você pode usar o eufemismo dizendo que julgar é um termo forte, que devemos “entender as necessidade do cliente”. Para com isso, cara. Estamos no século XXI, ninguém vende mais do mesmo jeito. Por mais que sejamos capazes de “ler” o cliente, isso não passará de um mero julgamento. Já que todos nós gostamos de uma bela estória, vou contar a que escutei de um professor da FGV. Quando ele contou, eu lembrei na hora dos vendedores top com quem eu trabalhei um dia.

Era uma vez (risos) uma consultoria que queria saber o porquê de uma vendedora específica de uma joalheria gigante ganhar uma comissão quase três vezes maior que a de seus colegas de trabalho. Os executivos da joalheria queriam saber os segredos para poder replicar para o restante da equipe. Vendedor bom é vendedor egoísta. A vendedora não dizia nem a pau.

Por isso contrataram a consultoria. Eles investigaram tudo e levantaram algumas hipóteses:

1. ( ) Tempo de empresa?

2. ( ) Conhecimento do produto?

3. ( ) Simpatia?

4. ( ) Carteira de clientes?

5. ( ) Todas as anteriores?

Nada. Nem uma pista. A consultoria continuou a investigação, dessa vez, in loco. Eles observaram o comportamento da vendedora no dia a dia atendendo clientes e, depois de uns 3 dias de vigilância constante, mataram a charada.

Nasce uma nova lenda

Um senhor de estatura média, magro, vestido com um terno azul e de cabelo grisalho estava olhando a vitrine. Nossa vendedora, “caridosamente”, mesmo sendo a sua vez, deixou que o cliente fosse atendido por sua amiga. Ela sorriu em agradecimento e foi atender. Outro cliente aproximou-se da vitrine, era um negro alto, camiseta polo, vestido com bermuda e tênis. O comportamento da vendedora mudou na hora. Sabe quando cães de caça ouvem o barulho da presa? Pois é, seu olhar estava focado, olhar de um verdadeiro lince. Sorridente, ela foi atendê-lo.

Na sua opinião, quem comprou mais?

Resultado: O homem branco de terno azul comprou algo em torno de R$ 1.800,00. O homem negro de bermuda comprou algo em torno de R$ 16.000,00.

A consultoria caiu de pau e vociferou: “Como você sabia que seu cliente compraria mais? Era sua vez de atender o cidadão de terno e você o negou. Como conseguiu saber previamente que ele não gastaria uma quantia substancial?”.

Ela, meio sem graça e já cansada da consultoria, abriu o jogo: “O homem branco tinha o perfil de um comprador brasileiro mediano, pois o terno dele não era ruim, mas os sapatos eram baratos. A maneira como o branco analisava a vitrine era de alguém que estava olhando tudo ao mesmo tempo, como se estivesse querendo escolher uma peça que encaixasse em seu orçamento. O negro não tinha corpo de brasileiro, eu presumi que ele deveria ser nigeriano ou americano, pois tinha o biotipo de jogador, quadris largos e usava um tênis que não se acha fácil aqui no Brasil. Ele olhou para uma única peça, um colar feminino lindíssimo, demonstrando saber o que queria e quem iria impressionar”. Bingo!

O negro atendido por ela era americano e trabalhava na época como auxiliar técnico da seleção de basquete feminino dos EUA. Eles estavam jogando na cidade.

P.S – ela também vendeu um par de brincos.

Uma vez, um dos meus amigos conservadores falou assim: “Aquele seu amigo Wesley Barbosa, o tal do Facebook, deve ser pobre, pois ele só faz palestras usando sandálias”. A lógica inicial do meu amigo está certa, mas não podemos nos prender só às roupas, você precisa julgar passando o scanner completo. Eu falei: “Você observou que ele estava usando o Google Glass? Talvez a sandália seja apenas para dar um estilo”. Meu amigo franziu a testa e retrucou: “Mas que diabos é Google Glass?”.

… Game Over.

Os clientes de hoje são disputados a tapa. Eles estão no poder, eles têm o comando, mas só alguns deles vão comprar de você. Como encontrá-los rapidamente para poupar tempo e ganhar mais? Simples: julgue-os.

Comece a julgar agora. Aproveita para entrar no meu Face e olhar meus sapatos…

 

 

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/artigos/negocios/para-vender-e-preciso-julgar/77459/

Ele faltou, e agora?

Parece que os alunos, ou melhor, os futuros gestores, não conseguem entender que no mercado de trabalho serão forçados a trabalhar em grupos, e que quando se está dentro de um, não existe eu ou ele, se um perder, todos perdem. Não há espaço para estrelas solitárias

Certa vez, em uma das matérias mais difíceis da faculdade, nosso professor solicitou para que a sala se dividisse em grupos para que todos elaborassem um trabalho. Cada grupo ficaria responsável por apresentar um capítulo de um extenso livro de gestão.Após formarmos nossa equipe, decidimos que o melhor método seria fazer uma divisão dos subcapítulos a serem apresentados, cada um ficaria com uma parte, de maneira que todos basicamente estudariam a mesma quantidade, uma decisão justa, pois ninguém queria ficar sobrecarregado, visto que já tínhamos diversos outros afazeres em nossas empresas.

Foi um período cansativo, passamos vários finais de semana preparando o conteúdo para a apresentação, afinal, estava valendo a média final da matéria e todo mundo do grupo estava precisando de nota.

Chegado o dia da apresentação, tivemos uma inesperada e desagradável surpresa: um integrante do nosso grupo não apareceu! A aula estava prestes a começar e o nosso amigo simplesmente não havia dado nenhum sinal de vida.

Tentamos explicar a situação para o professor, argumentamos que a culpa não era nossa, que o trabalho havia sido dividido em partes iguais, e que como nosso amigo havia faltado sem nos avisar antecipadamente, seria muito difícil apresentar o trabalho por completo.

Nosso professor ouviu atentamente nossas reclamações, sem nos interromper em nenhum momento. Logo após nosso desabafo, ele friamente nos deu uma lição, ou melhor, um ensinamento, que só muito tempo depois consegui compreender.

Meus caros alunos, disse ele, lamento informar a vocês que esse imprevisto infelizmente não é problema meu, e sim de vocês, dessa forma, o resto da sala não pode assumir a culpa por esse acontecimento. Se o integrante do grupo faltou, alguém deverá assumir a parte dele e fazer sua apresentação, caso fique faltando essa parte, o grupo todo perderá nota.

Reclamamos mais um pouco, falamos novamente que não era justo, que a falta de responsabilidade dele não poderia prejudicar todo o grupo que tanto se empenhou para elaborar aquela apresentação.

Nosso professor novamente nos ouviu, e em um tom de voz frio, argumentou que o dia em que nós fossemos apresentar um projeto para algum diretor, ou mesmo fazer um pedido de financiamento para algum investidor, essa desculpa não seria aceita, e a consequência seria a mesma.

Naquele período, essa lição parecia dura demais para ser compreendida. Para nós, ingênuos e mal acostumados calouros, o professor não estava sendo um professor, e sim um carrasco. Não conseguíamos entender que ele estava nos preparando para um mercado de trabalho que não aceita falhas ou desculpas.

Querer tirar o corpo fora quando algum imprevisto acontece infelizmente é uma atitude muito comum na cultura brasileira.Hoje, como professor, tento repassar essa lição que aprendi, mas confesso que a resistência encontrada está cada vez mais forte.

Os alunos não querem mais fazer trabalho em grupo, quando fazem, exigem notas individuais, ninguém quer ser prejudicado por esse ou aquele que não se empenhou o suficiente.

O espírito de equipe está cada vez mais raro, todos querem ser a estrela responsável pelo resultado, se ele for positivo, é claro, porque se for negativo, com certeza a culpa foi de alguém, e não minha.

Parece que os alunos, ou melhor, os futuros gestores, não conseguem entender que no mercado de trabalho serão forçados a trabalhar em grupos, e que quando se está dentro de um, não existe eu ou ele, se um perder, todos perdem. Não há espaço para estrelas solitárias.

Hoje, refletindo o assunto, só tenho uma coisa a dizer: obrigado professor!

 

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/artigos/carreira/ele-faltou-e-agora/77586/

Os 50 maiores pensadores do mundo dos negócios moderno

O autor Jurgen Appelo, juntamente com sua equipe, listou os maiores nomes da área de acordo com a popularidade e afinidade com os temas de cada um

Peter Drucker, reconhecido como o pai da Administração moderna, é um dos listados

Podemos constatar que as pessoas são o resultado de suas influências se olharmos para os maiores empreendedores da atualidade, que foram guiados pelas ideias, ações e conselhos dos grandes pensadores da Administração. Mas, afinal, quem são eles? O autor Jurgen Appelo, juntamente com sua equipe, listou os maiores especialistas em gestão e liderança do planeta de acordo com a popularidade e afinidade com os temas de cada um.

Você, administrador ou estudante de Administração, caso não conheça pelo menos metade dos nomes abaixo, talvez já esteja mais do que na hora de ser apresentado a eles:

1. John C. Maxwell
2. Seth Godin
3. Jack Welch
4. Guy Kawasaki
5. Tim Ferriss
6. Daniel Goleman
7. Dale Carnegie
8. Kenneth H. Blanchard
9. Richard Branson
10. Michael E. Porter
11. Marshall Goldsmith
12. Tom Peters
13. Stephen R. Covey
14. Robin Sharma
15. Simon Sinek
16. Patrick Lencioni
17. Rosabeth Moss Kanter
18. Tony Hsieh
19. Thomas L. Friedman
20. Orrin Woodward
21. Steve Farber
22. Don Tapscott
23. Clayton M. Christensen
24. David Allen
25. Brian Tracy
26. Bob Sutton
27. Michael Hyatt
28. John P. Kotter
29. Peter F. Drucker
30. Eric Ries
31. Anthony Robbins
32. Gary Hamel
33. Mike Myatt
34. Jason Fried
35. Charles Duhigg
36. Daniel H. Pink
37. Dan Rockwell
38. Marcus Buckingham
39. Chris Brady
40. Jurgen Appelo
41. Robert B. Cialdini
42. John Baldoni
43. Jeffrey Gitomer
44. Gretchen Rubin
45. Malcolm Gladwell
46. Susan Cain
47. Dan Ariely
48. Jim Collins
49. Liz Strauss
50. Chris Brogan

Para ver o ranking completo, basta acessar a matéria da Inc.

Metodologia

Com o propósito de encontrar os escritores de gestão e liderança que, mundialmente, são os mais populares, os pesquisadores procuraram no Google por listas de “melhores livros de gurus de liderança”, “melhores blogs sobre gestão”. O resultado foram 36 listas com mais de 800 pessoas. Foram então selecionados aqueles que apareciam em mais de uma lista (cerca de 270 pessoas), e depois foram incluídos alguns nomes que os pesquisadores achavam que deveriam conter.

Ao todo, com 330 autores selecionados na “grande lista”, eles procuraram seus perfis (pessoais ou de institutos que preservam e difundem seu legado) em redes sociais, blogs e sites. Através da quantidade de avaliações que os autores receberam no site Goodreads, quantidade de seguidores no Twitter, criaram um ranking de popularidade. Foi observada, também, a quantidade de redirecionamentos que os blogs desses autores recebem de sites de terceiros, assim como a existência ou não de uma página na Wikipedia – embora muitos deles não tenham uma página na enciclopédia online.

Como alguns autores haviam tido pontuação alta no quesito popularidade, mas não tinham muito conteúdo a ser compartilhado sobre liderança e gestão, eles precisaram encontrar um método para compensar os outros autores que realmente tinham afinidade com os temas. Para isso, eles pesquisaram o “nome do autor + blog E livro” e “nome do autor + gestão E liderança”. Quanto maior a incidência de resultados no Google, maior era a afinidade dos autores com os temas. Foi criada então uma lista final.

Por fim, eles checaram as 36 listas iniciais e viram quantas vezes os autores da lista final eram mencionados nas originais. No fim, haviam seis rankings de seis fontes diferentes. Os pesquisadores calcuram a média em todos eles e ordenaram os resultados novamente, resultado no raking final do Top 200 de Autores sobre Gestão e Liderança.

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/noticias/carreira/os-50-maiores-pensadores-do-mundo-dos-negocios-moderno/88139/

5 dicas para aumentar sua autoconfiança

Pessoas autoconfiantes são cada vez mais admiradas, estudadas e observadas, na tentativa de se compreender e até mesmo reproduzir seu comportamento de sucesso. Mas como desenvolver autoconfiança na medida certa?

Não é de hoje que sabemos a importância da autoconfiança em nossas vidas. Estamos a todo o momento sendo bombardeados por esta palavra que definitivamente caiu no gosto popular.

Pessoas autoconfiantes são cada vez mais admiradas, estudadas e observadas, na tentativa de se compreender e até mesmo reproduzir seu comportamento de sucesso.

No ambiente profissional, pessoas autoconfiantes se destacam rapidamente, e acabam muitas vezes por construir uma carreira com a qual muitos sonham, de maneira própria e totalmente autêntica.

Quando falamos em consolidação de carreira, acredito que podemos compará-la a uma construção. Talvez por atuar nesta área, esta seja a melhor definição que me ocorre no momento. Carreiras e construções precisam de uma boa fundação para se sustentar, ambas precisam de base sólida para se manter em pé.

Mas como construir uma base sólida para nossa vida profissional?

A primeira coisa que precisamos, é realmente acreditar que somos capazes. Sim, isto é uma frase clichê, mas você deve concordar comigo que se não fosse verdade, tal afirmação já havia sido esquecida há muito tempo.

O fato é que o primeiro passo para uma carreira bem sucedida não está em uma boa faculdade, títulos de graduação ou cursos de especializações. O primeiro passo está dentro de você e se chama autoconfiança.

Isto não significa desmerecer ou deixar de lado o conhecimento que temos, pois ele também compõe boa parte da base que precisamos para evoluir profissionalmente, mas antes disso, é necessário acreditarmos e nos colocarmos como pessoas capazes para conseguir o que quer que seja e até mesmo adquirir maiores conhecimentos.

É a autoconfiança que faz com que possamos decidir que rumo devemos tomar, por isso é tão importante que você cuide dos pensamentos que moram dentro de sua cabeça, pois eles são determinantes em sua vida.

As barreiras para seguir em qualquer área somos nós mesmos quem criamos, e da mesma forma que somos criativos para nos impor limites, também podemos superar o que nos impede de seguir adiante.

Somos aquilo que escolhemos nos tornar, portanto comece a acreditar mais em você. Esta é a melhor forma de trilhar uma carreira e uma vida de sucesso.

Confira as dicas para fortalecer a sua autoconfiança:

Pense positivo – Estudos da neurociência apontam que pensar positivo altera significativamente regiões do cérebro ligadas à emoção e ao planejamento estratégico. Quando pensamos no lado bom das coisas, deixamos o caminho livre para que o pensamento flua, encontrando melhores saídas para o que precisamos e consequentemente aumentando as chances de que as escolhas sejam mais acertadas. Pensar positivo, além de fazer bem para a mente, ainda afeta o comportamento das pessoas que nos cercam, gerando um ciclo de bem estar e animosidade à sua volta – vale a pena investir.

Deixe a espontaneidade fluir – Passamos tempo demais focados, buscando objetivos ou procurando cumprir metas, mas existem momentos que precisamos deixar de lado a seriedade e nos permitirmos agir espontaneamente. A correria do dia a dia nos faz perder este lado que é fundamental para a criatividade e até mesmo para a organização dos pensamentos. Se ficarmos pensando somente no que podemos ser ou ter, acabamos por deixar de aproveitar o que temos de melhor agora – Brinque, se divirta, permita-se em alguns momentos e deixe a espontaneidade fluir!

Saiba que você é uma pessoa única – Não existe outra pessoa igual a você no mundo. Sua voz, suas características físicas, seu conhecimento e suas experiências, são individuais e constituem tudo aquilo que faz com que você seja a pessoa que é. Se comparar, neste caso, acaba por se tornar descabido. Procure olhar para o que você tem de melhor, não em relação aos outros, mas em relação a si mesmo. Sua singularidade é seu principal diferencial.

Valorize suas características – Um ponto fundamental para a autoconfiança é a valorização de características especificas. Pessoas autoconfiantes sabem reconhecer e valorizar cada ponto forte que possuem e assim acabam por conquistar aquilo que desejam. Se você tem uma voz impactante, utilize-a a seu favor, procure conhecer o que você acredita ter de melhor, valorize suas qualidades, são elas as ferramentas disponíveis para que você possa fazer aquilo que gostaria de fazer. Potencialize o que você tem de melhor, trabalhe a favor de si mesmo, valorize-se.

Acredite em si mesmo – Se você não acreditar em seu potencial, as outras pessoas também não acreditarão e isto é algo que pode ser inexplicavelmente sentido. Quando não acreditamos em nosso potencial, acabamos por destacar esta insegurança de maneira inconsciente, fazendo com que outras pessoas também não acreditem naquilo que somos. O primeiro passo para desenvolver a autoconfiança, começa em acreditar que somos capazes. Esta é a base sólida que precisamos para edificar o que quer que seja, em qualquer aspecto da vida. Portanto, afaste as duvidas que tem em relação ao que você consegue. Somos aquilo que acreditamos ser e nos tornamos justamente aquilo que escolhemos nos tornar.

 

 

Fonte: http://administradores.com.br/mobile/artigos/carreira/5-dicas-para-aumentar-sua-autoconfianca/76347/

8 lições de empreendedorismo de Flávio Augusto, do Geração de Valor

Fundador da rede de escolas de inglês Wise Up tem uma legião de fãs nas redes sociais

Quando fundou a rede ensino de idiomas Wise Up, em 1995, o empreendedor Flávio Augusto da Silva tinha a certeza de que seria preciso trabalhar muito para fazer o negócio dar certo. Na cabeça estava a ideia de oferecer cursos de inglês para adultos que não podiam ficar cinco anos estudando até atingir a fluência. Era preciso usar uma metodologia para acelerar o processo. Para pôr a ideia em prática, somou os cheques especiais de sua conta corrente e da conta da esposa e começou o negócio com R$ 20 mil. Passou por dificuldades – como todo empreendedor –, mas viu sua ideia dar certo e prosperar. No ano passado, Flávio Augusto vendeu a rede de franquias Wise Up e outros negócios relacionados para o Grupo Abril, por R$ 877 milhões.

Depois da negociação, decidiu investir em um time de futebol nos Estados Unidos, apostando na explosão da popularidade do soccer por lá. Comprou 85% do Orlando City, que a partir de 2015 vai disputar a Major League Soccer, a principal divisão do futebol no país. Além do esporte, o empreendedor tem outros negócios, entre eles o Geração de Valor, um projeto que começou com o intuito de motivar as pessoas a sair da mesmice. Esta semana, Flávio Augusto anunciou novidades para a iniciativa, num evento para 1500 pessoas em São Paulo.

Veja algumas lições de Flávio Augusto para empreendedores:

Seja protagonista da sua própria vida. Nunca deixe de lado o protagonismo. Algumas ideologias colocam o estado e não o indivíduo como protagonista. Para escrever a nossa história, devemos ser os redatores. Não podemos delegar a função a outra pessoa. Uma onda de ‘coitadismo’ invadiu nosso país. A mentalidade ‘coitadista’ faz mal para quem quer ter uma carreira de sucesso, porque detona a autoconfiança. Como você acha que vai conseguir construir alguma coisa se você se acha um coitado?

É preciso mudar os hábitos. A gente cultiva e herda hábitos da família, da sociedade. Eles estão em nossa forma de pensar. E podem ser hábitos de galinhas ou de águias. Em algum momento, será preciso ter humildade e revisar a própria vida. Você vai descobrir que está errando alguma coisa ou vai se achar vítima de tudo. Não dá para construir um prédio em cima de entulhos.

Assuma a responsabilidade. Pensar fora da caixa é entender que para escrever sua própria história você não pode ser a pessoa que dá desculpa para tudo. Não transfira para alguém a razão do seu próprio fracasso. O que você está colhendo agora é resultado do que você plantou em anos anteriores. Nós somos responsáveis pelo que fazemos. Você tem a chance de pegar o leme da sua vida e assumir o controle.

Nada é impossível. Se alguém diz que algo é impossível, essa pessoa quer roubar os seus sonhos. A transformação da mente é o exercício da sua intelectualidade. Só animais inteligentes mudam de ideia porque percebem uma debilidade. O orgulho pode impedir isso de acontecer. Você sempre vai culpar um terceiro por achar que não é culpado. Quem quer ter o controle de sua história, sabe que é responsável pelo que faz. E percebe que o problema é você. Mas a solução também está em você.

Seja perseverante. O senso comum pode querer convencê-lo de que não é possível realizar algo. Romper isso é um desafio que cada um de nós tem desde cedo. Veja os exemplos de quem começou do zero, era pobre, teve disciplina e não aceitou um não como resposta. Até que ponto você está disposto a perseverar por seu projeto? Esteja disposto a contrariar a estatística e até a opinião de quem você ama, que gosta de você e quer o seu bem. O contexto desafia o empreendedor a avançar ou recuar. É um desafio natural do dia a dia.

Não tenha medo de crises. Mentalidade é tudo. Forma de pensar é tudo. Comecei a trabalhar numa escola de inglês em 1991, quando o presidente Fernando Collor cortou toda a poupança dos brasileiros. O mercado estava sem liquidez, o desemprego era alto e inflação batia na casa dos 86% ao mês. O ambiente de crise sempre existe, mas com a economia global de hoje, não há impedimento para empreender. A crise não deve ser um fator intimidador. A pessoa precisa ter cuidado, mas não se intimidar. O ambiente no Brasil ainda é muito favorável para empreender. Há um mercado interno muito grande e ávido para consumir produtos inovadores. Às vezes, você só precisa de um posicionamento novo num contexto que já existe. Fizemos isso em 1995 com a Wise Up. Sempre vai existir uma oportunidade para quem quer empreender e fazer acontecer.

Você tem uma missão. Cada um de nós tem algo dentro, que clama para você ser você mesmo e cumprir sua missão, sem se importar com o que os outros vão pensar. Se criamos um país de gente dependente, comprometemos o futuro das pessoas. E lembre-se: quem tem uma missão não tem relógio de ponto. Faça o que você ama.

“Você é louco.” Este será o melhor elogio que você vai receber.

 

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/04/8-licoes-de-empreendedorismo-de-flavio-augusto-do-geracao-de-valor.html

Os 6 ingredientes de uma pessoa carismática

De imagem e poder, a persuasão e habilidade de conversa, saiba como aumentar o seu dom de se relacionar

Algumas pessoas têm carisma natural. Elas chegam aos lugares e as pessoas as parecebem de cara. Elas conseguem inspirar e passar confiança à equipe, parceiros e chefes. As pessoas as escutam.

A escritora de negócios Gwen Moren publicou recentemente um artigo na Fast Company sobre isso. “Todos têm uma definição diferente do que é carisma, mas pode ser interpretado tanto como a qualidade que fazem as pessoas fazerem o que você quer que elas façam, assim como pode ser o que faz as pessoas se perguntarem quem é a pessoa entrando na sala”, diz Gwen.

Mas carisma não é um dom secreto que nasce com você. Gwen, então, criou seis áreas chaves para serem trabalhadas e, assim, ajudar no seu magnetismo pessoal.

1 – Poder

Poder não está ligado ao cargo profissional. Poder é, na verdade, uma combinação de confiança, linguagem corporal, expressões faciais e voz.

“Isso é como as pessoas te percebem. Pessoas carismáticas nem sempre são aquelas com vozes doces e risadas boas. Elas possuem foco e são confortáveis consigo mesmas. Sabem como se portar em todas as situações e como usar suas vozes, seja para confortar, seja para liderar”, diz Gwen. “Uma dica para isso, é sempre ficar focado no que está fazendo agora durante uma conversa. Ao pensar no que vem depois, você pode se distrair e fazer linguagens corporais ou expressões que demonstrem isso”, completa.

2 – Persuasão

“Pessoas com magnetismo pessoal são capazes de atrair outros para sua maneira de pensar, e isso é extremamente importante para possuir carisma, pois nenhuma ideia, não importa o quão brilhante, chega a algum lugar caso não seja tomada por pessoas diferentes. É necessário ter entusiasmo sobre o que você está fazendo ou falando, demonstrando-se digno de confiança e bem informado sobre o assunto”, explica Gwen.

3 – Imagem

Segundo Gwen, “são necessários apenas algumas frações de segundo para pessoas formarem opinião sobre você, e, a partir do momento que ela é formada, é difícil mudar”. Um recente estudo da Universidade de Glasgow e da Universidade de Princeton descobriu que as pessoas percebem você em menos de um segundo.

“Então, preste atenção em como você se apresenta. Não é necessário andar de terno e gravata a todo instante, mas tenha certeza que como você está vestido e como você se porta reflete quem você é, o ambiente em que você está e aonde você quer chegar”, diz a escritora.

4 – Habilidades interpessoais

“Pessoas carismáticas são boas em ouvir e se comunicar com os outros, e isso vai bem além de só falar. É necessário entender e respeitar o espaço e o tempo dos outros. Eles não falam além do necessário com quem não gosta de ouvir muito e eles não se atrasam com quem não tolera atrasos. Ou seja, saber interagir sem deixar as pessoas desconfortáveis”, diz Gwen. “Conforto é a palavra chave para esse ponto. As pessoas irão procurar isso em seu olhar quando te encararem e querem ouvir isso no tom da sua voz”, completa.

5 – Adaptabilidade

A habilidade de tratar os outros da forma que eles querem ser tratados, não importa como você se sinta sobre isso, é adaptabilidade. Isto é, abraçar diversidade e todas as suas formas, entendendo que cada indivíduo é diferente. Quando o cenário muda, pessoas carismáticas fazem um esforço para entender e ajustar sua forma de se relacionar.

6 – Visão

“Pessoas carismáticas tem um plano ou mensagem sobre o que as entusiasma, e elas são capazes de passar essa visão e paixão para outros. Quais suas ideias? O que te anima? Para ser mais carismático, trabalhe em projetar esta crença e esse compromisso (e como vai beneficiar seu público) em como você fala e se relaciona com os outros”, explica Gwen.

Não importa o objetivo, mas seguindo todas essas dicas, será possível influenciar as pessoas a mudar de ideias e tomar ações baseadas em tudo o que você acredita.

 

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/noticias/carreira/os-6-ingredientes-de-uma-pessoa-carismatica/87458/

O Espetacular (Administrador) Homem-Aranha

O que temos a aprender sobre Administração com o mais simpático e cativante dos super-heróis?

Ao ser picado por uma aranha radioativa, o jovem Peter Parker adquire força e poderes proporcionais aos de um aracnídeo, tornando-se o popular super-herói conhecido como Homem-aranha.

Diferente de um Super-homem, a quem praticamente tudo é possível caso não haja uma porção de kryptonita por perto, o Homem-aranha se vale muito mais de sua inteligência e sagacidade do que de seus poderes aracnídeos na hora de enfrentar seus inimigos. Na verdade, entre as porções homem e aranha, a que mais se destaca é a natureza humana do personagem. Sem a máscara, Peter ainda se vira nos 30 para administrar suas vidas acadêmica, profissional e pessoal. E não pense que é fácil.

Um administrador que lança teias 

Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Nosso herói aprendeu muito cedo o significado dessas palavras. Ao abrir mão de impedir a fuga de um assaltante, algo que seria extremamente fácil para alguém com suas habilidades, Peter jamais imaginaria que o mesmo assaltante viria a matar o seu Tio Ben, a verdadeira figura paterna de sua vida. A culpa e o remorso ajudaram a talhar o seu caráter, mas foi a consciência de sua responsabilidade que transformou Peter Parker em um verdadeiro herói. “Se você é bom em algo, fazer o bem é uma obrigação moral“, diria o Tio Ben.

Rosabeth Moss Kanter, professora da Harvard Business School, ilustrou bem essa premissa em um brilhante artigo publicado na Harvard Business Review em 2010: “O simples ato de vender um café, por exemplo, já exige muito mais conhecimento do que como preparar e servir a bebida. Onde foi cultivado o grão? Em que condições de trabalho, com que pesticidas? O copo é de papel reciclado? Quantas árvores foram derrubadas e quanta água foi usada para fabricá-lo? A tampa de plástico solta toxinas? E fecha bem o suficiente para que a bebida não derrame e queime a pessoa?”Quando começamos nossas carreiras em Administração, não fazemos ideia dos poderes que iremos desenvolver. Boa parte das pessoas considera apenas o simples exercício de sua função como o limite de sua responsabilidade. Para o administrador, nunca é assim. Suas decisões implicam em consequências que vão muito além de seus efeitos diretos e visíveis. Elas repercutem no tempo e impactam, positiva ou negativamente, no bem-estar da sociedade.

Trocadilhos à parte, os resultados de nossas escolhas se espalham por uma imensa teia. É a consciência do tamanho de nossa responsabilidade que irá determinar o quão bons poderemos ser, o quão importantes as organizações às quais estamos à frente podem se tornar. O administrador exerce um papel determinante na construção do edifício social. Grandes poderes, grandes responsabilidades.

Apesar de ter sido criado por Stan Lee e Steve Ditko há exatos 50 anos, Peter Parker, o Homem-aranha, exerce identificação imediata na juventude de qualquer tempo: ele é o nerd tímido e desajeitado que sofre bullying no colégio, pena para conquistar a primeira namorada, adquire auto-confiança ao descobrir seus poderes e decide fazer a diferença no mundo a partir da noção exata de suas responsabilidades. Um exemplo a ser seguido por todo e qualquer administrador.

 

 

Link: http://www.administradores.com.br/mobile/artigos/carreira/o-espetacular-administrador-homem-aranha/65345/

Os 7 elementos que formam uma marca

Nome, logotipo, símbolo e mascote são alguns exemplos. Veja o que cada um significa e sua importância para o todo

 

Quando olhamos para um logo da Coca-Cola, do símbolo da Nike, do ícone do Android ou até mesmo para o boneco gordinho da Michelin, às vezes esquecemos que aquilo representa uma organização. Na verdade, tudo isso são exemplos de elementos que compõem uma marca. Alguns autores já chegaram a listar até quarenta elementos que podem formar a identidade de uma. Eu elenco sete grandes e menciono aqui o que é cada um, para que servem e como enxergá-los com a sua devida importância.

Nome

Você já reparou que toda santa marca tem um nome? Claro! O nome é o principal elemento que identifica uma marca, seja ela qual for: Danone, Guaraná Jesus, Casas Bahia, Pampers, Facebook, entre outras milhares. Muito mais do que simplesmente identificar e comunicar o que representa, o nome da marca na contemporaneidade deve ter sonoridade, ser bonito de ver, de escrever, de digitar e gostoso de pronunciar, como é o caso de Häagen Dazs, uma marca de sorvetes de Nova York e que não significa nada. Já BlackBerry quer dizer amora em inglês e não tem nada a ver com celular, mas é gostoso de falar, ouvir e ler.

 

Logotipo

É a forma como se escreve ou a tipologia que se usa para escrever o nome da marca. E a escolha da fonte deve obedecer à essência de sua marca, ou seja, uma fonte mais chapada como Brastemp ou uma fonte e variações de cores que a Google usa, ou então algo mais caligráfico e rebuscado como é o caso da Coca-Cola. O fato é: dependendo da tipologia adotada, a percepção da marca pelo consumidor pode ser mais distinta do que se imagina. Vale a pena perder um pouco de tempo com isso.

Símbolo

É a imagem ou figura que representa sua marca. É a parte que pode ser identificada, mas não falada pelo consumidor. Como exemplo, temos a maçã da Apple, ou o swoosh da Nike, ou o jacaré da Lacoste, ou então o ninho de passarinhos da Nestlé. E por que quase todas as marcas que conhecemos sempre elegem um símbolo para se identificar e se comunicar conosco? Simplesmente pelo motivo de que nosso cérebro memoriza melhor imagem do que palavra. Pode ser mesmo uma questão de psicologia cognitiva, pois o ser humano reconhece e grava melhor um símbolo do que palavras. Apenas isso.

Mascote

É aquele ser que representa a sua marca, como, por exemplo, o Ronald McDonald’s; o Assolino, da Assolan; os Minus, da Minuano, ou então os três personagens do Blue Man Group, que representam a marca TIM. E por que grandes marcas se utilizam desses seres, na maioria das vezes, um tanto quanto esquisitos? Por que essas criaturas carregam aspectos lúdicos, que se conectam conosco de forma ainda mais intensa. Assim como o símbolo da marca, criar uma mascote intensifica ainda mais o processo de memorização da marca por parte de seu público-alvo.

Embalagem

É a roupa da sua marca, é o invólucro que se elege para vestir um produto e sua marca. E quando falamos de embalagem, desde o material até o design escolhido, ela também carrega potentes elementos de identidade e diferenciação de uma marca.

Registro

Tão importante quanto selecionar nomes, símbolos, logotipos, mascotes e embalagem para sua marca, a sua proteção legal é uma etapa de fundamental importância. Criou um nome para sua marca? Vá ao site do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e consulte se há registros dos elementos que você criou.

Brand equity (valor de marca)

O autor Joel Axelrod definiu com perfeição o conceito de brand equity: “É a importância a mais que um consumidor paga para obter a sua marca preferida e não um produto parecido sem o nome de sua marca”. Podemos dizer que a Diesel, por exemplo, tem um brand equity fantástico, pois quando alguém paga cerca de R$ 2 mil para ter uma calça jeans, a pessoa poderia comprar outra, fisicamente parecida, por módicos R$ 79,90. Dessa forma, todo esforço de branding que você imprime na sua marca deve visar ao aumento do brand equity do produto.

 

 

Link: http://www.administradores.com.br/mobile/artigos/negocios/os-7-elementos-que-formam-uma-marca/64750/

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